QUARTA-FEIRA 15.01.25 Nome: Carla Silva Data e local de nascimento: 20/09/2001 / São Paulo - SP Altura: 1,76 Quadril: 80 Cintura: 60 Busto: 97 Pés: 36 Sou uma mulher jovem que se casou muito cedo, embora isso nunca tenha sido um problema para mim. Sou apaixonada pelo meu marido, que foi meu segundo homem na cama e sempre me deu muita atenção e prazer. O problema é que, de uns dois anos para cá, ele passou a ficar muito estressado e preocupado com sua carreira no mercado financeiro. Isso fez com que nosso sexo ficasse cada vez mais raro e morno, a ponto de ele – que sempre se preocupou com meu prazer – se limitar a fazer o mínimo para termos um orgasmo bem básico e dormirmos logo em seguida. Um tédio. Apesar deste problema, sempre faço questão de me manter bonita e desejada. Tenho um rosto exótico, com longos cabelos escuros, olhos claros e boca grossa. Meu corpo é bonito, modéstia à parte, com seios fartos e convidativos, cintura fina, bumbum grande e coxas grossas. Isso resulta no fato de eu sempre ouvir gracinhas, cantadas e receber olhares cheios de apetite, inclusive da parte de alguns amigos de Roberto, meu marido. Porém, como disse, sou apaixonada por ele e nunca pensei em traí-lo. Percebi que esta falta de sexo começava a cobrar sua conta quando certa vez, ao sair da academia chegando em casa nem me masturbando eu conseguia gozar. Mas fico extremamente excitada quando sou observada. Comprei um pênis de borracha, muito realista, com veias, saco, glande e tudo mais! Ele era grosso e bonito, medindo 17cm, segundo dizia o fabricante. Me sentei na beira da cama e comecei a fantasiar... na minha fantasia, meu marido me possuía com raiva e com força, muito bravo, enquanto eu contava a ele todos os detalhes de minha traição. Meu marido me colocava de quatro e me dava palmadinhas enquanto me penetrava com fome, muito bravo, ouvindo meu relato sobre chupar aquele pênis desconhecido e ser penetrada no carro. “Putinha! Safada! Só pensa em pau!”. De repente percebo que minha janela estava aberta e um morador do outro prédio estava me observando. Agora, sim, vendo que estava sendo observada gozei intensamente na cama, acariciando meu clitóris e meus seios; dando gritinhos e gemendo alto enquanto meu corpo tremia e eu parecia ver milhões de estrelinhas. Que delícia de fantasia ou será de estar sendo observada? Eu não sei, mas a noite rentei me masturbar do mesmo jeito e sem ter ninguém na outra janela nada senti. Assim gostaria de fazer um teste aqui contigo, posso? - Seja mais clara – perguntou o médico. Quero tirar minha roupa e me masturbar aqui na sua frente. - Não sei se isso irá lhe ajudar... Irá sim, Pois estou subindo pelas paredes, por não conseguir gozar nem com meu parido nem com um consolo. Preciso fazer isso e assim até o senhor saberá o que está acontecendo comigo. - Ok, mas você tem pouco tempo... Carla rapidamente se levanta retira toda sua roupa, olha para o médico e pergunta se a porta esta trancada. O médico diz que não. Ela estremece ficando totalmente arrepiada. Começou a passar a língua ao redor daquela cabeça, bem-feita, e logo senti sua boca cheia de saliva. Colocou o “brinquedinho” na sua boca e começou a chupá-lo com apetite. Na sua imaginação, aquele era o pênis do seu médico, que a observa, e se obrigava a sorvê-lo até deixá-lo bem lambuzado. Doida de tesão, foi passando o pênis de borracha pela sua barriga até chegar ao seu sexo, completamente molhado. Lá, passou com ele ao redor do seu clitóris, gemendo de prazer. Então, sentindo uma espécie de medo, como se fosse uma relação de verdade, o encaixou em sua vagina e foi enfiando centímetro por centímetro, rebolando e abrindo bem as pernas, até que todo aquele pinto falso, estivesse dentro de si. O saco de borracha macia roçava em seu ânus e lhe fazia dar gemidos. Passou a fazer um vaivém cada vez mais forte, acariciando seus seios e seu clitóris, imaginando o médico lhe possuindo ali mesmo no consultório. Mais uma vez, na fantasia eu chegava em casa à noite e contava tudo para Roberto, que me possuía com raiva e força, me xingando e beijando. Agora eu já estava sentada na cama, rebolando sobre o pênis de borracha, com meu clitóris roçando uma almofada. Gozei loucamente. Eu gozei demais, gritando a ponto de dar vexame com as funcionárias da antessala. Carla se recompôs e vestiu-se calmamente. Doutor a semana que vem posso incrementar um pouco mais minha fantasia???? Dr. URIAS ANTONI ADIS O psiquiatra sai ao final da sessão como entrou: seguro. A paciente, não. Sai levando consigo algo raro — a sensação de ter sido verdadeiramente satisfeita.
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