Algumas semanas depois Dante estava subindo os degraus de tábuas que dava para o quarto que reservara no hotel em que costumava ter seus encontros libidinosos. Permaneceu sentando-se em uma velha poltrona de tecido aguardando sua chegada; ao abrir a porta ela fez menção de acender a luz, mas Dante disfarçando a voz mandou que a mantivesse apagada. “Tire a roupa!”, ordenou com tom rouco e ríspido. Kalinka pareceu ter gostado do jeito que era tratada e sem dizer uma palavra obedeceu perguntando o que devia fazer em seguida. “Venha até aqui e se ajoelhe!”, tornou a ordenar sempre cuidando de manter um tom de voz indecifrável; Kalinka aproximou-se, se pôs de joelhos e sem que ele precisasse dizer qualquer coisa, ela começou a abrir a sua calça metendo a mão por dentro da cueca até encontrar o pênis que já pulsava de tesão rijo como pedra, puxando até deixá-lo exposto para que ela pudesse sentir suas dimensões. - Uau! Que pauzão lindo e suculento você tem! – comentou ela enquanto dava longas lambidas no entorno da glande – com essa grossura vai me arrombar todinha! Imediatamente, Kalinka abocanhou sua vara e começou a mamá-la com a voracidade de uma esfomeada que há muito tempo não o fazia lhe obrigando a controlar a impetuosidade para não lhe interromper antes do momento certo. Aproveitou a situação para desfrutar da sua boca, sempre impetuosa ao mesmo tempo em que por sua mente, era tesão! Permitiu que ela saciasse sua fome de sexo, até o momento em que ordenou que ela fosse para a cama; sempre obediente Kalinka obedeceu. "Vem, meu gostoso! Vem me foder! Estou aqui de pernas abertas para te receber dentro de mim!", pediu ela com voz entrecortada e tom suplicante. Subiu na cama e se posicionou entre suas pernas exigindo que ela conduzisse sua pênis para dentro de sua vulva, que Kalinka obedeceu com gestos ansiosos; com um movimento contundente enfiou o pênis bem fundo na buceta de Kalinka cuja reação foi veemente com contorções musculares, gritos e gemidos; passou a golpear com toda a força usando pélvis e cintura em movimentos cadenciados sempre profundos não demorando a arrancar uma sequência de orgasmos sacudindo o corpo de Kalinka que gemia sem parar intercalando gritinhos histéricos. - Ahnnn! Ahhh! Como você fode gostoso! Minha nossa! Ahhh! Tô gozando sem parar! - balbuciava com o corpo estremecendo a cada novo golpe desferido por ele. - Uma mulher gostosa como você merece gozar tudo que tem direito - respondeu já revelando seu tom natural de voz. - Dante! Essa ..., essa voz! eu conheço essa voz! - murmurou ela com tom receoso - Não pode ser! - O quê não pode ser, Kalinka? - retrucou eu intensificando ainda mais seus movimentos - não pode ser seu dono te fodendo com força? ..., pois sou eu mesmo! Teu dono e teu macho! Kalinka bem que tentou desvencilhar-se, mas o prazer que lhe era propiciado impedia uma reação nesse sentido; por várias vezes ela murmurou pleitos chorosos que se misturavam aos gemidos de prazer que desfrutava graças a ele; se mantive alheio a tudo isso concentrando sua atenção em foder aquela mulher do jeito que ela merecia e do jeito que Dante conscientemente planejou, transformando sua Kalinka em sua posse! Incapaz de fugir e dominada pelo prazer que turvava sua mente, Kalinka entregou-se de vez acariciando seu peito com suas mãos quentes e macias enquanto ele enlaçava pela cintura cruzando seus pés sobre suas costas. - Agora quero que me beije ..., me beije como seu dono ..., seu macho! - sussurrou em seu ouvido. Kalinka ainda hesitou por um momento quando colou seus lábios aos dela, entretanto deu-se por derrotada diante de um apelo irresistível que os unia abrindo sua boca para receber sua língua em seu interior encerrando uma sucessão de beijos quentes, molhados e luxuriosos, selando definitivamente a submissão a Dante; seguiram naquela foda alucinante com Kalinka mostrando-se muito mais entusiasmada ora beijando seu rosto, ora sussurrando palavras impetuosas em seu ouvido promovendo uma entrega ainda mais eloquente e inexorável. E foi nesse clima luxurioso e delirante que Dante não recuou ao gozo inevitável que assolava culminando em uma ejaculação profusa irrigando sua gruta. - NÃO! Dante! Você gozou dentro de mim, estou em meu período fértil! - murmurou ela com tom de desespero - o que acabamos de fazer! Isso é loucura! - Isso é domínio! Isso é tesão, Kalinka! - retrucou ainda desfrutando de uma pequena onda orgástica sacudindo seu corpo - Sim, eu gozei dentro de você! Porque a partir de hoje você é minha! ..., entendeu? ..., MINHA! Kalinka se calou ao mesmo tempo em que lhe abraçou ainda mais apertado suplicando que ele a beijasse o que fez sentindo uma desmedida felicidade Quando se separam Dante cuidou de acender as luzes do quarto apreciando o inebriante espetáculo da nudez de Kalinka. Kalinka tinha um corpo lindo, com seios generosos bunda larga e empinada, coxas grossas e pés divinos; e a esse conjunto voluptuoso se somava um rosto deslumbrante, dotado de olhos grandes e lábios grossos que sempre pareciam pedir por um beijo. Já um pouco recuperados do esforço a que havíamos se submetido, Kalinka tentou, em vão, lhe convencer de quanto era errado essa relação; Dante a ouviu pacientemente, mas ao final selou o assunto de uma vez por todas. "Não me importa quantos machos você teve antes de mim ..., importa sim que a partir de agora você pertence a um único macho!", arrematou com tom enfático. Vendo-se derrotada ela sorriu para ele pedindo apenas para que seus encontros acontecessem naquele hotel e que em sua casa mantivesse o necessário distanciamento em respeito ao seu marido. "Ele sempre soube de minhas saídas, mas não quero que ele saiba sobre você!", pediu ela quase implorando; aceitou sua condição exigindo em troca que ela jamais tornasse a se encontrar com outro macho que não fosse ele; Kalinka abriu um largo e encantador sorriso antes de responder. - Se eu soubesse que tudo que eu procurava estava tão perto de mim, jamais teria feito o que fiz! - respondeu ela com tom doce e amável. Surpreendente foi a reação dela quando lhe pediu uma prova; Kalinka se pôs de quatro sobre a cama exibindo suas nádegas rechonchudas enquanto olhava por cima do ombro. "Venha me fazer sua e mais feliz do mundo! Arromba o cu da sua Kalinka!", pediu ela com tal eloquência que era impossível resistir e que resultou em uma reação imediata em seu corpo com o pênis se apresentando pronto para aquele embate; separou as nádegas e afundou seu rosto lambendo todo o rego de cima a baixo ao som de novos e incessantes gemidos de Kalinka. Em seguida deu a volta e lhe ofereceu a pênis rija que ela mamou até babar. Subiu sobre a cama tomando posição ao mesmo tempo em que Kalinka empinada ainda mais seu traseiro afundando o rosto no travesseiro e cuidando de manter as nádegas separadas; já na primeira socada a glande irrompeu para dentro do orifício que foi laceado a força; Kalinka abafou um gritinho e alguns gemidos enquanto Dante seguia estuchando o pênis em seu rabo; quando viu sua vara ser engolida pelo anus arregaçado de Kalinka deu início a uma sucessão de socadas vigorosas que faziam ela sufocar gritos e gemidos até sentir que o prazer aflorava em seu corpo e sua mente; foi uma foda anal tão alucinante que marcou em sua memória e a medida em que as estocadas se tornavam ainda mais rápidas e profundas, Kalinka não controlava suas reações gritando, gemendo e balbuciando o seu nome. Em mais um arroubo incontrolável sentiu seu corpo estremecer pouco antes do gozo sobrevir impondo uma descarga de sêmen dentro de Kalinka que gingou o traseiro enquanto se deliciava com a sensação de ter seu rabo repleto de leite do seu dono. Suados e exaustos se deitaram sobre a cama trocando mais beijos e carícias e somente quando deram pelo horário correram para o banheiro a fim de uma merecida ducha com direito a mais carícias que logo desaguaram em uma mamada delirante que lhe fez gozar novamente. A partir daquele dia, seus encontros no hotelzinho fuleiro tornaram-se uma rotina prazerosa que somente era lamentada quando terminava; mantiveram o mundo alheio à sua relação. KALINKA ganha nova tatuagem, porem na região sacra. *** CONTINUA...
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