Evelyn e sua dificuldade em sustentar a identidade construída.
Nome: Evelyn Fernanda Data e local de nascimento: 11/11/1994 - Imbituba / SC Cidade onde mora atualmente: Joinville / SC Signo: Escorpião Altura: 1,71 Quadril: 96 Cintura: 65 Busto: 90 eu acho, uso M/G Pés: 37 ** Evelyn se apresenta como uma figura de forte presença, não apenas pela beleza que imediatamente atrai olhares, mas também por uma personalidade intensa, resoluta e quase provocadora. Ela parece estar sempre alguns passos à frente de qualquer tentativa de simplificação a respeito de sua essência. Contudo, sob essa fachada aparentemente sólida, existe uma fissura persistente que só se revela em momentos muito específicos. As sessões com ela não seguem um formato convencional; na verdade, começam em um ponto que já sugere uma inversão significativa de limites. Elas têm início apenas após um envolvimento íntimo, o que não é um detalhe trivial, mas sim uma parte central da dinâmica estabelecida entre ela e o processo terapêutico. Esse acesso ao discurso, ao que realmente a atravessa, parece ocorrer somente após atravessar primeiro seu corpo — como se fosse necessário desmontar uma camada de controle ou defesa antes de conseguir se aproximar dela mesma de maneira mais autêntica. Essa situação não se resume a uma busca por prazer; é mais como um ritual, uma condição autoimposta para que a escuta aconteça. Isso já revela bastante sobre sua organização interna: Evelyn não começa a falar imediatamente; ela não se apresenta vulnerável logo no início. Primeiramente, precisa estabelecer um território onde sinta ter algum tipo de domínio — mesmo que esse domínio seja ilusório — e só posteriormente permite que algo mais profundo venha à tona. Quando finalmente começa a verbalizar seus pensamentos, o tom muda; a mulher que parecia segura e provocativa expõe contradições que destoam da imagem inicial. Ela fala do desconforto consigo mesma de forma profunda e estruturada — não é apenas insatisfação estética ou pontual — mas algo mais enraizado: uma dificuldade em sustentar a identidade construída. Há um desalinhamento constante entre sua aparência externa e suas emoções internas. Esse sofrimento não é dramatizado; pelo contrário, muitas vezes se manifesta em frases curtas e diretas, quase incisivas. Isso intensifica ainda mais a situação porque não há um pedido explícito por acolhimento; trata-se de uma exposição crua e quase clínica da própria vida. Evelyn descreve sua existência como insatisfatória mas da qual não consegue se desvincular — presa numa lógica que simultaneamente a sustenta e esvazia. Um padrão repetitivo emerge na forma como se relaciona com o mundo: garante controle e poder (talvez até admiração), mas cobra um alto preço interno manifestado por inquietude constante e sensação de falta de pertencimento consigo mesma. Ela parece sempre interpretar um papel cuja escolha já não sabe discernir entre aprendizado ou decisão. O fato das sessões começarem após essa relação íntima pode ser interpretado como uma estratégia para evitar confrontar diretamente sua vulnerabilidade; ao fazer do corpo o ponto inicial, desloca o foco e cria uma mediação contra o risco de ser vista unicamente através do prisma dos sentimentos. Ao mesmo tempo, isso evidencia dificuldades significativas em estabelecer limites claros entre desejo, necessidade e vínculo afetivo. O espaço destinado à elaboração acaba sendo permeado por dinâmicas confusas envolvendo prazer, poder, controle e sofrimento — tornando cada sessão ainda mais complexa pois o conteúdo apresentado vai além do verbal; trata-se também de uma encenação contínua do eu mesmo na tentativa de manter coesão onde existe fragmentação interna. Talvez o aspecto mais relevante seja que Evelyn parece ciente disso; ela percebe suas contradições, as nomeia parcialmente e sente o peso do seu viver cotidiano. No entanto, continua repetindo esses padrões como se essa repetição fosse tanto causa quanto única estratégia encontrada para lidar com seu vazio interior. Quando discorre sobre suas insatisfações pessoais, surgem impressões difusas sobre inadequação: incapacidade em sustentar relacionamentos fora dessa dinâmica complexa onde mistura intensidade com controle parcial entrega emocional. Assim as sessões desenrolam-se nesse paradoxo: iniciam-se num ponto transgressor e evoluem num campo onde ela tenta visualizar-se pela primeira vez sem os mesmos mecanismos utilizados para proteção — ainda sem conseguir abandoná-los completamente — resultando em encontros que são simultaneamente avanços e repetições; aproximações repletas de desvios enquanto orbita constantemente em torno da própria verdade sem conseguir habitá-la plenamente. Não disse nada. Eu estava excitado e tinha um só objetivo. Voltei a me deitar sobre Evelyn pedindo que ela abrisse as pernas e ficasse na posição de papai e mamãe. Foi assim que eu a comi. Me deitei sobre ela, tirei sua calcinha e coloquei meus dedos em sua fenda transbordando de seu mel quente e Evelyn já gemeu. Pincelei meu pau em sua bucetinha e Evelyn gemia. Então encaixei a glande na portinha de seu canal. – Me faz sua mulher Dr.. Você sabe quando esperei por isso. – Você vai ser minha mulher e só minha Evelyn . De mais ninguém. Então comecei a penetrar com dificuldade até que senti seu canal me aceitar e dei uma paradinha. Seu canal estava quente como uma fornalha e seu mel fluía em abundância. – Vai Dr.. Não para. Me come. Me faz mulher. Então forcei com mais vigor até que senti todo seu canal e Evelyn dar uma gemida de dor, mas eu não queria parar. – Coloca tudo Dr.. Não para. Fui empurrando com decisão sentindo meu pau ser dilacerado por seu canal estreito. Evelyn gemia de dor e de prazer e o prazer intenso que eu sentia não era nada comparado com o que eu já havia sentido. – Você está me abrindo no meio Dr.. Não para. Evelyn já tinha pequenos espasmos e quando eu consegui colocar tudo ela deu um espasmo jogando o corpo para cima me fazendo penetra-la ainda mais fundo e ela gemeu de dor. E de prazer. – Que delicia Dr.. Quanto eu esperei por isso. Come sua paciente, come. Comecei a me movimentar dentro de sua bucetinha apertada ainda com dificuldade, mas devagar fui conseguindo aumentar o ritmo. Eu estava concentrado em dar prazer a Evelyn colocando para fora anos de confritos e desejos, ia acelerando nosso sexo ficou quase selvagem tamanha a ânsia com que fazíamos. Evelyn rebolava embaixo de mim enquanto tinhas espasmos contínuos e eu a penetrava com volúpia. E não demorou e explodimos em um gozo simultâneo em que eu despejava porra quente dentro de seu útero. E enquanto gozava com saltos na cama Evelyn sentia meus jatos. – Isso Dr.. Goza dentro de mim. Deixa seu leitinho lá e me faz sua mulher. Que deliciiiiia. Ao terminar a relação, relaxamos e ao nos recompormos, iniciamos a sessão. Ao terminarmos: O psiquiatra encerra a sessão com a mesma segurança com que a iniciou, enquanto a paciente, ao contrário, atravessa a porta levando consigo algo raro, quase impronunciável — a sensação inesperada de ter sido verdadeiramente satisfeita, como se naquele breve intervalo tivesse encontrado uma forma de completude que o mundo lá fora jamais lhe ofereceu. **
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