Deitam-se juntos. Não há pressa, não há expectativa. Apenas a certeza silenciosa de que aquele espaço é seguro. E, pela primeira vez, Dante adormece não vigiando o mundo — mas confiando que, enquanto dorme, alguém permanece. Naquela noite o tempo agradável, estava eu deitado no sofá do quarto sem muito o que fazer quando Amanda se levanta da cama aqueles lábios lindos e agora ela estava ali, em minha frente, mais bonita e radiante do que sempre... com um sorriso ainda mais colorido que o último que eu tivera visto. Ela vestia apenas a camisola que lhe cobria as coxas, com um simples decote que não revelava muito sobre o seu colo, mas que deixava a curiosidade reinar pela minha cabeça, e as costas quase que descobertas. Mas mesmo com a camisola tão simples ela parecia como uma princesa indo a um jantar no palácio real. Seus pés estavam à mostra, com uma sandália preta, não mais que seus olhos que ao me ver se abriram ainda mais como se não acreditando, e me pediram um abraço ao qual não pude negar, afinal, a saudade daquela que outro dia estava evidente em meu rosto. Ela me abraçou fortemente e sussurrou aos meus ouvidos o quanto estava feliz em estar ali, comigo, depois de tudo, eu disse o mesmo a ela e logo a convidei para sentar comigo, queria saber muito sobre o que ela estava pensando, o que tinha feito no dia anterior, e após todas as histórias do tempo perdido já estávamos conversando abertamente nos declarando um ao outro e explicando a importância de que um estava fazendo na vida do outro, ela me explicou que agora estava me entendendo, e que nunca mais iria se afastar, eu lhe propus o mesmo e logo me coloquei a beija-la como nunca tivera beijado ninguém. Amanda era um mulher muito linda, tinha quase a minha altura, com o seu peso perfeitamente distribuído pelo seu corpo deixando-o com formas de arrancar suspiros por onde passasse, tinha a cintura fina, as coxas bem torneadas e a bunda perfeitamente arredondada, levemente empinada, e seus seios eram lindos, não eram grandes, mas pareciam ter sido desenhados a mão.. pois nelas cabiam como luva... Apesar de nossa relação ter sido diferente no passado, nunca tivemos a oportunidade de nos revelarmos pessoalmente muito mais que nossos momentos atuais, mas depois de algum tempo longe, isso parecia ser apenas um estimulante, o beijo fluía como se nunca o tivéssemos dado e tão logo nos beijamos já estávamos nos acomodando no sofá, tentando ficar o mais perto possível um do outro. Tão logo os beijos começaram a ficar mais quentes e a minha curiosidade de sempre fez com que minha mão percorresse de leve pelas suas costas, arrancando alguns arrepios e uns suspiros mais fortes, e tão logo me prontifiquei de não só as costas mas também a barriga acariciar, o que fez com que ela parasse de beijar por um segundo para mordiscar a minha orelha e fazer eu me arrepiar também, abaixei as alcinhas de sua camisola e ao mesmo tempo que acariciava os seus seios eu os chupava, alternando entre beijos e mordidinhas, passava a língua pelo bico e o mordiscava levemente, e novamente voltei a beijar sua boca, deixando minhas mãos brincando um pouco mais com eles. Me contive por um momento e propus que fossemos para um lugar mais confortável, uma vez que no sofá não estamos numa posição muito agradável, e logo fomos para cama, mal entramos e eu já a encostei na parede pressionando o meu corpo contra o dela, fazendo com que sentisse o meu membro que a esse ponto já estava estourando a minha cueca.. e novamente me pus a abocanhar seus seios .. senti suas mãos percorrerem as minhas costas e não muito diferente o meu peito, e a minha barriga, e enquanto eu mordiscava seus mamilos, senti sua mão procurando pela minha bermuda que tão logo foi abaixada juntamente com a cueca me deixando totalmente nu, meu membro estava como rocha, e tão logo eu voltei a sua boca, senti sua mão percorrendo ele, subia e descia, meio sem jeito ainda. nesse momento novamente eu puxei as alcinhas para baixo e deixei o vestido cair inteiro, deixando-a apenas com sua calcinha que fiz questão de deixar, enquanto isso sentia sua mão quente em meu membro fazendo com que ele ficasse ainda maior.. e sugeri a prova-lo, ela hesitou, uma vez que que não tínhamos tomado banho, e eu insisti, dizendo que estava limpo, que não tinha problema sem mais rodeios, joguei o seu corpo para trás, deitando-a na cama e me deitei por cima, beijando não só a boca como também as orelhas, o pescoço e descendo ao colo e com a ajuda de minhas mãos, me pus a acaricia os seios, ela foi descendo aos poucos, beijando cada parte do meu corpo, desde o pescoço, passando pelo peito e pela barriga, até chegar ao meu membro, ela começou beijando a cabeça, lambendo de um lado ao outro, e depois por toda a extensão dele, desde os pentelhos até a ponta da cabeça, então pedi para que abocanhasse, apenas colocou a cabeça dentro da boca e mais um pouco, e começou um vai e vem ainda sem jeito, mas que aos pouco, foi tomando um ritmo alucinante e com as mãos punhetava ao mesmo tempo.. fazendo com que eu quase chegasse a um orgasmo, ficamos assim por um tempo, e quando estava quase no fim pedi para que parasse, pois ainda queria aproveitar muito daquele momento Peguei-a no colo apenas de calcinha, e novamente abocanhei os seios, então deitei-a, deixei minhas mãos brincando com eles e fui descendo pela barriga, arrancando suspiros cada vez mais forte, até chegar à calcinha. segurei-a com a ponta dos dentes e fui abaixando devagar, revelando o que de mais lindo eu vira no mundo, sua vulva, perfeitamente depilada...apenas com alguns pelinhos finos cobrindo o principal. não só me contive em ver aquela cena como me prontifiquei a passar a minha língua por toda a sua extensão, indo desde a entrada até o seu clitóris, arrancando um gemido que acordaria a alguém da casa, se nela tivesse. comecei então a sugar freneticamente, mordiscando de leve os grandes lábios e enfiando a língua o mais fundo que conseguia.... sentia o seu corpo de levantar-se, senti suas coxas comprimirem a minha cabeça uma conta a outra, e suas mãos forçavam o meu rosto conta a vulva. após algum tempo apenas bebendo e mordiscando um gemido forte porém travado junto com o ar, e o gosto do amor em minha boca, sentia o gosto do orgasmo que tinha chegado com minha língua, subi novamente o seu corpo, cobrindo-o de beijos. me posicionei por cima beijando sua boca e mostrando-lhe qual era o seu próprio gosto. Dei um minuto para ela respirar, já me voltei para cima dela, beijando sua boca novamente e acariciando a vulva com meus dedos, sentia ela toda molhada, e facilmente penetrei um dedo e depois o outro, arrancando suspiros e ganhando um arranhão nas costas de fora a fora, sentia o prazer em todas as formas, e tão logo se acostumara com os dedos os tirei e coloquei meu membro na entrada. ela me pediu para que fosse devagar, uma vez que ainda estava ardendo por ontem, e eu lhe assegurei que seria o mais carinhoso possível, e que não tivesse medo, fui encaixando o meu membro na vulva, o que parecia difícil, uma vez que ele era notavelmente mais largo que ela. mas com um pouco de força e algumas palavras de carinho consegui colocar a cabeça e mais um pouco para dentro, até sentir o sinal de sua ardência na ponta, cochichei palavras no seu ouvido, para acalmar, e em um movimento só enfiei o resto levando junto o lacre, tornando-a não mais uma Amanda, mas sim minha Amanda. *** CONTINUA...
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.