. 4.11 - O DONO


Amanda chega em casa e perguntando por Dante, Izabel lhe informa que tinha ido para a praia.
O sol brilhava forte sobre as areias douradas da praia, enquanto Amanda caminhava pela orla, sentindo a brisa fresca do mar acariciar seu rosto. Seus olhos claros buscavam a tranquilidade das águas azul-turquesa, mas em vez disso, encontraram algo que a deixou momentaneamente sem fôlego.
Dante estava de pé sobre uma plancha, deslizando pelas ondas com uma facilidade e graciosidade que a hipnotizaram instantaneamente. Seus movimentos eram fluidos, seu corpo bronzeado deslizava sobre a prancha com uma habilidade impressionante. Amanda não pôde deixar de notar a confiança em seu porte, a maneira como ele parecia em casa no oceano.
Ela se aproximou, curiosa, os olhos fixos nele enquanto dominava as ondas com maestria. Seus cabelos reluziam ao sol, cada gota de água salgada ressaltava sua pele bronzeada. Parecia que ele e o mar estavam em perfeita sintonia, como se fossem um só, e ela não conseguia desviar o olhar.
Quando ele finalmente voltou à praia, Amanda percebeu que seu coração batia mais rápido do que o normal. Havia alguma coisa naquele estranho momento que mexia com algo dentro dela, despertando desejos há muito tempo adormecidos.
Amanda era uma mulher ocupada, imersa em sua rotina frenética. Entre compromissos e responsabilidades, raramente encontrava tempo para si mesma. No entanto, por trás de sua fachada de eficiência e determinação, havia uma chama de desejo não realizado, um anseio por aventura e liberdade que a consumia em silêncio.
Naquele dia, na praia, olhando para o Dante que ainda parecia uma miragem, ela viu uma oportunidade de se aventurar, sair um pouco da rotina. Para ela, era comum caminhar sozinha pela orla da praia, era seu momento de reencontro consigo mesma. Ela só não esperava encontrar daquele jeito.
Foi então que ele se aproximou, com um sorriso gentil e olhos profundos que pareciam ler sua alma. “Você parece fascinada pelo mar”, ele disse, sua voz suave como uma brisa marinha. “Posso te ensinar a surfar, se quiser.”
Amanda mal conseguiu articular uma resposta, seu coração martelando no peito enquanto lutava para encontrar as palavras certas. Ela sabia que não devia ceder à tentação, era longe demais de sua realidade, mas algo no olhar de Dante a fez querer se perder naquele momento, esquecer de tudo e simplesmente se entregar ao desconhecido.
“Eu… Eu adoraria aprender”, murmurou Amanda, seus lábios curvando-se em um sorriso hesitante que traía sua cautela.
Dante, estendeu a mão em um gesto acolhedor. “Então vamos lá”, ele disse, seus olhos faiscando com uma promessa silenciosa.
Amanda ficou sem graça, não esperava que o Dante fosse lhe oferecer tal tentação. Ela tentou mil desculpas para desfazer-se como o sal na água, mas a vontade começava a falar mais alto que o medo do novo, da aventura de verão que estava prestes a viver. Por um minuto, veio uma desculpa, “estou sem biquíni, não posso surfar com roupa”, ela disse a seu marido que a encarava à espera de uma resposta.
Dante a olhou e, sem hesitar, disse que não teria problema em tirar a roupa e ficar nua. Afinal, só estavam os dois ali e o mar. Era uma praia deserta, só a areia macia e o barulho das ondas. Amanda não conseguiu resistir à vontade de viver aquele momento. Realmente, a praia estava completamente vazia, só havia os dois e mais ninguém.
Amanda se rendeu à vontade incontrolável de aprender a surfar nua com o marido. Tirou suas roupas enquanto ele a observava atentamente e juntos, entraram no mar. Enquanto aprendia a surfar sob a orientação de Dante, ela também descobria um lado dela mesma que nunca soubera existir. Uma parte selvagem e indomável que ansiava por liberdade, por aventura, por prazer.
Os dois se divertiam, enquanto se acariciavam por todas as partes de seus corpos. Entre risadas e olhares que penetravam a alma, Dante começou a chegar cada vez mais perto de Amanda. Ela se envolvia naquela imensidão do mar, enquanto ele passava a mão em seu rosto de forma delicada.
Dante olhava para Amanda e só pensava uma coisa “a quero beijar”. Com um pedido de desculpas, ele a beijou enquanto segurava forte sua nuca. Com uma das mãos, ele deslizava pelo corpo de Amanda, apertava sua cintura, e a beijava cada vez com mais intensidade.
Amanda só sabia pensar “que beijo maravilhoso”, enquanto Dante a tocava por completo. Eles continuaram se beijando e ele foi descendo a mão até chegar nas extremidades da vulva de Amanda. Na hora, ela se assustou com o toque, mas permitiu que ele continuasse. Lentamente, ele passava a mão nela e enfiava devagar um dedo, depois outro. O toque de Dante fazia Amanda delirar, ansiando por mais.
Segurando-a com força, Dante perguntou se Amanda estava disposta a viver aquela aventura com ele. Delirando de prazer, sentindo os dedos de Dante dentro de sua buceta, indo e voltando como as ondas do mar, Amanda apenas acenou com a cabeça confirmando.
Então, ele a segurou mais forte contra o seu corpo e começou a passar seu pau onde dava mais prazer em Amanda. Dante a encaixou direitinho em seu pau e os dois ficaram se movimento no mesmo ritmo das ondas. Amanda delirava de tesão, enquanto Dante a penetrava com mais força.
Mas eles queriam mais com todo aquele tesão aumentando, queriam sentir um ao outro com mais explosão. Então, decidiram sair das águas do mar e continuar o movimento dos corpos na areia. Dante estendeu uma toalha sobre a areia e disse a Amanda para se deitar. Ele começou a beijá-la novamente, envolvendo seu corpo que arrepiava a cada toque.
Sem mais delongas, Dante ficou por cima dela e a penetrou de leve enquanto a beijava. Conforme Dante sentia os delírios de Amanda, que gemia e até soltava uns gritinhos, ele a penetrava cada vez mais forte. Fodia mesmo, com vontade. O pau entrava cada vez mais rápido e Amanda gemia de prazer.
O tesão era enorme, então ele intercalava com movimentos leves, deitado por cima de Amanda, que não se aguentava de tanto tesão. Enquanto ela sentia aquele pau todo dentro dela, que se mexia devagar, mas de uma maneira delirante, Amanda levou sua mão até seu clitóris e começou a bater uma. Ela gostava de ser penetrada ao mesmo tempo em que se tocava.
Sentia com vontade um tesão enlouquecedor, apertava a areia com força, mordia o pescoço de Dante enquanto se arrepiava com todos aqueles movimentos. Se continuasse assim, iria explodir de prazer ali mesmo, no pau de Dante, que não parava de penetrar Amanda.
Os movimentos ficaram cada vez mais intensos. Amanda gozou num clamor de revirar os olhos, mas pediu que Dante continuasse. Ele continuou metendo seu pau na buceta de Amanda, agora toda encharcada daquele líquido delicioso, e pediu mais e mais. Ela queria ver o gozo de Dante em sua barriga, queria o máximo naquele momento, mas que a fez chegar em lugares antes adormecidos.
Amanda sentia cada reação de Dante, sua excitação refletida no tremor de sua pele. Sem aviso, outro orgasmo a envolveu. Dessa vez, gozaram juntos, e já estavam extremamente exaustos do sexo intenso que acabaram de viver, mas muito felizes pela satisfação que foi aquele momento.
Enquanto as ondas sussurravam seus segredos à beira-mar, Amanda e Dante se recolheram, vestindo-se lentamente sob o olhar cúmplice do oceano, sabendo que aquele momento precioso ficaria para sempre gravado em suas memórias.
Amanda seguiu pelo caminho voltando para casa, levando na memória as lembranças daquele dia cheio de excitação.
Dante pegou a plancha e voltou para o mar lhe dizendo que completaria seu ciclo de ondas antes de ir para casa.
*
CONTINUA....

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Ficha do conto

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Nome do conto:
. 4.11 - O DONO

Codigo do conto:
252253

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
15/01/2026

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