. 12. PACIENTE ISA - SIMBOLO DE POSSE: 21511

Data e local de nascimento: 20/05/1980, Curitiba (PR)
Altura: 1,60
Quadril: 91cm
Cintura: 67cm
Busto: 86cm
Pés: 36
***
Isa entra na sala e se dirige diretamente a Dante, ele a fica olhando esperando para ouvi-la. Ela diz:
- Estou preiteando um empréstimo por questões pessoais...
- Bem sei os motivos pelos quais está precisando de ajuda.
- Como pode saber meus motivos?
Isa não desvia o olhar.
A acusação não a surpreende — o que a incomoda é a precisão.
— Qual condição? — pergunta, sem alterar o tom.
Dante caminha lentamente até a janela. Não olha para ela ao responder.
— Você passou a vida inteira acreditando que autoridade se constrói pela exclusão. Que rigor basta. Que respeito nasce do medo. Funcionou… até agora.
Isa cruza as pernas, mantendo a postura impecável.
— Se está tentando me dar uma aula de ética, está perdendo seu tempo.
— Não — responde ele, virando-se enfim. — Estou lhe oferecendo sobrevivência institucional.
Ela franze o cenho.
— Explique.
— O convite que recebeu não será revogado oficialmente. Ele simplesmente morrerá.
Uma carta que não chega.
Uma vaga que “foi preenchida”.
Um silêncio elegante.
É assim que a academia elimina pessoas difíceis sem criar mártires.
Isa respira fundo pela primeira vez.
— E você impediria isso… como?
— Reorganizando sua imagem — diz Dante. — Não para o público, mas para quem realmente decide.
Você não precisa de dinheiro. Precisa de testemunhas que falem por você quando você não estiver na sala.
— Não tenho aliados — admite, quase num sussurro.
— Exatamente por isso está aqui.
Ela se inclina levemente para frente.
— E sua condição?
Dante se aproxima, mantendo uma distância calculada.
— Durante doze meses, você aceitará algo que sempre recusou:
interdependência.
Ele enumera com os dedos:
— Primeiro: três pessoas que você bloqueou academicamente serão integradas a projetos internacionais com seu apoio explícito.
— Segundo: você assinará pareceres favoráveis a carreiras que não lhe devem nada.
— Terceiro: quando assumir a nova posição, fará algo impensável para você — dividirá protagonismo.
Isa solta um riso curto.
— Quer que eu me torne irrelevante.
— Não — corrige Dante. — Quero que você se torne necessária, não temida.
Há uma diferença que você nunca aprendeu.
O silêncio se instala. Isa olha para o chão por alguns segundos, algo raro.
— E se eu recusar?
— Nada acontecerá imediatamente — responde ele com tranquilidade. —
E isso será o pior.
Ela se levanta.
— Você não quer me dominar… quer me redesenhar.
Dante inclina levemente a cabeça, quase em concordância.
— Pessoas como você não precisam ser quebradas.
Precisam aprender que poder isolado é poder com prazo de validade.
Isa estende a mão, com firmeza.
— Aceito. Mas não por você. Por mim.
Dante aperta sua mão.
— É o único motivo que funciona a longo prazo.
Quando ela sai da sala, não há vitória em seu rosto — apenas algo novo:
a consciência de que, pela primeira vez, terá que construir sem esmagar.
E isso, para Isa, é mais desafiador do que qualquer inimigo que já enfrentou.
- Se pode me ajudar mesmo, aceitarei qualquer condição. Peça e lhe farei.
- Não irei pedir, irei “sugerir”.
- Não estou entendendo bem...
- Primeiro: pare de falar, segundo tire a calcinha...
- O que?
- Se voltar a falar me ajuda estará extinta.
Isa o ficou olhando e percebeu que Dante falava seriamente.
- Onde fica o banheiro?
Dante ficou calado a olhando seriamente estando encostado em sua mesa. Isa lentamente começou a soltar sua calça, olhou para a porta, a retirou e em seguida retirou sua calcinha. Iria de imediato recolocar a calça quando Dante disse:
- Não a vista ainda.
Foi a sua mesa e pegou um plug anal. Isa pelo terror que demonstrou, sabia perfeitamente o que era aquilo. Dante se aproxima, a manda curvar-se sobre o sofá e o lubrificando, introduz o plug.
- Agora pode se vestir.
- Mas...
- Aqui está o endereço que você irá me encontrar as 21 hs. A quero com essa roupa que está, não tente retirar o plug, ira se machucar, e saberei que o retirou, pois ele emite um sinal. Se não aparecer no horário ou se o tiver retirado nosso negócio estará terminado.
- Mas...
- Não diga mais nada, quero que se retire pois tenho algumas coisas a fazer para esta neste endereço também.
Isa veste sua calça, se vira e sai da sala andando como se estivesse com uma das pernas machucada.
As vinte e uma horas Isa chega com quinze minutos de atraso.
- Quebrou mais uma regra do acordo, chegando atrasada. Retire toda sua roupa.
Isa começa a retirar, quando esta totalmente despida Dante se aproxima e a manda se curvar, retira o plug anal, porém pega seus braços e os prende atras, não com algemas, mas com um tecido rígido e justo. A leva ao banheiro e lhe diz:
- Pode usar o sanitário, pois deve estar com vontade de evacuar.
Isa usa o sanitário, Dante a levanta e faz sua higiene intima. A deixa em pé e abre o chuveiro. Isa estava calada, nada dizia nem demonstrava resistência, Dante começa a retirar sua própria roupa. Momento em que Isa demonstra uma forma de espanto, ao ver o pênis de Dante. Dentro do box Dante lhe dá banho carinhosamente. Em um momento, ele a vira para a parede e se aproximando, Isa sente suas mãos serem tocadas pelo seu pênis, o que a faz arrepiar. Dante falando bem baixinho em seu ouvido, começa a tocar em seu pescoço, em seus seios, os quais se endurecem de imediato e seu mamilo se torna volumoso. Vai descendo, passando pela região umbilical e chegando em sua vulva. Isa se arrepia toda, e mesmo sem a solicitação de Dante, Isa afasta suas pernas. É iniciado uma caricia em sua vulva, Isa fecha os olhos e apoia sua nuca no ombro de Dante que em seguida toca em seu clítoris. Isa entra numa crise orgástica hipotônica, se Dante não a segurasse teria caído bruscamente ao chão. Dante a retira do box e a leva no colo para a cama. A coloca deitada de lado, ao se recuperar Dante a coloca de joelhos com o seu rosto apoiado no travesseiro. Suas mãos ainda contidas. Introduz seu pênis de forma contínua porem lentamente. Isa demonstra um pouco de dor, porém em segundos passa a demonstrar prazer. O ritmo foi sendo aumentado e logo Isa entra em nova crise hipotônica, caindo e ficando deitada de bruços sem mover-se. Dante usa seu fluido vaginal e a penetra nos anus. Introduzia e retirava quase que totalmente em menus de dois minutos Dante goza deixando toda ejaculação em seu anus.
Se levanta, retira a contenção dos braços de Isa, vai ao banheiro, toma novo banho e vai para a sala.
Em cerca de 40 minutos Isa aparece na sala nua dizendo:
- Não consegui ligar o chuveiro...
- Banho você tomará em sua casa.
- Mas estou imunda...
- Vista-se e sente-se na mesa. Quero lhe dizer algumas coisas.
Dante retira do seu bolço a calcinha que Isa havia retirado na empresa e lhe entrega.
- Acho que assim escorrera menos...
Isa calada se veste e senta-se a mesa.
- Aqui estão as suas passagens para Londres. Aqui é o endereço o Flat que irá usar. Este cartão empresarial lhe dá direito a 50.000 reais, o equivalente a 6.000 euros, para seu uso pessoal por mês. Pegue o elevador e no subsolo há um carro com o motorista lhe esperando. A levara para casa. Agora você já sabe o que é sentir-se sujeita a vontade de outra pessoa.
- Nos encontraremos novamente???
- Sim, nos veremos novamente.
- Como ligo para você?
- Não ligará, eu a encontro.
Isa caminha para a porta lentamente, como se estivesse exausta, abre a porte e olhando para traz não consegue mais ver Dante.
Ao chegar em casa, vai direto para o banheiro, toma um longo banho e ao estar se enxugando percebe a tatuagem na virilha direita.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
. 12. PACIENTE ISA - SIMBOLO DE POSSE: 21511

Codigo do conto:
251432

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
08/01/2026

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