Minha mãe estava de joelhos no chão do quarto, o corpo inteiro suado e vermelho. O adulto de 18 anos andava em volta dela como se fosse dono absoluto daquele corpo maduro e generoso. Ele segurou o cinto na mão direita e a chinela na esquerda. Sem avisar, estalou o couro nos seios enormes dela. O impacto fez a carne tremer e saltar. Outro tapa. Outro. Os mamilos já estavam inchados e escuros quando ele trocou para a chinela, batendo com força seca, o som seco e molhado ao mesmo tempo. Minha mãe gemia, mas não pedia para parar. Ele mandou que ela ficasse de quatro. As bundas grandes e redondas ficaram expostas. O cinto desceu com força, deixando marcas vermelhas que se cruzavam. A chinela vinha em seguida, mais rápida, mais espalhada, fazendo a pele tremer a cada golpe. Ele não se continha. Batia até as nádegas ficarem quentes e sensíveis demais ao toque. Depois virou-a de costas novamente e abriu as pernas dela à força. A buceta grande e carnuda recebeu o mesmo tratamento. Tapa de cinto direto na fenda, chineladas molhadas que faziam o líquido escorrer pela coxa. Cada impacto arrancava um gemido mais alto, mais rouco. O rosto bonito dela não ficou de fora. Ele segurou o queixo dela e deu tapas abertos com a mão, depois com a chinela, deixando as bochechas ardendo e os lábios trêmulos. Quando ela abria a boca para respirar, ele enfiava os dedos, forçando, sujando. Depois veio o enforcamento. As mãos grandes dele fecharam em volta do pescoço dela enquanto ele a empurrava contra a cama. Os dedos apertavam com força controlada, cortando o ar. Os olhos dela marejavam, o rosto ficava vermelho, mas a buceta continuava pingando. Ele a virou de bruços, abriu as nádegas e enfiou o pau no cu de uma vez só, seco e violento. A entrada foi brutal. Empurrava até o fundo, retirava quase todo e voltava com força, batendo as bolas nas bundas já marcadas. Depois saiu e enfiou na buceta com a mesma violência, fudendo sem ritmo, só força. O som molhado de carne contra carne enchia o quarto. Ele alternava os buracos sem piedade, usando o corpo dela como quisesse, apertando o pescoço de novo enquanto gozava fundo, primeiro no cu, depois na buceta, enchendo os dois. Minha mãe ficou ali, deitada, o corpo inteiro marcado, tremente, sujo de porra e suor, enquanto ele ainda a olhava de cima, pronto para continuar.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.