PRIH E SUA AMBIGUIDADE...

Nome: Prih Cavalheiro
Data e local de nascimento: 20/01/2000 - Tenente Portela / RS
Cidade onde mora atualmente: São Paulo / SP
Signo: Capricórnio com ascendente em Aquário
Altura: 1,57
Quadril: 93 cm
Cintura: 60-63 cm
Busto: 80 cm
Pés: 36
**
Prih não se encontra mais na posição de alguém em busca de reconhecimento; ela já está familiarizada com o ambiente, o divã e o ritmo das sessões. Ela já vivenciou momentos de silêncio, explorou as palavras e ensaiou versões de si mesma diante de um olhar que não julga, mas também não é facilmente influenciado. Há mais de um mês, ela participa das sessões semanalmente e, ao longo desse período, suas questões transcenderam uma simples queixa. Surgiu um campo de tensão constante entre seus desejos, aquilo que considera proibido e a ideia de uma aventura que nunca se concretizou. Essa inércia não decorre da falta de curiosidade, mas sim de uma combinação de contenção interna, receio das consequências e possivelmente uma estrutura rígida de autocontrole.
Prih sempre foi comunicativa, elaborando suas ideias e descrevendo cenários e fantasias como alguém que explora um território apenas por meio do pensamento, sem cruzar suas fronteiras na prática. Havia conforto nessa posição imaginativa onde tudo é possível e nenhuma consequência real precisa ser enfrentada. Contudo, naquele dia específico algo mudou claramente; sua entrada não teve o mesmo tom reflexivo das sessões anteriores. Não houve tempo para adaptação nem aquele momento silencioso antes de se posicionar; havia uma direção mais clara e quase abrupta em seu comportamento, sugerindo que uma decisão já havia sido tomada antes mesmo dela entrar.
Ela se senta no divã com uma postura menos defensiva e menos influenciada pelo outro. Nesse momento, parece que não está ali apenas para ser ouvida, mas para impor sua própria experiência. Então ocorre o gesto: ela pega uma garrafa de vinho e a abre com naturalidade, sem pedir permissão ou fazer introduções. Isso sugere que esse elemento já fazia parte do roteiro interno que construiu. Esse detalhe é significativo pois o vinho simboliza desinibição e um rito de passagem a um estado menos controlado.
Em seguida, Prih começa a tirar suas roupas — não apressadamente nem com sedução clássica — mas com intenção clara; como alguém cruzando um limite que existira apenas na ideia até então. O espaço muda não pela ação em si, mas pelo significado carregado nesse contexto específico: trata-se não apenas do corpo se despindo, mas da estrutura psíquica sendo tensionada. O conflito deixa de ser verbalizado para tentar se materializar fisicamente.
Quando finalmente fala, sua frase soa como algo previamente elaborado: "Hoje não vim para consulta; vim para me certificar do que realmente quero ou preciso." Essa declaração revela uma ruptura significativa; até então vinha buscando entender e organizar pensamentos, agora afirma estar ali para experimentar — isto é — sair do hipotético.
Entretanto essa tentativa contém uma contradição profunda: ao escolher aquele espaço e presença para realizar esse gesto íntimo, ela não está simplesmente vivendo livremente; está criando uma cena quase como experimento controlado onde tenta manter domínio sobre os acontecimentos. É como se dissesse a si mesma que estar dentro de um quadro familiar minimizaria os riscos envolvidos.
A complexidade aumenta porque o ato encenado vai além do desejo sexual ou curiosidade; representa uma tentativa interna de resolver tensões sem saída prévias. Ela oscila entre querer vivenciar algo ou simplesmente provar a si mesma sua capacidade de agir.
Ao expor-se dessa maneira vulnerável percebe que o controle desejado começa a falhar à medida que a presença do outro não responde automaticamente às suas ações propostas. Isso traz à tona desafios ainda maiores do que o ato em si: a incapacidade de garantir qual será o resultado final desse gesto.
No olhar dela há uma constante oscilação entre desafio e expectativa — testando os limites enquanto aguarda algo talvez necessário para evitar desorganização emocional. Se ninguém interromper ou estabelecer limites claros durante essa experiência íntima corre-se o risco dela atravessar barreiras externas assim como profundas dentro dela mesma nas quais ainda pode não estar pronta para lidar.
O vinho permanece ali simbolizando sua tentativa em dissolver excessos conscientes e atenuar consequências pesadas sobre si mesma. Contudo seu corpo reflete tensões persistentes enquanto mantém vigilância sobre a situação presente — há consciência aguda da importância daquele momento único.
Talvez pela primeira vez Prih esteja confrontando diretamente quem decide ser ao agir desta forma; essa questão carece resposta imediata porque agir revela tanto desejos quanto limitações internas robustas que persistem mesmo quando são desafiadas.
Nesse instante tudo converge numa suspensão entre impulso e resposta real àquela situação vivida — delineando-se ali muito mais do que meras transgressões normativas: trata-se da identidade dela entrando em jogo sem as defesas habituais oferecidas por palavras ou teorias construídas nas sessões anteriores.
É nesse ponto crucial onde imaginar deixa ser suficiente enquanto agir exige custos psíquicos dos quais ela ainda pode duvidar estar pronta para arcar — talvez seja precisamente isso que procura descobrir ao afirmar querer se certificar tanto quanto sobre seus desejos quanto sobre sua capacidade após ultrapassar limites estabelecidos anteriormente.
Comecei a passar minhas mãos em seu corpinho deslizado suavemente entre sua barriguinha subindo lentamente até seus pequenos e durinhos seios, Prih todo em minhas mãos, sua pernas já a mostra entre abertas, sem conseguir resistir, virei a cadeira de frente pra mim, me abaixei abrindo ainda mais suas pernas, sem calcinha, ainda por cima dela comecei a passar minha lingua, Dando leves mordida em sua bucetinha ainda desconhecida para mim, lambendo-a assim como um cão no cio faz com sua cadela, enquanto ainda tinha seus seios em minhas mãos, nesse momento ela começou a se contorcer de tesão, já podia sentir sua buceta molhada, exalando um cheiro agradável, como nunca havia sentido. Sem a calcinha pude ver aquela preciosa vulva e ainda com a linguá pude sentir ainda mais o seu gosto e aquele cheiro delicioso num néctar de uma donzela com um pouco de urina, já com o caralho totalmente enrijecido mal cabendo dentro das minhas calças, ao mesmo tempo que tirava sua blusinha abaixava minhas calças e me livrando da cueca deixando todo a mostra, ela não resistiu, segurando praticamente com as duas mãos, começou a me punhetar, naquele momento ela só de saia e calcinha, peguei a no colo levando pro sofá maior, colocando ela de bundinha pra cima, ao mesmo tempo tirava suas roupas que ainda restavam, nuazinha na minha frente que corpo lindo, pensava eu... Aquela bundinha toda na minha frente e com a lingua fui desbravando aquele cuzinho ainda virgem, ao mesmo tempo que tinha a visão de sua bucetinha, no sabia o que lamber, na duvida Prih e descia entre aquela bucetinha e aquele cuzinho. Na verdade o que mais queria era não sair de perto daqueles tesouro da natureza. Por longo tempo fiquei chupando sua buceta, já numa posição de 69, ela sugando meu caralho e eu lambendo tudo aquilo. Na hora de colocar meu caralho dentro dela, pensei em usar um lubrificante, mas que nada ela já estava toda encharcada, meus 22cm entraram lentamente mais com muita determinação, ela já sentindo todo ele dentro dela, disse rapidamente que a amiga (Vivian) contava como a comia e que aquele momento seria único em sua vida.. Com ela montada por cima, via todo seu corpinho; seus seios; sua boca; e aquele angelical rostinho, que momento sublime, quando percebi que ela ia gozar, numa explosão de êxtase, enchi a sua bucetinha de porra, em fortes jato, ela se contorcia e gemia alto enquanto ainda jorrava porra dentro dela. Num longo beijo nos deitamos ainda com ele dentro dela, e la ficamos por longo tempo.
Que se repetiu por varias vezes, sempre as consultas, sem os pacientes e as secretarias desconfiarem...
**
O psiquiatra encerra a sessão com a mesma segurança com que a iniciou, enquanto a paciente, ao contrário, atravessa a porta levando consigo algo raro, quase impronunciável — a sensação inesperada de ter sido verdadeiramente satisfeita, como se naquele breve intervalo tivesse encontrado uma forma de completude que o mundo lá fora jamais lhe ofereceu.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
PRIH E SUA AMBIGUIDADE...

Codigo do conto:
260359

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
25/04/2026

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