Minha mãe sempre foi uma mulher de corpo generoso, seios pesados, quadris largos e uma bunda que se mexia quando ela andava. Depois que o meu pai morreu, ela ficou sozinha naquela casa velha no fundo do bairro. Eu tinha dezessete. Os moleques adultos do pedaço — uns caras de vinte e poucos anos, desempregados, sempre fumando e rindo alto — começaram a aparecer. No começo foi só olhares. Depois comentários. Depois mãos. Eles a chamavam de tudo. Cadela. Puta. Marafona. Vagabunda. Prostituta. E ela deixava. Um dia eles chegaram em cinco. Entraram sem bater. Minha mãe estava na cozinha de short e camiseta frouxa. O mais alto, o Ricardo, agarrou ela pelo cabelo e a jogou de bruços na mesa. — Abre essa perna, cadela. Ela abriu. Os outros riram. Um deles tirou o cinto e começou a bater nela. Não só na bunda. Nas coxas, nas costas, nos seios quando ela tentava se virar. O som da fivela ecoava pela casa. Minha mãe gemia, mas não pedia para parar. Cada tapa deixava a pele vermelha, depois roxa. Eles se revezavam. — Olha essa puta apanhando. — Marafona safada. — Vagabunda do caralho. Ricardo enfiou o pau na boca dela enquanto os outros continuavam a bater. Ela engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, mas sugava com força. Quando ele gozou, empurraram ela pro chão. Dois deles a montaram ao mesmo tempo — um na frente, outro atrás. Ela gritava entre gemidos, o corpo todo marcado de palmadas e chibatadas do cinto. Eu assistia da porta do quarto, de pau duro, sem conseguir me mexer. Eles usaram ela por horas. Batendo, xingando, fodendo. Quando terminaram, minha mãe estava no chão, suada, gozada escorrendo pelas coxas, pele ardera em todo o corpo. Ainda assim, quando um deles chutou de leve a bunda dela e mandou: — Levanta, prostituta. Ainda não acabou. Ela se levantou. Eles não foram embora. Depois de um tempo deitando no sofá e fumando, o Ricardo puxou minha mãe pelo cabelo de novo e a arrastou até o quarto. Os outros seguiram. Eu continuei escondido no corredor, ouvindo tudo. — De quatro, cadela. Agora você vai apanhar de verdade. Minha mãe obedeceu. Ficou de quatro na cama, bunda para cima, seios pendurados. O cinto voltou. Desta vez eles não se contiveram. Chibatadas fortes nas nádegas, nas coxas, nas costas. A pele estalava. Ela gemia alto, o corpo sacudindo a cada golpe. Um deles segurava a cabeça dela para baixo, empurrando o rosto no colchão. — Grita, puta. — Isso, marafona. Aguenta. — Vagabunda do caralho, olha como essa bunda fica vermelha. Quando a bunda dela já estava inchada e marcada, Ricardo se ajoelhou atrás e enterrou o pau de uma vez só. Ela gritou. Ele fodeu com força, segurando as nádegas espalhadas, batendo com a mão aberta em cima dos hematomas. Os outros se revezavam na boca dela. Um gozava, outro entrava. Ela engolia, engasgava, saliva e porra escorriam pelo queixo e pelos seios. Em certo momento um deles pegou o cinto de novo e começou a bater nas costas enquanto ela era fodida. Outro segurou um seio e apertou forte, quase arrancando. Minha mãe choramingava, mas o corpo dela reagia — a buceta molhada, o cu se abrindo quando empurravam o dedo. — Olha essa prostituta. Adora apanhar. — Cadela safada. — Marafona barata. Eles a viraram de costas. Um abriu as pernas dela à força e enterrou o rosto na buceta, chupando e mordendo ao mesmo tempo. Outro subiu no peito dela e enfiou o pau entre os seios, apertando-os com força. Cada vez que ela tentava fechar as pernas, levava tapa na coxa interna, forte, deixando a marca da mão. Horas se passaram. O quarto cheirava a sexo, suor e pele queimada. Minha mãe estava toda marcada: costas, bunda, coxas, seios, até o rosto inchado de tanto levar tapa. Ainda assim, quando o último deles se levantou e falou: — Abre a boca, vagabunda. Última carga. Ela abriu. Eles gozaram nela de novo. No rosto, na boca, nos seios, na bunda aberta. Depois um deles puxou o cabelo dela e falou baixo, quase carinhoso: — Amanhã a gente volta, cadela. E você vai estar pronta. Minha mãe só respirou fundo, o corpo todo doendo, e respondeu num fio de voz: — Sim…
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.