. PACIENTE MARCELA VENTTURA - FERIDA NARCÍSICA PROFUNDA

Data e local de nascimento: 18/10/2003 - Novo Hamburgo / RS
Cidade onde mora atualmente: Uruguaiana / RS
Signo: Libra
Altura: 1.60
Quadril: 101
Cintura: 70
Busto: 74
Pés: 36
Marcela chegou por indicação de outra paciente. Não trazia consigo uma história organizada, nem um discurso pronto. Entrou na sala com passos contidos, sentou-se devagar e permaneceu em silêncio.
Disse apenas os dados básicos — nome, idade, profissão — como quem cumpre um protocolo mínimo para existir naquele espaço. Depois, as palavras cessaram.
O choro veio em seguida.
Não foi explosivo. Foi contínuo, profundo, quase antigo. Marcela chorava sem interrupção, sem pedir desculpas, sem tentar explicar. Durante cerca de trinta minutos, deixou que as lágrimas ocupassem o lugar da fala. O corpo dizia o que ainda não podia ser formulado.
O médico não apressou.
Permaneceu presente, atento, oferecendo silêncio como contenção. Sabia que há sofrimentos que chegam antes da narrativa. Às vezes, o primeiro gesto terapêutico não é perguntar, mas sustentar.
Marcela chorava como quem finalmente encontra um lugar onde não precisa se recompor.
Entre um soluço e outro, tentava respirar. As mãos apertavam o lenço, os ombros curvados carregavam um peso invisível. Não havia ainda personagens, conflitos nomeados ou cronologia. Havia apenas dor em estado bruto.
Naquele início, o consultório não foi espaço de diagnóstico.
Foi abrigo.
Porque, em certos encontros, o trabalho começa assim: permitindo que alguém exista em pedaços, sem exigir coerência imediata. A história viria depois. Primeiro, era preciso atravessar o choro.
Quando conseguiu falar, foi direta:
— Estou aqui para que o senhor me dê um remédio urgente.
O médico esperou um instante, como quem abre espaço para que a frase encontre contorno.
— Remédio para quê?
Marcela respirou fundo antes de responder:
— Para tirar minha excitação.
A palavra saiu pesada, carregada de vergonha e desespero. Não havia nela provocação alguma — apenas cansaço. Era um pedido de contenção, quase de anestesia psíquica.
O médico não correu para a prescrição.
Perguntou desde quando aquilo vinha acontecendo. Se era constante ou em ondas. Se vinha acompanhado de ansiedade, insônia, pensamentos intrusivos. Marcela falava aos poucos, ainda entre lágrimas. Contou que se sentia tomada por uma agitação interna que não conseguia desligar, um estado de alerta permanente no corpo, como se algo estivesse sempre ligado em excesso.
Ficava claro: não se tratava apenas de desejo.
Havia ali um quadro de excitação difusa, misturada com angústia, impulsividade e perda de controle — um corpo em sobrecarga, tentando descarregar tensão por qualquer via.
O médico explicou, com cuidado, que não existia um “botão” simples para desligar sensações, mas que era possível ajudar a regular aquele estado. Que antes do remédio era preciso compreender o contexto: o que havia acontecido, o que ela vinha atravessando, como dormia, como pensava, como se sentia consigo mesma.
Marcela ouviu em silêncio.
Pela primeira vez desde que entrara na sala, o choro diminuiu. Não porque a dor tivesse cessado, mas porque alguém começava a organizar o caos junto com ela.
Ali se inaugurava o tratamento.
Não como resposta imediata a um sintoma isolado, mas como tentativa de devolver unidade a um corpo e a uma mente que já não conseguiam caminhar no mesmo ritmo.
Então Marcela começou a contar.
Disse que estava com o marido havia cerca de doze anos. Durante esse tempo, a vida sexual sempre encontrara um ritmo possível. Ele era mais lento, ela mais intensa, mas isso nunca havia sido um problema real. Ajustavam-se. Conversavam. Havia troca.
Até que algo se rompeu.
Por questões religiosas, ele passou por um processo interno que culminou numa decisão abrupta: assumiu a homossexualidade e deixou o casamento. Não houve longa preparação, nem elaboração gradual. Foi um corte seco. Uma reorganização da própria identidade que a deixou, de um dia para o outro, sozinha.
Marcela descreveu esse momento sem raiva explícita — falava com uma espécie de torpor. Como se ainda estivesse tentando compreender a velocidade dos acontecimentos.
O vínculo terminou, mas o corpo dela não acompanhou o luto.
Enquanto a vida prática desmoronava — casa, rotina, projetos —, algo dentro dela permanecia acelerado. Uma excitação que não encontrava mais endereço. Um desejo sem objeto estável. Um excesso que já não era prazer, mas inquietação.
Ela tentou ser compreensiva com a escolha dele. Tentou respeitar. Tentou racionalizar. Mas o abandono deixou marcas silenciosas: sensação de descarte, quebra de continuidade, perda súbita de pertencimento.
Foi ali que o choro inicial fazia sentido.
A excitação que a trazia ao consultório não era apenas sexual. Era um corpo sem pouso, uma energia que não encontrava contenção depois de uma separação traumática. O desejo havia se tornado sintoma. A agitação, linguagem. O pedido de remédio, um pedido de limite.
No consultório, começava a se desenhar o essencial: Marcela não precisava apenas “tirar” a excitação. Precisava elaborar uma perda profunda, reorganizar a própria identidade afetiva e aprender a sustentar o vazio deixado por um vínculo que terminou sem aviso.
O médico compreendeu que o tratamento teria menos a ver com silenciar o corpo — e mais com ajudar aquela mulher a atravessar um luto que ainda não encontrara palavras.
Porque, às vezes, o que aparece como excesso é apenas dor sem forma.
E o trabalho começa exatamente aí.
Marcela então acrescentou algo que parecia ainda mais difícil de dizer.
Contou que continuava morando na mesma casa. Dormia na mesma cama. Dividiam o mesmo teto, os mesmos corredores, os mesmos silêncios. Mas os momentos de intimidade haviam desaparecido por completo, como se nunca tivessem existido.
A cama tornara-se território neutro.
Dois corpos deitados lado a lado, separados por um espaço invisível. Ele dormia. Ela permanecia acordada, escutando a respiração dele, sentindo o próprio desejo circular sem destino.
O que mais a feria não era apenas a ausência do toque.
Era a exigência.
Ele acreditava que ela deveria aceitar aquela nova configuração: viver em abstinência, como se o corpo pudesse simplesmente obedecer a um decreto moral. Ou, alternativamente, que buscasse uma amante do mesmo sexo que ela — solução que ele oferecia com estranha serenidade, como se isso resolvesse o abandono afetivo.
Marcela dizia isso sem levantar a voz.
Mas havia ali uma humilhação silenciosa: ser convidada a adaptar sua sexualidade à escolha do outro.
Ela não queria se separar.
Ainda havia amor, história, apego, talvez esperança. Doze anos não se desfazem com facilidade. Parte dela desejava preservar o casamento, manter a ideia de família, salvar o que fosse possível daquele vínculo que, apesar de tudo, ainda significava lar.
No consultório, ficava claro: Marcela estava presa entre duas perdas.
Se aceitasse a abstinência, perdia o próprio corpo.
Se rompesse o casamento, perdia a vida que conhecia.
A excitação que a trazia ali não era luxúria.
Era o grito de um organismo colocado em suspensão forçada, obrigado a negar necessidades básicas enquanto tentava sustentar um amor que já não a incluía por inteiro.
O médico compreendeu que o trabalho seria delicado.
Não bastava aliviar sintomas. Era preciso ajudá-la a pensar escolhas, reconhecer limites e reconstruir dignidade. Porque permanecer não pode significar desaparecer.
E amar alguém não deveria exigir a amputação de si mesma.
Marcela se tranquilizou ao final da primeira consulta. Ainda saiu triste, com o rosto marcado pelo choro recente, mas com a próxima sessão já marcada para a mesma semana. Havia nela uma exaustão serena, como quem finalmente consegue pousar depois de um longo estado de alerta.
Quando retornou, alguns dias depois, entrou diferente.
Não dramaticamente diferente — apenas o suficiente para ser perceptível. O corpo parecia mais organizado, o olhar menos perdido. Sentou-se e, pela primeira vez desde o início do atendimento, falou sem chorar.
Estava objetiva.
As palavras vinham claras, alinhadas, como se algo tivesse se rearranjado internamente. Não havia mais a torrente emocional da sessão anterior. Em seu lugar, surgia uma mulher tentando compreender a própria situação com lucidez.
A excitação que antes dominava o discurso agora aparecia contida, transformada em inquietação pensável. Já não pedia um remédio urgente. Pedia compreensão. Começava a narrar os fatos com começo, meio e intenção.
Era um pequeno, mas significativo deslocamento clínico.
O médico percebeu ali um sinal importante: Marcela começava a sair do corpo para entrar na palavra. O sofrimento ainda estava presente, mas já não ocupava todo o espaço. A urgência dera lugar à reflexão.
Às vezes, a primeira vitória do tratamento não é a melhora dos sintomas.
É quando o paciente volta conseguindo falar.
Marcela respirou fundo antes de falar. Não havia tremor na voz, nem choro.
Disse com firmeza:
Ela sabia do que precisava. Não queria medicamentos. Queria que o médico a satisfizesse.
A frase caiu na sala com o peso de um pedido deslocado.
O médico não reagiu com surpresa nem reprovação. Reconheceu ali não uma proposta concreta, mas um movimento psíquico — a tentativa de transformar em ato aquilo que ainda não encontrara palavra. Transferência em estado bruto. Desejo misturado a abandono. Um corpo procurando, no outro, a reparação de uma perda recente.
Ele manteve a postura serena.
Explicou, com clareza, que aquele não era um espaço de satisfação sexual, mas de cuidado. Que compreendia o desespero por alívio imediato, mas que seu papel era ajudar Marcela a compreender o que estava acontecendo dentro dela, não substituir o marido, nem ocupar fantasias.
Não houve constrangimento teatral.
Apenas a reinstalação dos limites.
Marcela ouviu em silêncio. O pedido, recusado com firmeza tranquila, começou a se reorganizar. Aos poucos, ficou evidente que o que ela buscava não era exatamente o corpo do médico — era contenção, reconhecimento, a sensação de ainda ser desejável depois de ter sido deixada.
Ali se desenhava algo essencial do caso.
Sua excitação não era apenas sexual. Era resposta a um abandono abrupto, a uma vida conjugal suspensa, a uma intimidade retirada sem negociação. O desejo aparecia como sintoma de uma ferida narcísica profunda: não ser mais escolhida.
O médico devolveu isso em palavras simples.
Falou sobre perda, luto, frustração, limites. Sobre a diferença entre desejar e agir. Sobre a possibilidade de reconstruir a própria vida afetiva sem precisar se apagar nem se violentar.
Marcela ficou quieta por alguns instantes.
Quando voltou a falar, a voz já não carregava urgência. Havia nela algo novo — talvez decepção, talvez alívio, talvez o início de uma compreensão difícil: ninguém ali iria salvá-la por meio do corpo. O trabalho seria outro. Mais lento. Mais interno.
E assim, naquela segunda consulta, ficava claro:
o tratamento não seria sobre apagar o desejo,
nem sobre satisfazê-lo imediatamente.
Seria sobre ajudá-la a atravessar a perda, recuperar a dignidade do próprio corpo e reencontrar um lugar possível para si — fora da dependência, fora da urgência, fora da fantasia de reparação instantânea.
Marcela se levanta do divã e fica lhe olhando e com sua mão toca seu próprio corpo. O médico se levanta de sua cadeira a pega e a joga sobre o divã retirando sua roupa projeta seu corpo sobre o da bela mulher, mas não tinha pressa em penetrá-la. Pelo contrário. Passou a dar pinceladas com o pau no clitóris e nos seus lábios, que gemia cada vez mais alto. Ao mesmo tempo, caía de boca nos seios eriçados. Mordiscava e chupava os mamilos, alternando com longas chupadas e passeios com a língua, deixando-os lambuzados. Marcela estava nas alturas.
O médico desceu com a boca pela barriga ofegante e chegou às suas coxas grossas, que também foram beijadas. Ele deixou a bocetinha por último, mas fez valer a pena. Amou aqueles lábios rosados e a vulva depiladinha, apenas com um tufo de pelos castanhos sobre o monte de Vênus.
A língua esperta passeava pelo grelinho latejante com muita habilidade, alternando movimentos circulares com verticais. Também fazia sucções. Quando sentiu que era o momento, colocou um, depois dois dedos na bocetinha. Marcela gritou de prazer, sentiu que ia gozar, mas puxou a cabeça do médico até o seu rosto, retribuindo o beijo com gosto de sexo.
O médico encaixou o pau na vulva de Marcela e, ainda a beijando, a penetrou de um jeito firme e decidido. Ela gemeu forte em sua boca e segurou firme a bunda gostosa, querendo mais. O médico sabia o que fazer. Começou a dar estocadas cada vez mais fortes, fazendo o pau sair quase por inteiro e voltar a entrar com firmeza. Alternava com reboladas, preenchendo toda a boceta, que gemia e gemia...
Os corpos suavam. O cheiro de suor, perfume e o gosto sexo na péle deixavam os dois cada vez mais enlouquecidos de prazer. As línguas se enroscavam, e o palavreado ia ficando cada vez mais solto. “Gosta do pau, Marcela?”; “Amo! Me come gostoso, fode igual um cafajeste!”
O gozo já estava próximo para os dois, mas ambos queriam mais. O médico se ajoelhou e segurou firme a cintura de Marcela, que logo entendeu o que ele queria e virou o corpo, ficando de quatro para seu macho. O médico deu tapinhas naquela bunda gostosa, com a mão e, depois, deu uma surra de pau duro nas nádegas. Não resistiu e também passeou com a pica pelo ânus rosado de Marcela, que piscava de desejo. Sim, ela gostava de anal, mas sabia que para isso precisava de mais tempo e envolvimento.
Experiente, o médico sabia disso instintivamente e não insistiu. Ajeitou o pênis na bucetinha molhada, segurou firme na cintura e estocou com firmeza. Começou a enfiar forte e rápido. Marcela delirou quando ele puxou firme seus cabelos com uma das mãos e dava palmadinhas com a outra, enquanto metia forte. “Que pegada gostosa...!”
O saco grande do médico se chocava contra o clitóris, os corpos se encontrando, suados, faziam aquele barulho característico. Os dois gemiam. O médico agora segurava firme o pescoço e, com a outra mão, apalpava os seios rijos.
Era demais para segurar. O orgasmo veio como uma onda intensa e impiedosa para Marcela. Ela sentiu os braços amolecerem, as pernas fraquejarem e caiu de bruços, entre gritinhos e espasmos. Percebeu que estava enxarcando o médico e o acento do divã com seu fluido abundante.
O médico enlouqueceu e seguia dentro dela, metendo com firmeza, mesmo com a mudança de posição. Ele enfiava firme nela de bruços, e, de repente, também gemeu forte. Gritou, saindo de dentro dela e gozando forte.
Marcela ainda estava envolvida por orgasmos menores, mas intensos, quando delirou de tesão ao sentir seu corpo ficar todo banhado pelo gozo quente e abundante do médico. A porra jorrava sobre sua bunda e costas, chegando até os ombros....
Ele tombou ao lado dela, quase desfalecido. Marcela procurou com a mão o pau, ainda duro e todo melecado com seus fluidos. Sentiu tesão e o chupou mais um pouco. Não acreditou nela própria quando se sentou no membro. Queria mais.
O médico riu, surpreso. Ela rebolava e gemia. A vagina estava dolorida, mas isso naquele momento só aumentava o prazer. Com o clitóris roçando no corpo gostoso do parceiro, logo sentiu outra onda de orgasmo. E caiu sobre o corpo dele, desfalecida.
Acordaram com o barulho dos outros paciente da antessala e foram fazer higiene intima. Se lavaram, se beijaram, voltaram a se tocar. “Quero te ver gozar de novo”, disse a ela, limpando seu pau, já duro e latejante. Ela se agachou e chupou gostoso, alternando com uma punheta. O médico não demorou a gozar novamente, jorrando seu líquido quente nos seios de Marcela.
Após a higiene, ela colocou a calcinha de volta, e se despediu. Foi andando para a saída, feliz e satisfeita com o ressurgimento do sexo em sua vida.

Dr. URIAS ANTONI ADIS
O psiquiatra sai ao final da sessão como entrou: seguro.
A paciente, não.
Sai levando consigo algo raro — a sensação de ter sido verdadeiramente satisfeita.



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Ficha do conto

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Nome do conto:
. PACIENTE MARCELA VENTTURA - FERIDA NARCÍSICA PROFUNDA

Codigo do conto:
253548

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/01/2026

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