Minha avó de 90 anos estava sentada na cadeira de balanço quando os cinco jovens entraram. Homens de vinte e poucos anos, corpos firmes, pau duro já marcando a calça. Ela não gritou. Só abriu as pernas magras e mostrou a buceta peluda, branca, com pelos grisalhos longos e a fenda molhada. — Podem foder a velha — murmurou ela, voz rouca. O primeiro ajoelhou, agarrou as coxas flácidas e enterrou a língua naquela buceta enrugada. Chupou forte, mordeu os lábios grossos, puxou os pelos com os dentes. Ela gemeu e abriu mais. Dois outros abriram a blusa e agarraram os tetões pesados, caídos, murchos, com mamilos escuros e grandes. Apertaram, beliscaram, deram tapas que fizeram a carne tremer. O segundo jovem virou a avó de quatro. A bunda era grande, murcha, com a pele frouxa e a racha profunda. Ele deu um tapa seco na carne, depois outro, outro, até a pele ficar vermelha. Enfiou o pau grosso de uma vez no cu apertado e enrugado. A avó gritou, mas empurrava a bunda para trás, pedindo mais. — Mais forte, porra — rosnou ela. Começaram a foder de verdade. Um pau na buceta peluda, outro no cu, um na boca. Os tetões balançavam e apanhavam palmadas. A cara dela recebia tapa atrás de tapa enquanto engolia o pau até o fundo da garganta. Saliva escorria pelo queixo, pelos seios, pingava na buceta aberta. Eles revezavam. Cada um fodia o cu até a bola bater na pele frouxa, depois entrava na buceta com força, esticando a carne velha. Palmadas na bunda, na buceta, nos tetões. A avó gemia sem parar, a cara vermelha de tapa, a buceta inchada e pingando. Um deles segurou a cabeça dela e meteu o pau na garganta enquanto outro dava lapada na bunda com a mão aberta, depois com o cinto. A pele da bunda ficou marcada, quente, dolorida. Ela gozou várias vezes, a buceta contraindo no pau, o cu apertando. Passaram a tarde inteira assim. Fodendo a velha sem piedade. Buceta, cu, boca, tetões. Palmadas, tapa na cara, lapada na bunda. Quando finalmente gozaram, cobriram o rosto enrugado, os seios caídos e a buceta peluda de porra. Ela lambeu o que conseguiu, com o olhar vidrado de prazer. — Amanhã vocês voltam — disse ela, a voz rouca, a bunda ainda vermelha e aberta.
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