Nome: Livia Santana Data e local de nascimento: 20/11/2002 - Santo Antônio de Jesus / Ba Cidade onde mora atualmente: Florianópolis / SC Signo: Escorpião Altura: 1,68 Quadril: 91 Cintura: 60 Busto: 73 Pés: 38 Lívia chega ao consultório com uma combinação que, à primeira vista, é frequentemente percebida como uma vantagem pelo mundo exterior, mas que para ela se tornou uma fonte constante de desconforto. Ela é jovem, atraente e inteligente; sua presença atrai atenção facilmente. Essa característica não é neutra em suas interações sociais. Já havia iniciado um tratamento em outro serviço, mas decidiu interromper e buscar um novo profissional porque sentia que não estava sendo compreendida em relação ao que mais a afligia. Isso indica não apenas insatisfação, mas também uma busca ativa por um espaço onde possa realmente ser ouvida. Ao começar a se expressar, ela rapidamente chega ao cerne de seu sofrimento: uma espécie de fobia social que não se manifesta de maneira generalizada, mas de forma específica. Não evita pessoas ou situações sociais amplas; o que a aflige é a percepção constante de que está sendo vista e desejada apenas sob uma perspectiva sexual, como se sua presença automaticamente provocasse esse tipo de interpretação nos outros. Essa impressão não é questionada como uma dúvida, mas aparece quase como uma certeza que a acompanha—um filtro pelo qual interpreta olhares, conversas e aproximações. Esse modo de perceber as interações molda seu comportamento e reações. Em ambientes sociais, pode adotar uma postura funcional e educada; no entanto, internamente vive em estado de alerta constante, como se precisasse se proteger de algo que acredita estar sempre prestes a acontecer. Quando o assunto muda para relacionamentos afetivos, essa dinâmica se intensifica ainda mais. É precisamente quando a intimidade começa a ser sugerida que ela sente-se atingida e não acolhida. Quando um parceiro demonstra desejo ou tenta criar um contato físico ou sexual mais próximo, ela interpreta isso não como parte do desenvolvimento natural da relação, mas como uma redução da sua identidade—como se toda a complexidade dela fosse ignorada em favor de um único aspecto. Essa percepção gera reações ofensivas quase indignadas: não apenas pela ação em si, mas pelo significado que atribui a ela. Nesse momento, confirma-se sua crença de ser vista unicamente como objeto do desejo e não como alguém capaz de ser conhecida e valorizada em outras dimensões. Essa resposta cria um ciclo difícil de sustentar; ao reagir dessa maneira, Lívia acaba se afastando e interrompendo o desenvolvimento do vínculo estabelecido. Isso reforça a ideia de que é impossível construir algo diferente enquanto permanece presa à expectativa de que alguém a enxergue sob outra luz—sem o desejo ocupando o centro das atenções. Há também uma ambivalência implícita nesse contexto: o desejo alheio em relações afetivas não precisa ser algo negativo; para Lívia ele parece ter assumido um caráter ameaçador—talvez devido a experiências anteriores ou por conta de interpretações internalizadas ao longo do tempo. Ela enfrenta dificuldades para integrar sua própria sexualidade com a imagem que tem de si mesma; parece incapaz de sustentar simultaneamente ser desejada e respeitada—como se essas duas dimensões fossem incompatíveis. Isso gera um estado constante de tensão onde qualquer aproximação íntima provoca reações defensivas imediatas que impedem Lívia de explorar seus verdadeiros sentimentos ou desejos. O fato dela ter buscado novos atendimentos sugere ainda sua esperança na possibilidade de entender melhor esse funcionamento interno—a busca por maneiras menos rígidas tanto na interpretação dos outros quanto na autoavaliação. No fundo, o problema dela vai além do simples medo do desejo alheio; trata-se da dificuldade em reconhecer um espaço onde possa ser vista integralmente—sem precisar optar entre respeito e desejo. É nesse ponto específico que o trabalho terapêutico pode começar a abrir novos caminhos: não para negar suas percepções, mas para investigá-las profundamente—compreendendo suas origens e formações—avaliando se correspondem realmente à realidade em todos os contextos ou funcionam como mecanismos protetores limitantes das suas possibilidades relacionais e experiências afetivas satisfatórias. Na segunda sessão, o ambiente já não possui a mesma formalidade da primeira; existe uma diminuição na rigidez, mas isso não implica em maior tranquilidade. Ao convidá-la a refletir sobre si mesma com uma pergunta direta — se ela se vê desejando alguém — a resposta não é simples, mas sim um teste de como ela lida internamente com a questão do desejo que tanto a perturba em relação aos outros. A resposta surge imediatamente, sem hesitação ou tempo para elaboração: “ao senhor”. Nesse momento, algo significativo se revela, pois o desconforto que ela descrevia quando relacionado ao outro agora se inverte e parte dela própria. O desejo, que antes era visto como algo que a diminuía e ofendia quando vinha de fora, agora aparece como uma experiência pessoal direcionada à figura que ocupa um papel de escuta, autoridade e cuidado. Isso intensifica o significado da situação; não é apenas uma provocação ou uma fala impulsiva, mas um movimento que expõe uma contradição fundamental em seu funcionamento: ela rejeita o desejo quando percebe-se alvo dele, mas simultaneamente não está alheia à sua capacidade de desejar. O desafio parece ser sustentar esse desejo sem vivê-lo como ameaça ou diminuição. Ao direcioná-lo ao médico, escolhe um objeto que mantém certo controle sobre a situação devido aos limites claros desse vínculo; mesmo testando esses limites, cria um espaço onde pode expressar seu desejo sem necessariamente precisar realizá-lo. Isso possibilita experimentar essa dimensão do desejo com menor risco do que nas relações externas. Por outro lado, há um elemento repetitivo nesse gesto; ela reposiciona o outro em um papel específico assim como faz ao interpretar que é desejada apenas sexualmente. Aqui, constrói uma cena onde o desejo assume protagonismo sob seu controle. Isso sugere que sua dificuldade pode residir mais na forma como o desejo se organiza nas relações do que no próprio desejo em si. Ela sente receio de perder controle ou ser reduzida quando este aparece fora de contextos gerenciáveis por ela. A rapidez e objetividade na resposta indicam também que esse pensamento já existia antes da pergunta; parece ter sido elaborado internamente até encontrar oportunidade para se manifestar. Esta dinâmica transforma a sessão em um momento crucial, pois aquilo que antes era projetado no comportamento alheio agora emerge como experiência própria. Isso abre espaço para abordar não só a percepção dela sobre o desejo dos outros, mas também a relação com seu próprio desejo: como ela reconhece, interpreta e sustenta esse sentimento sem precisar imediatamente convertê-lo em ação ou rejeitá-lo por ameaçar sua integridade. Nesse ponto, o foco muda: deixa de ser apenas o medo de ser vista de certa maneira e passa a incluir a construção de uma compreensão mais integrada de si mesma, permitindo que ser desejada e desejar coexistam sem invalidar uma à outra. Essa mudança propicia aproximações nas relações de forma menos defensiva e mais consciente do que realmente sente e quer. Livia entra no consultório, hesitante, não sabendo bem o que esperar. Eu não digo nada, apenas lhe guiando para dentro. Ao passar, eu fecho a porta e passo a tranca. O som da fechadura ressoa pelo quarto, e Lívia olha para trás, meio assustada. Eu apenas sorrio para Lívia. Lívia olha em volta. Eu acendo velas aromáticas escondidas em recantos na estante, no aparador e na mesinha ao lado da poltrona, e ao desligar a luz da sala, somos instantaneamente banhados por uma luz âmbar, que dá ao ambiente um ar mágico. Ainda de pé, eu ando até Lívia e olho dentro dos teus olhos. De maneira casual, eu tiro meus óculos e os arremesso na direção genérica da mesinha. Eles aterrizam no tapete. Lívia desvia o rosto para conferir onde eles estão, mas tomo-o em minhas mãos e não deixo teu olhar se desviar. Lentamente Lívia coloca seus braços ao meu redor, nos aproximamos e o beijo acontece. Lento, longo, molhado. Como sempre imaginamos. Lábios macios, quentes, vivos. Nós nos beijamos, repetidamente, entre discretos “uhns”, e um suspiro escapa por entre nossos lábios. Será meu ou seu? Seus braços apertam minha cintura, me prendendo ainda mais em teus braços, minhas mãos agora massageando lentamente teu pescoço. Nós estamos colados, e sua pélvis se projeta para a frente, encontrando a minha. Pela primeira vez, nossas bocas se abrem, e nossas línguas, qual duas serpentes lutando pela vida, se enroscam num crescendo de prazer e descoberta. Nós ficamos ali, temerosos de romper o abraço por tanto tempo ansiado, seu coração batendo acelerado, o ritmo quase um só com o meu. Emoções fluem por nossos cérebros, pensamentos nascem e morrem tal como estrelas cadentes numa galáxia em formação. Nós paramos o beijo, soltando-nos lentamente do abraço, procurando no rosto um do outro um sinal, temerosos de um “Não”, esperando por um “Sim, é tudo o que eu esperava” para combinar com o que vai em nossas cabeças. Eu estico a mão, e acho o primeiro botão da tua camisa. Abro sem tirar os olhos dos teus, Sua respiração desacelerou, Lívia não se atreve a se mover. Eu continuo camisa abaixo, botão após botão. Após ter terminado, eu te puxo pra perto e te dou um beijo leve. Minhas mãos em seus ombros se aventuram por baixo da camisa, e lentamente eu deslizo meus dedos pela tua pele macia. Sua camisa desliza para o chão. Lívia não está usando sutiã. Olhando para baixo entre nossos corpos, seus mamilos eretos tocando meu peito como duas tochas, Lívia sobe e desce suas mãos pelo meu peito, sentindo a maciez meio áspera de meus pêlos sob a camiseta básica branca. Eu estremeço, e Lívia sorri junto comigo. Lívia tira minha camiseta para fora da calça, e por cima da minha cabeça retira o tecido que me impede de sentir tua pele. Sentindo o contato de nossas mãos em nossas costas, nos abraçamos de novo. Teus seios se amassando contra meu peito nu, e nos beijamos como dois velhos amantes. Lívia se comprime contra mim, mas a diferença desta vez é que Lívia sente meu pênis enrijecido. Com um sorriso maroto, Lívia se comprime mais ainda, e nós caímos no grande sofá. Rolando na sofá, lado a lado, nos abraçamos. Lívia joga uma perna por cima de mim, e roça sua pélvis contra meu pênis. Tomando a iniciativa, me beija a boca, e vai descendo lentamente: peito, mamilos, umbigo. Uma paradinha, um olhar sensual e safado para cima, e a boca continua sua jornada rumo ao sul enquanto eu arrepio de tesão. Ao chegar na minha calça, seus olhos mergulham nos meus, e sem desviar o olhar Lívia abre minha calça. Com um movimento só, o zíper se abre, e meu pênis livre pula para fora. Lívia o toca com dedos suaves, e começa a beijar a cabeça, provocando suspiros de prazer. Com o levantar dos meus quadris, Lívia aproveita e tira o resta da calça. Levantando minhas pernas, Lívia me liberta de vez das roupas e eu estou lá... deitado indefeso diante de Lívia. Lívia se senta, pernas dobradas, e me olha através da extensão do sofá. Olha para seus próprios seios, e suas mãos se erguem para tocá-los. Seus dedos envolvem os mamilos marrons, e Lívia fecha os olhos ronronando de prazer. Meu pênis já ereto parece crescer ainda mais com cada batida do coração, minha respiração entrecortada enquanto Lívia se toca. Bem lentamente, Lívia abaixa as mãos para sua bermudinha branca. Com um sorriso delicioso, seus dedos entram pelo lado, retirando no caminho, de uma vez só, a bermuda e sua calcinha de algodão branca. Seu triângulo de pêlos macios é exposto à luz das velas, pequenas poças de brilho refletem a luz onde ela toca sua excitação. Lívia joga a bermuda no chão, e ela vai fazer companhia à minha calça. Lívia se abaixa e toma meu pênis em sua boca. Lívia chupa, lambe, gentilmente raspando seus dentes na pele. Eu coloco minha mão sobre sua cabeça, e quando Lívia olha, digo com a voz rouca de prazer “Vamos fazer isto juntos...” Lívia gira no sofá, e abaixa sua vagina cheirosa sobre meu rosto, apagando da minha vista tudo que não seja nosso ato de amor. Eu corro minhas mãos pela sua bundinha macia enquanto meu pênis desaparece novamente na sua boca. Minha língua desliza sobre seus grandes lábios, inchados de prazer, e gentilmente os abro. Devagar, provocativamente, minha língua vai e vem por toda a extensão de sua vagina, tocando de leve seu clitóris excitado. A cada toque, uma sucção mais forte no meu pênis, e vamos achando nosso ritmo. Quando finalmente tomo seu clitóris em minha boca, Lívia deixa meu pênis sair junto com um gemido prolongado. Lívia levanta e se senta sobre meu rosto, rodando seus quadris no ritmo das minhas lambidas. Quando está quase gozando na minha boca, Lívia se vira de novo, e se joga sobre mim, com sua boca selvagemente buscando a minha. Nossos gostos se misturam num só, um beijo animal que desperta quaisquer energias que ainda não estivessem sendo utilizadas. Lívia lambe os seus líquidos do meu cavanhaque, enquanto sua vagina molhada roça o meu pênis. Quase naturalmente, sem o auxilio das mãos, a cabeça se alija na entrada da caverna que esconde todos os prazeres. Excitada e por instinto, Lívia rebola em cima de mim. Uma pausa meio tensa quando meu pênis entra um pouco mais, uma levantada instintiva de quadris, e nossos olhares se encontram de novo. Meus lábios formam a frase ‘Te quero...”. Seus sorriso aqueceria o mais frio dos dias. Com um movimento decidido, Lívia solta o peso do corpo. O hímen se rompe, e com um gritinho de dor e prazer misturados, estou dentro de Lívia. Nossos pêlos se misturam, sinto suas paredes internas agarrando cada centímetro do meu pênis. Após um breve intervalo se acostumando com a espessura dentro de Lívia, os instintos tomam conta de novo, e o mais belo balé da natureza começa. Quadris rodando, levantando e abaixando, sentidos a milhão... Pele, pênis, vagina, mãos, olhos... tudo é uma grande zona erógena, terminais nervosos no máximo de alerta. Eu suspiro ao ouvir Lívia murmurar meu nome... Seus músculos vaginais agarram meu pênis, e a cada movimento é como se eu crescesse mais ainda dentro de Lívia. A cada abaixada, a ponta toca o teu útero, e Lívia começa a gemer cada vez mais forte, acompanhando meus movimentos e gemidos. Nossas mãos estendidas para os lados, firmemente segurando um ao outro. Lívia acelera os movimentos, e a fricção de nossas pélvis acende o pavio do orgasmo. Como um só, os sues músculos vaginais se fecham sobre meu pênis, e o meu orgasmo é deflagrado com o seu. Um grito agudo rasga a tranqüilidade do quarto, e são duas almas livres que se encontram no ar pesado com nosso suor. Meu pênis explode em jatos de esperma, e sua vagina absorve cada gota, o contato do liquido com seus tecidos internos tão explosivo como nitroglicerina. Nenhum de nós fala nada, enquanto os últimos espasmos atravessam nossos corpos banhados de suor. Lívia se abaixa sobre meu peito, e minha mão acha teu cabelo molhado. O carinho que sinto por Lívia se traduz em cafuné, enquanto sua respiração sobre meu peito faz arrepiar os pelinhos encharcados de suor. As velas quase no final jogam estranhos jogos de sombras com nossas imagens na parede do quarto, e resvalamos tranquilos para um sono sem sonhos, após um beijo tão carinhoso e suave quanto o toque da brisa do mar sobre nossa pele. A última coisa que meu cérebro registra antes de me levantar do sofá é sua voz dizendo: “Eu adorei...” O psiquiatra encerra a sessão com a mesma segurança com que a iniciou, enquanto a paciente, ao contrário, atravessa a porta levando consigo algo raro, quase impronunciável — a sensação inesperada de ter sido verdadeiramente satisfeita, como se naquele breve intervalo tivesse encontrado uma forma de completude que o mundo lá fora jamais lhe ofereceu. **
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