Nome: Camylle Souza Data e local de nascimento: 26/08/2002 - Blumenau / SC Cidade onde mora atualmente: Blumenau / SC Signo: Virgem Altura: 1,60 Quadril: 89cm Cintura: 60cm Busto: 75cm Pés: 35 Camylle chega ao consultório com uma presença que transmite controle, elegância e domínio. Sua aparência é impecável, a postura é assertiva e sua fala, bem estruturada, revela uma mulher habituada a interpretar o mundo através da razão e da análise. Ela construiu uma identidade ao longo da vida fundamentada na lucidez e no refinamento. No entanto, o que a aflige não se configura como uma depressão clássica; não há colapso visível ou desorganização externa. Camylle continua funcional e coerente, mantendo sua posição social com competência. Contudo, um estado depressivo se instala de forma mais sutil e interna, caracterizado por um empobrecimento do sentido das coisas e uma perda de sustentação emocional que não se manifesta em desespero, mas sim em um vazio existencial. Esse estado tem origem clara: a descoberta de uma traição. Não se trata de qualquer traição; é algo que desmantela tanto a confiança no parceiro quanto a lógica que organizava sua percepção da relação. Ao começar a desconfiar, Camylle reage como faz diante de problemas: investiga, elabora hipóteses e busca coerência nos sinais. A figura mais provável para ela era a secretária — uma narrativa previsível que facilmente se encaixava em um roteiro conhecido e poderia ser mais suportável porque preservaria sua compreensão do lugar que ocupava na relação. Entretanto, ao aprofundar essa investigação, ela encontra algo inesperado: não havia uma amante feminina, mas sim um amante masculino. Essa revelação não é apenas nova informação; altera completamente sua visão sobre a traição em si e sobre seu marido, seu casamento e sua própria identidade dentro dessa estrutura relacional. O que antes acreditava conhecer revela-se parcial ou até ilusório, provocando um abalo que não pode ser sanado apenas pela dor da infidelidade. Surge também um choque narcísico — a sensação de ter sido excluída de um aspecto inteiro da vida do outro que nunca foi compartilhado. Isso gera questionamentos difíceis não só sobre ele, mas sobre si mesma: o que deixou passar despercebido? O que foi omitido? O que ocorreu paralelamente sem seu conhecimento? Sua resposta inicial não é explosiva; pelo contrário, ocorre uma retração interna. O estado depressivo aparece como mecanismo de contenção — a mente habituada à organização encontra dificuldade em integrar essa nova realidade e opta por diminuir o investimento emocional. Adicionalmente, há um ferimento na identidade dela: sendo percebida como completa, desejável e intelectualizada, descobrir que seu parceiro buscou algo fora desse eixo — especialmente em áreas nunca consideradas possíveis dentro da relação — pode desencadear sentimentos complexos de desvalorização difícil de simbolizar. Isso acontece não necessariamente porque ela seja “menos”, mas porque as referências mudam completamente; fogem das categorias anteriormente utilizadas para compreender-se e entender o vínculo. Apesar disso tudo, sua maneira de lidar com a situação permanece coerente com quem sempre foi: ela mantém-se organizada externamente sem perder a compostura ou agir impulsivamente. Porém, essa contenção tem suas consequências; o que não é processado emocionalmente começa a manifestar-se nesse estado de esvaziamento — levando à continuidade da vida com menos cor e significado. Assim sendo, o processo terapêutico assume papel fundamental: ele não apenas analisa os fatos ocorridos como também ajuda Camylle a reconstruir uma narrativa capaz de incluir essa ruptura sem exigir dela uma desmontagem total da própria identidade. Permite-lhe distinguir entre as escolhas do outro e seu próprio valor pessoal — possibilitando assim compreender gradualmente o que deseja fazer com essa relação a partir de um espaço onde possa retomar sua essência diante do impacto profundo e inesperado vivido. O conflito chegou ao fim. Gradualmente, o ambiente se excitou espontaneamente. Sem provocações. Sem um envolvimento formal. O marido de Camille partiu como todos os outros, sem ela olhar para trás, sem a necessidade de reiterar nada. O Dr. ficou. Dedicou-se a organizar o espaço. Reuniu os fatores, ajustou tudo que ainda estava fora do lugar. Gestos simples, mas repletos de intenção. Quando finalizaram, o silêncio já não era profissional, ele se tornara íntimo e privado. Ele a olhou com calma, sem pressa ou incerteza. — Vamos reagir a isso? Camille sorriu, não por surpresa, mas por reconhecimento: ela compreendeu. Ao apertar sua mão, mais do que um gesto era uma confirmação; era a continuidade do que havia sido sugerido. O percurso até a poltrona maior foi silencioso, desprovido de palavras — não havia necessidade delas. Deitaram-se; ali, não existia mais um cenário médico — apenas presença genuína. Enquanto começavam a se despir, Camille não demonstrou constrangimento; no entanto, houve algo novo em seu olhar: ela hesitou por um instante, observando com atenção — não com timidez, mas com uma leve surpresa — como se algo estivesse além do esperado. E ainda assim… não recuou. Não era apenas desejo; era um jogo consciente e aceito — um ato permitido. Mas naquele exato momento… também havia espaço para a descoberta. O sexo começou a fluir; e com ela… qualquer distanciamento entre intenção e ação desapareceu completamente. Agora não havia mais propostas; apenas continuidade na experiência compartilhada. Lambeiam-se avidamente a boca um do outro, a brisa do ar condicionado deixava seus lábios frios que eram esquentados imediatamente com o calor de suas bocas. Seus beijos os deixaram alucinados de desejo, percorriam as suas mãos pelo corpo um do outro, se abolinavam com muita intensidade, seu pau duro latejava na mão linda da sua paciente que a essa altura sentia sua bocetinha sendo invadida pelos seus dedos que deslizavam de uma forma deliciosa para dentro e para fora daquela grutinha que fervia de prazer!!! Ele tirava os dedos e lambia, beijando a boca da sua paciente, o cheiro delicioso de sexo lambuzando o consultório. Soltou a minúscula soutien que escondia um par de seios simplesmente perfeito, durinhos, médios para grandes, com biquinhos rosadinhos e perfeitos pra serem acariciados, levemente apertados, lambidos, chupados... Ele ficou febril de tesão, beijava e acariciava os seios enquanto esfregávamos seus corpos, ela delirava de prazer ao sentir seu pau duro espetando sua bocetinha, seu peito peludo envolvendo os bicos daqueles seios duríssimos! Ela beijava seu peito, mordia seus mamilos enquanto ele acariciava seus seios com uma mão e bolinava sua boceta com a outra! Não aguentaram mais de tanto tesão e se deitaram sobre o sofá, de lado. Continuaram seu ritual de amor, sexo e muito prazer! Ela pediu para que ele tirasse a sua calça e ao mesmo tempo se livrou da calcinha que ele já havia empurrado de lado para deixar aquela boceta suculenta livre, aberta para ele! Estavam totalmente nus, prontos para se entregarem um ao outro. Mergulharam num jogo de beijos e carícias altamente excitantes!!! Ela pegava no seu pau com muito carinho, passava seu polegar bem na cabecinha, que a essa altura estava molhadíssima! O toque dos dedos femininos e leves na dobrinha da cabeça do seu pau o fazia gemer alto. Ele gritava o nome dela! Ela olhava para ele bem no fundo dos seus olhos, lambia seu queixo, seus olhos entreabertos, ela suspirando e dizendo quanto tesão sentia, se beijavam muito, ele deslizava sua mão pelo corpo todo dela, do cuzinho até a bocetinha, passando pela boca e seios. Ele acariciava a bocetinha dela de todas as maneiras, por fora, penetrava seus dedos, dois, três até entrarem quatro dedos de uma só vez! Ele colocava e tirava seus dedos que ficavam ensopados com o suco daquela bocetinha que ardia de prazer. Ele interrompia seus beijos para levar seus dedos até a sua boca e sentir o delicioso gosto e cheiro de sexo daquela mulher!!! Ficaram assim por um bom tempo, até não aguentarem mais... Ela gritava de prazer dizendo que estava uma delícia, que era daquela forma que ela gostava de ser chupada e fodida por um homem! Ela agarrou seus cabelos com suas duas mãos, o puxou fortemente para sua boceta, encaixando sua cabeça entre suas pernas, começaram o delirante ritual de um orgasmo profundo juntos, sentia seu suco envolvendo sua boca, suas pernas se contorcendo e o apertando forte, ele gozava muito gostoso, espirrava sua porra quente e abundante nas pernas e nos pesinhos lindos dela. Sua mão estava toda lambuzada! Ele não parava de chupar aquela boceta ensopada, ela empurrava seu quadril com força para a frente como se quisesse que a engolisse toda! Falou seu nome, ela gritou o seu, ah aquela doce voz misturada ao silencio! Que delírio, que momento mágico! Não satisfeitos, se deitaram sobre o sofá e com suas bocas coladas uma na outra ele se posicionou sobre o corpo dela, seu pau duro foi docemente tocado por ela que abrindo suas pernas empurrou tudinho para dentro da sua boceta ardentemente quente, molhada e apertada! Começaram a foder bem devagar, seu pau escorregando ritmadamente para dentro dela, seus gozos misturados davam uma pitada ainda mais excitante àquela trepada! Ficaram ali fodendo sem parar, por ser a ultima paciente do dia, o tempo era cúmplice de seu ritual de sexo! Perderam a conta de quantas vezes gozaram juntos, até se abraçarem bem forte e adormecerem... Ele acordou com ela sobre si e o beijando docemente na boca, foram fazer uma higiene intima e ele diz: “ O tempo acabou”. O psiquiatra encerra a sessão com a mesma segurança com que a iniciou, enquanto a paciente, ao contrário, atravessa a porta levando consigo algo raro, quase impronunciável — a sensação inesperada de ter sido verdadeiramente satisfeita, como se naquele breve intervalo tivesse encontrado uma forma de completude que o mundo lá fora jamais lhe ofereceu. **
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