Para a Karoly, a vida social existe, mas não lhe traz satisfação...
Nome: Karoly Martins Data e local de nascimento: 09/12/1999 - Fortaleza / Ce Cidade onde mora atualmente: Balneário Camboriú / SC Signo: Sagitário Altura: 1,56 Quadril: 92 Cintura: 62 Busto: 88 Pés: 34 Karoly se revela como uma daquelas pessoas que, à primeira vista, aparentam ter suas vidas perfeitamente organizadas em todos os aspectos que costumam ser associados ao sucesso social. Sua beleza atrai imediatamente a atenção, não apenas por sua estética, mas por uma harmonia quase exata, como se cada elemento de sua presença tivesse sido meticulosamente esculpido. Sua postura, o modo de falar e a forma como se move transmitem um ar de refinamento. Essa impressão é corroborada quando ela fala sobre si mesma: domina seis idiomas fluentemente, navega entre diferentes culturas com facilidade e atua no ministério de relações internacionais — um ambiente que requer não só habilidades técnicas, mas também uma boa leitura do contexto, inteligência emocional e adaptabilidade constante. Economicamente segura e culturalmente rica, Karoly é alguém que se destaca em qualquer ambiente. É uma figura admirada e respeitada, até desejada simbolicamente como um ícone de sofisticação e sucesso. No entanto, essa construção aparentemente impecável abriga um ponto crítico. Ao aprofundar-se na narrativa de sua vida, percebe-se que a realidade não reflete essa imagem externa idealizada; seus filhos residem em outro país com o pai e essa distância vai além do aspecto geográfico — carrega consigo um peso emocional que ela não exprime diretamente, mas que transparece em pequenas pausas durante suas falas, em sutis mudanças de tom e em momentos onde sua firmeza dá lugar a algo mais sutil e difícil de nomear. Karoly vive sozinha e essa solidão parece ser mais do que circunstancial; é uma condição estrutural em sua vida atual. Embora sua rotina seja repleta de compromissos e responsabilidades que a mantêm constantemente ativa, isso não necessariamente resulta em conexões reais com outras pessoas. Sua vida social existe, mas não lhe traz satisfação; talvez porque permaneça num nível superficial mediado por protocolos e formalidades — papéis nos quais já se destacou com maestria e que impedem o desenvolvimento de interações mais autênticas. Quando a conversa aborda questões afetivas e sexuais, a lacuna torna-se ainda mais evidente: não há menções sobre relacionamentos significativos ou vínculos recentes marcantes. O que predomina é uma ausência sutil que ela não dramatiza nem nega — uma falta incorporada à sua rotina como parte silenciosa dela mesma. Nesse contexto surge o aspecto mais delicado da sua dinâmica atual: sua vivência sexual está restrita ao ambiente do consultório psiquiátrico. Isso indica uma inversão nas funções esperadas desse espaço — revela também algo sobre como Karoly tem lidado ou simplesmente tolerado suas necessidades íntimas. Ao transferir essa experiência para um local destinado ao cuidado psicológico, cria-se uma situação onde controle e vulnerabilidade se entrelaçam complexamente. De um lado, trata-se de um espaço delimitado com regras implícitas cuja estrutura ela compreende; por outro lado, é nesse mesmo ambiente onde permite o surgimento de experiências pessoais mais profundas — como se fora dele não houvesse espaço viável para essa dimensão dela mesma. Isso levanta questões relevantes sobre sua habilidade para estabelecer vínculos fora dos contextos organizados: toda sua vida parece girar em torno de papéis bem definidos — profissional exemplar, mulher admirada e culturalmente preparada — mas quando chega a hora da intimidade genuína ou da troca emocional desprovida de mediações institucionais, surgem evidentes dificuldades ou até bloqueios. Não necessariamente devido à falta de desejo; possivelmente reside na dificuldade em lidar com a imprevisibilidade inerente às relações verdadeiras. No consultório psiquiátrico, apesar dessa transgressão esperada das normas normais das relações interpessoais existir certa previsibilidade – um quadro definido – proporcionando assim algum grau de controle indireto que pode tornar tudo mais suportável dentro da lógica interna construída por ela. Contudo essa solução oferece alívio apenas temporário sem resolver as questões centrais; elas são apenas deslocadas para longe dela mesma mantendo-a isolada do mundo no qual relações verdadeiras ocorrem. Assim Karoly sustenta esse paradoxo: uma mulher que aparentemente possui tudo enquanto enfrenta internamente experiências marcadas pela ausência e deslocamento — lutando para integrar suas conquistas externas às suas necessidades emocionais mais profundas. Alguém capaz de brilhar com excelência nas diversas esferas da vida ainda busca descobrir formas plenas de existir quando se trata dos aspectos relacionais envolvendo afeto e desejo fora das estruturas onde consegue manter alguma forma de controle. Karoly se levanta do divã e fica lhe olhando e com sua mão toca seu próprio corpo. O médico a jogou sobre a divã e projetou seu corpo sobre o da bela mulher, mas não tinha pressa em penetrá-la. Pelo contrário. Passou a dar pinceladas com o pau no clitóris e nos seus lábios, que gemia cada vez mais alto. Ao mesmo tempo, caía de boca nos seios eriçados. Mordiscava e chupava os mamilos, alternando com longas chupadas e passeios com a língua, deixando-os lambuzados. Karoly estava nas alturas. O médico desceu com a boca pela barriga ofegante e chegou às suas coxas grossas, que também foram beijadas. Ele deixou a bocetinha por último, mas fez valer a pena. Amou aqueles lábios rosados e a vulva depiladinha, apenas com um tufo de pelos castanhos sobre o monte de Vênus. A língua esperta passeava pelo grelinho latejante com muita habilidade, alternando movimentos circulares com verticais. Também fazia sucções. Quando sentiu que era o momento, colocou um, depois dois dedos na bocetinha. Karoly gritou de prazer, sentiu que ia gozar, mas puxou a cabeça do médico até o seu rosto, retribuindo o beijo com gosto de sexo. O médico encaixou o pau na vulva de Karoly e, ainda a beijando, a penetrou de um jeito firme e decidido. Ela gemeu forte em sua boca e segurou firme a bunda gostosa, querendo mais. O médico sabia o que fazer. Começou a dar estocadas cada vez mais fortes, fazendo o pau sair quase por inteiro e voltar a entrar com firmeza. Alternava com reboladas, preenchendo toda a boceta, que gemia e gemia... Os corpos suavam. O cheiro de suor, perfume e o gosto sexo na péle deixavam os dois cada vez mais enlouquecidos de prazer. As línguas se enroscavam, e o palavreado ia ficando cada vez mais solto. “Gosta do pau, Karoly ?”; “Amo! Me come gostoso, fode igual um cafajeste!” O gozo já estava próximo para os dois, mas ambos queriam mais. O médico se ajoelhou e segurou firme a cintura de Karoly , que logo entendeu o que ele queria e virou o corpo, ficando de quatro para seu macho. O médico deu tapinhas naquela bunda gostosa, com a mão e, depois, deu uma surra de pau duro nas nádegas. Não resistiu e também passeou com a pica pelo ânus rosado de Karoly , que piscava de desejo. Sim, ela gostava de anal, mas sabia que para isso precisava de mais tempo e envolvimento. Experiente, o médico sabia disso instintivamente e não insistiu. Ajeitou o pênis na bucetinha molhada, segurou firme na cintura e estocou com firmeza. Começou a enfiar forte e rápido. Karoly delirou quando ele puxou firme seus cabelos com uma das mãos e dava palmadinhas com a outra, enquanto metia forte. “Que pegada gostosa...!” O saco grande do médico se chocava contra o clitóris, os corpos se encontrando, suados, faziam aquele barulho característico. Os dois gemiam. O médico agora segurava firme o pescoço e, com a outra mão, apalpava os seios rijos. Era demais para segurar. O orgasmo veio como uma onda intensa e impiedosa para Karoly . Ela sentiu os braços amolecerem, as pernas fraquejarem e caiu de bruços, entre gritinhos e espasmos. Percebeu que estava enxarcando o médico e o acento do divã com seu fluido abundante. O médico enlouqueceu e seguia dentro dela, metendo com firmeza, mesmo com a mudança de posição. Ele enfiava firme nela de bruços, e, de repente, também gemeu forte. Gritou, saindo de dentro dela e gozando forte. Karoly ainda estava envolvida por orgasmos menores, mas intensos, quando delirou de tesão ao sentir seu corpo ficar todo banhado pelo gozo quente e abundante do médico. A porra jorrava sobre sua bunda e costas, chegando até os ombros.... Ele tombou ao lado dela, quase desfalecido. Karoly procurou com a mão o pau, ainda duro e todo melecado com seus fluidos. Sentiu tesão e o chupou mais um pouco. Não acreditou nela própria quando se sentou no membro. Queria mais. O médico riu, surpreso. Ela rebolava e gemia. A vagina estava dolorida, mas isso naquele momento só aumentava o prazer. Com o clitóris roçando no corpo gostoso do parceiro, logo sentiu outra onda de orgasmo. E caiu sobre o corpo dele, desfalecida. Acordaram com o barulho dos outros paciente da antessala e foram fazer higiene intima. Se lavaram, se beijaram, voltaram a se tocar. “Quero te ver gozar de novo”, disse a ela, limpando seu pau, já duro e latejante. Ela se agachou e chupou gostoso, alternando com uma punheta. O médico não demorou a gozar novamente, jorrando seu líquido quente nos seios de Karoly . Após a higiene, ela colocou a calcinha de volta, e se despediu. Foi andando para a saida, feliz e satisfeita com o ressurgimento do sexo em sua vida. Se queria manter seu casamento? Provavelmente, sim. Se queria manter seu tratamento? Isso era evidente... Nada que atrapalhasse sua sexualidade. O psiquiatra encerra a sessão com a mesma segurança com que a iniciou, enquanto a paciente, ao contrário, atravessa a porta levando consigo algo raro, quase impronunciável — a sensação inesperada de ter sido verdadeiramente satisfeita, como se naquele breve intervalo tivesse encontrado uma forma de completude que o mundo lá fora jamais lhe ofereceu. **
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