Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Sete.



Diário de Fernanda — 14 de maio de 2008 — 21:11

Boa noite, amigo diário.

Tô cansadaça hoje, sério. Foi um corre daqueles que só estando na minha pele pra acreditar.

De manhã, fui para a faculdade, aquela ladainha de sempre, professor fingindo que está ensinando algo, enchendo o saco e eu pensando em dinheiro e o próximo cliente, menos na matéria.

Saí correndo da faculdade, peguei o metrô e desci na Estação Ana Rosa. Fui direto para o salão de beleza. Fiz cabelo, fiz as mãos, os pés, dei um trato geral, porque cliente sempre repara nessas coisas, né?

Depois do salão, voltei de metrô e parei pra almoçar num restaurante pertinho do meu apartamento. Estava faminta, diário: Um almoço leve e gostoso.

Bom, voltei e a primeira coisa que fiz foi tirar a roupa e ir tomar um banho, lavando tudo, porque às 16:00 tinha um programa marcado, e dessa vez foi domicílio, aqui perto de casa, há quinze minutinhos de táxi.

O cliente da vez? Senhor Márcio Humberto, disse ter 61 anos, alto, maior que eu, achei o velho bonito. Olhos azuis e tudo.

Confesso que, quando li a idade, achei que ia ser mais um velho tarado, porém, não… ele era um homem vivido e me fodeu como poucos. O senhor Márcio mandou mensagem cedo, quando eu estava na faculdade. Fiquei em dúvida no começo, mas aceitei a proposta: duas horas. Pedi sua foto, claro, não me jogo em furada.

Ele enviou a foto via e-mail, e quando abri, gostei da fisionomia do vovô. Passou confiança, isso já é meio caminho andado. Fechamos o acordo. O cliente passou seu endereço e combinamos um horário.

Pra encontrar o Márcio, coloquei meu vestidinho preto curto, aquele que é básico, que chama atenção. Desta vez, levei a minha máquina fotográfica na bolsa. Levo de vez em quando, vai que eu precise, né? Peguei minha bolsa e desci, chamei um táxi na porta do edifício.

Pra minha sorte não havia trânsito, o trajeto foi rapidinho, dez minutos no máximo. Nesse meio tempo, no caminho, aproveitei pra fazer uma das minhas manias: dei ao taxista, um senhor na casa dos 50 anos, alguns de meus cartões de contato. Nunca se sabe de onde pode vir outro cliente. E claro, não resisti, fiz uma brincadeirinha, dei aquela provocadinha, mostrando minha calcinha preta rendada, quando ajeitei a perna no banco de trás.

Ele viu? Claro que viu pelo espelho, até riu o safado. Sabe, adoro brincar com taxistas, virou hábito. Sempre faço isso, só pelo prazer de ver a cara deles. É meu jeitinho de me divertir no meio dessa vida maluca que levo.

Diário, quando o táxi me deixou em frente à casa do Márcio: era uma casa antiga, grande, dessas que têm portão alto e pintura gasta.

Paguei a corrida, desci do veículo ajeitando o vestido e, no mesmo instante, percebi duas senhoras no portão da casa ao lado, fofocando. Assim que me viram, ficaram cochichando e olhando pra mim, da cabeça aos pés. Agora fiquei na dúvida: será que elas perceberam que eu era puta?

Sabe, não dei a mínima. O corpo é meu. Segui, fui até a campainha e apertei, esperando. O problema é que o Márcio demorou pra abrir, e nesse intervalo, as duas velhas curiosas não tiravam os olhos da minha pessoa, me senti uma intrusa. Ergui o queixo e fingi que nem era comigo.

Quando finalmente o portão abriu, lá estava ele: Senhor Márcio. — Ele era alto, vestia calção preto e chinelos, sem camisa, exibindo um corpo, digamos, até bem cuidado para sua idade. Seus olhos eram azuis bonitos. O olhar dele pra mim, era de homem safado. E a primeira palavra que o velho soltou foi:
— “Você é linda demais, garota?”

Gostei do começo, ele me elogiou. Fui simpática e sorri, entrando no personagem: Lara. O cumprimentei dando um beijinho em seus lábios vermelhos, entrando no quintal enquanto ele fechava o portão com a chave.

De perto, percebi: ele estava cheiroso, cheiro de colônia masculina, e, olha… o vovô era até mais bonito pessoalmente do que na foto que mandou mais cedo, diário.

Mas, não demorou nada pra ele mostrar empolgação. Seguíamos para o interior da casa, ainda no quintal. Eu na frente e ele atrás de mim. O velho veio passando as mãos nos meus seios, nas minhas nádegas, falando que eu era: linda, gostosa e tesuda. “Disse também: que queria me comer”. E, por fim, me puxou para um beijão na porta da sala.

Imediatamente, senti na hora o volume no calção preto dele encostar em mim, seu pau ficou duro, denunciando a excitação dele, o vovô estava na vontade de foder.

Diário, assim que entramos pela sala da casa do cliente, senti logo o contraste. Por fora, uma casa antiga, por dentro tinha muita semelhança com a casa dos meus avós maternos.

Na hora, deu-me um arrepio na espinha, parecia que eu tava na casa deles e não na casa de um desconhecido. Incrível! Os móveis eram de madeira escura bem parecidos. As fotos antigas dele, dos filhos, da esposa, dos netos nas paredes. Cortinas-claras. TV. A sala tinha um sofá grande de couro gasto. Uma mesinha com revistas. Havia um rádio antigo ligado baixinho. Ele não me deixou prestar atenção em nada. Digo, naquele começo, sabe?

O homem ficou taradão pela minha presença. Desde que fechou o portão, dava pra notar o quanto era a sua excitação. O volume no calção preto crescia mais e mais. Assim que entramos pela sala, o velho me prensou contra a parede, me segurando pelos quadris, querendo me beijar. E, eu, só fui, segui a maré.

Ele passava as mãos em mim de um modo afobado. Sentia o corpo dele quente, trêmulo. O cheiro do seu perfume misturado ao tesão de seu corpo… e ele não desgrudava de mim. Apertava minha bunda, subia as mãos nos meus seios, respirava forte, entre um beijo e outro.

Quando os nossos lábios se separaram, dei risadinhas e falei:
— “Calma, amor… assim, vai me machucar. A gente tem duas horas ainda.”

Ele me olhou nos olhos, respirando fundo, desesperado, e respondeu buscando o ar:
— “Não consigo… você é linda demais… eu não consigo me segurar.”

E então, o vovô me puxou ainda mais forte, colando o corpo dele ao meu, o calção volumoso pela excitação aumentava. O cliente ficou ansioso, com muito tesão.

Assim que Márcio me deu uma folguinha, abri minha bolsa, tirei a máquina fotográfica e um preservativo. Perguntei se podia tirar uma foto nossa. — Ele não gostou muito da ideia por ser casado.

Ah, eu não falei pra você diário: A esposa dele estava de viagem.

Voltando: O velho me puxou pelo braço, pedindo para eu ir com ele ao banheiro. Chegando lá, mal me deixou fotografar, aliás, tirei poucas fotos. Eu ainda com o vestido, e ele de calção, de pau duro, doidinho para que eu o chupasse.

Pois bem, deixei a câmera em cima da pia. Fui chegando perto, perguntando: se ele queria um carinho no pau? Ficou rindo pra mim, como se dissesse: “Que pergunta idiota, garota.”

Segurei no cós e no seu “menino” por cima do calção e o olhei sorrindo, um sorriso bem provocador. Me ajoelhei devagar. O vovôzão ficou nervoso, ofegante. Tirei o calção de uma vez e fiquei ali, de frente para o perigo, de frente para o pênis duro, pulsante, já todo babado, que mais parecia uma gangorra, subia e descia, subia e descia. Antes de chupá-lo, cheirei o pênis e as bolas, queria conferir, dei uma verificada para ver se não estava fedido ou com bolhas.

Passou no teste! Em seguida, comecei a chupá-lo com calma, sem afobação, sentindo o gosto do pênis. Passei a língua devagar na cabeça, depois acelerei e o chupei por completo, alternando os movimentos. Desci até as bolas, dando total atenção nelas.

Seu Márcio gemia baixinho, ficava me olhando, prestando atenção em tudo que eu fazia. Bem que tentou controlar o tesão, a ereção, porém, falhou. O boquete foi com bastante carinho, como sempre faço. Seu corpo tremia, as mãos não paravam, seu corpo tremia, e em pouco tempo, percebi que não aguentaria muito.

Diário, e foi o que aconteceu. Não deu tempo nem de aquecer, nem de brincar direito. O cliente ejaculou forte na minha boca, na minha língua, colocando uma das mãos na minha cabeça. Senti o gosto amargo do sêmen quente e espesso na língua. Sua outra mão na porta para não perder o equilíbrio.

Mostrei o gozo pra ele da minha língua. Não engoli uma gota. Ele me puxou para levantar. Em seguida, cuspi tudo na pia e lavei a boca, os lábios e meu queixo.

O Senhor Márcio, ficou me olhando, admirado com meu boquete e ousadia. Disse que eu era demais, incrível e linda. Disse brincando: que não sabia se aguentaria ficar duas horas comigo. Eu ri, falando que ele aguentava e ainda ia querer mais. Ele riu e me deu um beijo.

Aí, veio a parte de que mais gostei. Após tudo isso acontecer, lavei seu pênis na pia. Abri a torneira, o velho aproximou o pau da pia, ensaboei minhas mãos e comecei a lavar com sabonete, devagarinho, massageando com a água escorrendo.

Ele amou, disse que nunca a esposa dele havia feito aquilo. Seu Márcio me olhava encantado, admirado com a minha atenção e carinho. Me elogiou enquanto eu lavava seu “menino”.

Quando terminei de lavar o pau do cliente, tirei meu vestido e o deixei em cima da pia, ficando apenas de calcinha e sutiã.

Em seguida, abri a tampa da privada, baixei a calcinha, me virei e sentei na privada, na frente dele, e urinei sem vergonha alguma. Diário, o velho nem piscava, dava vontade de rir. Ele não esperava, ficava observava com atenção. Assim que peguei um pedaço de papel higiênico para limpar, secar a vagina. O safado pediu que eu não limpasse nada. Somente obedeci. Se ele queria me chupar mijada, o problema e a vontade eram dele.

Assim saí do banheiro, caminhando de sapatos até seu quarto.

O quarto era grande. Móveis antigos, cama grande, guarda-roupas enorme. Até ali, eu já estava tranquila. Deitei de costas na cama, abrindo as pernas e esperando que ele viesse.

O vovô não perdeu tempo, diário. Subiu na cama. Se ajeitou. Se aproximou e começou a retribuir tudo que fiz nele antes.

Foi uma das melhores chupadas que recebi na vida, foi intenso: o velho tinha muita experiência, fora a sua vontade. Me chupou inteirinha, de frente, de lado, que quatro.

Na “menina”, o cliente ficou um tempão, parecia que eu estava me consultando com um ginecologista. Ele enfiou a língua por cada pedacinho da buceta, me dedilhou fundo, explorando meu interior.

No ânus, o mesmo. Chupou meu buraquinho, beijou, dedilhou, cuspiu, fez de tudo um pouco. Desceu até meus pés, tirou meus sapatos, lambeu e chupou cada um dos dedos. Lambeu minhas pernas, coxas, voltando para lamber na xoxota e no cuzinho.


Nos seios, parecia um bezerro faminto, mamando, chupou ambos os seios. Nota dez. Puta merda, gemi sem conseguir me controlar. — Fiquei rouca de tanto gemer. Ele brincou com meu clitóris, alternava da língua para os dedos, dos dedos para beijos, até que me levou ao limite.

Diário, meu corpo tremia, o coração disparado, acelerado, e então gozei forte, me curvando na cama. Acho que fui a Marte e voltei de volta para a Terra em segundos. Ele riu da minha cara. Eu acabei rindo da risada dele. E sua boca? Toda salivada. Darei nota mil.

Quando chegou o momento de transar, de foder com o velho, essa parte foi muito rápida. A cama ficou inteira bagunçada do oral dele. Só ficou uma almofada na cama, o resto caiu tudo ao chão.

Senhor Márcio, pôs o preservativo no “menino” e veio meter gostoso dentro de mim. Deitei-me na cama, sentindo muito tesão e muita vontade de transar. Abri as pernas e o chamei com os dedos, convidando-o, sem pudor algum.

A posição clássica (papai e mamãe). O vovô veio, se posicionou sobre mim, segurou o pênis com uma das mãos, guiando-o em direção à minha “menina”. A estocada foi suave, quase gozei só de sentir o pau entrar! Porra, que delícia! Entrou tudo na segunda estocada que deu!

Seu Márcio não teve pressa, meteu gostoso no ritmo dele. Fizemos amor em vez de sexo. Nossos olhares se cruzavam o tempo inteiro, ele me abraçou, me beijou com doçura. Pedia mais a cada estocada, gemi baixinho, sentindo o tesão me consumir lentamente.

Mas, como sempre acontece, o cliente foi se empolgando, as estocadas foram aumentando. Márcio acelerou nas investidas, sua cintura indo e vindo, seu “menino” batendo contra as paredes da minha “menina” de uma maneira que me fazia bater a cabeça na cabeceira da cama e curvar as costas e morder o lábio para aguentar sua agressividade sexual.

Senhor Márcio inclinava a cabeça para trás, dando arranque nas suas estocadas. Depois, chupou meus seios. Arranhei suas costas, por dor e prazer, pedindo que se controlasse a força e a vontade de me foder. Ele obedeceu, porém, por um tempo curto. Retornou ao ritmo agressivo e acelerado, não conseguindo se conter. Meus gemidos eram altos. Não quis pará-lo, entreguei na mão de Deus.

Diário, em algum momento da transa, ele tirou de mim, deitou-se de costas e mandou eu ir por cima. Ficou segurando o pênis, esperando-me sentar. Sentei, que delícia! Cavalgando-o com pressa, na agressividade, com as duas mãos, segurando meu cabelo, minha cabeça, depois desci as mãos pelos seios, movida pelo desejo de fazê-lo gozar. A sensação de ter um pênis cravado e em movimentos, era incrível, gostoso demais. O atrito entre nós se tornou cada vez maior. Eu senti o pau dele vibrar, o prazer se acumulando, ameaçando detonar a qualquer segundo.

Primeiro: cavalguei usando os joelhos, depois galopei usando os pés apoiados no colchão. Maltratei minha “menina”, mas por uma causa justa. Queria que ele gozasse, queria sentir seu pau explodir dentro de mim! Queria sentir seu corpo se tensionar sob o meu! Queria ouvir seus gemidos! Queria que aquela transa durasse para sempre, que o tempo parasse e nos deixasse naquele prazer eterno!

A pedido do cliente, virei de costas, ele queria ver meu ânus. —Continuei cavalgando com a “menina”. A posição não deu para vê-lo direito, mas tinha o espelho do guarda-roupas. Me movia com pressa, o suor escorrendo, o corpo cansando e pedindo mais, sempre mais. Ele me segurava pelas coxas, pernas e calcanhares, guiando-me ao prazer.

Márcio também foi suando, tornando-se mais escorregadio, mais liso. Sentia que chegava ao limite, que o orgasmo chegava logo ali, tão próximo, mas algo dentro de mim resistia, querendo prolongar aquele momento delicioso.

Por fim, “o vovô bom de cama”, me mandou ficar de quatro, perguntando se podia comer meu cu.

Consenti a ele o direito de usar meu buraquinho, mas antes, o fiz passar o gel, o lubrificante à base de água de coco, para não me machucar e deslizar melhor.

Desci da cama, fui até a sala, peguei minha bolsa, voltei para o quarto, tirei o frasco da bolsa, dei o frasco a ele, fiquei de quatro e velho passou em mim, dentro e fora.

Em seguida, diário. Tive que masturbá-lo, ele perdeu um pouco da ereção. Quando o seu pau voltou a ficar duro. Seu Márcio me penetrou no cu, meteu devagar, para que eu acostumasse. Aos poucos, fazendo movimentos suaves, senti o cacete me fodendo. — Ah, que delícia!! Como gosto de dar o rabo!

Me deu umas boas bombeadas no rabo naquela posição, a sensação era gostosa e um pouquinho dolorosa. Suas estocas faziam meu corpo pular e ir para frente da cama, de uma maneira que me fazia gemer de prazer. Minhas mãos ficaram se segurando na almofada, enquanto as do velho, essas, não paravam um segundo.

Sentia suas bolas baterem na minha “menina” a cada estocada, e, então, o Senhor Márcio gozou, dentro de mim, porém no preservativo. Seu corpo ficou em espasmos, tremendo, seu gemido ecoando no quarto todo. Fiquei ali, de quatro, ainda transando, sentindo o pênis em movimento, sentindo dorzinha no ânus.

O cliente ficou deitado de costas, ao meu lado, suado, esgotado, o rosto vermelho. Pensei que ia dar um troço nele e falecer ali mesmo.

Do lado de fora, o cachorro do vizinho do cliente não parava de latir. Tenho certeza de que ele ouviu os nossos gemidos.

A questão, diário: É que meu corpo ficou todinho marcado pelos dedos do cliente. Enquanto escrevo, sinto dor no ânus… ele me arrebentou, me fodeu muito, que me deixou esfolada.

Voltando a cena: Fiquei um tempo deitada de bruços na cama. Depois, levantei, peguei meu par de sapato, minha bolsa e fui sozinha, direto para o banho.

Quando saí, já vestida, com o cabelo molhado. Seu Márcio bebia vinho sentado na cama. Daí, veio a melhor parte. Foi quando, para minha surpresa, o homem me pagou em dobro, acredita?

Juro, não esperava. Ele disse; “que eu merecia cada centavo, prometendo que me chamaria para novos encontros em outros lugares”.

Diário, amei, claro, fiquei tão contente, tão empolgada pela bela grana que ganhei dele. O agradeci beijando, pegando no seu pau, fazendo um agradinho. Mesmo vestida pra ir embora, chupei-o em forma de agradecimento. Ele não chegou a gozar!

Então, ficamos só papeando, rimos. O velho é bem inteligente, fala 4 idiomas! Ele abriu uma garrafa de vinho e preparou um lanche para nós. Comemos juntos na cozinha, falando de tudo, até o relógio marcar às duas horas de programa.

Peguei minha bolsa e ele se vestiu, me acompanhou até a saída da casa. Gostei do Senhor Márcio. Espero mesmo que me chame outra vez.

E assim encerro meu dia, cansada, dinheiro no bolso e satisfeita.

Com tesão e prazer,

Fernanda ou Lara.

Foto 1 do Conto erotico: Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Sete.

Foto 2 do Conto erotico: Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Sete.

Foto 3 do Conto erotico: Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Sete.

Foto 4 do Conto erotico: Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Sete.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario zanaleitte

zanaleitte Comentou em 28/08/2025

Fiquei impressionado(a)! 🥰 A forma como você escreve é tão envolvente que parece que a gente está vivendo cada detalhe junto com os personagens. Você tem um jeito especial de transmitir emoção e criar imagens na mente do leitor. Adorei de verdade, continue escrevendo porque seu talento merece ser lido por muita gente!"

foto perfil usuario farmaceutico-

farmaceutico- Comentou em 28/08/2025

Que leitura deliciosa, envolvente, excitante, somente a Fernanda pra nos proporcionar uma escrita tão perfeita! E a Lara já pegando na ferramenta do tiozao hein!

foto perfil usuario oesscritor

oesscritor Comentou em 28/08/2025

GOZEI DOIS LITROS LENDO E VENDO ESSAS FOTOS. VELHO SORTUDO FDEU A GOSTOSA

foto perfil usuario skarlate

skarlate Comentou em 28/08/2025

Excelente

foto perfil usuario educontos

educontos Comentou em 28/08/2025

Acabei de terminar a leitura e preciso dizer fiquei surpreso. O texto já era intenso por si só, mas ao mostrar as fotos, a escritora deu a prova de que tudo realmente aconteceu. Isso dá ao relato uma credibilidade enorme e deixa a experiência ainda mais curiosa. Parabéns Fêfe




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


240951 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Seis. - Categoria: Heterosexual - Votos: 25
239280 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Cinco. - Categoria: Heterosexual - Votos: 27
238768 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Quatro. - Categoria: Heterosexual - Votos: 27
238686 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Três. - Categoria: Heterosexual - Votos: 21
238029 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Dois. - Categoria: Coroas - Votos: 29
237807 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Um. - Categoria: Coroas - Votos: 25
237633 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta - Categoria: Heterosexual - Votos: 21
237416 - lém das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Setenta e Nove. - Categoria: Coroas - Votos: 27
237201 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Setenta e Oito. - Categoria: Coroas - Votos: 24
236967 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Setenta e Sete - Categoria: Coroas - Votos: 27
236798 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Setenta e Seis. - Categoria: Coroas - Votos: 29
236674 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Setenta e Cinco. - Categoria: Confissão - Votos: 24
236522 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Setenta e Quatro. - Categoria: Coroas - Votos: 27
236264 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Setenta e Três. - Categoria: Coroas - Votos: 24
226484 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Setenta e Dois. - Categoria: Heterosexual - Votos: 44
226271 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Setenta e Um. - Categoria: Coroas - Votos: 32
226138 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Setenta. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 28
226004 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Sessenta Nove. - Categoria: Heterosexual - Votos: 28
225737 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Sessenta e Oito. - Categoria: Coroas - Votos: 31
225674 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Sessenta e Sete. - Categoria: Coroas - Votos: 28
224369 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Sessenta e Seis. - Categoria: Sadomasoquismo - Votos: 37
224250 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Sessenta e Cinco. - Categoria: Coroas - Votos: 33
224168 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Sessenta e Quatro. - Categoria: Heterosexual - Votos: 39
224065 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Sessenta e Três. - Categoria: Coroas - Votos: 30
224009 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Sessenta e Dois. - Categoria: Coroas - Votos: 26
223837 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Sessenta e Um. - Categoria: Coroas - Votos: 27
223662 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Sessenta. - Categoria: Heterosexual - Votos: 23
223591 - lém das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Cinquenta e Nove. - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 32
223295 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Cinquenta e Oito. - Categoria: Coroas - Votos: 28
223227 - Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Cinquenta e Sete. - Categoria: Coroas - Votos: 33

Ficha do conto

Foto Perfil fernandalacerda
fernandalacerda

Nome do conto:
Além das Aparências: Encontrando o Próprio Caminho. Capítulo Oitenta e Sete.

Codigo do conto:
241103

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
28/08/2025

Quant.de Votos:
19

Quant.de Fotos:
4