. 8. Paciente Amanda. Símbolo de posse: 9567

Data e local de nascimento: 26 agosto de 1995, em São José (SC).
Altura: 1,57m.
Quadril: 93 cm.
Cintura: 63 cm.
Busto: 92 cm.
Pés: 34.
***
Era uma tarde chuvosa, Dante chega à empresa e observa uma mulher nova, com sua roupa toda molhada, na recepção esperando ser atendida. Fica de longe a observando, e percebendo seu desespero.
No dia seguinte Amanda está programada para atendimento. Entra na sala e sem saber o que dizer, diz que seu pai tem uma joalheria e que infartou. Durante seu tratamento ela havia assumido a administração, contudo os fornecedores não lhe deram muito crédito, assim não tinha o suficiente para vender obtendo a quantia dos custos, desde o condomínio a segurança. E se não ocorresse alguma coisa, entrariam em falência.
- Sei, conheço seu problema, e é um pouco mais extenso do que isso. Porém pode ser revertido diretamente.
- Não entendo....
- Amanda, basta ter as joias, e as vendendo você evita a falência, e vocês tem um status muito bom no mercado.
- Mas como comprar joias? Normalmente os fornecedores nos deixam uma boa quantidade e as vendendo os pagamos. Porém com o problema de meu pai, eles não acreditam em mim, alegando que sou nova e inexperiente.
- Posso resolver seu problema.
- Se pode, aceito qualquer sugestão.
- Aceita mesmo Amanda?
- Nem imagino, mas estou tão desesperada com o medo de destruir tudo o que meu pai construiu. Seria para ele pior do que a morte.
- Bem...
Nisso Amanda está sentada olhando diretamente os olhos de Dante o ouvindo com toda a atenção.
- Abasteceremos sua joalheria.
- Mas como?
- Você escolherá as joias, as compraremos e você as terá.
- E o que eu terei que fazer para isso?
- Ser minha por um final de semana!
Ficou parada pensando, está falando sério? Está brincando comigo? Debochando? Me chamando de puta?
- Calma menina, para uma puta eu não gastaria tal quantia. Muito menos passaria um final de semana.
- Estou confusa, me explique melhor.
- Você precisa da quantia mínima de três milhões para comprar o básico de joias para sua loja. Escolha as joias, a compro e você se entrega.
- Me entregar a você...
- A quero por um final de semana.
- Onde e quando?
- Deixe isso para depois. Você tem um saldo de 5 milhões. Escolha as joias, e comprarei. Depois deixe que eu lhe digo quando e onde me conhecerá.
- Ok
- Faça suas encomendas e me procure. Quando vier se apresente ao secretário com o código: 9567.
Amanda se levanta vai para a porta, antes de sair se vira olha para Dante e dá um sorriso e sai.
Em três dias Amanda retorna lhe apresentando suas escolhas. Dante ligou para os fornecedores, indicando pelos códigos, confirmou o orçamento e fez o pagamento. A entrega programada para uma semana.
- Agora a sua parte – Diz Amanda.
Lhe pego amanhã as 7 horas da manhã em sua casa.
- Amanhã?
- Amanhã.
- E para onde iremos?
- Isso não importa.
No dia seguinte Dante lhe pega em casa exatamente as sete, do carro foram a um heliporto, e levados a um iate.
- Nossa...
Ao chegarem Dante lhe apresenta os cômodos e a deixa a vontade. Ela sob ao primeiro plano e já a vontade, sentam-se e começam a conversar. Ela lhe pergunta:
- Quem é você?
- Como assim?
- É um homem bonito, elegante, com porte atlético, inteligente, fala como um diplomata, olha como um sedutor, milionário, solteiro e heterossexual (espero). O homem que qualquer mulher deseja.
Dante sorri e diz:
- O mundo está difícil, há poucas mulheres como você...
- Como assim? Que aceita suas propostas indecentes?
- Não, isso não é difícil, o difícil é desejar que aceitem.
- Não entendi.
- Amanda, muitas mulheres se sujeitam a tudo por ajuda financeira. As como na minha sala. Fico com elas minutos, e já é o suficiente para mim. Você foi diferente.
- Diferente....
- Sim, a desejo desde que a vi molhada na recepção da empresa. Porém não quero apenas comê-la. Quero muito mais do que isso.
- Nossa, você é muito mais do que sedutor... você sabe como conquistar uma mulher.
Amanda se levanta, se aproxima e lhe dá um beijo. Dante se levanta retribui ao beijo, lhe abraça, acaricia seu rosto e meche nos seus cabelos. Amanda olhando direto para seus olhos diz:
— Posso lhe falar um segredo? — pergunta Amanda, ainda próxima demais para que aquilo fosse apenas curiosidade.
— Fique à vontade — responde Dante, sem se afastar.
Ela respira fundo antes de falar, como se precisasse escolher não apenas as palavras, mas o quanto de si estava disposta a expor.
— Desde que entrei naquela sala, eu sabia que nada ali seria simples.
Eu vim disposta a pedir ajuda… mas também a perder algo.
Só não sabia exatamente o quê.
Dante a observa em silêncio.
Não há pressa em sua expressão.
Ele sempre soube esperar.
— Quando você fez a proposta — continua Amanda —, eu não me senti ofendida.
Nem diminuída.
Me senti… vista.
E isso é perigoso, sabia?
Ela sorri de leve, sem ironia.
— Porque quando alguém nos vê de verdade, não sobra muito espaço para fingir que não escolhemos.
Dante inclina levemente a cabeça, como quem reconhece um movimento bem executado.
— E qual é o segredo? — pergunta.
— Que eu aceitei antes mesmo de você terminar a frase.
O resto foi apenas teatro para mim mesma.
O vento move lentamente o iate.
O mundo ao redor parece distante, irrelevante.
Dante se afasta meio passo — não por rejeição, mas para restabelecer a distância que torna tudo mais intenso.
— Então você entende — diz ele — que isso não é sobre dinheiro.
— Entendo — responde Amanda. — É sobre pertencimento temporário.
Sobre confiar a própria história a alguém que não promete futuro, apenas intensidade.
Ele sorri pela primeira vez de forma aberta.
— Você aprende rápido.
— Não — ela corrige. — Eu só parei de fingir que não sabia jogar.
Eles permanecem ali, lado a lado, sem tocar.
O silêncio entre eles não é vazio — é carregado de possibilidade.
Amanda olha o horizonte e sente algo inesperado:
não medo,
não culpa,
mas uma estranha tranquilidade.
Ela não sabe o que virá naquele final de semana.
Sabe apenas que, pela primeira vez desde o infarto do pai,
não está reagindo ao desespero —
está escolhendo.
E para Dante, isso muda tudo.
- Quero fazer sexo com você a uma semana...
Dante a pega no colo e a leva a cabine. A coloca na cama e vai retirando suas roupas, a deita, retira as suas, se aproxima, lhe beija os lábios e vai descendo, beijando seu pescoço suas mamas se umbigo e chega a sua vulva. A beija da mesma forma que beijou seus lábios. Vulva já inundada, a lambi e se dirige ao clítoris, ao iniciar um beijo Amanda entra numa clise orgástica intensa. Contorcendo-se dizendo palavras inespecíficas, prende sua cabeça entre suas pernas lhe apertando tanto que parecia que tinha a intenção de sufocá-lo. Ao relaxar Dante não lhe dá muito tempo e inicia uma penetração lenta, com pequenos movimentos. Amanda explode novamente. E novamente. Novamente.
- Dante, espere um pouco....
Dante a beijando consegue vira-la debruço, quando aproxima o pênis de seu anus Amanda pedi:
- Faça bem divagar... você é muito grande, e não costumo fazer isso.
Sem nada dizer, ele inicia uma penetração lenta e com cuidado. Ao contrário do que imaginou, não houve relutância, assim foi aceito até o final. Acariciou sua vulva e seu clítoris a levando novamente ao orgasmo. Em seguida tinha chegado o seu momento e gozou intensamente lhe inundando de esperma.
Permaneceram deitados por um bom período. Se levantaram e foram para a superfície. Tomaram vinho branco e deitados nus ao sol.
E assim foi na sexta, no sábado e no domingo. Amanda já toda dolorida, dorme totalmente despida e bem a vontade sem qualquer constrangimento.
Ao voltarem para a capital, se despediram e foi informada que havia um lote a ser recebido no aeroporto internacional. Dante lhe diz:
- Amanda deixe que eu administro esta entrega. Mandarei uma equipe confiável e experiente para recebê-la. Va para sua loja e a receba lá, para sua segurança. Só me ligue avisando que foi tudo bem.
No dia seguinte Amanda liga dizendo que tudo foi como foi prometido. Não sabendo como lhe agradecer.
- Ah, adorei a tatuagem...
Dante desliga o telefone e sorri, sorri como a muito, muito tempo não consegue...
Para Dante, Amanda não ocupa o mesmo lugar que as outras.
E ele sabe disso desde o início, mesmo antes de admitir para si.
A diferença não está no corpo, nem na beleza, nem sequer na necessidade — todas essas já passaram pela sala dele.
A diferença está no modo como Amanda olha.
As outras chegam fragmentadas pelo desespero.
Amanda chega ferida, mas inteira.
Ela não se apresenta como quem pede salvação, e sim como quem tenta sustentar um legado. Não quer fugir, quer preservar. Isso, para Dante, muda tudo.
Amanda não negocia a própria dignidade achando que não tem escolha.
Ela escolhe sabendo exatamente o que está colocando em jogo.
Não há ingenuidade, mas também não há cinismo.
Há lucidez — e coragem silenciosa.
Para Dante, isso é raro.
Ela não o teme como autoridade absoluta.
Tampouco o idealiza como salvador.
Ela o enxerga como homem — poderoso, sim — mas ainda humano, ainda falível.
E esse olhar não submisso o desloca.
Com Amanda, Dante não sente apenas controle.
Sente interesse.
Não o interesse imediato que se esgota no instante seguinte, mas o tipo que pede tempo, presença, continuidade.
Ela não quer ser possuída no sentido raso.
Ela aceita um pacto.
E pactos, para Dante, são muito mais íntimos do que qualquer ato.
Amanda também o ameaça de uma forma que poucas pessoas conseguem:
ela poderia ir embora sem se despedaçar.
Isso faz com que Dante queira ficar.
Ela não representa uma vitória.
Representa uma exceção.
E para um homem que construiu a vida inteira acreditando que tudo pode ser previsto, comprado ou imposto,
uma exceção é perigosa —
mas também é a única coisa capaz de romper a monotonia do poder.
Por isso Amanda não é apenas mais uma história.
Ela é um ponto de inflexão silencioso.
Não porque o transforma imediatamente,
mas porque planta nele uma pergunta que nenhuma outra mulher conseguiu plantar:
“E se, desta vez, não bastar vencer?”
Amanda admira em Dante aquilo que ela própria nunca teve tempo de desenvolver — e que, naquele momento da vida, passa a reconhecer como essencial.
Ela admira, de tudo, a calma.
Não a calma ensaiada de quem finge controle, mas a calma estrutural de quem nunca está correndo atrás do próximo passo. Dante não reage; ele antecipa. Para Amanda, que vinha vivendo à beira do colapso, isso é quase hipnótico.
Admira também a clareza cruel.
Dante não a ilude com discursos de esperança nem com falsas garantias. Ele nomeia o problema, expõe as falhas, aponta as consequências. Não suaviza. E, paradoxalmente, é isso que a faz confiar. Pela primeira vez, alguém não tenta protegê-la da realidade — oferece domínio sobre ela.
Há ainda a autoridade silenciosa.
Dante não precisa levantar a voz, nem convencer. As coisas simplesmente se organizam ao redor dele. Telefones ligam, decisões acontecem, obstáculos se desfazem. Para Amanda, que passou a ser questionada, desacreditada e diminuída após o adoecimento do pai, essa autoridade é profundamente sedutora.
Mas o que mais a prende não é o poder externo — é a atenção.
Quando Dante a observa, ela não se sente avaliada nem consumida. Sente-se lida. Ele percebe nuances, hesitações, escolhas antes mesmo que ela as verbalize. Isso cria uma intimidade incomum, quase desconcertante.
Amanda também admira o fato de que Dante não precisa dela.
Ele a deseja, mas não depende. Isso elimina a sensação de dívida emocional e transforma o vínculo em algo que, aos olhos dela, parece mais honesto do que muitos relacionamentos convencionais.
E, num nível mais profundo — que ela mesma demora a admitir — Amanda admira a sombra de Dante.
A parte dele que não pede desculpas por ser quem é.
Que não se justifica moralmente.
Que assume o custo das próprias escolhas.
Ela não quer ser como ele.
Mas quer estar próxima de alguém que não se fragmenta diante do caos.
Por isso, o que Amanda admira em Dante não é apenas o homem poderoso,
mas a sensação rara de estar ao lado de alguém que aguenta o mundo sem pedir que ele seja mais leve.
***
CONTINUA....

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Nome do conto:
. 8. Paciente Amanda. Símbolo de posse: 9567

Codigo do conto:
251327

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
07/01/2026

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