Data e local de nascimento: 10/12/1997 - Porto Alegre Altura: 1,63 Quadril: 90 Cintura: 67 Busto: 82 Pés: 35 *** Era uma sexta-feira cinzenta quando Giovanna entrou. Vestia-se de forma simples, quase apagada, como quem tenta não ocupar espaço demais. O olhar denunciava confusão — não parecia entender exatamente por que estava ali, apenas que não havia mais para onde ir. — Me disseram que aqui eu conseguiria um empréstimo… Dante a observou por alguns segundos antes de responder. — Mas você não precisa de dinheiro. Ela franziu a testa, nervosa. — Preciso sim. Tenho uma dívida. Não tenho como arrumar esse dinheiro. Disseram que aqui já ajudou muita gente… — Como eu disse — repetiu ele, sem dureza — você não precisa de dinheiro. Precisa de ajuda para se livrar do problema. Giovanna permaneceu em silêncio. — Você se tornou dependente química depois de um relacionamento que não deveria ter tido — continuou Dante. — Quem a introduziu nisso foi morto pela polícia. Agora você não consegue trabalhar, não consegue se cuidar… e muito menos cuidar do seu filho. Ela sentiu as pernas perderem força, mas não caiu. Já estava acostumada a ouvir a própria história de fora. — Estou devendo uma grana — disse, quase num sussurro. — E eles querem que eu pague trabalhando pra eles. Tenho menos de uma semana. Ou levo o dinheiro, ou viro propriedade. Dante não reagiu de imediato. A palavra puta ficou suspensa no ar, pesada, definitiva. — Posso ajudar — disse enfim. — Mas com algumas exigências. Ela ergueu o rosto rapidamente. — Eu topo. — Nem sabe quais são. — Eu aceito qualquer coisa — respondeu, com urgência. — Só não quero isso. Se eu entrar nisso, não saio mais. Meu corpo não aguenta. E aí eu perco tudo. Até a chance de voltar a ser quem eu era. Dante se inclinou levemente para frente. — Então escute com atenção, Giovanna. Ela obedeceu. — Eu pago sua dívida. Hoje. Ninguém mais vai encostar em você. Mas você vai sair do lugar onde está agora. Ela abriu a boca para perguntar, mas ele continuou: — Clínica. Tratamento real. Sem fachada. Sem improviso. Você vai ficar longe do seu filho por um tempo — e isso vai doer mais do que qualquer outra coisa. Os olhos dela se encheram de lágrimas. — Mas é a única forma de você poder voltar pra ele de verdade. Ela não chorou alto. Apenas deixou que as lágrimas corressem, como quem finalmente para de resistir. — E as exigências? — perguntou. — Disciplina. Silêncio. Tempo. E quando sair de lá, você não volta para o mesmo mundo achando que ele vai te perdoar. Você vai ter que reconstruir tudo devagar. Giovanna respirou fundo. — Isso não é um empréstimo… — Não — respondeu Dante. — É uma chance. E não se oferece duas vezes. Ela assentiu. Não com esperança. Com exaustão. Pela primeira vez em muito tempo, alguém não queria algo dela. Queria que ela sobrevivesse. E isso, para Giovanna, parecia quase inacreditável. — Bem… — disse Dante, após um silêncio calculado. — Eu quero que você tenha uma vida digna. Mas, neste momento, você não tem condições de sustentá-la sozinha. Giovanna abaixou o olhar. Não em vergonha — em reconhecimento. — Eu vou lhe dizer o que fará e como fará — continuou ele. — Você seguirá cada orientação sem atalhos, sem negociações internas. Ela assentiu devagar. — Vou colocar você em contato com agências. Não promessas vazias — trabalho real, quando estiver pronta. Mas antes disso, haverá internação. Desintoxicação séria. Tratamento contínuo. Sem romantização desse vício que quase levou tudo de você. — Mas se eu me internar… — ela hesitou — não vou poder cuidar do meu filho. Nem trabalhar como modelo. Dante não suavizou a resposta. — Exatamente. Porque, do jeito que está, você não está cuidando de ninguém. Nem dele. Nem de si. As palavras doeram mais do que qualquer acusação. — Isso também é por minha conta — disse ele. — Seu filho ficará protegido. Assistido. E você só voltará para ele quando puder ser presença — não risco. Giovanna respirou fundo, sentindo o peso real da proposta. — A única coisa que você precisa fazer — concluiu Dante — é se entregar ao processo. Confiar. E parar de acreditar que força é aguentar sozinha. Ela levantou os olhos. Havia medo ali. Mas também algo novo: alívio. — Eu confio… — disse, quase sem voz. Não era submissão. Era rendição ao que ainda podia salvá-la. Dante assentiu uma única vez. — Então começamos hoje. E, pela primeira vez em muito tempo, Giovanna não sentiu que estava perdendo liberdade — sentiu que estava recuperando a chance de existir sem precisar fugir de si mesma. - Tire suas roupas... - Como??? - Se entregar é não questionar, aceitar, gostando ou não. Ser submissa me passa o poder de resolver os seus problemas. Se você me pertencer, caberá a mim lhe cuidar de tudo, em todos os sentidos. Giovanna não demonstrou qualquer excitação iniciou a retirada de sua roupa ficando totalmente nua em sua sala. A olhando de perto também retirou sua roupa. Giovanna, no primeiro momento, pareceu querer recuar com a clara intenção de manter o acontecimento apenas no campo estritamente profissional. Mas, de uma maneira incompreensível naquele momento, ela não fez isso; pelo contrário, ela segurou seu pinto com firmeza e depois de massageá-lo com certa destreza, examinou mais uma vez a glande, dirigindo-o, a seguir, um olhar meio maroto e levemente suave. - Ao que terei também uma missão a cumprir... Dante emitiu um “sim” que não pareceu muito audível, porém pelo olhar dela ficou claro que ela havia compreendido a resposta. Ainda inclinada sobre ele, Giovanna avançou até a cabeceira da sua mesa, permitindo que ele tivesse uma visão mais privilegiada daquele vale insinuante. Dante se controlando, mas era uma situação difícil, entre a excitação e o recato, já que a ideia daqueles seios desnudos persistia em vasculhar sua libido de forma indecorosamente obscena. Giovanna olhou para Dante sorrindo, enquanto suas mãos começaram a acariciar sua rola deixando de lado todo o tecnicismo e partindo, literalmente, para o erotismo. O pênis cresceu e enrijeceu, passando do estado letárgico de alguns segundos antes, para um poderoso instrumento masculino pronto para dar e receber prazer. Instintivamente, sua mão buscou o busto da Giovanna e assim que pode sentir aquele delicioso “volume”, sua rola passou a pulsar como louca. Repentinamente, uma tapinha autoritária fez com que ela interrompesse a carícia por sobre o pênis. Seu olhar era autoritário, quase mandão, e sorria marotamente, deixando claro que Giovanna era a cliente e tinha que se submeter às suas vontades – fossem elas quais fossem. Não tardou para que Giovanna abocanhasse o pau, engolindo-o por inteiro, chupando com o esmero de uma cortesã, enquanto suas mãos brincavam com suas bolas, apertando-as e beliscando-as suavemente. Ver aquela morena pelada exibindo aqueles seios fartos e aquela bunda que, sem a roupa, parecia liberar uma anatomia muito mais provocante do que se podia supor. Segurou-a pelos cabelos empurrando e puxando sua cabeça como controlando os movimentos de sua boca, engolindo e cuspindo no pau, em movimentos sucessivos e contínuos. O inesperado começava a cobrar o seu preço ameaçando um gozo impróprio e inoportuno. Dante buscou forças onde não tinha para reter o orgasmo, pois precisava usufruir aquela mulher o máximo que lhe fosse possível. Com um gesto másculo e rápido o suficiente para não ser evitado Dante fez com que Giovanna liberasse sua rola e saltou no sofá, agarrando-a como um selvagem dominador e mesmo quando ela tentou esboçar alguma reação a segurou pela cintura levando sua boca de encontro à dela e fazendo sua língua passear pelo seu interior, invadindo-a desaforadamente. Ela tentou desvencilhar-se, mas impus sua força de macho, e mesmo ela sendo alta, conseguiu seu intuito de mantê-la presa a ele. Suas mãos ágeis fincaram as unhas curtas em suas nádegas com tanta força que teve vontade de gritar, ao mesmo tempo em que, perdendo momentaneamente as forças, deixou que ela se livrasse dos seus braços. Em seguida, ela pegou seu pau com uma das mãos puxando-o com violência e fazendo que Dante quase urrasse de dor. Sentiu quando a outra mão dela atingiu seu rosto com um tapa pouco sonoro, cuja eficiência foi suficiente para mostrar para ela quem estava no controle. Ela o empurrou para longe dela para, na sequência, despi-lo completamente. Seus olhos faiscaram ao ver aquela exuberância que se ocultava por baixo de sua calça. Os seios eram grandes e largos, coroados por grandes aureolas levemente escurecidas com mamilos pequenos e pontudos que já estavam completamente intumescidos, prontos para serem deliciados pela boca ávida de um macho cheio de tesão. Os quadris eram levemente largos centrados por um monte de Vênus de pelos ralos que eram meticulosamente depilados delineando um formato de triângulo invertido. Coxas grossas denunciavam uma bunda grande e firme e eram encerrados por pés cuja delicadeza contrastava com o resto do conjunto. Bem que ele tentou avançar sobre aquele templo de formosura, mas Giovanna ainda tinha em uma das mãos seu pau duro e pulsante, e quando ensaiou fazer um gesto em sua direção, ela o apertou forte, empurrando-o para trás com uma violência controlada. - Calma, seu safadinho, … você vai poder usufruir de tudo isso, mas no devido tempo... agora, fique quieto aí, enquanto eu examino essa “máquina” e vejo se está tudo bem... – a voz de Giovanna era autoritária e não tinha uma ponta sequer de hesitação. Ela ajoelhou-se na sua frente e depois de examinar detidamente toda a extensão do seu pênis, novamente ela o abocanhou, chupando-o com uma sofreguidão típica de quem há muito tempo não fazia algo semelhante. Mais uma vez, Dante a segurou pelos cabelos, só que agora ele apenas sentia sua maciez e sedosidade, sem forçar qualquer movimento, permitindo que ela se satisfizesse com a sua rola dura. Ela sugou e lambeu seu pau até que ele estivesse completamente lambuzado com a sua saliva quente, brincando com as bolas inchadas repletas de esperma pronto para ser ejaculado. - Que tal, você me mostrar como faz com as mulheres como eu... mas atenção, eu quero com todos os detalhes a que tenho direito, entendeu? – Giovanna não hesitou ao pedir-lhe que fizesse com ela o mesmo que fizera com outras, rasgando seu cu com sua rola dura e grossa e proporcionando o ápice de prazer único a que ela tinha direito depois de deixar a pica em ponto de bala. Oportunidades como essa não é comum, e imediatamente ele a puxou para cima, jogando-a de costas por sobre a poltrona, deixando seu traseiro completamente a mercê do doce castigo. Aproximou-se com certa dignidade, apenas para mostrar para ela que, quem estava no controle da situação era ele e não ela, e suas condutais provocativas. Olhou para aquele traseiro bem-feito, com nádegas grandes, porém sem excessos, firmes e suavemente arrebitadas, e suspirou. Posicionou-se atrás de Giovanna e com as mãos afastou as nádegas permitindo que o vale formado por elas lhe revelasse o orifício, objeto do seu desejo naquele exato momento. Deu uma boa olhada naquele buraquinho rosado e cheio de pequenas pregas, imaginando seu pau invadindo aquele reduto que, aparentemente, ainda estava incólume de qualquer arremetida mais ousada, e mais uma vez teve que controlar o ímpeto de gozar, esporrando nele antes mesmo de penetrá-lo. - Vai, Dante! Mete logo essa porra dentro de mim! Tá esperando o quê? Vai logo... eu quero... eu preciso... – antes que Giovanna pudesse dizer mais alguma coisa, a segurou as carnes firmes de suas nádegas e com um golpe vigoroso, lançou sua glande para dentro do seu ânus, invadindo sem dó nem piedade. Giovanna quis gritar, mas por sua própria vontade, reteve o grito. Olhou para ele. O olhar era um misto de tesão e dor, tudo ao mesmo tempo. - Vamos, pega aquela alguma coisa e enfia na minha boca... eu quero gritar... mas, não posso... não aqui! Sem titubear Dante pegou uma prótese oral e enfiou em sua boca com tanta força que ela pareceu querer vomitar com a própria saliva. E enquanto fazia isso, aproveitou para continuar a imolação daquele cuzinho, enfiando um pouco mais de rola para dentro. Fez isso com cuidado, porém, não recuava, mesmo quando ela gemia tão alto que Dante tinha a impressão que alguém poderia ouvir. Mesmo ainda sentindo algum desconforto, persistiu na penetração, pois a visão daquele traseiro lindo aliado ao seu tesão eram suficientes para que não esmorecesse ou se desse por vencido. Golpeou com mais vigor até sentir que toda a extensão do seu pau estava agasalhada dentro do ânus de Giovanna, enquanto roçava sua pélvis na carne quente e macia daquelas nádegas oferecidas. Enfim, havia sido enrabada! Permaneceu ali, parado, dentro dela, apenas sentido o calor gostoso de suas entranhas enluvando seu pau com perfeição. Depois de alguns minutos, e com as súplicas reboantes de Giovanna, passou a estocar aquele ânus, enfiando e tirando quase que inteiramente sua rola de dentro dele, sentindo a penetração e ouvindo o som engraçado que ele fazia quando a rola estava quase que totalmente fora. Segurava as nádegas de Giovanna com firmeza, porém, sem parecer brutal, recebendo como prêmio os movimentos dela com seus quadris e cintura indo e vindo na direção do seu pau. Seu corpo lhe pertencia e ele podia fazer o que quisesse. Vez por outra, acariciava suas costas, até chegar aos seus cabelos suados, prendendo-os entre os dedos e dando puxões – ora vigorosos, ora controlados – percebendo o quanto ela estava gostando daquilo. Giovanna era uma mulher e tanto... aguentava aquela penetração anal saboreando-a como se fosse ela a parte ativa. Por um instante, sentia-se completamente satisfeito aos movimentos cadenciados daquela fêmea exemplar. Giovanna gozou... e gozou muito! Ela queria gritar, berrar, mas, infelizmente, não podia já que sua boca estava ocupada. Sentisse o suor escorrer do pescoço em direção à sua bunda, assim como também sentia o suor dela que fazia sua pele brilhar sob a luz fria. Era uma visão insólita. Foderam tanto que perderam completamente a noção de tempo. Eles já não sabiam mais se era noite ou dia, se era sexta-feira ou sábado, a única coisa que lhe importava era penetrar aquele ânus, comendo aquela mulher gostosa e delirante, cujos movimentos iam tornando-se cada vez mais intensos e persistentes. Dante achou que tudo estava próximo do final, embora seu cacete não desse qualquer sinal de enfraquecimento, pois seu corpo já sentia o peso de tanto esforço (afinal, não era mais um rapazinho cheio de energia!). E houve um instante em que se entregou aos movimentos de seus corpos. Fechou os olhos e apenas usufruiu a doce sensação de enrabar uma fêmea e senti-la ser possuída, total e irrestritamente entregue ao homem que copulava atrás dela, rasgando seu cuzinho e penetrando fundo em suas entranhas. Subitamente, sentir um arrepio subir pela espinha e um espasmo em seu esfíncter anunciou que o fim estava muito próximo. Falou para Giovanna que ia gozar e depois de tirar a prótese de sua boca, e perguntou-lhe se queria encher seu cu com sua porra quente. Ela disse que não, pois queria que ele a lambuzasse inteira, naquela posição em que ela se encontrava. Achou aquilo diferente! Agitou ainda mais seus movimentos pélvicos, até que sentiu a onda de esperma subir em direção à uretra. Tirou o pinto para fora, terminando o “serviço” com uma masturbação rápida e vigorosa... ejaculou... intenso e insano. Os jatos de sêmen foram lançados a incríveis distâncias, lambuzando não apenas as costas de Giovanna, mas também seus cabelos e uma parte de seu rosto, já que ela estava olhando para ele por cima dos ombros e acabou por receber uma “carga” inesperada. Quando, finalmente, a onda de porra quente e viscosa terminou, sentiu seu cacete murchar lentamente, escorregando para fora do ânus sacrificado de Giovanna. Apoiou-se na borda da mesa de trabalho, enquanto ela jazia inerte sobre o sofa ainda de traseiro para cima, gemendo e dizendo como tinha sido boa aquela trepada. E antes que ele pudesse se recobrar, Giovanna estava ajoelhada na sua frente, lambendo afetuosamente o pau amolecido, cuidando para que ele ficasse bem limpo. Ao terminar, levantou-se e lhe deu outro beijo ousado e caloroso. Deu de costas, abaixando até o chão para pegar suas roupas que estavam espalhadas. Depois que ambos se recompuseram, Dante falou com a mesma objetividade de sempre. Disse o nome da clínica. Disse o tempo mínimo: seis meses. Tratamento integral, sem exceções. Explicou que, mesmo internada, Giovanna poderia fazer fotografias — poucas, selecionadas, sempre supervisionadas. O suficiente para não perder completamente o vínculo com quem ela era, mas não o bastante para fugir do processo. O pagamento já havia sido feito. A dívida estava encerrada. Ela não devia mais nada à boca de fumo. Nenhuma cobrança pendente. Nenhuma ameaça à espreita. Quanto ao filho, Dante foi direto: Durante a noite, ele poderia ficar com ela na clínica. Durante o dia, estaria numa creche estruturada, segura, próxima. Nada improvisado. Giovanna tentou responder, mas não conseguiu. As palavras não vieram. Vieram as lágrimas. Ela chorou como quem finalmente entende que não está sendo punida, mas retirada de um lugar onde não sobreviveria. Abraçou Dante de forma inesperada, desajeitada, sem cálculo. Um gesto que não pedia nada além de amparo por um segundo. Dante não retribuiu o abraço. Também não a afastou. Antes que ela saísse da sala, disse apenas: — Se cuide de verdade. Eu não faço milagres. Nem sou santo. Giovanna assentiu e saiu. Mais tarde, sozinha, após o banho, ao se observar no espelho, algo finalmente se encaixou. Ela percebeu a marca que carregava no corpo — uma tatuagem antiga, esquecida, feita em outro tempo, por outras razões. Não era o desenho em si que importava. Era o que ele representava: um passado de escolhas feitas sem cuidado, de pertencimentos que cobraram caro demais. Pela primeira vez, ela não sentiu vergonha ao olhar para aquela marca. Sentiu clareza. Entendeu que não se tratava de apagar quem havia sido, mas de impedir que aquela versão continuasse decidindo por ela. E, com essa compreensão silenciosa, Giovanna soube que o tratamento não começava na clínica. Começava ali — no instante em que reconheceu que sobreviver também exige romper com as marcas que antes pareciam identidade. *** CONTINUA...
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