. 4.3 - O DONO

Pela manhã Dante sai cedo de casa liga da empresa para Amanda que não atende o telefone. Tenta novamente a tarde e nada. As 18hs Dante vai até a joalheria e pergunta por Amanda, e lhes respondem que ela teve que fazer uma viagem a trabalho. Dante tenta mais uma vez a noite e sem resposta. Aciona o serviço de inteligência para ter uma explicação sobre o inesperado.
Por volta das 22hs toca o telefone vermelho e ao atender ouve a voz de Amanda.
- Oi Dante, desculpe o desencontro, tive que fazer uma viagem para ouvir a opinião de um amigo de meu pai sobre joalherias de alto valor e como tudo foi tão rápido não tive tempo de lhe ligar.
- Por que não está usando o telefone que lhe dei?
- Sai tão as pressas que o esqueci em casa. Assim não sabia o seu número.
- E como sabe meu número agora?
- Me lembrei.
- Você está bem?
- Estou muito bem.
- Onde você está?
- Brasília.
- Quer que eu lhe mande buscar?
- Não, não precisa, até porque devo permanecer aqui por mais três dias.
- Tudo bem, se precisar é só me ligar, agora sabe meu número. E este telefone? Não é o seu...
- É do amigo de meu pai.
- E o seu?
- Estou tão desatenta que o esqueci também.
- Ok.
- Quando voltar ao Rio me ligue.
- Com certeza.
- Se cuide.
- Thau.
Amanda desliga o telefone sem qualquer explicação ou mesmo uma despedida afetiva. Não parecia a mesma mulher com quem viajou e dormiu por três dias seguidos.
Amanda volta para o Rio de Janeiro no quarto dia de sua viagem para Brasília.
No quinto dia Dante vai a sua joalheria e se senta com ela no escritório da loja.
- Amanda, não tem nada para me dizer?
- Dante: A antiga Amanda esperava por seu dono para ser entregue ao mundo que sempre buscou, o momento finalmente chegou... A minha doce face se transformou, a sua voz de comando me intimidou, o sexo estalou... Que dor, que prazer! Muitas horas depois ainda sinto seu membro, sua boca, suas mãos, e "tudo aquilo" que me atordoou... Minha pele ainda treme sensível depois de tantos orgasmos incontroláveis e implora novamente pelo sexo tão doce e prazerosa de seu membro e toque, mas sua condição de ter sido meu dono me incomoda ainda mais agora.
Acabou de morrer a Amanda submissa, mulher pacífica, tranquila, que preferia uma boa conversa do que se indispor, pois acreditava que um mundo melhor se fazia com diálogo e compreensão. Essa coitada morreu, cansada de ser "submissa," triste por ver que no mundo, existem pessoas tão pequenas e medíocres, pessoas vazias e que não desenvolvem a "alteridade," mas nada como um dia após o outro, ainda bem que existem outros dias... NASCE UMA NOVA AMANDA, firme e ciente de que tem direitos e deveres, e como mulher que cumpre seus deveres, que se cumpra também os direitos, simples assim...
- Amanda eu bem sei que você foi para Brasília com suas duas amigas que vi no restaurante. Também sei que o amigo de seu pai é o tio do seu ex-namorado. Também sei que não havia esquecido o telefone que lhe dei, pois o rastreador me mostrava onde estava. Posso entender que tudo isso que vivemos foi gerado de uma forma muito rápido e intensa, assim como sei que essas pessoas a quem chama de amigas e amigo, a última coisa que querem é o seu sucesso por inveja. Seria muito fácil para mim lhe virar as costas e deixá-la perceber o que acabei de dizer como verdade. Porém não irei lhe virar as costas nem lhe impor nada. Ficarei a sua disposição para lhe ajudar quando acordar deste pesadelo e precisar de ajuda.
Dante se levanta e sem dizer nada se retira da sala e vai embora.
*
Por volta das 19hs quando o telefone vermelho tocou, ante de o atender vi que era Amanda. Atendi e não falei nem uma palavra.
- Está me ouvindo?
- Estou...
- Não faça isso comigo.
- O que?
- Não fique chateado comigo.
- Como devo me comportar?
- Desligue esse telefone e venha, estou desesperada de saudade de você. Eu sei que você sabe onde estou.
Sem dizer nada desliguei o telefone e sai indo em sua direção. Ela estava no escritório novo da joalheria. Acredito que não tenha demorado mais do que 20 minutos para chegar ao andar. Encontro a porta aberta, porém encostada.
A encontro sentada sobre a mesa, voltada para a porta, quando vi o que realmente estava acontecendo, passei a chave na porta me aproximei e ela começou a me beijar intensamente, o calor foi aumentando e decidimos ir pra outra sala onde tem um sofá.
Os beijos recíprocos e calorosos, Amanda decidi abrir meu zíper da calça. Que delícia chupar esse pau novamente, o ficou chupando, mordendo de leve, lambendo, brincando com sua língua, até que lhe fiz uma proposta sem dizer nada, a de lhe fazer sexo oral também. Ela aceitou, tirou toda a minha roupa dele e eu a dela.
Ficamos nos chupando por uns 15 minutos mais ou menos, até que gozei em sua boca, que delicia ela diz, sentir seu gozo em minha boca.
Continuei a lamber, chupar até que o pau ficasse duro novamente, coisa que não demorou muito.
Eu fui passando as mãos pelo seu corpo todo, chupando seus seios, até chegar em sua bucetinha, enfiei o dedo e Amanda pode sentir que não iria aguentar mais, pois iria gozar logo. Eu sentindo isso também, a coloquei de quatro no sofá e fui a penetrando bem devagar e aos poucos, a fazendo delirar de tanto tesão, comecei com ritmos vagarosos e fui aumentando a velocidade quando percebi que sua respiração já anunciava que iria gozar, quando foi gozar me perguntou se poderia gozar em minha boca, gozou loucamente, gozou sentindo minha língua. Lhe disse que ainda tinha fome dela e iria comer seu cuzinho, ela não queria aceitar, pois é grosso e grande (alegou), mas o tesão começou a lhe deixar alucinada, foi então que me aceitou, continuou de 4 no sofá, um pouco mais inclinada, fui colocando aos poucos, e dando bombeadas bem devagar, mas a cada centímetro que entrava eu aumentava a velocidade, e foi assim até que gozou, gritou, sentiu suas pernas ficarem fracas, e ainda queria mais.
Sentei no sofá e pedi para que ela sentasse em meu colo, sentou e começou a cavalgar, estava adorando apertar seus seios, morder, chupar, quando vi que iria gozar novamente, fiz questão de a fazer gozar no pau, foi sentindo sua bucetinha apertando meu pau deliciosamente, até que gozei consigo. Descansamos um pouco, Amanda se levanta e vai ao banheiro. Fico sentado e sem fazer higiene me visto e saio sem a ver.
Lhe deixo escrito sobre a mesa:
Na sala mal iluminada,
Deitado ao teu lado,
Com o desejo extravasado,
O corpo suado,
Não me sinto saciado,
Porque tenho cobiçado,
Esse tesão calado,
Que me deixa agoniado,
Luxurioso e tarado.
Quando lhe põe de quatro,
Com um ritual delirante.
Estou em minha casa,
Que é a sua casa,
Não destrua nossa vida.
*
Amanda chega logo após Dante.
Amanda respirou fundo antes de falar novamente. A voz saiu mais baixa, menos firme — não por fraqueza, mas por vulnerabilidade assumida.
— Me perdoe — disse. — Eu estava insegura com tudo isso. Foi muito rápido… e tentaram fazer a minha cabeça contra você.
Dante abriu os olhos e virou-se levemente para encará-la. Não havia surpresa em seu rosto. Havia compreensão.
— Eu imaginei — respondeu. — Mudanças verdadeiras sempre assustam quem está fora… e também quem está dentro.
Amanda assentiu, os olhos marejados.
— Disseram que você sempre foi assim. Que isso também passaria. Que eu seria apenas mais uma história bem contada.
Ele não a interrompeu.
— E por um instante — continuou ela — eu tive medo de acreditar neles. Não em você… mas em mim. No que eu estava sentindo.
Dante levou a mão até o cabelo dela, num gesto simples, sem urgência.
— Você não precisa me pedir perdão por sentir medo — disse. — Eu passei a vida inteira ensinando pessoas a se apoiarem em mim. É justo que você queira saber se eu sei fazer o contrário.
Amanda sorriu de leve, ainda emocionada.
— Eu só precisava ouvir isso.
Ele a puxou para mais perto, com cuidado.
— E eu precisava que você dissesse — completou. — Maridos não adivinham. Eles escutam.
Amanda fechou os olhos e repousou novamente no ombro dele, agora com o corpo mais solto, como quem decide ficar de verdade.
Ali não havia mais defesa nem explicação.
Havia reconstrução.
E Dante entendeu que confiança não nasce do passado bem resolvido,
mas da coragem de falar quando ainda dói.
E Amanda, naquele instante, sentiu que não estava sendo conduzida —
estava sendo acompanhada.
Dante respirou fundo antes de falar, como quem escolhe as palavras não para vencer, mas para cuidar.
— Se isso voltar a acontecer — disse —, nós vamos conversar antes de tentar fazer qualquer coisa. Antes de reagir, antes de decidir. Para que não corramos o risco de destruir o que nos uniu.
Amanda abriu os olhos e o encarou. A frase não soou como regra, mas como compromisso.
— Promessa? — perguntou, em voz baixa.
— Pacto — respondeu ele. — Entre dois adultos que escolheram ficar.
Ela assentiu devagar.
— Eu também prometo falar — disse. — Mesmo quando tiver medo. Mesmo quando achar que posso te perder.
Dante a puxou para mais perto, apoiando a testa na dela.
— É assim que se constrói algo que não precisa ser defendido o tempo todo — disse. — Com conversa antes do estrago.
Amanda fechou os olhos, aliviada.
Ali, não se selava apenas um acordo para evitar conflitos.
Selava-se uma nova forma de vínculo —
onde o silêncio não antecede a ruptura,
mas a palavra protege o que importa.
E, naquela quietude segura,
ambos souberam:
o que os unira não fora a intensidade,
mas a disposição de não fugir quando o medo aparecesse.
*
O tempo foi passando sem alarde, sem marcos espetaculares, e Dante e Amanda foram se tornando mais unidos a cada dia justamente por isso. A convivência não trouxe desgaste, mas ajuste. Aprenderam os silêncios um do outro, os horários, os humores sutis, as pequenas manias que não pediam correção, apenas compreensão.
Não era uma união feita de intensidade constante, e sim de constância rara. Amanda passou a ocupar a casa como quem pertence, não como quem visita. Dante, por sua vez, começou a se permitir algo que sempre evitara: permanecer sem vigiar, sem controlar o tempo, sem antecipar saídas.
Havia noites tranquilas, manhãs simples, conversas sem propósito definido. O amor entre eles deixou de ser descoberta e passou a ser presença. Não precisavam reafirmar o que sentiam — isso se revelava nos gestos cotidianos, na forma como se procuravam com o olhar, na naturalidade de estarem juntos.
E assim, sem promessas solenes, foram construindo algo sólido: não uma paixão que consome, mas um vínculo que sustenta.
Com o passar do tempo, isso começou a se refletir até nos espaços públicos. No centro empresarial, Amanda passou a ser chamada naturalmente de Sra. Dante — não por imposição, mas por reconhecimento. O modo como circulava, a segurança com que falava, a serenidade com que resolvia questões faziam com que o nome viesse quase como algo óbvio, já incorporado à sua identidade.
No shopping, os lojistas e funcionários se referiam a ele como Dr. Dante. O tratamento não vinha apenas do respeito à posição ou ao poder econômico, mas da postura: discreta, firme, distante de qualquer exibicionismo. Ele era reconhecido mais pelo efeito que causava do que pelo que dizia.
Amanda percebeu, com certa surpresa, que esses títulos não a incomodavam. Não sentia que estava desaparecendo atrás de um nome maior. Pelo contrário, sentia-se ampliada. Ao lado dele, não era sombra nem adorno — era presença legítima.
E Dante, observando tudo isso, compreendeu algo que jamais havia vivido antes: pela primeira vez, seu nome não isolava — conectava
Tinham uma vida produtiva bem distinta e exigente, e por isso viajavam a trabalho sozinhos, cada um seguindo seus próprios compromissos. Não havia ciúme nem vigilância, apenas acordos silenciosos sustentados por confiança. A distância, curiosamente, não os afastava; tornava-os mais conscientes um do outro. Amanda descobriu que a ausência não despertava insegurança, mas saudade serena. Dante, por sua vez, entendia que não precisava controlar para permanecer presente. Quando se reencontravam, não havia cobranças nem explicações longas — apenas a sensação clara de que, mesmo separados por rotas diferentes, continuavam caminhando na mesma direção.
Contudo, por motivos de segurança, Dante havia montado uma pequena equipe discreta, responsável pela proteção e pela integridade de Amanda. Nada ostensivo: rostos comuns, rotinas comuns, presença quase invisível. Ele nunca apresentou aquilo como vigilância, mas como cuidado — uma extensão silenciosa de tudo o que não dizia em palavras.
Amanda sabia. Sempre soube. Percebia nos detalhes: o mesmo carro em horários distintos, a facilidade com que certos obstáculos nunca chegavam a existir, a estranha sensação de nunca estar verdadeiramente sozinha. Ainda assim, fingia não se importar. Não por ingenuidade, mas por escolha. Entendia os riscos que agora fazia parte de sua vida e, mais do que isso, aceitava-os com lucidez.
Não via naquela proteção uma prisão, mas o preço de caminhar ao lado de alguém cuja vida jamais fora simples. E, de forma quase paradoxal, essa consciência lhe trazia tranquilidade. Amanda não se sentia frágil por ser protegida; sentia-se valiosa. Dante não a guardava por medo de perdê-la, mas por saber exatamente o quanto ela importava.
Davam-se ao luxo de viajar anonimamente. Longe dos olhares que rotulavam, dos títulos que os precediam, eram apenas dois corpos misturados à multidão. Não eram reconhecidos, não eram interrompidos, não eram medidos. E isso lhes concedia algo raro: liberdade.
Caminhavam pelas ruas de mãos dadas, como qualquer casal comum. Em praias sem nome, sentavam-se na areia sem pressa; em restaurantes à beira da rua, dividiam pratos simples e risadas baixas; em shows e eventos, misturavam-se ao público, sentindo a música e o tempo passar sem urgência. Ninguém perguntava quem eram. Ninguém esperava nada deles.
Nesses momentos, Dante deixava de ser o homem cercado de poder, e Amanda deixava de ser a mulher observada. Eram apenas presença um do outro. E, curiosamente, era nesse anonimato que se reconheciam por inteiro — sem defesas, sem máscaras, apenas a intimidade silenciosa de quem escolhe estar junto.
Numa noite em Lisboa, distraíram-se de si mesmos. Beijaram-se na rua, abraçaram-se com a naturalidade de quem esquece o mundo, e acabaram chamando atenção além do que pretendiam. Um olhar aqui, outro ali. Nada hostil — apenas o lembrete de que nem sempre o anonimato os acompanhava.
Sorriram, cúmplices, como quem divide um segredo. Não disseram palavra alguma. Apenas caminharam de volta ao hotel, lado a lado, sentindo o frio leve da noite e o calor silencioso que existia entre eles.
No quarto, longe de qualquer expectativa alheia, a intimidade pôde existir sem pressa e sem vigilância. Não como espetáculo, mas como abrigo. Ali, entre gestos simples e presenças próximas, Lisboa ficou do lado de fora, e o que restou foi apenas aquilo que os unia — um vínculo que dispensava explicações.
Amanda estava serena — e isso era novo para ela.
Não era a euforia ingênua de quem vive um romance recente, nem a ansiedade de quem teme perder. Era uma calma profunda, construída. Sentia-se segura, não apenas ao lado de Dante, mas dentro de si mesma. Pela primeira vez, não precisava medir gestos, nem calcular consequências, nem vigiar o próprio desejo.
Havia nela uma mistura silenciosa de pertencimento e liberdade. Pertencimento porque se reconhecia no vínculo que construíram; liberdade porque não se sentia possuída, vigiada ou diminuída. Amanda se sentia escolhida — todos os dias — e não condicionada.
Em Lisboa, ao serem observados, ela não sentiu medo nem vergonha. Apenas sorriu. Porque sabia que o que tinham não dependia do olhar alheio. No hotel, ao fechar a porta, sentiu algo raro: descanso emocional. A intimidade ali não era urgência, era refúgio.
Amanda estava inteira. Em paz com o que sentia, com quem era, e com quem havia se tornado ao amar sem se perder.
Dante se via, pela primeira vez, desarmado — e isso não lhe parecia fraqueza.
Ter apenas uma mulher em sua vida não lhe soava como renúncia, mas como escolha consciente. Ele, que sempre confundira controle com segurança, percebia agora que não ser dono de Amanda era justamente o que tornava o vínculo verdadeiro. Não havia posse, havia permanência. Não havia domínio, havia decisão diária.
Isso o inquietava e o pacificava ao mesmo tempo. Inquietava porque o colocava diante de algo que não podia comprar, negociar ou prever. Pacificava porque, ao não precisar controlar, podia simplesmente existir. Amar, ali, não era estratégia; era risco aceito.
Dante se via menor em poder — e maior em humanidade. Pela primeira vez, alguém não orbitava sua força; caminhava ao seu lado. E isso exigia dele algo novo: confiança. Não na lealdade de Amanda, mas na própria capacidade de permanecer sem aprisionar.
Ele entendia, com lucidez rara, que não era dono porque não precisava ser. E que justamente por isso, talvez, nunca tivesse sido tão profundamente escolhido.
Amanda pergunta: Dante não sente falta das posses, de nenhuma delas???
Dante a olha por alguns segundos antes de responder, não por hesitação, mas por cuidado com a verdade.
— Não — diz enfim. — O que eu tinha não eram posses, eram vínculos frágeis sustentados por poder, medo ou necessidade. Isso nunca deixou saudade, apenas silêncio quando acabou.
Ele se aproxima um pouco mais, a voz baixa, firme.
— O que sinto falta, às vezes, não são pessoas, mas da ilusão de controle. E isso eu reconheço como um vício antigo, não como desejo real. Com você é diferente. Não há posse, não há dívida, não há troca desigual. Há escolha.
Dante segura a mão de Amanda, sem força, sem urgência.
— O que eu tenho com você não substitui nada do passado porque não ocupa o mesmo lugar. Não é mais intenso, é mais verdadeiro. E a verdade não deixa espaço para nostalgia.
Ele sorri de leve.
— Quem sente falta de possuir é quem nunca aprendeu a permanecer. Eu estou aprendendo agora.
Logo a pega pelo braço e a puxa para seu colo a levando para o quarto, a joga em cima da cama e inicia beijando suas pernas até chegar na sua vulva, que ainda de calcinha, a ficou provocando, passando a língua por cima da calcinha, Amanda se contorcia mas não dizia uma palavra, a única coisa que se comunicavam era os corpos, nessa hora começou a tirar a calcinha bem devagar e acompanhando sua saída com a língua até a liberar de toda sua vestimenta, a deixando totalmente nua na cama, ela o olhava e demonstrava com suas ações que queria ser devorada de todas as formas.
A pegou pelo braço e a puxou, ela entendendo o recado virou de costa para ele e empinou a bundinha, deixando bem exposta sua bucetinha que brilhava de tão umedecida que estava, foi segurando em seu quadril e encostando seu pau em sua bucetinha, empurrando bem devagar até entrar, ela gemia e empinava cada vez mais sua bunda, demonstrando que queria que enfiasse cada vez mais forte, então lhe obedecia, e dava cada estocada que a comprimia na cama até perceber, se tremer no momento do gozo, e nesse momento a única palavra que saia de sua boca era um gemido auto de muito prazer, mas como estava em um grande hotel ninguém ouvia o barulho que faziam.
Depois de alguns longos minutos a comendo por traz, resolveu mudar de posição e nesse meio termo ela agarrou seu pau com as mãos e começou a chupar com vontade, e Amanda ficava lhe olhando enquanto chupava para o deixar mais excitado ainda, depois disso a arrastou para ponta a colocando sentada em cima de frente pra ele, e com o pau bem duro a puxou ao seu encontro encaixando seu mastro de uma vez só em sua bucetinha e aproveitando para chupar seus belos seios que estavam bem arrepiados de tanta excitação, como demonstrava prazer enfiando o pau naquela bucetinha e ficar olhando-o entra e sai maravilhosamente, não demorou nada para os dois gozarem juntos e ficaram parados por alguns segundo.
Após essa relação resolveram se jogar numa água para diminuir o calor, mesmo com toda a chuva caindo a temperatura ali estava alta, Dante para o banheiro e deixou a porta entreaberta, já estava debaixo do chuveiro quando ela entrou com o rosto mais ousado ainda e lhe agarrou ali mesmo com um beijo ardente, seu pau ficou tinindo na hora a virou de costa e começou a roçar se membro entre suas perna o melando em sua buceta que estava excitadíssima, deu algumas deslizadas até encaixa-lo em seu cuzinho, deu uma leve forçada e viu que ela não recuou, então continuou forçando até que entrou a glande, deu uma tirada lambuzou na vulva de novo e voltou a estocar na qual foi entrando, entrando até sentir seu escroto bater em sua buceta, ela gemia de mais, começou a puxar e enfiar devagarinho, fui aumentando a intensidade até ficar num vai e vem, Dante segurava em seu quadril e enfiava com vontade, enquanto isso ficava massageando seu clitóris com os dedos que vez ou outra escorregava para sua vagina que estava esbaldando gozo, ficaram naquele vai e vem até Dante sentir nova vontade de gozar, nessa hora tirou o pau de dentro daquele cuzinho apertadinho e a empurrou para baixo gozando em seus seios, Dante gozando e Amanda passando a mão para espalhar em todo o seu colo.
Quando terminaram, tomaram banho, ela vestiu a sua roupa, se deixaram intensamente, ela sorriu e perguntou...
- Como consegue fazer eu me sentir tão bem?
*
CONTINUA....

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Ficha do conto

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hunsaker

Nome do conto:
. 4.3 - O DONO

Codigo do conto:
252244

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
15/01/2026

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