O restaurante estava cheio naquela sexta à noite. Conversas, talheres batendo, risadas. Minha mãe estava sentada à mesa do canto, de vestido curto preto, as pernas cruzadas sob a mesa. Eu estava do outro lado, fingindo mexer no celular, mas não tirava os olhos dela. O garçom novo — alto, braços grossos, olhar direto — se aproximou com a conta. Em vez de só deixar o papel, ele se inclinou perto demais. Minha mãe levantou o olhar e ele já estava com a mão na coxa dela, por baixo da mesa. — Senhora vai pagar agora ou prefere que eu cobre de outro jeito? Ela engoliu seco, olhou em volta. Ninguém prestava atenção. O restaurante barulhento cobria tudo. Ele apertou a coxa dela com força e puxou a cadeira um pouco para trás, o suficiente para abrir espaço entre as pernas dela. — Levanta um pouco o vestido. Ela obedeceu. Devagar. O tecido subiu até a cintura. Ela não usava calcinha. O garçom passou a mão aberta na bunda dela, apertou, e deu a primeira palmada seca. O som se perdeu no barulho do salão. Minha mãe mordeu o lábio e fechou os olhos. Ele continuou. Palmadas firmes, rítmicas, uma atrás da outra. A pele dela ficou vermelha rápido. Ela tentou ficar quieta, mas um gemido escapou quando ele acertou bem no meio, perto da boceta já molhada. Eu via tudo da minha cadeira. O jeito que ela abria um pouco mais as pernas a cada tapa. O jeito que o rosto dela ficava quente de vergonha e tesão. O garçom se ajeitou atrás dela, ainda em pé, como se estivesse só conversando sobre o pedido. Abriu a calça, puxou o pau duro e passou a cabeça grossa na entrada molhada dela. Sem aviso, enfiu de uma vez. Minha mãe engasgou com o próprio gemido. Ele começou a foder em estocadas curtas e profundas, a mão livre segurando o ombro dela para não fazer barulho demais na mesa. — Continua quietinha — ele falou baixo, perto da orelha dela. — Senão eu te dou mais surra na frente de todo mundo. Ela balançava a cabeça, os dedos apertando a borda da mesa. Ele metia com força, a bunda dela batendo contra o quadril dele a cada investida. De vez em quando parava só para dar mais três, quatro palmadas pesadas, deixando a marca da mão. A cada tapa ela apertava mais o pau dele por dentro. Eu não conseguia desviar o olhar. Via o vestido amassado na cintura, a bunda vermelha, o pau do garçom sumindo e aparecendo entre as pernas dela. Minha mãe estava completamente entregue, mordendo o próprio braço para não gemer alto. Quando ele acelerou, ela veio primeiro — o corpo inteiro tremendo, a boceta apertando em volta dele. Ele continuou metendo até gozar dentro, fundo, segurando ela pela cintura. Só então ele saiu, ajeitou a calça e colocou a conta na mesa como se nada tivesse acontecido. — Volto daqui a pouco para ver se a senhora precisa de mais alguma coisa. Minha mãe ficou ali, respirando pesado, o sêmen escorrendo pela coxa interna enquanto tentava puxar o vestido para baixo. O restaurante continuava lotado. Ninguém tinha percebido. Ou quase ninguém. Eu só sorri e voltei a mexer no celular.
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