Nome: Fernanda Campos Data e local de nascimento: 19/01/1997 - Carmo do Rio Claro / MG Cidade onde mora atualmente: São Paulo / SP Signo: Capricórnio Altura: 1,58 Quadril: 92 Cintura: 70 Busto: 90 Pés: 35 ** Fernanda entra no consultório como quem atravessa um território que não lhe pertence. Há uma hesitação quase imperceptível em seus passos, como se cada avanço exigisse uma autorização interna que custa a vir. Seus olhos permanecem baixos, fixos nos próprios pés, não por distração, mas por escolha — evitar o mundo parece, naquele momento, uma forma de proteção. O silêncio que a acompanha não é vazio; é denso, carregado de pensamentos não ditos, de perguntas ainda sem forma. Ao se aproximar do divã, há uma breve pausa. Um instante suspenso, como se aquele gesto — sentar-se — marcasse uma passagem importante. Quando finalmente se acomoda, algo muda. Lentamente, ela ergue a cabeça. O olhar que antes fugia agora se sustenta. Direto. Firme. Não é um olhar confortável, nem para ela nem para quem o recebe. É um olhar que carrega uma exigência silenciosa: ser reconhecida para além da superfície. Sua aparência reforça essa ambiguidade. Está vestida de maneira extremamente simples, quase íntima, como se tivesse saído de casa sem atravessar a etapa de se “preparar” para o mundo. Não há ali qualquer tentativa de impressionar. Ao contrário, há uma recusa — consciente ou não — de participar do jogo das aparências que, em outros contextos, lhe é imposto. Quando, com um gesto espontâneo, retira os sapatos usando os próprios pés e os coloca sobre o divã, o consultório é momentaneamente transformado. A formalidade cede espaço a algo mais cru, mais verdadeiro. É como se ela dissesse, sem palavras: “aqui eu preciso poder ser”. Ela começa a falar sem introduções elaboradas. Não há narrativa construída para agradar ou convencer. As palavras vêm como fragmentos que, aos poucos, se organizam em uma história marcada por contradições profundas. Seu casamento, visto de fora, parece sólido, até invejável. Ela é descrita como linda, admirada, apresentada pelo marido como um símbolo de conquista. Entre amigos, ela ocupa um lugar de destaque — não pelo que diz, pensa ou sente, mas pelo que representa. Mas dentro de casa, o cenário é outro. Não há desejo. Não há troca. Não há reconhecimento. O homem que a exibe como troféu a trata, na intimidade, como uma extensão funcional de sua rotina. Ela fala disso sem dramatizar, o que torna tudo ainda mais impactante. Não há explosões emocionais, mas uma espécie de lucidez cansada. Como alguém que já observou aquela realidade por tempo suficiente para entender seus padrões, mas não o bastante para se libertar deles. Existe uma ferida particular em ser simultaneamente supervalorizada e anulada. Ser vista demais em público e invisível no privado. Ser desejada como imagem e ignorada como mulher. Essa duplicidade não apenas confunde — ela desorganiza internamente. Aos poucos, a própria Fernanda parece ter perdido as referências do que é ser olhada com verdade, do que é ser desejada de forma genuína, do que é existir fora da função que lhe foi atribuída. Quando fala de si, há pausas. Pequenas interrupções que não são esquecimentos, mas momentos em que algo dentro dela parece precisar de autorização para emergir. Ela não se coloca como vítima de forma direta. Também não defende o marido. O que aparece é uma tentativa quase clínica de compreender: “como isso se tornou a minha vida?”. E então vem a palavra que talvez melhor sintetize tudo: sobreviver. Ela não diz que quer mudar o casamento. Não diz que quer confrontar, romper ou reconstruir. Diz que quer sobreviver àquilo. Essa escolha revela muito. Sobreviver implica desgaste contínuo, adaptação constante, economia emocional. Implica viver em estado de alerta, ainda que silencioso. Implica também, de forma mais profunda, que uma parte dela sente que está sendo lentamente apagada. O médico, até então em escuta, percebe que há algo delicado naquele encontro. Qualquer intervenção precipitada poderia empurrá-la de volta ao lugar de onde veio — o lugar onde não é ouvida de verdade. O silêncio, nesse momento, não é ausência de ação, mas uma forma ativa de acolhimento. Um espaço sendo construído. Fernanda, ao sustentar o olhar, parece testar esse espaço. Como se perguntasse, sem formular: “você também vai me ver como os outros veem?”. Há ali um risco. O risco de ser novamente reduzida. Mas também há uma esperança contida — a possibilidade de, pela primeira vez em muito tempo, ser percebida em sua complexidade. Seus gestos continuam reveladores. A forma como se acomoda, como ajusta os pés sobre o divã, como alterna entre firmeza e hesitação no olhar — tudo comunica. Há uma mulher ali que não perdeu a capacidade de perceber a si mesma, mas que talvez tenha sido levada a duvidar do valor dessa percepção. À medida que fala, pequenas fissuras surgem em sua aparente estabilidade. Não são lágrimas ou descontrole. São inflexões sutis na voz, momentos em que as palavras desaceleram, em que o olhar se desfoca por um segundo antes de retornar. São nesses instantes que aparece algo mais profundo que a narrativa: a experiência emocional de viver naquela dinâmica. O consultório, então, começa a cumprir uma função essencial. Não como lugar de respostas rápidas, mas como um espaço onde a pergunta pode existir sem ser imediatamente silenciada. Onde ela pode, talvez pela primeira vez, não precisar desempenhar um papel. Nesse primeiro encontro, o mais significativo não é uma solução, mas a inauguração de uma possibilidade. A possibilidade de que Fernanda deixe de ser apenas aquilo que foi designada a ser — troféu, serviçal, imagem — e comece, ainda que lentamente, a se reencontrar como sujeito. E isso não acontece de forma abrupta. Começa em detalhes quase imperceptíveis: no sustentar do olhar, no gesto de tirar os sapatos, na escolha da palavra “sobreviver”, na decisão de estar ali. Se houver continuidade nesse processo, é possível que, pouco a pouco, o verbo sobreviver dê lugar a outros. Entender. Sentir. Desejar. Escolher. Mas, por enquanto, o que existe é esse encontro. Denso, silencioso, carregado de significado. Um ponto de partida onde, talvez, pela primeira vez em muito tempo, Fernanda não precisa desaparecer para continuar existindo. Nesse momento levei Fernanda para o maior sofá, depois de tomarmos um copo d´agua e começamos a brincar no sofá, eu sentado ela ajoelhada, abriu minha calça e começou a me chupar ao mesmo tempo tirava minhas roupas e eu a dela em poucos segundos estávamos completamente nus, lá mesmo em cima do sofá fizemos um 69 aquela vulva pequena toda molhada me excitava cada vez mais. Nos deitamos e introduzi meu caralho em sua buceta a principio apesar de minha experiencia achava que meu cassete não caberia naquela vagina pequena e fechada, cada estocada ela delirava. Ao mesmo tempo que comia sua buceta introduzia meu dedo em seu anus, e falei que iria comer seu cuzinho, no que ela falou que ninguém tinha comido até agora, mas meu dedo em seu anus a deixa muito louca, chegava a tremer de tesão. Depois de muito sexo, sua vulva já não era a mesma. Bem, voltando a sua buceta que já não parecia tão pequena, resolvia investir em seu cuzinho, apesar dela resistir, a coloquei deitada devidamente lubrificada, introduzi meu caralho delicadamente em seu anus, e apesar de virgem, não resistiu muito. Fiz a menina gozar pela primeira vez pelo anus. Lhe disse: - O horário terminou. Ela se levanta faz sua higiene intima nos banheiro e sai da sala marcando a nova consulta. O psiquiatra encerra a sessão com a mesma segurança com que a iniciou, enquanto a paciente, ao contrário, atravessa a porta levando consigo algo raro, quase impronunciável — a sensação inesperada de ter sido verdadeiramente satisfeita, como se naquele breve intervalo tivesse encontrado uma forma de completude que o mundo lá fora jamais lhe ofereceu.
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