. 4.10 - O DONO

Dante passa na joalheria as 19hs pegando Amanda. Ao chegarem Amanda vai para o banheiro tomar banho, Dante a segura pelo braço e a deita na cama.
- Meu amor só me deixa tomar um banho rápido.
Dante a pega no colo e a leva para banheiro, entram no box e é iniciado um banho entre eles, um banhando o outro. Banho no qual Dante a vira para a parede, encostando seus braços, acaricia seus mamilos, com ambas as mãos, Amanda emana plena excitação sentindo seu membro totalmente ereto em suas costa. Dante aperta seus mamilos o que a se contrair dorso flexionando a cabeça, mantem a pressão com a mão esquerda enquanto a direita desce até sua púbis atingindo seu clitóris e o acariciando. Amanda estremece e fraqueja, Dante a segura, abre sua pernas e a penetra, de forma lenta e continua. Amanda explode numa clise orgástica, precisando ser segurada por Dante para não ir ao solo. Com ela em seu colo a leva para a cama a deita e abre suas lindas pernas beijando sua vulva e em seguida a penetrando novamente. Inicia um vai e vem que a faz gozar novamente, sem interromper os movimentos pélvicos começa a beija-la, a lhe falar alguma coisa em seus ouvidos, em lhe apertar e Amanda inicia um orgasmo atras do outro de forma ininterrupta e continua. Em um determinado momento Dante se dá conta que sua parceira se encontra quase desacordada, em seu corpo, a única parte que se movimenta é o diafragma lhe permitindo respirar. Dante interrompe o momento e fica lhe observando. Observando um mulher extremamente linda, jogada sobre a coma, totalmente despida, numa passividade extrema. Totalmente entregue. Podendo ele lhe fazer o que lhe der vontade. Ele se aproxima, acaricia seu rosto e lhe dar um beijo e lhe diz no ouvido.
“Você é tudo o que eu preciso”
Ao se recompor Amanda se levanta, e se deita sobre Dante, se apoia em seu tórax, se levantando e com sua mão direita o introduz em sua vagina e começa a cavalgar. Ao vê-la e senti-la fazer isso, Dante fecha os olhos e goza, a inundando de porra.
Depois de algum tempo Dante começa a acariciar sua mão. Amanda lhe diz:
Amanda: Dante como nunca engravidou ninguém? Não usa camisinha.
Amanda pergunta isso sem provocação, mais por curiosidade íntima do que por ciúme. Dante não responde de imediato. Ele a olha com aquele silêncio que costuma anteceder verdades.
— Porque eu sempre controlei as consequências — diz, por fim. — Não apenas os desejos.
Ela franze levemente a testa.
— Como assim?
— Durante muitos anos usei métodos que não dependiam da vontade do outro — responde com calma. — Depois, quando percebi que minha vida não comportava vínculos reais, optei por algo definitivo. Uma decisão médica, consciente, reversível apenas em teoria, mas assumida como permanente.
Amanda entende antes mesmo de ele concluir.
— Você nunca quis colocar alguém no mundo sem poder estar inteiro para essa pessoa.
Dante assente.
— Exatamente. Ter um filho não é um acaso. É presença, permanência, renúncia de certos mundos. Eu não era capaz disso antes.
Ela fica em silêncio por alguns segundos, tocando a própria aliança.
— E agora? — pergunta, sem ansiedade, apenas com honestidade.
Dante se aproxima, toca-lhe o rosto com delicadeza.
— Agora, se um dia isso fizer sentido… não será por descuido. Será por escolha. Nossa.
Amanda não sorri. Ela se aquieta.
Porque entende que, pela primeira vez, Dante não fala de controle — fala de futuro.
- Eu parei de tomar anticonceptivo. Estou errada?
- Mais ou menos.
- Mais ou menos? Como assim, eu gostaria de ter um filho contigo.
- Eu tambem quero.
- E para isso parei de tomar anticoncepcional, senão nunca irei engravidar de você.
- Você nunca precisava tomar anticonceptivos.
- Estou ficando confusa.
- Eu aos 19 anos fiz vasectomia, porém antes de fazer guardei uma grande quantidade de semem num banco de espermas. Para engravidar você irá precisar de uma inseminação com meu esperma.
- Por isso você não tem filhos, ou melhor nenhuma mulher pode engravidar de você.
- Agora você pode.
- Dante as vezes eu fico com medo de você. Você é inacreditável. Perfeito em tudo o que faz. Tudo o que executa já está programado e plenamente planejado.
- Isso é ruim???
- Não, diferente. Então nunca poderá haver um filho seu com ninguém.
- Não.
- Dante porque não disse isso antes.
- Você não perguntou.
- A quantidade de mulheres que desejam possuir um filho de um homem milionário. Isso é uma das coisas que mais me incomodava.
- Quais são as outras?
- Você sem sequer imaginar tirou de mim as duas piores. A minha tatuagem, que me colocava no mesmo patamar que todas as outras mulheres, e a possibilidade de possuir filho ou família com outras.
- E as demais?
- Como vê as outras mulheres?
- Não entendi.
- Como as vê?
- Como um robe?
- Robe?
- Sim não sou filantropo, e se me pedem ajuda as ajudo, porém cobro um preço. Não se esqueça que não sou eu quem as procuro.
- Me viu como robe?
- Se a estivesse visto desta forma não estaria aqui, não retiraria a sua tatuagem e muito menos gostaria de que fosse mãe de meus filhos.
- Obrigado. Existe alguém como eu?
- Não, houve além de você duas mulheres que se mostraram diferente. Porém nunca como você.
- Você quer muitos filhos?
- Uma filha.
- Mesmo, menina, é difícil homem querer menina.
- Já possui até nome.
- Mesmo. Qual?
- Zoe.
- Lindo. E se nascer menino?
- Tudo bem.
- Qual seria o nome.
- Menino você pode escolher, mas por mim seria Nathã.
- Também adoro. Dante o quero dizer uma coisa: Lhe adoro, adoro seu jeito de ser, de transar, de querer, de viver. O amo muito, e se eu o fizer mudar de alguma forma pode se transformar em outra pessoa. Não faça isso. Continue com seu jeito de viver, desde que não me afaste de você, nem me afete, não me importarei. Quero o Dante que conheci, não o Dante que possa criar.
- Podemos combinar uma coisa. O que a incomodar, me fale e a ouvirei e corrigirei. Não importando o que seja ou para que seja. A quero em minha vida e não para mim. Adoro seu corpinho, sua inteligência seu robe por joias, sua forma de namorar. Você é para mim um verdadeiro complexo e não um peça única.
Começaram a se beijar e Dante a vira, umidifica seu membro em sua vulva e o introduz a nível anal. Amanda evidencia um pequeno sofrimento seguido de extremo prazer. Dante se levanta faz sua higiene intima e volta para a cama e adormecem.
Mas tarde Amanda encontra Izabel e lhe diz tudo o que haviam conversado e o que havia decidido. Que não mudaria em nada a vida nem a conduta de Dante, o aceitaria com é uma vez que nada disso poderia intervir com ela nem a família que estavam montando. Izabel sorrir e diz:
- Uma conduta muito, muito inteligente a sua.
*
Então peguei Amanda e viajamos para uma cidade não muito longe, onde alugamos uma pequena cabana para relaxar um pouco e passar um dia feliz. O simples fato de mudar de ares, de não pensar na correria que nos esperava em casa e poder respirar em paz sem telefonemas ou decisões por 24 horas, com certeza, ajudaria a aliviar a cabeça.
Como estava fora de temporada éramos as únicas pessoas lá, além dos donos do local, o que era maravilhoso porque a paz era incrível e tudo o que precisávamos. O lugar era rodeado de campo, tinha uma piscina privativa para cada casinha e o clima estava bem agradável. Guardamos nossas coisas e ficamos vendo filme até dormir, agarradinhos na sala.
Quando acordei pela manhã Amanda ainda estava dormindo. Era bem cedo, então a luz que entrava pela janela batia em seus cabelos o tornavam vermelhos e fazia parecer uma pequena fogueira em sua cabeça. Ela parecia ainda mais linda do que em qualquer outro momento. Tudo o que eu queria naquele momento era lhe dar um beijo, mas não queria atrapalhar seu sono.
Ela realmente precisava desse descanso. Então preparei nosso café da manhã com algumas frutas e pão que levamos e coloquei tudo em uma bandeja com flores, para ficar tudo muito bonito e agradar minha princesa, que acordou com o cheirinho do café e foi direto para a cozinha me encontrar. Comemos um pouco e decidimos tomar um banho e passar o dia na piscina. Colocamos nossos trages e fomos tomar um sol.
Eu estava sentado na espreguiçadeira quando minha loira me pediu para passar protetor solar em suas costas. Levantei-me, peguei o tubo e coloquei uma quantia generosa na minha mão, esfregando na outra e espalhando por sua pele branca feito o leite. Primeiro passei em suas costas, depois estiquei minhas mãos em direção a seus peitos, enfiando meus dedos por dentro de seu biquíni e alcançando seus seios, fazendo-a suspirar.
Ouvi ela perguntar o que eu estava fazendo e só respondi que ajudando a passar protetor solar, como ela me pediu. Perguntei se ela queria que eu parasse e ouvi sua risadinha e um não tímido. Então continuei. Meus dedos alcançando o bico de seu seio, pegando entre o indicador e o dedão e puxando bem de leve, pressionando e movendo os dedos devagar, para não machucar.
Minha boca grudada a seu pescoço, beijando e passeando por sua pele, meu peito grudado às suas costas, apenas o tecido da roupa de banho nos separando. Enquanto uma das minhas mãos estava em seu seio a outra começou a descer pela barriga, notando a pele arrepiada, espalhando o resto do creme que estava na minha mão.
Continuei descendo até suas coxas, indo pela lateral externa e subindo pela interna, notando suas pernas se abrindo suavemente ante meu toque. Me afastei dizendo que já tinha terminado e fui para a água, dar um mergulho. Adorava ficar a provocando, que estava ofegante e com ar de incredulidade por eu deixá-la naquele estado.
Depois de duas voltas eu me encostei na beira da piscina, com a intenção de sair, mas ela foi mais rápida e me agarrou por trás. Retribuição… seus dedos delicados passeavam pelas minhas costas, seu toque queimando me enrijecendo. Senti o frio do afastamento de suas mãos, então me virei e vi que estava me olhando fixamente, as mãos na beira da piscina, me prendendo entre a borda e ela.
Estiquei meu corpo na sua direção, para beijá-la, e ela retribuiu, se agarrando à minha cintura, seu corpo roçando o meu. Senti sua coxa se encaixando entre as minhas e deixei. Fechei os olhos e me permiti sentir o contato, sua perna passando e se esfregando em meu pau, enquanto eu fazia o mesmo por ela. Minhas mãos segurando sua cintura para ajudar.
Começamos a nos beijar com mais e mais vontade, nossos corpos se movendo mais rápido e ritmados, sua boca descendo pelo meu pescoço e meu colo, depositando beijos e chupões. Por sorte minha pele não marca tão fácil quanto a dela.
Como estávamos sozinhos e o cercado era bem alto, não tinha como ninguém invadir nossa privacidade naquele momento, mas ainda assim a sensação de proibido e perigoso nos excitava ainda mais. Deixei Amanda me guiar a sentar na borda da piscina e arrancar a parte de baixo da minha sunga.
Eu estava completamente entregue quando ela se colocou entre minhas pernas, beijando minhas coxas, subindo de um lado e depois indo para o outro, me fazendo querer mais. Suas mãos segurando meus joelhos, afastando-os, a boca se aproximando cada vez mais do meu sexo, até chegar no meu pau e de leve a abocanhar. Senti sua língua alcançando minha grande, os beijos, o carinho com que ela me lambia, o amor em cada gesto.
Sua língua intercalava entre traçar pequenos círculos e pincelar só a pontinha no meu pau, como ela sabia que eu adorava, uma das mãos arranhando minha coxa, a outra já tinha liberado meus testículos e brincava com eles, apertando, arranhando, estimulando o saco da mesma forma que eu tinha feito em sua vulva antes. Meu corpo começou a ficar tenso e ela percebeu e se afastou.
Tentei me agarrar a seus cabelos, mas ela foi mais rápida e riu, falando que ainda não. Num piscar de olhos minha loirinha estava fora da piscina, me oferecendo a mão para irmos à ducha, tirar o cloro do corpo e aproveitar nosso tempo juntos. Levantei-me com as pernas tremendo.
A água fria do chuveiro do quintal em contato com minha pele quente trouxe ainda mais arrepios e tesão. Puxei Amanda para a água comigo, agarrando seu corpo por trás novamente e passando a mão por seu corpo, com a desculpa de tirar todos os vestígios da água da piscina. Ouvia seus suspiros e isso me acendia ainda mais. Desliguei o chuveiro e a encostei na parede, beijando e roçando minha coxa entre as suas.
Entramos na casa nos beijando, ainda molhados do banho, e fomos direto para o quarto, onde a joguei na cama e devolvi o delicioso tratamento. Me coloquei entre suas pernas, com meu pau afastei levemente os grandes lábios e me deliciei com aquele manjar, usando a outra mão para brincar com a entrada de suas carnes, circulando com meu pau e ameaçando escorregar para dentro.
Suas mãos agarrando meus cabelos, não me segurando ou forçando, e sim puxando de leve enquanto se contorcia e gemia. Eu sabia exatamente o que ela queria, mas ela me torturou antes então agora era sua vez. Aumentei o ritmo um pouco por vez e sempre que percebia a diferença em sua respiração, diminuía o ritmo.
Ouvi alguns xingamentos roucos, mas era justamente isso que eu queria. Quanto mais louca ela estivesse, melhor seria. Conhecia Amanda como a palma da minha mão e sabia que ela adorava esses joguinhos.
Mordisquei sua virilha, deixando pequenos chupões por todo o caminho até seu joelho, pela parte interna da coxa, as marcas claras formando uma trilha que eu percorria com beijos. Caí de boca outra vez, bebendo cada gota que escorria enquanto sentia os pequenos espasmos de quem estava prestes a gozar. Parei de chupá-la e subi para seus seios, meu pau ainda brincando com cada pedacinho molhado, sem entrar, só provocando. Abocanhei seu seio direito e vi que ela já não estava mais aguentando.
Em um sussurro ela me disse que também queria e eu sabia exatamente o que isso significava. Dei um longo beijo e nos posicionamos para um 69 delicioso e inesquecível. Enquanto ela ia com toda a sede ao pote eu continuava devagar, até perceber que ela estava à beira do orgasmo, só então me permiti escorregar meu pau para dentro dela, que explodiu em um orgasmo, mas se recusava a me soltar.
Conseguia sentir o efeito de cada um de seus espasmos, enquanto ela abafava os gemidos em cada chupada, o que me levou rapidinho a um orgasmo também. Lambi cada gota enquanto ela tentava fugir, por causa da sensibilidade, e saí de cima dela, deitando-me ao seu lado, abraçando e beijando a Amanda da minha vida.
*
CONTINUA....

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Ficha do conto

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hunsaker

Nome do conto:
. 4.10 - O DONO

Codigo do conto:
252252

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
15/01/2026

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