Luísa ...seu desejo foi exposto sem intermediários...
Nome: Luísa Tomazio Data e local de nascimento: 20/07/1998 - Porto Alegre / RS Cidade onde mora atualmente: Sapucaia do Sul / RS Signo: Câncer Altura: 1,66 Quadril: 100 Cintura: 65 Busto: 98 Pés: 37 Luísa entra na segunda consulta com uma facilidade incomum para alguém que está apenas no início de um processo terapêutico. Ela não demonstra a cautela típica dos que ainda estão se adaptando ao ambiente; pelo contrário, age como se já estivesse à vontade e quase próxima do consultório. Isso se evidencia em pequenos gestos que, juntos, refletem sua maneira de se posicionar: tira os sapatos sem hesitação e se acomodam no divã cruzando as pernas de forma descontraída, como se estivesse em um espaço privado. Essa atitude parece encurtar a distância usual entre paciente e médico, não por distração, mas por uma escolha deliberada de postura — ela busca estabelecer uma dinâmica onde não é apenas observada, mas parte ativa da interação. Ela então pega um livro, um diário da semana, e informa que gostaria de ler. Esse gesto carrega um significado significativo, pois não é algo espontâneo; trata-se de conteúdo previamente elaborado e pensado — talvez até ensaiado — como se tivesse passado os dias entre as consultas preparando aquele momento. Ao iniciar a leitura, isso fica evidente: não há hesitação ou procura por palavras; ela lê praticamente decorado, como se já tivesse repetido aquilo várias vezes antes. O material apresentado não aborda acontecimentos do dia a dia ou conflitos externos; ao invés disso, foca em uma experiência interna específica. Luísa declara seu desejo pelo médico de maneira clara e assertiva, sem indícios de vergonha ou tentativa de suavizar o impacto do que diz. Ela expressa esse desejo com firmeza, sustentando-o diante do outro. Isso muda completamente a dinâmica da sessão; o que poderia ser interpretado apenas como uma transferência comum no início do tratamento aparece aqui de forma intensa e condensada. Ela não só sente; organiza e apresenta esses sentimentos como se quisesse assegurar que sua mensagem fosse recebida exatamente como idealizou. O diário transforma-se assim em mais do que um simples registro; ele atua como uma ferramenta de mediação — uma forma de controlar a narrativa e sua própria exposição. Ao apresentar algo estruturado, Luísa mantém certo controle sobre o que revela e como revela isso, evitando a vulnerabilidade associada à espontaneidade. Ao mesmo tempo, ao escolher compartilhar esse conteúdo específico sobre seu desejo direto pelo médico, ela atravessa um limite simbólico importante na relação terapêutica. Esse movimento levanta questões além do conteúdo expresso: trata-se também da construção desse desejo e da rápida colocação do outro em um lugar definido dentro de sua experiência psíquica. Isso pode indicar uma antecipação de intimidade ainda não estabelecida na realidade ou uma tentativa de acelerar o desenvolvimento dessa relação emocional. Há também indícios de repetição nessa abordagem relacional — sugere-se que essa forma de vinculação possa fazer parte de um padrão mais amplo na vida dela onde o desejo emerge intensamente organizado mas possivelmente carecendo das bases necessárias para formar vínculos reais fora deste contexto idealizado. Ao afirmar sonhar frequentemente com essa conexão, Luísa insere um elemento contínuo na sua narrativa emocional — como se essa relação já existisse em outra dimensão onde as limitações institucionais são inexistentes. Ao trazer essas reflexões para a sessão, parece testar até que ponto seu mundo interno pode interagir com a realidade sem desmoronar. Sua leitura combina entrega e controle; há um equilíbrio entre querer ser vista nesse desejo enquanto mantém domínio sobre sua manifestação. Isso gera uma situação delicada: o foco não recai apenas no conteúdo lido mas também na maneira pela qual Luísa tenta moldar a relação desde o princípio — colocando o médico em um papel que pode divergir da realidade estabelecida mas que faz sentido dentro da sua organização interna. Dessa forma, a cena se desenvolve não como meramente contar uma história mas sim como um ato meticulosamente preparado onde cada detalhe — corpo relaxado, sapato retirado, diário lido com segurança direta — contribui para criar uma atmosfera em que seu desejo é exposto sem intermediários enquanto ainda permanece sob seu controle consciente. Isso revela tanto a profundidade dos sentimentos envolvidos quanto a necessidade dela estruturar essa intensidade para evitar perder-se nela mesma. A sessão com Luísa rolou leve, com a conversa girando sobre o que fazia na vida, lembranças da juventude e suas relações com a mãe. Sabe-se lá porque, o tema encaminhou-se para a sexualidade e Luísa contou-me que, por incrível que possa parecer ainda era praticamente virgem, pois só havia tido uma relação e nessa relação havia engravidado. Aquela conversa criou um clima diferente. A cada toque nas mãos, nos braços, parecia que estávamos recebendo uma descarga elétrica. Quando comentei isso, ela confessou que estava sentindo a mesma coisa. Lá por 15 minutos, depois de dois relatos de sua sexualidade, ela tirou as botas e, com alguma dificuldade, o jeans apertado, ante meus olhos arregalados de surpresa. Em seguida, já em pé, tirou a camiseta branca, deixando ver os seios rígidos e empinados e eu diria até túrgidos, com o colo coberto de pequenas e charmosas sardas. Ela tirou uma calcinha branca de seda, com babadinhos na cintura, e eu a cueca também branca e de seda. Beijos, as línguas percorrendo uma a outra, os seios colados em mim, minhas mãos alisando nuca, costas; as dela apertando minha bunda. Nois deitamos no grande sofá. No corpo de Luísa, notei, surpreso, três ilustrações, uma tatuagem tribal na nuca, outra na região do cóccix, bem no início do cânion entre as nádegas, e uma flor na parte externa da canela esquerda. “Tatuagem tem de ser em número ímpar”, ensinou ela. Deitada na borda, a luz iluminando seu corpo branquinho e sem marcas de biquíni, eu admirava e pensava como os momentos da vida muda de repente. Meu braço esquerdo passava por trás do pescoço de Luísa e a mão alisava o peitinho duro apontado para o céu. Eu beijava, lambia e mordia com sofreguidão o seio direito, enquanto com a mão direita sua virilha. “Me fode!”, sussurrou ela sensual e ingenuamente ao meu ouvido. Pensei nas dificuldades que tinha. Ela, porém, parecia nem estar se lembrando disso. Por decidi-me por ser muito calmo e delicado. Deitei-me por cima daquele corpinho jovem, sadio, lascivo, que, com as pernas abertas se oferecia num movimento de vaivém de quadril. Ela virou-me de costas e decidiu cavalgar-me, encaixando meu pênis na entrada da vagina levemente coberta por tênues pelos. Fez questão de enfiar devagar, sentindo cada centímetro do meu pau penetrando seu sexo ainda pouco explorado. Ela apertava meu peito, com as pernas escancaradas, joelhos dobrados, exclamando no meu ouvido: “Que delícia!” O corpo de Luísa agora se movimentava para cima e para baixo, rebolando num ritmo cadenciado. Eu sentia meus pelos se esfregarem nos dela. “Me ama com força que eu quero gozar para você”, ofereceu ela. Não demorou muito e ela teve um orgasmo forte, profundo, pontuado por gemidos altos e a respiração em ritmo acelerado. Depois, me pediu: “Me come de quatro?” Como resistir a isso? Ela se virou e ficou de quatro, apoiada nos cotovelos, com a bundinha linda empinada. Novamente tentei enfiar lentamente, mas desta vez ela não deixou. Num movimento brusco, recuou o quadril e engoliu, com a boceta, meu pau de uma vez só. Virou o rosto para mim e, com os cabelos desgrenhados, se ofereceu, quase soluçando: “Agora eu sou sua. Sou a sua”. O tempo corria e eu, segurando Luísa pelos quadris, enfiava em sua bocetinha com violência. Ela não reclamava. Ao contrário, continuava apoiada nos cotovelos, bundinha empinada para mim, rebolando, mexendo, se esfregando. “Fode que eu estou gozando para você! Fode mais que eu estou gozando! Mais! Assim! Mete tudo! Eu estou gozando!”, gritava. “Goza para mim! Goza, meu anjo! Goza! Isso, rebola e goza para mim, que eu vou gozar junto com você!”, respondia eu. “Estou gozando e sentindo você gozar em mim!”, retrucou ela. Ficamos algum tempo deitados, em silêncio, ambos ainda despidos e abraçados. Eu de barriga para cima, e ela com a cabeça apoiada no meu ombro esquerdo, de bruços, com a perna esquerda sobre a minha perna direita. Nossa respiração ofegante denunciava a emoção de ambos. Sem nada falar, ela se levantou, pegou a calcinha e foi para o banheiro. "Está ficando tarde, meu tempo acabou?", perguntou. Eu continuava deitado, sem acreditar no que estava acontecendo. “Levanta tenho que voltar para casa!”; ordenou ela, com carinho, me puxando pelo braço. O psiquiatra encerra a sessão com a mesma segurança com que a iniciou, enquanto a paciente, ao contrário, atravessa a porta levando consigo algo raro, quase impronunciável — a sensação inesperada de ter sido verdadeiramente satisfeita, como se naquele breve intervalo tivesse encontrado uma forma de completude que o mundo lá fora jamais lhe ofereceu. **
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