. 17.3 DESLIGAMENTO DE MAYARA (965.258)

A encontrei na praça, cumprimentei e começamos a conversar. Me fiz de desentendido e perguntei pelo namorado e ela disse que tinham terminado. Comentei como que um cara deixava sozinha uma mulher tão linda e ela ficou lisonjeada. Seria segredo nosso. Depois de muita insistência ela topou. Entrou no carro e começamos a dar uma volta. Eu dsse que sempre olhei para ela com desejo e até sonhei fazendo amor. Ela disse que sempre sentiu atração por homens maduros, mas nunca tinha ficado com ninguém. Eu disse, vamos unir o útil ao agradável.
Começamos os amassos dentro do carro. Minhas mãos já estavam passeando pelo seu corpo. Apalpei os peitinhos e passei a mãos na buceta por cima da roupa. Ela disse aqui na rua pode ser perigoso, e entendi que ela queria ir a um lugar mais tranquilo. Ali no carro ela tirou meu pau para fora e fez um boquete caprichado. Fomos para um apartamento, ela deitada no banco carro me chupando até chegar. Quando chegamos, estacionei na garagem e ela continuava saboreando meu pau. Coloquei o dedo por baixo do short e a bucetinha estava bem molhadinha, ela estava doidinha para sexo.
Tirei a roupa de Mayara e comecei a chupa-la todinha. Seus peitinhos durinhos foram engolidos por minha boca. Chupava os peitinhos e meus dedos enfiados na buceta, massageando seu clitóris. Mayara gemia loucamente. Passei a chupar sua bucetinha. Enfiava a língua e ela ofegante começou a gozar segurando minha cabeça entre suas pernas Gozou loucamente. Passei a meter o pau na buceta e ela gemia. Ela gozou sendo comida por mim. Pedia para meter mais e mais forte. A bucetinha apertada acomodava meu pau em suas entranhas. Bem molhadinha, meu pau entrava e saia com facilidade. Gozei gostoso e enchi a bucetinha de Mayara de porra quente. Ela disse que adora minha porra quente, principalmente porque gozo bem fundo, chegando a tocar seu útero.
Me levanto, nos vestimos e a levei para sua casa.
Mayara pergunta só isso?
Apenas isso.
Dante pensou longamente antes de decidir. Não foi impulso, nem cansaço. Foi necessidade.
Mayara ocupava um lugar sensível demais — o “cofre”. Um espaço que não se refere a dinheiro, mas a reserva psíquica: onde ele guardava aquilo que não podia circular, nem ser exposto sem risco. Ali, só permanecem vínculos que não ameaçam a estrutura.
Com Mayara, a equação começou a falhar.
Ela não pedia mais do que recebia, mas passara a significar mais do que devia. Pequenos sinais surgiram: expectativa silenciosa, leitura excessiva de gestos, uma presença que começava a se infiltrar além do permitido. Não era dependência aberta; era algo mais sutil — acúmulo.
Dante reconheceu o padrão a tempo.
Afastá-la do cofre não significava descartá-la, mas retirá-la da zona de risco. Manter alguém ali quando o vínculo cresce é comprometer a integridade do sistema. O cofre exige frieza; Mayara começava a despertar cuidado.
E cuidado, ali, é falha.
A decisão foi executada sem confronto. Não houve explicações longas, nem ruptura dramática. Apenas o deslocamento gradual: menos acesso, menos centralidade, menos expectativa sustentada. O tipo de afastamento que preserva a forma, mas esvazia a função.
Para Mayara, o efeito foi confuso. Não houve ofensa clara para reagir, nem perda objetiva para lamentar. Apenas a sensação de ter sido retirada de um lugar que nunca fora nomeado. O silêncio passou a ocupar o espaço antes preenchido por rotina e previsibilidade.
Para Dante, a decisão trouxe alívio e perda ao mesmo tempo.
Alívio por proteger o cofre.
Perda por reconhecer que, se alguém precisa ser afastado dali, é porque já estava perto demais.
O caso de Mayara não termina em ruptura. Termina em contenção.
E isso diz mais sobre Dante do que sobre ela.
Porque afastar alguém do cofre não é negar valor —
é admitir que, se ficasse,
poderia mudar tudo.
***
CONTINUA.....

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Ficha do conto

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Nome do conto:
. 17.3 DESLIGAMENTO DE MAYARA (965.258)

Codigo do conto:
251737

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/01/2026

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