Nascimento: 14/12/1995 - Belém Altura: 1,75 Quadril: 98 Cintura: 64 Busto: 84 Pés: 39 *** O secretário abriu a porta sem cerimônia. Tarsila entrou na sala como quem já conhecia o espaço — ou como quem não devia nada a ele. Não demonstrava espanto nem receio. Caminhou até a poltrona principal e sentou-se com naturalidade estudada. Cruzou as pernas. O vestido subiu alguns centímetros, revelando um par de coxas firmes, de pele bem queimada de sol. Não foi um gesto ensaiado, mas tampouco foi inocente. Dante olhou. Ela percebeu. Sorriu. Não um sorriso de convite, mas de consciência. Dante se aproximou devagar. Não disse nada. Apenas estendeu a mão e pousou-a sobre o joelho esquerdo dela, num gesto que não pressionava, mas testava. Tarsila respirou fundo. O ar entrou rápido demais. — Por favor… não faça isso — disse, com a voz controlada, embora o corpo a tivesse traído por um segundo. Fez uma breve pausa, como quem decide se deve ou não revelar algo. — Meu namorado não me toca há uns dois meses. A mão de Dante permaneceu onde estava por um instante além do necessário. Não se moveu. Não apertou. Apenas ficou. Ele a observava como quem escuta algo que não foi pedido, mas oferecido. — Então — disse finalmente, retirando a mão — você não está aqui por desejo. Levantou-se e deu dois passos para trás. — Está aqui por ausência. Tarsila descruzou as pernas lentamente, ajustou o vestido e apoiou os pés no chão. O sorriso havia mudado. Não desaparecera — tornara-se mais sério. — Estou aqui porque você resolve problemas — respondeu. — E porque sabe ouvir o que as pessoas não dizem. O silêncio voltou a ocupar a sala. Dante inclinou levemente a cabeça, reconhecendo algo que poucos percebiam: ela não pedia toque. Pedia reconhecimento. — Então vamos deixar isso claro desde o início — disse ele. — Aqui, nada acontece sem que seja pedido. E nada é concedido por carência. Tarsila sustentou o olhar. — Ótimo — respondeu. — Então estamos falando a mesma língua. O jogo, mais uma vez, não seria físico. Seria psicológico. Ela parecia ter sido atingida por uma forte descarga elétrica e não se importou quando Dante subiu com a mão direita a sua coxa esquerda, a levando automaticamente a abrir um pouco as pernas, na hora, ele entendeu o recado, subiu a mão direita e a toca por cima do fino do tecido da sua calcinha bege que parecia ser bem cavada atrás, ela respirou fundo, abrindo ainda mais as pernas e coxas, falando: “Não seja cruel comigo, por favor, não faça isso, ainda nem disse o que vim fazer aqui, sou evangélica e sigo a doutrina da igreja. Isso seria um grave pecado da nossa doutrina!” Dante para e diz: - Eu sei do que precisa. Está tentando abrir uma loja de lingerie femininos com uma amiga e está precisando de 60.000,00 reais para concluir sua sociedade. Tarsila com olhar de espanto pergunta como ele sabe de tudo isso. Ele não responde e ela pergunta se a ajudaria. - Tire toda sua roupa. Ele fala. Tarsila a retira e diz: - Gosta do que está vendo? Dante se aproxima calado, a vira de costa, a aproxima da parede, lhe pressionando com o próprio corpo. Tarsila o olha com um olhar de espanto. Quando percebeu ele colocou uma corda em seus braços, os levanta e os prende na parede a altura dos ombros. Começa a questionar e demonstrar medo. Dante retira do bolso uma bolinha, a introduz em sua boca e a prende em sua nuca. Diz: - Você fala muito... A acariciava e apertava a sua bunda bem branca e com a marca de biquini. Passava a tocá-la com a ponta do dedo do meio na entrada do seu muito fechado, quase lacrado cu. Balançava sua cabeça dizendo não, e gemia, não podendo falar. Tirou o dedo e passou um pouco na ponta do dedo indicador e voltou a acariciar o seu fechado e lacrado cuzinho, ao enfiar a ponta do dedo, ela respirou fundo, gemendo alto. Enfiou mais um pouco e a mandou relaxar, ela relaxou, ele enfiou junto o dedo do meio, ela gritou com gemidos tentando dizer: “Nâoooo!!!” Mas, não teve dó, enfiou os dois dedos até seus talos e sem deixar que ela o impedisse. Nesse momento a porta da sala se abre e entra seu secretario. Tarsila fica ainda mais desesperada. – Me perdoe volto outra hora. Disse o secretário. - Não, sente-se é fique calado, já irei terminar. Abriu sua calça e expos um pênis bem duro, enorme de comprimento e extremamente grosso. Sem o mínimo de piedade Dante introduz a ponta de seu pênis, aguarda um tempinho e em seguida o introduz totalmente. Com seus gemidos de dor intensa, Dante manteve seu pênis e com a mão direita palpou sua vulva, colocando seu clitóris ente os dos dois primeiros dedos. Iniciou um pequeno movimento de retirada e reposição do pênis. Tarsila parou de gemer e complementava os movimentos do Dante pressionando seu clitóris. Não demorou muito e deu um grande gemido, só que de forma diferente. Agora estava gozando. Dante retira seu pênis, o limpa com lenço umedecido, vesti sua calça, senta em sua mesa. O secretario diz que os associados estão lá fora esperando para a reunião. - Que entrem. Tassila estremece ao ouvir. Dante a mantem onde estava, contida na parede lateral de sua sala, totalmente despida, escorrendo esperma e secreções por suas pernas, com um objeto que a impedia de falar. Entram quatro homens e espantados se sentam na mesa de reunião. Uma reunião que durou aproximadamente 18 minutos. Acabou a reunião, Dante se aproxima, a retira da contenção, a pega no colo, pois estava exausta e dolorida. A coloca deitada no grande sofá. Retira sua prótese oral, a espera se recuperar, pedi sua conta para fazer o deposito. Volta ao sofá e começa a chupar sua buceta. Tarsila agora sem prótese oral, gemi e diz, não pare.... Goza novamente intensamente. Dante vai ao banheiro e volta arrumados e diz: - Seu problema está resolvido. Precisa de ajuda ao pode se arrumar sozinha? - Estou bem... - Até para sair? - Só vou me arrumar e saio. Em menos de 10 minutos Tarsila se arruma e sai da sala indo para a garagem, não desviando o olhar em nenhuma direção. Ao entrar no carro, a primeira coisa que faz e olhar sua conta bancária. Quando confirma que o deposito fui feito, dá um enorme sorriso e vai para sua casa. Chegando vai ao banheiro e após o banho se dá conta da imagem na ponta de sua virilha direita. *** O tempo passou. Na noite da inauguração de sua loja, Tarsila comemorava com um jantar reservado entre amigas. O clima era leve, risadas fáceis, taças se enchendo novamente. Para quem observasse de fora, era apenas mais uma celebração de sucesso. Em meio à conversa, inclinou-se para Gabriela e comentou com naturalidade calculada: — Comprei algumas calcinhas bem sexys… meu marido iria adorar. O comentário foi dito como quem fala de algo banal, mas havia ali uma intenção silenciosa. Minutos depois, no banheiro do restaurante, Tarsila fechou a porta e mostrou a peça. Era mínima. Quase inexistente. Gabriela não olhou a lingerie por inteiro. Seu olhar deteve-se em outro ponto: um leve sinal na virilha direita de Tarsila, discreto demais para chamar atenção de estranhos, evidente demais para quem já conhecia aquele código. Ela respirou fundo antes de falar: — Você também… — fez uma pausa curta — está submissa a Dante. Tarsila baixou os olhos. O sorriso desapareceu. — Me perdoa, amiga… — disse em voz baixa. — Eu não tive coragem de te contar. — Por quê? — perguntou Gabriela, sem acusação, apenas constatação. Tarsila demorou alguns segundos para responder. Cruzou os braços, como se precisasse se conter. — Porque o que ele fez comigo… — engoliu em seco — foi mil vezes pior do que com você. Levantou o olhar, os olhos úmidos, mas firmes. — Eu não tenho nem coragem de dizer. O silêncio que se instalou ali não era constrangido. Era reconhecimento. Duas mulheres, em frente ao espelho, compreendendo que suas histórias haviam se cruzado muito antes daquela noite — e que certas experiências criam vínculos que não precisam ser explicados. Gabriela não insistiu. Apenas assentiu lentamente. Algumas verdades não pedem detalhes. Pedem apenas que sejam aceitas. *** CONTINUA...
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