. 15.3 A ILUSÃO DE BRENDA (7658)

Na última consulta, Brenda foi direta. Não hesitou, não relativizou.
— Eu tenho um dono.
Perguntei quem.
— Dante — respondeu, com convicção serena, como se estivesse apenas nomeando um dado objetivo.
Não houve exaltação, nem defesa. A frase não soou como fantasia nem como provocação. Soou como posição assumida.
Após sua saída, reabri os arquivos. Busquei o registro correspondente ao caso número 7658. Reli as anotações de Dante, seus comentários breves, funcionais, quase administrativos. E foi ali que percebi a fratura: ele não a queria mais.
Não havia conflito explícito, nem ruptura declarada. Havia algo mais sutil — a retirada do investimento. O tipo de afastamento que não se anuncia, mas se confirma pela ausência de intenção.
A discrepância era evidente:
Brenda afirmava pertencimento.
Dante registrava desinteresse.
Esse descompasso é clinicamente relevante. Indica que o vínculo, para Brenda, persistia como identidade, enquanto para Dante já havia se encerrado como função. Ela permanecia nomeando um lugar que ele deixara de sustentar.
Anotei a necessidade de abordar o tema diretamente na próxima consulta com ele. Não para confrontar, mas para compreender o motivo do desinvestimento. Se foi saturação, mudança de prioridade, risco percebido — ou algo que Brenda, ao se fixar no pertencimento, deixou de perceber.
O caso de Brenda exige cautela.
Quando alguém afirma “eu tenho um dono” e esse dono já se retirou, o risco não está na submissão — está na permanência unilateral do vínculo. O pertencimento, quando não é mais reconhecido pelo outro, tende a se transformar em narrativa defensiva.
Na próxima consulta, perguntarei a Dante o porquê.
Não para restaurar o vínculo.
Mas para delimitar, com precisão clínica, o momento em que a posse deixa de existir para um e continua a existir para o outro.
É nesse intervalo — entre o fim real e a permanência simbólica —
que surgem os efeitos mais perigosos.
E é ali que este caso começa, de fato.
No arquivo encontrei o relato:
Brenda é uma mulher de 28 anos de idade, gostosa e foi estudante de colégio público.
Ela era muito tímida e parecia ser bastante inocente, mas em compensação era bastante atraente. Tinha 1,70 de altura, cabelos pretos e longo, bunda e peitos grandes e coxas bastante grossas.
Ela era uma mulher bastante prestativa e devido aos acontecidos viramos amigos.
Como ela morava numa zona meio perigosa da cidade, eu oferecia boleia para ela, conversávamos sobre diversos temas, ela tirava bastante duvidas sobre a profissão, a constituição e assim. Confesso que estava começando criar uma enorme simpatia pela garota e estava feliz porque finalmente tinha achado alguém que gostava de fazer o trabalho.
Mas algo estava estranho no ar. Pouco a pouco, sem perceber fui me sentindo muito atraído pela aquela garota que estava trabalhando comigo.
Estava meio com pé atras em relação a isso, porque iria pegar muito mal para minha reputação e também para a reputação da minha agencia se descobrissem que estava tendo, uma relação com uma menina funcionaria. Mas aquele seu corpinho, misturado com aquela sua inocência me atraia e me cativava.
Fui percebendo no segundo mês que ela estava afim da minha pessoa, mas como ela era uma pessoa muito tímida quase não esboçava o que sentia. De vez enquanto era um sorriso bem tímido, ou se não um abraço caloroso.
Mesmo sabendo que poderia pagar as consequências dos meus atos, fiz de tudo para incentivar esse sentimento. Todo final de mês em que batíamos a meta de faturamento, fazíamos uma festinha entre os funcionários para comemorar a façanha. Nos mês em que a Brenda entrou para a empresa, tivemos resultados excelentes. Conseguimos quitar alguns compromissos da empresa e ainda por cima faturamos uma grana muito boa.
A festa ocorreu normalmente, como qualquer festa de empresa, o problema foi o fim de festa. Todos os funcionários estavam indo embora, quando só ficamos eu e Brenda arrumando a copa onde que fizemos um bolinho e comemos alguns salgadinhos.
No dia, Brenda estava com um vestidinho curto que constantemente dava para ver a sua calcinha. Estava de pau duro em ver aquela calcinha dela, quando de repente ela caiu em cima de mim levantando todo o seu vestido.
Quando isso aconteceu, Brenda deu uma risadinha para mim e deitou em cima de mim, encostando os seus dois peitos na minha cara. Aquilo foi a deixa para que eu fizesse sexo com ela.
Deitei ela no chão da cozinha, tirei a parte de cima do seu vestido e comecei a chupar os seus peitos, puxando levemente os seus mamilos. De inicio deu para perceber que ela tinha uma sensibilidade muito grande no seu corpo e ela começou a se contorcer.
Depois disso, beijei todo o seu corpo ate chegar na sua buceta. Chegando lá, massageei o clitóris com a língua, fazendo ela gozar. Quando ela gozou, ela deu um grito.
Levantei, puxei ela para o canto da cozinha e tirei a minhas calças. Ela abaixou e começou a chupar o meu pau lentamente, de maneira muito tímida ainda. Pouco a pouco ela foi se acostumando e chupando mais rápido, ate fazer com que eu gozasse bem na sua cara.
Depois disso, deitei ela na mesa onde que estava o bolo e meti na bucetinha apertadinha. Fui pouco a pouco enfiando todo o meu pênis lá dentro, quando ela demonstrava sinais de que ficaria sem ar.
Depois de algumas bombadas naquela buceta gostosa, ela deitou de bruços e eu penetrei no seu cuzinho apertadinho. Fazia questão de penetrar com força, só pra ter a sensação boa dela gemer.
Depois que vimos que tinha uma pessoa vindo, paramos.
Ela pediu desculpas, eu também e resolvemos que nunca iriamos tocar no assunto ou fazer aquilo novamente. Passaram 5 meses em que eu e Brenda transamos na cozinha do meu escritório. Apesar de nos dois tentarmos tocar as nossas vidas depois do ocorrido, era impossível para mim esquecer daquele dia que eu e ela fizemos sexo.
Dava para perceber que depois daquele dia, toda vez que eu passava perto dela, ela me olhava de maneira meio tímida, mas com uma carinha de “quero mais”. Certo dia, ela veio até a minha sala e me deu uma noticia bem triste.
Ela iria sair da agencia na próxima semana, porque ela precisaria continuar a faculdade e ela não estava conseguindo conciliar isso com o trabalho. Eu disse que estava triste, porque ela era uma grande funcionaria, mas também me abri dizendo que queria transar novamente com ela.
Ela disse que tinha gostado da experiencia e que também estava com essa vontade. Então ela sentou no meu colo e eu tirei a sua blusa. Comecei massagear os seus peitos, puxando o biquinho deles lentamente.
Depois disso, chupei-os e dei mordidas bem de leve nos seus mamilos. Enquanto fazia, com uma mão a masturbava, fazendo com que o seu corpo estremecesse todinho. Fui beijando e lambendo todo o seu corpo, ate chegar na buceta onde comecei a e a massagear o seu clitóris, ate fazer gozar só com meus dedos.
Ela levantou e tirou a minha calça, começando assim a chupar o meu pau. Desta vez ela não estava tímida, pois ela conseguia colocar ele todo na sua boca. Tinha me assustado um pouquinho, mas depois comecei a empurrar a sua cabeça e dar tapinhas no seu rosto. Gozei dentro da sua garganta e ela engoliu todo meu gozo, dando uma risadinha depois.
Depois disso, ela ficou de quatro, me pedindo que eu penetrasse no seu rabo. Passei rapidamente os dedos no seu cuzinho e penetrei, enfiando o meu pênis todo no sua bunda e fazendo com que ela gritasse de tanto de tesão.
Ela se segurava na mesa de tanto se contorcer. Em seguida, ela virou e pediu para que eu penetrasse na sua buceta. Enfiei o meu pau lá dentro, fazendo com que eu gozasse dentro.
Mesmo ela saindo do escritório, decidimos transar novamente. E assim aconteceu inúmeras vezes ...
Em nosso último encontro ela me pergunta:
- Eu bem sei que faz tatuagens em quem come, porque em mim não faz?
***
CONTINUA.....

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Ficha do conto

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Nome do conto:
. 15.3 A ILUSÃO DE BRENDA (7658)

Codigo do conto:
251734

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/01/2026

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