Troilismo é uma prática ou parafilia onde a excitação sexual de uma pessoa é obtida ao observar seu(s) parceiro(s) tendo relações sexuais com uma terceira pessoa, ou em um grupo, podendo ser uma experiência ao vivo ou imaginada, e o termo deriva do francês "trois" (três). “Como vim parar aqui? Que loucura! Vou mesmo fazer isso?”. Eram esses os pensamentos que corriam a mil por hora em minha mente enquanto observava Ele dirigir meu carro com suas mãos másculas, seu braço forte e peludo e os ombros largos, que ocupavam todo o banco. Nosso destino era mais uma vez o seu consultório, onde me atendia há alguns meses, pelo menos uma vez por semana. Eu era boa de fazer essas contas e guardar tudo de cabeça, portanto sabia bem que já havíamos nos encontrado para transar 9 vezes. Portanto, justamente na décima vez, meu marido estaria à nossa espera na sala! Meu próprio marido, esperando para me ver chegar com meu médico, o homem que se deliciaria com o corpo de sua esposa logo ali, à sua frente! Claro que batia uma certa culpa, vergonha. Claro que dava um pouco de preocupação com os sentimentos do Pedro, que era e sempre fora um bom marido. Mas o fato é que estávamos fazendo algo consensual. A verdade nua e crua é que eu estava ofegante, trêmula de desejo e ansiedade. Sentia meus pelos arrepiados, meus mamilos rijos e meu sexo, úmido. Eu queria aquilo tudo. Antes apático e cheio de travas, agora Pedro agora me pegava com jeito e me dava prazer de verdade. Mas ele precisava sentir o cheiro de sexo em mim, ver meu corpo e minha lingerie com marcas de gozo, ouvir os relatos de como fui pega por outro médico. Nas últimas 9 semanas, nossa vida sexual havia passado por uma revolução. E como o médico, meu amante, me pegava gostoso! Como eu gostava daquele médico cafajeste me pegando com mãos fortes e decididas, com uma língua para lá de esperta! Como eu gostava de ser toda beijada e chupada por ele, que então me comia com seu pau grande e grosso! Com o médico aprendi a gozar de todos os jeitos, em todas as posições, e ainda a sentir intenso prazer com sexo anal. Sim, ele me pegava tão bem que eu aguentava tudinho dentro de mim, sentindo aquele misto de dorzinha e muito prazer até gozar forte. Nesse verdadeiro triângulo eu comecei a ter prazer com meus dois homens. E o dia da semana na qual eu encontrava o médico era o mais excitante e gostoso, pois gozava diversas vezes com dois machos. Agora, pela primeira vez, eles estariam juntos! Chegamos ao consultório e o médico estacionou o carro à porta da clinica. Estremeci ao reconhecer o carro de Pedro também estacionado. Eu já me preparava para abrir a porta quando o médico me deteve com suas mãos fortes. Sem dizer nada, ele me beijou gostoso, mordiscou meu pescoço e colocou a mão por entre minhas pernas, entreabrindo meu vestido. Por cima da calcinha já molhada, me masturbou dizendo coisas cafajestes que me fizeram ficar próxima do gozo. “Quer pau? Está preparada para dar gostoso para o médico enquanto o corno assiste?” “Sim... Sim... Queeerooo”, eu respondi, abrindo ao máximo as pernas. “Então vamos”, decretou o médico, me beijando gostoso novamente e abrindo a porta do carro. Entramos no quarto de mãos dadas e logo reparei em Pedro, sentado em um canto, numa poltrona surrada, tomando uma dose de uísque. “Oi, meu amor”, eu disse, o beijando de um jeito malandro. Pedro retribuiu, me beijou e abraçou o suficiente para que eu sentisse seu membro duro sob a calça social. “Vai dar para o médico na minha frente? Vai, minha putinha?”. “Vou, sim”, respondi. “Vou gozar gostoso no pau do médico para você assistir.” o Médico veio me puxar, trocando um olhar cúmplice com meu marido. Todos conversamos amenidades por cerca de 15 ou 20 minutos, quando o médico colocou uma música e começou a se despir. Depois, me tirou para dançar, baixando aos poucos meu vestindo e convidando Pedro a me acariciar. Estávamos devidamente relaxados, excitados. O médico então me beijou gostoso, me virou de costas e me fez debruçar com os cotovelos sobre o colchão. Pedro, com os olhos vidrados, voltou a se sentar na poltrona. Gemi enquanto senti o médico dando palmadas na minha bunda e afastando minha calcinha para o ladinho. Ele então caiu de boca na minha xota molhada, enfiando a língua e em seguida a passeando pelo meu grelo duro, dando chicotadinhas e fazendo sucção. Gritei de prazer. Soube que as intenções de o médico eram “nível hard” quando ele subiu a boca até meu ânus, que piscava. Ele passou a lamber e chupar meu botão de um jeito incrível, o lambuzando todo, me deixando com muita vontade de ser penetrada por trás. Pedro assistia com os olhos vidrados. E como o médico , meu amante, me pegava gostoso! Como eu gostava daquele médico cafajeste me pegando com mãos fortes e decididas, com uma língua para lá de esperta! Me sentir observada pelo marido é indescritível. Eu levito de prazer e tesão... É algo que fez eu me soltar ainda mais para o médico. Me virei de frente para ele, o beijei enquanto desabotoava sua camisa e calças. Baixei tudo até os joelhos e delirei ao ver o pauzão duro como pedra pular da cueca. Um pau grande e grosso, com aquela cabeça rosada e cheirosa que me fazia delirar. “Olha o pau dele, amor? Olha como é grande!”, eu disse, olhando para Pedro e punhetando o médico. Meu marido não resistiu e também abriu as calças exibindo seu pênis (tão bonito e gostosinho) e também começando a se masturbar. Achei aquela cena deliciosa! “Você vai chupar o pau dele, querida? Vai chupar o pau do médico?” Respondi com ação. Olhando para os dois machos com carinha de puta, passeei a língua pelas bolas grandes de o médico, fui subindo pelo mastro como picolé e lambi muito a cabeçorra. Então, comecei a colocar tudo na boca e chupar vorazmente. O médico gemia e forçava minha cabeça contra o pau, enquanto meu marido se masturbava a valer. “Agora quero ver ele colocar dentro de você. Quero ver esse pau te comendo”, pediu o corninho. o médico, é claro, obedeceu. E em grande estilo. Me deitou na cama, na ponta do colchão, levantou minhas pernas e começou a passear com o pau pela minha boceta. Quando me sentiu bem louca, me penetrou daquele jeito especial, sem pressa, mas com firmeza. Com tudo lá dentro e eu gemendo, projetou o corpo sobre o meu, segurou firme meus braços pelos pulsos e começou a meter com força, rebolando. “Aiiiiiii.... Ai, que pau grande e gostooosooo! Mete, mete!”, eu gemia e falava alto, olhando para Pedro, que fazia cara de prazer e se masturbava assistindo tudo. “Amor, ele tá metendo muito na minha xoxotinhaaa... Na xoxotinha da sua mulheeerr... Aiiiii” “E você tá gostando, tá? Tá bem putinha?”, perguntou Pedro. “Então pede para ele foder mais. Vai, pede”. “Me fodee, me come gostoso, médico. Come daquele jeito especial para meu maridinho assistir!” o médico me penetrava por completo, roçando o corpo sobre meu clitóris, mordiscando meios, seios, meu pescoço. Comecei a sentir o gozo chegar. O médico já me conhecia o suficiente e percebeu meu orgasmo chegando, mas queria mais. Muito mais. Ele se ergueu e me puxou, virando meu corpo para que eu ficasse de costas para ele. Então, me deixou de joelhos, me fez ficar bem empinadinha, deu tapinhas na minha bunda e me estocou firme, de quatro. Ele me segurou firme pelos cabelos com uma mão, enquanto a outra me segurava firme pela cintura. E metia com muita força, produzindo aquele barulho delicioso dos dois corpos se encontrando. Plá! Plá! Plá... “Ahhhh, que delíciaaaa.... Vou gozaaaaar....!” Anunciei o orgasmo assistindo meu marido se masturbar muito, doido de tesão. Senti o quarto ficar cheio de estrelinhas, saí do corpo, parecia levitar. E gemi, gemi muito enquanto gozava demais, sentindo minha xoxota enxarcada. O médico me acariciava e beijava, mas eu sabia que ele queria mais. Seu membro seguia ereto, pulsante. A visão por si só já me deixou excitada novamente após poucos minutos de carícias e gemidos. Senti novas mãos passeando pelo meu corpo. Pedro agora estava de pé, nu, se punhetando à beira da cama. Gemi. O médico deitou-se de costas e me puxou para cima dele, chupando e mordiscando meus seios. Naturalmente, deixei o pau roçar meu clitóris e o encaixei, sentando e deixando centímetro por centímetro voltar a invadir meu corpo quente. Totalmente sentada sobre ele, sentindo o saco roçar meu ânus, comecei a rebolar, quicar e a falar bobagens. “Amor, adoro sentar em pica. Olha como sento gostoso em cacete... Esse pau é grande, me deixa ardida, adoro!” Os dois gemiam e me acariciavam ao mesmo tempo, a ponto de novamente me deixarem próxima do orgasmo. O médico dobrou as pernas para conseguir mais apoio com os pés, abriu bem minhas nádegas e passou a estocar forte. Muito forte. Delirei. “Ai, ai, ai, ai... Amor! Ele tá metendo muito forte! Tá acabando comigo!” “Mete... mete! Fode ela gostoso...!”, ordenava Pedro ao médico, enquanto eu gozava novamente, quase desmaiando. O médico saiu de dentro de mim, me jogou de costas no colchão, ficou gozando em cima de mim. E ele gozou muito! Gemendo, esporrou uma quantidade enorme de porra nos meus seios, barriga, monte de Vênus... Há um certo protocolo nesse universo cuckold, do corno, da mulher e do médico. o médico era experiente e letrado nesse ambiente. Após recuperar o fôlego, me beijou, se vestiu e foi embora, novamente trocando um olhar de cumplicidade com meu marido. Enquanto eu recuperava o fôlego estirada na cama, não nego que me senti um pouco sem graça na frente de Pedro. Qual seria a reação dele? Minha preocupação não duraria muito tempo. Logo o senti se aproximando de mim, se abaixar e me beijar com muita volúpia. Com a mão direita, acariciei seu pau duro a pulsar, pedindo atenção. “Olha o que o médico fez em mim, amor? Estou toda cheia de gozo, de porra...”, falei, passando a mão sobre meu corpo melado. “Estou vendo. Você gostou, amor?”, perguntou meu marido. “Amei...”, respondi. Pedro se ajeitou sobre meu corpo e passou a me beijar todinha. Orelhas, pescoço, ombros e... Seios... Meus seios com o gozo de outro homem começaram a ser chupados pelo meu marido, que os mordiscava, dava chicotadas com a língua. Delirei novamente, voltando a me sentir molhada. “Amor, você está limpando a porra do médico?” Pedro continuava descendo com a boca, beijando e lambendo minha barriga, monte de Vênus, virilha... Todos os lugares que estavam com o gozo de o médico. Até chegar à minha xana doloridinha, ardida pelas estocadas do pauzão do médico. Pois meu marido lambia e chupava tudo com vontade, muita habilidade, a ponto de deixar meu grelo durinho novamente, e o meu melzinho voltar a enxarcar toda xoxota. “Você viu quanta porra? Você limpou tudinho, amor”. Pedro respondia com atitudes, me chupando agora ali no ânus, que piscava. Rapidamente, meu marido foi até uma mesinha e voltou com um tubo de lubrificante, espalhando tudo gostosamente no pau e na minha bundinha, com atenção especial ao botãozinho. Com uma habilidade que eu nem sabia existir, Pedro me colocou de ladinho, beijando e mordiscando meu pescoço enquanto acariciava meu cuzinho com os dedos. Então, começou a introduzir de leve o dedo do meio. Delirei, rebolei... Depois, o segundo dedo... “Aiiiii, tá me laceando, amor... Ai, meu cuuu...” Então, mais um dedo. Já eram três, dentro de mim, começando um delicioso vaivém até eu ficar pronta e tinindo. Eu continuava de ladinho, toda jogada na cama, lasciva. Pedro, incrivelmente esperto, ajeitou o membro no meu cuzinho e começou a enfiar. Foi colocando aos poucos, até entrar inteiro dentro de mim. Senti o saco encostar na minha xoxotinha e fui às alturas. Meu marido começou a bombar forte no buraquinho. “Amoooorrr! Meu cu! Você tá comendo muito o cu da sua putinha!” O maridão respondia com voz de médico. “Assim que eu como a putinha que gosta de pica! Toma meu pau todo pra você!” O pau de Pedro também é delicioso. Grosso, bonito. Ele todo dentro de mim, por trás, me levava às alturas. Ele já metia e bombava rápido. Eu sentia um misto de dorzinha e prazer. Muito prazer. Quando ele começou a mordiscar meu pescoço, orelhas e a masturbar minha bocetinha, gozei feito doida. Me surpreendi com a quantidade de melzinho que saía de mim, deixando minha vagina, a mão de Pedro e a roupa de cama enxarcados! Não demorou para meu maridinho também gozar, com o pau latejando bombando um monte de leitinho quente no meu cuzinho. “Aiiiii, que delícia”. Ficamos muito tempo nos acariciando e nos chupando, eu sentindo o ânus latejar e a porra escorrer entre minhas pernas. Ficamos totalmente apaixonados por esse mundo novo. A partir desse dia, não apenas com o médico, mas também em casas de swing e festas liberais, virei a hotwife perfeita do meu marido. ... COMO JÁ DISSE TODA HISTORIA PODE TER UMA DUPLA VERSÃO. MAS ACREDITEM, POIS É VERDADE. HUNSAKER
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