. Pri: Diferenciando fantasia de curiosidade e necessidade da escolha consciente.
Nome: Pri Cacciatore Data e local de nascimento: 26/07/93 - Jaraguá do Sul / SC Cidade onde mora atualmente: Itapema / SC Signo: Leão Altura: 1,60 Quadril: 88 Cintura: 62 Busto: 78 Pés: 35 / 36 Pri se apresenta como uma pessoa que, à primeira vista, parece estar bem resolvida com sua identidade. Sua aparência atrai imediatamente a atenção: corpo atlético, proporções harmoniosas e uma presença que irradia segurança e controle. Essa impressão é reforçada por seu modo de falar, que é direto e sem rodeios, indicando que ela está habituada a fazer suas próprias escolhas. Desde a adolescência, identifica-se como homossexual e construiu sua vida afetiva em torno dessa referência. Mantém um relacionamento estável com uma mulher com quem compartilha a vida há anos; há história, vínculo e uma estrutura que parece sólida e coerente com o que sempre afirmou sobre si mesma. No entanto, dentro dessa aparente estabilidade começa a surgir um movimento desestabilizador. Ela relata ter começado a fantasiar com homens de maneira recorrente e insistente, algo que ocupa cada vez mais espaço em seu cotidiano. O que inicialmente poderia ser descartado como mera curiosidade ou variação momentânea passa a gerar um incômodo real, levando-a a buscar ajuda. Não é exatamente por culpa, mas pela dificuldade de integrar esse novo aspecto à imagem que possui de si mesma. Há um conflito claro entre a identidade consolidada ao longo dos anos e esse desejo emergente que não se encaixa facilmente na narrativa previamente estabelecida. Adicionalmente, o contexto em que isso ocorre torna tudo ainda mais relevante: ela continua ao lado da parceira, mantém o relacionamento e compartilha o mesmo espaço físico. Contudo, internamente enfrenta pensamentos que a distanciam desse lugar familiar. Ela menciona dormir ao lado da esposa enquanto imagina experiências com homens, criando assim uma divisão interna difícil de gerenciar. Embora não haja rejeição ou ruptura declarada na relação atual, começa a se construir uma distância no campo psíquico—como se parte dela estivesse explorando possibilidades até então não vividas. Isso levanta questões significativas sobre desejo, identidade e fluidez; o desafio vai além de simplesmente mudar de orientação sexual—é sobre o surgimento de algo latente ou novas necessidades internas provocadas por experiências recentes. Pri parece não estar apenas interessada em experimentar; busca compreender o significado desse desejo emergente: redefine sua essência? Ameaça sua relação atual ou pode coexistir pacificamente com ela? Além disso, existe um aspecto de curiosidade entrelaçado à inquietação; ela se vê diante de um território desconhecido que simultaneamente atrai e desestabiliza. Essa tensão reflete-se em seu corpo e pensamentos—descrevendo noites onde o espaço anteriormente visto como compartilhado agora também representa uma divisão interna. Ela não se considera pronta para agir imediatamente, mas reconhece sua incapacidade de ignorar os sentimentos novos que florescem dentro dela. A dificuldade em manter uma identidade fixa frente a desejos complexos desafia as categorias anteriormente utilizadas para defini-la. Nesse contexto terapêutico surge um espaço propício para aprofundar essa compreensão—não para enquadrá-la ou corrigir suas percepções—mas para permitir-lhe explorar pacientemente as nuances do que está emergindo: diferenciando fantasia de curiosidade e necessidade da escolha consciente; entendendo também as implicações disso no relacionamento atual e ponderando sobre suas ações futuras neste movimento sem pressa por definições rígidas—mas sim pela possibilidade de construir respostas alinhadas com seus sentimentos genuínos e sustentáveis na própria vida. Terminamos o dialogo, nos observávamos e voltamos para o assunto. Tudo começou muito sutilmente, primeiro foram as mãos do Dr. passeando desavergonhadamente pelo corpo de Pri, percorrendo toda a extensão da sua pele macia e suave como um pêssego maduro. E Pri, deitada ao seu lado no sofá, cerrava os olhos, aproveitando as carícias daquelas mãos grandes, fortes e rijas que ao tocarem a sua pele causavam uma sensação próxima de um pequeno choque elétrico profundamente estimulante e excitante. Imediatamente, seus mamilos ficaram intumescidos e rijos, quase assemelhando-se à uma frutinha madura pronta para ser chupada e lambida. Eles pareciam implorar por isso! Ele fez-se de rogado e continuou seu passeio fazendo uma de suas mãos circularem em torno deles, porém sem tocá-los diretamente. Pri ficou ensandecida de tesão! Queria muito aqueles dedos fortes dando pequenos beliscos em seus mamilos, como também queria sua boca aproveitando-se inteiramente deles, … De maneira suave e sutil Ele desceu até o monte de Vênus sentindo a maciez do pequeno chumaço de pelos que encobria a região, escondendo segredos e devaneios inconfessáveis. Brincou com aqueles pelinhos eriçados procurando fazer com que esses segredos fossem rapidamente revelados. Mas Pri fez-se de difícil, … cerrou as coxas impedindo a penetração na gruta dos desejos insanos. Ele sorriu, … achou demasiadamente excitante o fato de Pri mostrar resistência às suas investidas carinhosas, e pensou como era bom um embate sensual como aquele! Mas Ele também sabia que aquela era uma resistência passiva e que, mais cedo ou mais tarde cederia aos ataques estrategicamente planejados. E antes que Pri desse por si, a boca dele sorvia um dos mamilos, chupando aquela frutinha madura e deliciosa e lambendo seu entorno com a destreza de um amante hábil que sabe exatamente o que quer. Alternou entre as duas pequenas delícias, ora sorvendo um, ora chupando o outro fazendo sua parceira gemer baixinho de tanto tesão que lhe percorria o corpo e a alma. Pri se contorcia suavemente enquanto Ele persistia em saborear aquelas delícias oferecidas como entrada para um banquete muito mais delicioso. Sem deixar de dedicar-se aos mamilos dela, Ele continuava, com uma das mãos, explorando a entrada da gruta dos sonhos persistindo na possibilidade de avançar mais para dentro daquela floresta de prazeres incontáveis. Pri ainda se fazia de valente mantendo as coxas juntas e impedindo qualquer avanço mais ousado. “Ah! Deixa eu brincar com essa delícia de bocetinha, vai! Deixa eu te mostrar o que é bom, … deixa vai, … deixa, … por favor”. A voz do homem quase parecia uma súplica, implorando pela permissão para que seus dedos hábeis pudessem explorar aquela vagina pecaminosamente provocante. Pri deu uma risadinha bem safada e respondeu com a voz embargada pelo carinho aplicado em seus mamilos: “Olha lá, hein, … vou deixar só um pouquinho, … mas toma cuidado, viu! Eu sou como virgem e você só pode acariciar, … você entendeu seu tarado!”. Ele olhou para Pri, sorriu e acenou com a cabeça de modo afirmativo. Aos poucos Pri relaxou a guarda propiciando que os dedos dele avançassem em direção à gruta que escondia uma vagina umedecida com os grandes lábios levemente inchados. Com a destreza e com o cuidado que se espera de um amante, Ele brincou com os lábios inchados e cuidadosamente abriu-os permitindo que um de seus dedos penetrasse um pouco mais encontrando um clítoris duro e pulsante que parecia um pequeno pênis sinalizando que Pri estava completamente tomada de tesão. Sem perder o ritmo das mamadas naquelas seios fantásticos, Ele pegou o clítoris entre os dedos e brincou com ele, extraindo gemidos ainda mais profundos de sua parceira e fazendo com que o corpo dela fremisse de forma lânguida e sensual. Ele continuava com sua provocação, até o momento em que imaginou algo realmente excitante. Olhou para Pri e mais uma vez fez-lhe um pedido: “Minha delícia, já que eu não devo meter nessa bocetinha divina, deixa eu chupá-la bem gostoso?” - Pri olhou extasiada para Ele e respondeu-lhe que ninguém havia pedido isso antes, e que ela sempre teve vontade de sentir-se chupada até o orgasmo. O macho sentiu-se dono da situação e imediatamente desceu o rosto até aquela vagina pulsante e iniciou uma chupada executada com a maestria que o momento solicitava. Inicialmente, Ele passeou com sua língua pelos grandes lábios, evitando estrategicamente tocar no clítoris, lambendo delicadamente a região a provocando espasmos no corpo da parceira. Pri gemia e dizia frases de agradecimento, dizendo que jamais sentira algo igual e que nunca iria se esquecer do primeiro homem que a chupou. Ele ficou ainda mais confiante em seu desempenho e não titubeou em avançar com sua língua na direção do clítoris que clamava por sua boca e por sua língua safada. Pri estava totalmente fora de si e nem percebeu quando sua mão pegou o pênis duro como pedra do seu parceiro, acariciando-o de modo firme e sentindo toda a sua extensão e vigor. Ele quase engoliu o clítoris da parceira, uma vez que a atitude dela fez com que ele se contorcesse de tesão. Ela imediatamente passou a aplicar-lhe uma vigorosa punheta, chegando mesmo a cobrir a glande com o prepúcio e sentindo pequenas gotas de líquido seminal escorrerem pelo óstio externo. Havia, literalmente, cheiro de sexo no ar! Não tardou para que Pri tivesse um orgasmo intenso e prolongado pelas chupadas e lambidas de seu parceiro que não se cansava de sorver aquela vagina como se ela fosse um néctar único e inesquecível. Pri, por sua vez, continuava aplicando a punheta em Ele, sentindo aquele pinto vibrar em sua mão, e, ao mesmo tempo, gemendo e contorcendo-se de maneira incontrolada pela onda de prazer que invadia seu corpo. Gozou tão intensamente que sentiu o líquido seminal escorrer-lhe entre as pernas evidenciando uma experiência única. Ela então, fez menção de retribuir o gesto do parceiro com uma deliciosa chupada naquele instrumento enorme e duro como rocha, mas foi impedida por Ele que, olhando para ela, sorriu e disse-lhe: “Prefiro que você continue o que está fazendo, … mas também gostaria que você fizesse uma outra coisa para mim? Você topa?” - Pri, em princípio, achou estranho o pedido do parceiro, mas depois de ter gozado com tanta intensidade, ponderou que fazer o que ele pedisse era o mínimo que lhe cabia e acenou afirmativamente com a cabeça. Ele colocou-se de lado, ainda em posição invertida relativamente à sua parceira e levantou uma das pernas apoiando-a sobre a outra. Olhou para ela e disse com a voz embargada de desejo: “Continue me punhetando, bem gostoso, … mas quando eu estiver próximo de gozar quero que você interrompa e aperte bem o meu cacete segurando o gozo antes que ele venha, … você pode fazer isso para mim?”. Escondendo de Ele que a ideia era simplesmente excitante, Pri concordou e iniciou a operação, inclusive utilizando sua outra mão para massagear as bolas inchadas dele, vez por outra, apertando-as suavemente. Ele gemia e dizia o quanto aquilo era bom, algo que fazia Pri sentir-se confiante na sua destreza em controlar o seu parceiro que mais parecia um escravo dominado em suas mãos. Ela achou tudo aquilo simplesmente delicioso e muito criativo, pois já que não podiam trepar, podiam, ao menos, proporcionar o máximo de prazer para ambos. E cada vez que Ele tencionava atingir o ápice, ela interrompia os movimentos e apertava fortemente aquele cacete enorme retendo a possibilidade de uma ejaculação. Ao mesmo tempo, Ele continuava lambendo aquela vagina e chupando aquele clítoris que ainda teimava em ficar inchado e pulsante provocando o macho em deliciar-se com ele e suas imensas possibilidades. Pri gozou mais algumas vezes, e cada uma delas era mais gratificante que a anterior, e ainda assim continuava a executar uma masturbação controlada, tomando o cuidado de que seus orgasmos não propiciassem que seu parceiro tivesse uma ejaculação inesperada. Afinal, para ela era uma experiência totalmente nova ter o controle sobre o seu parceiro. Algo novo e muito excitante! Já não havia mais noção de tempo entre eles. Mesmo com todo aquele “exercício”, ambos não se sentiam cansados ou mesmo derrotados. Pri achava aquilo fenomenal e queria continuar exercendo o controle sobre o orgasmo do parceiro enquanto este a fazia ter orgasmos intensos e repletos de prazer. Ela achava que aquilo poderia prosseguir por horas ou até mesmo dias, e ela continuaria executando sua “tarefa” com o mesmo desprendimento inicial. Tudo estava deliciosamente perfeito! Subitamente, Ele olhou para ela. Seus olhos estavam brilhantes e exibiam o olhar denunciador de que o fim estava próximo. Ele, então, disse-lhe com uma voz tênue, mas decidida: “Acho que vou gozar meu tesão, … mas para ser perfeito eu preciso que você faça mais uma coisa para mim, … será que você pode?”. Pri não titubeou em responder de imediato: “O que você quiser tesudo! O que você pensar, eu faço de bom gosto, … pra você tudo!” Ele olhou bem nos olhos de sua parceira e disse: “Então continua o que está fazendo, mas assim que eu gritar, quero que você enfie meu pau no seu interior! Mas não tenha medo, … pode enfiar com vontade, … como se eu fosse o macho lhe estuprando enquanto goza, … você faz isso pra mim?” Os olhos de Pri foram tomados de um brilho intenso e ela acenou afirmativamente com a cabeça enquanto dizia para ele: “Ai, minha delícia! Vou adorar fazer isso! E se te der mais prazer, pra mim vai ser divino!” Ele sorriu agradecido e enquanto sinalizava que a punheta podia continuar, aproveitava o momento para brincar com a vagina da parceira. Pri intensificou os movimentos e no momento em que os gemidos de seu companheiro tornaram-se mais e mais intensos e sonoros ela se preparou para atender o pedido dele. Quando, finalmente, Ele gritou que ia gozar, Pri lambeu o pau duro e o enfiou em sua vagina. Imediatamente o orgasmo sobreveio, intenso com um jorro incontido e volumoso, alternado por jatos que saltavam em direção ao ar o mais alto que ela já vira em toda a sua vida. Ele se contorcia, e seu vagina ora se contraía e ora relaxava, apertando com uma força que podia ser sentida por ela prolongando-se para o resto do corpo. Por alguns instantes, Ele urrou como um animal no cio, até que prostrou-se por sobre a barriga deixando claro que ele estava vencido pelo prazer. Enquanto o rosto dele jazia inerte sobre o ventre de sua parceira, Pri, por sua vez, acariciava as nádegas com uma das mãos enquanto a outra massageava a sua bolas que estavam murchas depois de tanto esperma liberado. Ele agradeceu a ela pela experiência única e inesquecível, foi capaz de ouvi-la dizendo-lhe: “Eu é que agradeço, … Ela, … nunca uma mulher me fez tão mulher como você! Obrigado!” Ele se levanta, se arruma e diz: “O tempo acabou.” O psiquiatra encerra a sessão com a mesma segurança com que a iniciou, enquanto a paciente, ao contrário, atravessa a porta levando consigo algo raro, quase impronunciável — a sensação inesperada de ter sido verdadeiramente satisfeita, como se naquele breve intervalo tivesse encontrado uma forma de completude que o mundo lá fora jamais lhe ofereceu. **
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