As duas estavam no chão, uma ao lado da outra. A avó de 90 anos de quatro, a bunda murcha e vermelha, o cu e a buceta ainda abertos e escorrendo. A mãe de 50 anos de bruços, a bunda roxa de tanto apanhar, a buceta inchada e latejando. Os cinco jovens cercaram as duas. Um deles puxou a mãe pela cintura e a colocou de quatro em cima da avó. Peito contra costas. Seios pesados da filha esmagados contra as costas enrugadas da mãe. A buceta da mãe de 50 anos ficou logo acima da boca da avó. A buceta peluda da velha ficou logo abaixo da boca da filha. — Agora as duas juntas — falou um dos rapazes. O primeiro enterrou o pau de uma vez no cu da mãe de 50 anos. Ela gritou. Ao mesmo tempo outro enfiou fundo na buceta da avó. Os dois começaram a foder com força, no mesmo ritmo. Cada estocada fazia o corpo da filha bater contra o da mãe. A bunda roxa da mãe de 50 anos batia na bunda murcha da avó. A avó abriu a boca e chupou a buceta inchada da filha. Língua grossa, lenta, entrando nos lábios vermelhos e latejantes. A mãe de 50 anos, ofegante, abaixou a cabeça e enterrou a língua na buceta peluda da avó, chupando os pelos grisalhos e a fenda molhada enquanto apanhava pau no cu. Os outros três não ficaram parados. Um se ajoelhou na frente das duas e enfiou o pau na boca da mãe de 50 anos. Ela engolia até o fundo, babando, enquanto o pau saía e entrava no cu dela. Outro abriu a boca da avó e meteu o pau nela, fodendo a garganta da velha enquanto a língua dela ainda lambeu a buceta da filha. O último pegou o cinto de novo. Lapada na bunda roxa da mãe de 50 anos. Lapada na bunda murcha da avó. Alternando. Sem parar. O couro batia nas duas carnes ao mesmo tempo. A filha gemia com a boca cheia de pau. A avó gemia com a garganta cheia de pau. Os dois paus que as fodia entravam cada vez mais fundo. O da mãe de 50 anos esticava o cu já dolorido. O da avó abria a buceta peluda até o fundo. Eles trocaram de posição várias vezes. Um pau no cu da avó, outro na buceta da filha. Um pau na boca da avó, outro na boca da filha. Palmadas e lapadas nas duas bundas ao mesmo tempo. Tapas na cara das duas enquanto elas se beijavam, porra e saliva misturadas entre as bocas. A mãe de 50 anos gozou primeiro. O corpo inteiro tremeu em cima da avó, a buceta contraindo na língua da velha, o cu apertando o pau que a fodia. A avó gozou logo depois, a buceta peluda se fechando em volta do pau, a língua ainda lambendo a filha enquanto tremia. Os jovens não pararam. Foderam as duas até o fim. Porra quente jorrando dentro do cu da mãe de 50 anos, dentro da buceta da avó, na boca das duas, nos seios, nas bundas marcadas. Quando o último gozou, cobriu o rosto das duas ao mesmo tempo. A filha e a mãe se beijaram de novo, passando a porra de uma língua para a outra, lambendo o que escorria dos cantos da boca. As duas ficaram deitadas uma em cima da outra, ofegantes, a bunda da filha ainda latejando de dor, a bunda da avó ainda aberta e vermelha. Os jovens se vestiam devagar, olhando as duas juntas, destruídas, satisfeitas. A avó passou a mão na bunda roxa da filha e murmurou, voz rouca: — Minha filha… a pior surra da vida dela… e a melhor foda da minha. A mãe de 50 anos só conseguiu sorrir, a boca ainda suja de porra, e beijou a boca enrugada da mãe. Fim.
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