QUINTA-FEIRA - 13.11.25
Nome: Regina Demétrio
Data de nascimento: 12/01/1999 - Mafra / SC
Cidade onde mora atualmente: Erechim / RS
Altura: 1,63
Quadril: 81
Cintura: 67
Busto: 80
Pés: 35
Regina é nossa paciente por um caso de insegurança pessoal quanto a si mesma. Linda, perfeita, corpo atlético sem exagero, casada com uma mulher do mesmo padrão físico e etário. Contudo nunca havia conhecido intimamente um homem. Sua esposa, muito ciumenta, a vigiava continuamente, fato que lhe dava segurança e vaidade quanto a isso. Porem sua sede masculina vinha se potencializado, quando sua mulher lhe tocava lhe chupava, conseguia seu orgasmo pensando em estar com um homem.
Assim, era isso que mais a mantinha semanalmente em meu consultório, não usava medicamentos, porem eu estava a beira de lhe prescrever quando veio com um relato atípico.
Regina – Doutor eu já lhe disse inúmeras vezes que só tenho gozado tendo relação com minha esposa pensando num homem. E esse homem é o senhor. Fiquei pensando em como poderia dizer isso ao senhor e a minha esposa. E tive uma ideia. Mas primeiro preciso saber se o senhor transaria comigo.
Urias – Menina, qualquer homem faria sexo contigo, é uma mulher envolvente e charmosa. O nosso único problema é que se me envolver contigo só lhe trarei problemas, não poderá sair daqui depois de um sexo sem que sua esposa saiba disso. E isso destruiria seu casamento.
Regina – É eu sei, porem há uma maneira...
Urias – Tenho até medo de perguntar qual seria...
Regina – Como o senhor sabe nunca fiquei com nenhum homem, assim nunca fui beijada e nem penetrada, sou virgem. Eu irei dizer para minha esposa que quero perder a virgindade e o senhor é único homem que sabe perfeitamente meu estado tanto emocional quanto sexual. Assim ela me deixara perder a virgindade, ela tem todo o interesse por isso, talvez mais do que eu.
Urias – Não entendi...
Regina – Se eu perder a virgindade ela poderá me tocar e enfiar seus dedos em mim. O que ela não pode por medo de me machucar, pois sabemos que dói. Ela disse que o dela doeu muito quando uma namorada enfiou os dedos nela, sangrando muito.
Urias – Não tenho muito como argumentar nem a favor nem contra. Resolva esse assunto com ela e a semana que vem tomaremos uma postura. Não gostaria de passar antidepressivos para você, até porque eles messem muito como a sexualidade
E assim ocorreu. Na semana seguinte Regina entra com a esposa já dizendo que vieram para ela perder a virgindade.
Ela meu olhou assustada, mas não intimidada.
– Agora você vai aprender como um homem trata uma mulher para tratar sua esposa na próxima.
Sem poder se mexer por baixo de meu corpo muito maior e musculoso, fui para sua boca e comecei um beijo quase animal sentindo aquele delicioso mel em sua boca. Eu não poderia passar do ponto ou poderia assustar aquela garota, lésbica assumida até aquele momento, mas não estava me aguentando pelo show que me proporcionaram.
Dei uma mordida em seu lábio, enquanto esfregava forte meu pau em sua racha ainda com a calcinha. Eu a sentia toda melada e quente. Regina começou a retribuir aquele beijo furioso e me mordeu também o lábio, bem mais forte do que eu a mordi.
– Tá pensando que vai me fazer de submissa é, falou com uma carinha de tarada maquiavélica.
Regina revelava ter muito tesão reprimido se segurando com sua esposa frágil. Ainda assim eu não poderia romper sua virgindade com brutalidade pois queria que ela tivesse prazer.
Seu pescoço longo, livre por seu cabelo ser curto me fizeram o atacar antes de seus seios. Que delicia de pescoço. Comecei a lamber e chupar e só não faria uma marca pois não haveria como ela esconder. De surpresa ela veio e mordeu meu ombro. Percebi que não precisaria me conter.
Me levantei sobre o cotovelo e dei um tapa em seu rosto. Nem forte e nem fraco.
– Ai seu frouxo, ela é muito mais homem que você, falou me provocando.
Dei outro tapa pouco mais forte e percebi que ela tinha tremores de prazer pelo corpo.
– Quando eu terminar, você vai me implorar para comer sua buceta outra e outra vez como uma boa mulher.
– Não vou mesmo. Sempre vou preferir uma bucetinha do que um pau, falou arrogante.
Já tinha exposto seus seios lindos e quando engoli seus bicos senti o quanto eram firmes, apesar do tamanho.
Quando parti para mamar com volúpia ela se esticava toda no chão segurando no tapete.
Com a mão livre eu apalpava seu outro seio espremendo seu mamilo tirando gritinhos. E tirando a boca.
– Esses seios são maravilhosos para serem mamados.
Em seu ventre acima de sua fenda, nascia um sinal. Ela estava peladinha, talvez para agradar e por ser morena sua pele não era branquinha, mas belinha e linda. Sua fenda, ao invés de mostrar os lábios tinha as bordinhas que se afundavam para dentro do canal formando um vale por todo o comprimento.
– Não sei chupar uma buceta como sua esposa, mas vou fazer você gozar em minha língua.
– Então vai doutor. Quero ver se você faz tão bem como ela.
Fui até aquela belezinha e comecei a dar beijos e lambidas, primeiro sentindo seu gosto e sua consistência e depois aumentando a intensidade. Regina tinha pequenos tremores pouco tempo depois de sair de seu primeiro orgasmo. Após me deliciar por fora, fui com meus dedos abrindo aqueles lábios difíceis de se desgrudarem um do outro de tão grudados.
Fora o tamanho dos lábios e do clitóris, os interiores das vaginas são sempre muito parecidos na forma, mas o de Regina parecia diferente. Tudo era tudo mais juntinho deixando sua vagina espremida com lábios pequenos e seu canal quase invisível. O esfíncter uretral era impossível de encontrar. Parecia uma concha de pérola bem pequena e abertinha toda melada. Intensamente melada.
– Ai, levei um choquinho. Foi bom.
Dei uma lambida com mais pressão.
– Ai. Outro choque. Que gostoso. Encontrou meu hímen?
– Pena que vai desaparecer.
– Continua doutor. Quero ver se você chupa gostoso.
Levei minha língua para seu rabinho, fechadinho e cheio de pregas todo meladinho e de lá comecei a subir.
Regina ia levantando o corpo conforme eu ia subindo com minha língua tentando encompridar seu prazer. Seu mel era tanto que me afogava nele e quando me concentrei em seu clitóris, ela parecia uma eguinha de tanto que pulava na cama.
Decidi tocar seu cuzinho para ver como ela reagiria pois queria que ela pedisse para eu não parar quando gozasse com minha língua e penetrando seu rabinho ela ficaria ainda mais excitada. Quando toquei com a ponta do dedo ela deu a primeira dica.
– Até que você chupa gostoso. Pensei que homem nenhum pudesse me chupar assim.
– Você é virgem aqui também? Posso continuar?
– Ele só conhece o dedinho fino da minha esposa. Pode continuar, falou gemendo.
Fui aumentando a pressão em seu clitóris enquanto ia enfiando meu dedo grosso em seu anel e de tão melado me arrojei e tentei colocar o segundo e Regina tentava se posicionar par entrar mais fácil. Com os dois dedos no fundo de seu rabinho, e já sugando seu clitóris, quando percebi que ela iria gozar, parei.
– Por que parou? Por que? Não faz isso.
– Então quero que você fale: Me chupa doutor até eu gozar.
Não tinha como Regina resistir pois já estava no processo do orgasmo.
– Estou gozando. Estou gozando. Não para. Está muito forte. Chupa sua paciente, chupa.
Ela apertou suas pernas fortes em minha cabeça me segurando lá, mas nem se ela quisesse que eu parasse eu pararia, pois era simplesmente divina aquela buceta provadinha e não sabia se teria a chance de a sentir novamente e tomar seu mel.
– Você está me maltratando doutor. Nem consegui me recuperar ainda, falou sorrindo.
– Pior eu que nem gozei ainda com um corpo maravilhoso desses. Não tem pena de mim?
– Verdade Doutor. Você merece porque me fez gozar muito.
– Gozar como uma mulher?
Ela sorriu.
– Sim. Você me fez gozar como mulher e bem gostoso. Agora me completa como mulher de uma vez, falou se entregando.
Fui subindo sobre seu corpo e quando minha glande encostou em sua racha que teimava em não abrir.
– Não vai ser fácil. Parece que ela não quer ser invadida de forma alguma. É como se fosse uma fortaleza de tão fechadinha, falei sorrindo.
– Ela pode não querer, mas eu quero e sou a dona dela.
– Regina, preciso fazer a última pergunta que prometi fazer. Você tem certeza?
– Absoluta. E já vou avisando que sei que vai doer, pois como você disse, ela é muito fechada mesmo. Então mesmo que eu sinta dor, não pare. E se sair sangue também não pare.
– Tem certeza? Pode virar uma experiência traumática.
– Trauma eu vou ter se não conseguir. Você não fica insistindo que sou sua paciente. Então seja homem desse momento, me provocou consciente do que poderia acontecer.
Eu não deixaria de tirar sua virgindade como ela queria, mas não sem evitar maiores dores a ela. Se doesse pararia para se acostumar e depois continuaria. Não consegui posicionar a glande em sua entradinha sem ajuda de minha mão de tão fechada.
– Já que nasci com uma buceta, faz ela ser funcional Doutor. Chegou a hora.
Quando forcei mais forte.
– Aihhh, como dói. Ele é muito grande, falou me arranhando.
Tentei algumas vezes e não entrava. Estava preocupado em machuca-la.
– Não entra Regina.
E tensa explodiu comigo.
– Porra Doutor. Será que vou ter que arrumar um homem de verdade para fazer isso?
Dei um tapa em seu rosto. Ela sorriu como se tivesse vencido em sua provocação.
– Quem não é homem?
– Você. Tem uma buceta virgem querendo seu pau e você não mete.
Dei outro tapa, mas enquanto dava forcei com vontade entrando até seu hímen e o rompendo fazendo a sentir a dor do tapa e daquela ruptura de seu cabacinho. Lágrimas saiam por seus olhos deixando seu rosto ainda mais lindo.
Ela gritou alto novamente naquele consultório me assustando. Me deitei sobre seu corpo e comecei a beijar enquanto ela gemia de dor.
Comecei a bombar devagarinho e ia aumentando o ritmo.
– Achei que nunca teria prazer e não gozaria com um pau em minha buceta, mas mudei de ideia. Acho que vou gozar sim. Mete forte Doutor.
Eu já tinha me segurado o máximo que podia. Tirar a virgindade de uma lésbica e ela estar gostando. Realizava meu compromisso de dar prazer aquela mulher deliciosa tendo prazer como poucas vezes.
Comecei a bombar com volúpia.
– Não para Doutor. Vou gozar nesse pau delicioso. Você me transformou em mulher de verdade.
– Acho que vou querer pau em minha buceta muito mais vezes Doutor. Mas só o seu. Isso se ela concordar e você também. Vou gozar. Jorra seu sêmen dentro de minha buceta.
Mesmo atônito o gozo já tinha chego e apenas aproveitei aquele momento. Eu jorrava sem parar meu leite em seu útero mesmo com a uretra espremida. Aquela garota lésbica com um corpo esplêndido, tentando ser uma garota tinha me abalado.
Dr. URIAS ANTONI ADIS
O psiquiatra sai ao final da sessão como entrou: seguro. A paciente, não. Sai levando consigo algo raro — a sensação de ter sido verdadeiramente satisfeita.