O amante da minha mãe não tinha paciência. Naquela tarde ele chegou, encontrou ela só de camiseta larga, sem calcinha, e a selva preta e volumosa entre as pernas estava à mostra. Os pelos pubianos dela eram densos, longos, macios e abundantes, formando um tufo escuro que cobria tudo e ainda descia um pouco pelas virilhas. Ele não disse quase nada. Apenas se agachou, enfiou os dedos fundo naquela massa de pelos e puxou com força. Mamãe deu um grito curto e caiu de joelhos. — Anda — ele ordenou, já se levantando e puxando. Ela foi arrastada pelo chão da sala. Os joelhos raspando no piso frio, as mãos tentando se apoiar, enquanto ele andava devagar, puxando pelo tufo grosso como se fosse uma coleira. Cada puxão fazia os pelos tensionarem e doerem na raiz, puxando a pele da virilha e abrindo um pouco os lábios da buceta. Ele a arrastou até a cozinha. Parou só o tempo suficiente para abrir a geladeira, pegar uma cerveja e beber um gole, ainda segurando o tufo dela na mão. — Fica aí. Mamãe ficou ajoelhada, respirando pesado, a camiseta subida até a cintura, as nádegas expostas e a selva preta esticada na direção da mão dele. Quando ele puxou de novo, ela engatinhou atrás, gemendo baixo toda vez que os pelos eram tensionados com força. Pela sala de novo. Depois pelo corredor. Ele a arrastava devagar, de propósito, fazendo o caminho mais longo. De vez em quando parava, abria os dedos no meio do tufo e puxava só um lado, torcendo, até ela soltar um gemido mais alto. Depois voltava a puxar tudo junto, arrastando-a mais alguns metros. Quando chegaram ao quarto, ele a puxou até a beira da cama e a ergueu pela própria selva, forçando-a a se levantar nas pontas dos pés. Os olhos dela estavam úmidos de dor e excitação. A buceta já estava brilhando, molhada, os pelos da entrada grudentos. — Você gosta disso, não gosta? Gosta de ser arrastada pela casa pelos pelos da puta. Ele deu um puxão seco para cima e a jogou de bruços na cama. Ainda sem soltar o tufo, passou a outra mão pela bunda dela e deu um tapa forte. Depois outro. E outro. Enquanto batia, continuava puxando os pelos pubianos para trás, forçando a buceta a se abrir e se fechar com o movimento. Mamãe gemía contra o colchão, as pernas abertas, o corpo inteiro tremendo. Ele enfiou os dedos no meio da selva, separou os pelos e enterrou dois dedos fundo, fudendo-a com a mão enquanto puxava o tufo com a outra. — Olha como você escorre. Toda molhada só porque te arrastei pelos pelos. Quando tirou os dedos, estava encharcado. Ele se posicionou atrás, ainda segurando o tufo volumoso como se fosse uma rédea, e enfiou o pau de uma vez. Cada estocada vinha acompanhada de um puxão nos pelos, puxando ela para trás contra ele, fazendo a carne da virilha arder. Ele fodeu assim por longo tempo: puxando, estocando, batendo na bunda, puxando de novo. Até gozar fundo, segurando o tufo com força enquanto descarregava dentro dela. Quando soltou, mamãe ficou caída na cama, ofegante, as coxas tremendo, o sêmen escorrendo pelos pelos grossos e densos que ele tinha usado como alça o tempo todo. Ele passou a mão pela selva uma última vez, acariciando, e murmurou: — Amanhã eu faço de novo. E dessa vez te arrasto até a porta da rua. Mamãe só fechou os olhos e abriu um pouco mais as pernas, ainda sentindo o ardor na raiz dos pelos.
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