QUINTA-FEIRA - 28.08.25
Data e local de nascimento: 20/08/1993 São Paulo - SP
Altura: 1.70
Quadril: 92 cm
Cintura: 62 cm
Busto: 80 cm
Pés: 35
Bruna, mulher jovem e bonita, anatomicamente perfeita, teve uma vida difícil financeiramente, o que a motivou a casar-se com um homem no dobro da sua idade. Homem ciumento, possessivo, arrogante e para completar impotente sexualmente.
Diante de tudo isso Bruna vivia numa prisão domiciliar. Quanto a sexualidade, o marido ao descobrir uma prótese peniana em sua gaveta a enfiou em sua garganta quase a sufocando.
Motivos que a mantinha em tratamento psiquiátrico. Aos poucos Bruna foi entendendo sua situação, o que permitia a redução de psicotrópicos. Bruna não pensava em separação pôs não tinha para onde ir, além de ser punida e escarnecida por uma sociedade que venera o domínio masculino.
Bruna começou a apresentar uma postura diplomática, o que a permitia ser, se comportar e se sentir linda, desde que fosse no horário certo e local adequado.
Assim, falando sobre sua sexualidade me pergunta: como esta meu corpo?
- Lindo. Respondi
- Meus pés?
- Perfeitos. Afirmei
- O senhor não tem curiosidade sobre minha bucetina não?
- Muitas...
- Porque eu tenho sobre seu pau!
- Imagino...
- Qual sua maior curiosidade sobre mim?
- Qual deve ser seu perfume mais íntimo...
Bruna estremece, se contorcendo e abre a boca.
- Me diga outra curiosidade.
- Qual deve ser o sabor de sua secreção...
Bruna literalmente entra num orgasmo intenso sem ser tocada. Quando se recompõe, pergunta:
- O senhor quer matar sua curiosidade?
- Sim, claro que gostaria, porém sua sessão está terminando e seu marido esta atras daquela porta esperando para a levar para casa. Quando você souber como conviver com um homem como ele e não deixar de ser quem você é, poderei realizar meus desejos em relação a você. Pense nisso e descubra a senha para isso. A senha esta bem clara dentro de você. Semana que vem continuaremos...
Bruna retorna na semana seguinte, vestida de forma diferente, mas conservadora. Me cumprimenta sem me olhar na frente de seu marido, quando a porta se fecha, Bruna me olha com um novo olhar e um sorriso audacioso.
- Descobri minha senha.
- Verdade?
Bruna anda pela sala e retira sua calcinha.
- Primeiro quero lhe permitir que sinta meu perfume...
Se senta abre as pernas e fica me olhando. Eu me aproximo e sinto seu perfume pessoal, o aroma de uma mulher extremamente excitada.
- Agora o gostinho de minha bucetinha molhada.
Passo a língua do fim ao começo de sua vulva, lambendo seu clitóris. Bruna se contorce numa crise orgástica tão intensa que parecia que estava convulsionando. Recaída sobre o divã começa a falar de si mesma, seus sonhos e desejos que de agora em diante dará um jeito de realizá-los. Ela não para de olhar para o seu relógio.
- O que houve? Está atrasada?
- Não, é que eu o quero chupar e que goze em minha boca antes da sessão terminar.
- Então terá que ser agora e rápido.
Bruna se levanta se arruma como se fosse sair e se ajoelha.
- Nossa que piru enorme e lindo...
Inicia uma masturbação mantendo o pênis em sua boca. Quando percebo a aproximação de minha ejaculação, tento o retirar de sua boca. Sou impedido. Bruna acolhe todo o volume de esperma em sua boca o engolindo lentamente depois.
- Doutor a sessão acabou – disse ela.
Ao me arrumar, ela abre a porta simulando um choro, abraça seu marido e lhe da um beijo na boca como paixão cinematográfica.
Se viram e ela sai não olhando para trás. Param na mesa da secretária já deixando marcada a próxima consulta.
Dr. URIAS ANTONI ADIS
O psiquiatra sai ao final da sessão como entrou: seguro. A paciente, não. Sai levando consigo algo raro — a sensação de ter sido verdadeiramente satisfeita.