Amanda sentia seu coração bater forte e intenso, … a respiração estava acelerada, acompanhando os movimentos de sua pélvis cavalgando aquele homem espetacular, sentindo toda a sua potência invadir seu interior, … o pênis a penetrava com despudorada violência e vigor, fazendo com que ela sentisse cada uma das veias que lhe saltavam a superfície enquanto sua vagina, úmida e dilatada, contraía os grandes lábios num aperto que podia ser sentido pelo homem que estava debaixo dela como um pequeno beliscão em seu membro fazendo-o gemer vez por outra, … era uma sensação indescritivelmente excitante e prazerosa que deixava aquela mulher completamente fora de si tomada pelo transe daquele sexo inesperado, mas deliciosamente ansiado. Ela queria ser possuída por aquele homem atraente e sensual, cujo corpo mais parecia uma escultura grega talhada em carne e ossos (e que carne!). Amanda apoiava suas mãos no peito largo de Dante, cuja musculatura contraía-se vez por outra alternando os movimentos respiratórios com uma reação natural do corpo masculino à visão deleitosa de Amanda. Ela acariciava seu peito, brincando com os pelos vastos que cobriam a parte superior daquele peito enorme e valia-se dele como ponto de alavanca para impulsionar seus movimentos pélvicos, ora intensificando-os, ora tornando-os mais lentos e profundos, … ela sabia que precisava fazer aquilo para retardar ao máximo o orgasmo do Dante, … não queria que ele gozasse naquele momento (ou melhor, não queria que ele gozasse! Jamais!), queria sim aproveitar todo o prazer que ele pudesse lhe proporcionar. Afinal, a espera fora longa demais para que aquele momento acabasse em uma ejaculação breve e finita. Amanda olhava para o rosto de Dante apreciando aquela imagem de um homem de verdade; os cabelos grisalhos e a barba rala denunciavam que ele não era jovem, … aliás, Dante já havia passado dos cinquenta anos, mas havia um charme discreto em suas feições másculas e despojadas de excessivo cuidado vaidoso. Ela podia sentir suas mãos decorrendo-lhe o dorso, indo e vindo das nádegas até o pescoço e mesmo sendo mãos grandes não eram ásperas, fazendo perceber uma maciez decorrente de uma ausência de atividades que tivessem lhe causado calosidades ou marcas que pudessem ser sentidas naquele momento de pleno sexo sem limites. Amanda sentia-se premiada em usufruir de um corpo tão bem-feito em um homem que já passara da meia-idade, mas que, mesmo assim conservava um vigor quase atlético cujo desempenho poderia ser classificado com uma nota máxima. Houve um momento em que Amanda parou de movimentar-se fitando seu parceiro nos olhos e sorrindo para ele, que, por sua vez, empurrou sua cintura projetando seu instrumento para dentro da vagina dela e fazendo-lhe gemer de tesão e de prazer. Ela já perdera a conta de quantos orgasmos Dante havia lhe propiciado, e mesmo assim esperava mais, muito mais daquele corpo exultante de desejo e de tesão. Mas, subitamente, Amanda foi surpreendida pela agilidade do parceiro que com um movimento lateral girou seu corpo por sobre o dela ficando no controle da situação enquanto tornava a empurrar seu cacete para dentro daquela boceta quente e úmida. Dante estocou aquela vagina sem qualquer dó ou piedade com movimentos intensos, vigorosos e rompantes que faziam Amanda gemer cada vez mais alto como uma mulher apaixonada que precisa da rola do macho para satisfazer um tesão que parecia reprimido por muitos anos. Amanda gozou mais algumas vezes, sentindo que sua vagina parecia uma cachoeira de líquidos corporais que fluíam a cada penetração do parceiro que, por sua vez, não dava qualquer sinal de cansaço ou mesmo de que estava prestes a ceder ao decurso daquela sessão de sexo que não havia parado desde o primeiro instante. Ela estava exultante com tanto tesão e tanto prazer proporcionados por um homem que sempre fora discreto e recatado, mas que agora, ali naquele momento, mostrava-se um macho de tesão incontrolável que somente queria proporcionar prazer para sua parceira, impelindo-a na direção de um orgasmo após o outro. Eles pareciam ter sido concebidos um para o outro no que se referia ao enorme tesão que agora se revelava de modo deliciosamente obsceno e que fazia deles escravos de suas genitálias como se apena aquilo existisse e o mundo à sua volta tivesse se diluído em calor e umidade corporais que faziam do momento a única coisa a ser considerada. Subitamente, Dante cessou os movimentos e levantou-se do chão onde estavam trazendo o corpo de sua parceira consigo. Com movimentos bruscos e quase violentos, ele colocou Amanda de costas para ele e sem permitir qualquer reação por parte dela passou a explorar seu ânus com os dedos sinalizando que o inevitável estava ainda por vir. Amanda assustou-se com a atitude de seu macho e inicialmente, pegou a mão dele com a sua ensaiando uma retirada estratégica da região, demonstrando um pudor fora de hora e de lugar. Por um momento ela pensou que seu parceiro cederia à sua ação denotando um comportamento cavalheiro típico dele que retornaria ao sexo consensual que até agora os fizera tão próximos e tão realizados. Todavia, Dante não obedeceu ao pedido de sua companheira e com um movimento bruto e ameaçador tomou-lhe ambas as mãos e quando Amanda deu por si estava algemada e indefesa ante seu macho que agora revelava-se um estuprador agressivo e violento. “Fica calma, você me pertence! Atendi suas condições, não é, … pois é, … agora irá atender e se satisfazer com as minhas condições, possuindo esse buraquinho quente e macio, … e nem adianta resistir, … se fizer isso mais difícil será para você!” . A Voz de Dante parecia carregada de desejo mesclado com a dominação típica do macho que pode tudo e que não vai arredar pé até conseguir o que almeja. Amanda desesperou-se e começou a chorar, suplicando para que ele não fizesse aquilo. “Não, … por favor, … o cu não! Vai doer, … eu sei, … tenho medo, … por favor, me poupe, … eu não mereço esse castigo, … por favor!”; as súplicas de Amanda eram chorosas e envergonhadas, … sentia-se submissa a um homem que até aquele momento a fizera feliz com tanto prazer, mas que agora estava prestes a deflorar o seu cu sem qualquer pudor ou receio. Ela chorava, … gritava, … suplicava, … porém, de nada adiantava, … os dedos de Dante passearam por sua vagina apenas para ficarem úmidos o suficiente seguindo em direção ao ânus e penetrando-o com certo cuidado, pois aquela era uma ação exploratória, … mas, a dor ainda estava por vir. Dante empurrou Amanda em direção da parede colando seu rosto contra o concreto frio enquanto suas mãos abriam espaço entre as nádegas roliças e carnudas apontando a rola dura e de cabeça inchada na direção do cuzinho intocado. O primeiro movimento de avanço foi brutal e impiedoso, forçando a entrada da glande que duplicara de tamanho e que assim que concluíra sua missão fizera com que Amanda gritasse enlouquecida pela dor que parecia rasgá-la de fora para dentro. Ela pensou por um momento que iria desmaiar ante tal intensidade da dor que assemelhava-se a um ferro em brasa invadindo suas entranhas, e quando Dante, ciente de que a curra havia sido iniciada, segurou-a pelas ancas ela teve a certeza de que o inevitável tornar-se-ia uma dolorosa realidade. E antes que Amanda pudesse respirar fundo e procurar algum resquício de força e dignidade para resistir ao ataque a que estava submetida, Dante puxou-a pelas ancas em sua direção; imediatamente, a enorme rola pulsante completou seu trabalho, tomando todo o espaço daquele pequeno orifício antes intacto e virginal. Amanda deu um grito que mais parecia o urro de um animal sendo abatido pelo seu predador, ao mesmo tempo em que tentou recuar, fugindo daquele rompante que fizera dela uma vítima dos desejos brutais de seu parceiro, mas sendo impedida pela força de Dante cujas mãos apertavam a carne de suas ancas com tal vigor que tornavam qualquer reação apenas mais um processo de profunda dor e humilhação. Quando Dante sentiu suas bolas roçarem a parte inferior entre o ânus e a vagina, ele deu um sorriso vitorioso, encostando seus lábios no ouvido de Amanda e sussurrando algumas palavras em tom ameaçador e violento. “Viu, minha Amanda! Esse cu já é meu! … a partir de agora você é minha totalmente, … minha e de mais ninguém! … nem mesmo aquele seu ex-noivo frouxo e idiota tem o que eu tenho agora, … seu cu e sua alma são meus para sempre! Você entendeu? … responde, Amanda!” “Sim, … sim Dante, … eu entendi, … sou sua não porque meu rabo foi possuído por você, mas sim porque o amo muito, ...” - a voz de Amanda era fraca e com um tom não de derrota, mas sim de submissão, … ela estava à mercê daquele homem que, agora, podia fazer dela o que quisesse, quando quisesse, … e como quisesse! Imediatamente, Dante iniciou movimentos de vai e vem longos e calculados, fazendo com que Amanda sentisse toda a pujança daquele membro enorme que a cada movimento feria ainda mais o seu ânus, causando uma dor que não tinha limites. Amanda cerrou os olhos e rogou para que aquilo acabasse logo, … queria desvencilhar-se daquele bruto, queria que ele terminasse logo o que havia começado, … mas, quando ela imaginou que seu suplício seria longo e penoso, eis que a dor foi, gradualmente, sendo substituída por uma sensação de prazer que, no início parecia tímida e incipiente, reservando apenas uma pequena memória dos orgasmos que ela havia sentido momentos antes ao ser penetrada em sua vagina pelo seu parceiro. A cada movimento de Dante, ela sentia que a dor ia diminuindo de intensidade, dando lugar a uma sensação de prazer muito mais sensível que qualquer outra, … era como se o seu cu tivesse se tornado uma vagina, quente, úmida e acolhedora daquele que outrora fora seu duro e másculo algoz. Era um prazer que crescia – lentamente, é verdade – mas que trazia consigo um tesão indescritível que se refletia em todas as partes de seu corpo, … seus mamilos haviam se intumescido ainda mais, tornando-se hirtos e chegando mesmo a doer um pouco, … seu ventre parecia contrair-se como recebendo aquela penetração dentro dele de modo extremamente acolhedor e prazeroso, … uma onda de tesão e de prazer invadia suas entranhas e cada movimento de penetração de seu parceiro faziam com que ela se sentisse arrebatada por um prazer que jamais havia sentido, … era o prazer de ser dominada por um macho da forma mais brutal possível, mas que, no fundo, era a forma mais potente de dominação do homem sobre uma mulher. Mais uma vez, Amanda desejou que aquela experiência jamais tivesse fim, e que aquela pica enorme permanecesse dentro dela para sempre, fazendo dela uma escrava daquele instrumento de dominação e de submissão que, no fim das contas, era a melhor coisa do mundo. Amanda queria ser de Dante para sempre. Enquanto pensava assim, Amanda aproveitava aquele momento, deixando de lado qualquer pudor e passando a agir como uma mulher experiente que sabia muito bem como conquistar e submeter um homem sem que ele percebesse. Empinou suas ancas possibilitando uma arremetida mais profunda daquela pica invencível, deixando-se invadir cada vez mais e retribuindo com movimentos receptivos no sentido contrário ao de Dante, sincronizando seu corpo com o dele, tornando aquela cadência algo único e inesquecível. Vez por outra ela rebolava suas nádegas obrigando seu parceiro a manter a penetração em curso, no mesmo sentido em que provocava uma quase escorregadela da rola para fora de seu cu. E quando isso ameaçava acontecer, ela contraía o esfíncter, fazendo de seu cu uma boca sem dentes que mordiscava a glande causando uma enorme sensação de prazer em seu parceiro. Amanda sentia-se em pleno estado de êxtase, percebendo que aquela rola era, ao mesmo tempo, dominadora e dominada, submetendo-a aos seus impulsos, mas também sendo submetida aos anseios de uma fêmea no cio. Ela e Dante eram um único ser que se misturavam em seus líquidos corporais, seus suores caudalosos, e suas peles eletrizadas por um tesão intenso e sem fim. Ela ria quando seu parceiro dava tapas vigorosos em suas nádegas, mais se assemelhando ao jóquei que, montado em sua égua de raça, aplicava-lhe golpes para sentir o poder da fêmea que estava sob seu controle absoluto. Ela pedia mais, … pedia para que ele não parasse os movimentos, … pedia que ele continuasse a estapear suas nádegas, … que continuasse chamando-a de sua, … ou melhor, de sua plenamente sua! Dante gostava muito daquelas súplicas repletas de tesão e não cedeu um momento, aproveitando, inclusive para aproximar uma de suas mãos da vagina de Amanda passando a brincar com seu clítoris inchado e pulsante, apertando-o entre os dedos e sentindo sua umidescência quente e levemente leitosa, gestos que faziam Amanda gemer de tesão, implorando que ele não parasse o que estava fazendo; ela precisava daquele pinto no seu cu e aqueles dedos hábeis em sua vagina, … aquilo a tornava plena e completa, … jamais sentira um macho possuí-la daquela forma: vigorosa, e deliciosamente brutal sem excessos, … ela havia realmente se tornado a mulher de Dante, e sempre que ele quisesse ela estaria pronta e disponível aos seus desejos mais obscuros e inconfessáveis, … finalmente, Amanda havia se tornado uma mulher de verdade; uma mulher desejada, excitante e capaz de dar e sentir prazer na mesma intensidade e com a mesma voluptuosidade. Após tantos movimentos, tantas indas e vindas, Dante – pela primeira vez, é verdade – dava sinais de cansaço e de que aquele idílio sexual estava próximo de seu fim. Ele estocou aquele ânus mais algumas vez, propiciando um novo orgasmo em sua parceira que parecia vibrar com tanto prazer fluindo por todo o seu corpo, para logo depois confessar-lhe com voz fraca e vencida: “Ah! Amanda gostosa, … não consigo segurar mais, … vou gozar dentro do seu cu!” As palavras de Dante selaram o destino daquele momento: o macho estocou uma última vez, profunda e vigorosa, até que, segurando as nádegas roliças de sua parceira urrou com extrema violência. Amanda sentiu quando a rola começou a ejacular, lançando jatos quentes e volumosos dentro de seu ânus e invadindo suas entranhas com aquela substância deliciosamente gostosa. Ela sentia-se realizada com aquele enorme volume de sêmen tomando seu interior, cujo excesso não tardou em vazar na mesma medida em que o cacete de seu macho murchava lentamente. Dante agarrou-se ao dorso suado de sua parceira e sentiu suas pernas bambearem, … aquele esforço havia sido algo além de qualquer possibilidade que ele pudesse ter imaginado, … e foi naquele momento que ele compreendeu o verdadeiro significado da palavra “extenuado” ..., pois era assim que ele se sentia; pleno de satisfação, mas completamente vazio de energia. Pouco a pouco, ele e sua parceira foram cedendo ao apelo de seus corpos cansados e flexionando as pernas quase ao mesmo tempo em que desabavam sobre o chão frio mas suficientemente aconchegante para aquela situação. E não tardou para que adormecessem ali mesmo, vencidos, extenuados, mas com uma indescritível satisfação em suas almas e em seus rostos plácidos e suaves. Quando finalmente deu por si, Amanda percebeu que estava em pleno êxtase, obtendo de corpo e alma o homem com quem sonhava e desejava diariamente… * CONTINUA...
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