Eu nunca imaginei que o Diego fosse tão filho da puta. A gente se conhecia desde a escola. Ele sempre foi o cara mais desenrolado do grupo, aquele que conseguia comer qualquer uma. Mas eu nunca imaginei que ele fosse capaz de comer a minha própria mãe… e as três irmãs dela no mesmo final de semana. Tudo começou quando minha mãe, Renata, 45 anos, resolveu fazer um churrasco em casa com as tias. As três irmãs dela: Márcia (43), Solange (41) e Claudia (39). Quatro mulheres maduras, corpos ainda gostosos, todas solteiras ou divorciadas, e todas com aquele olhar de quem estava precisando de pau. Eu chamei o Diego pra ir. Erro meu. No começo foi só conversa, cerveja e risada. Depois que eu saí pra buscar mais gelo, voltei e já achei o clima estranho. Minha mãe estava vermelha, rindo alto demais. As tias estavam coladas nele. Quando eu fui no banheiro, ouvi a porta do quarto da minha mãe se fechar. Fiquei parado no corredor. Ouvi o gemido baixo dela. — Porra, Diego… que pau grosso… Abri a porta devagar. Minha mãe estava de quatro na cama, saia levantada, calcinha no joelho. O Diego estava atrás dela, metendo com força, segurando a cintura dela. O som molhado de pau entrando e saindo enchia o quarto. Ela viu meu reflexo no espelho e não parou. Só gemeu mais alto. — Entra, filho… vem ver sua mãe sendo comida. Eu fiquei na porta, de pau duro, assistindo. O Diego me olhou e sorriu, sem parar de meter. — Sua mãe pede pra levar no fundo, mano. Tá ouvindo? Renata enfiou a cara no travesseiro e gozou gemendo meu nome. Quando ele tirou o pau, a porra escorreu pela coxa dela. Não deu cinco minutos e a porta abriu de novo. Era a tia Márcia. — Vocês dois são uns safados — ela disse, já tirando a blusa. — Mas eu quero também. O Diego não pensou duas vezes. Empurrou Márcia de costas na cama, ao lado da minha mãe, e enfiou de uma vez. Minha mãe, ainda ofegante, se virou e começou a beijar a irmã enquanto ele metia. Eu só assistia, batendo punheta. Depois veio a Solange. Depois a Claudia. Em menos de uma hora, as quatro estavam no mesmo quarto. Minha mãe de quatro, chupando o pau do Diego enquanto ele comia a Solange. Márcia e Claudia se beijavam e se dedavam no canto, esperando a vez. Ele gozou na boca da minha mãe. Ela engoliu tudo e ainda limpou o pau com a língua, olhando pra mim. — Seu amigo fode melhor que qualquer um que eu já tive — ela disse, com a voz rouca. — E ainda vai comer as suas tias todas de novo. O Diego me olhou, suado, sorrindo. — Quer participar, mano? Ou prefere só assistir sua mãe e suas tias virando puta pra mim? Eu não respondi. Só fechei a porta e fiquei. Pelo resto da noite, ele comeu as quatro. Uma de cada vez, depois duas juntas, depois todas se revezando no pau dele. Minha mãe foi a que mais pediu. Ficava de quatro, abrindo a bunda com as duas mãos, pedindo pra ele meter mais fundo. Quando o sol nasceu, as quatro estavam espalhadas pela cama, suadas, com porra escorrendo entre as pernas. O Diego estava no meio, fumando um cigarro, com o pau ainda semi-duro. Minha mãe se levantou, veio até mim no corredor e me beijou na boca, com gosto de porra. — Agora você sabe — ela sussurrou. — Seu amigo comeu sua mãe e suas três tias. E a gente vai deixar ele comer de novo sempre que quiser. Eu só engoli em seco. E, pela primeira vez, não soube se estava com raiva… ou com tesão.
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