Data e local de nascimento: 20/05/1980, Curitiba (PR) Altura: 1,60 Quadril: 91cm Cintura: 67cm Busto: 86cm Pés: 36 *** Isa entra na sala e se dirige diretamente a Dante, ele a fica olhando esperando para ouvi-la. Ela diz: - Estou preiteando um empréstimo por questões pessoais... - Bem sei os motivos pelos quais está precisando de ajuda. - Como pode saber meus motivos? Isa não desvia o olhar. A acusação não a surpreende — o que a incomoda é a precisão. — Qual condição? — pergunta, sem alterar o tom. Dante caminha lentamente até a janela. Não olha para ela ao responder. — Você passou a vida inteira acreditando que autoridade se constrói pela exclusão. Que rigor basta. Que respeito nasce do medo. Funcionou… até agora. Isa cruza as pernas, mantendo a postura impecável. — Se está tentando me dar uma aula de ética, está perdendo seu tempo. — Não — responde ele, virando-se enfim. — Estou lhe oferecendo sobrevivência institucional. Ela franze o cenho. — Explique. — O convite que recebeu não será revogado oficialmente. Ele simplesmente morrerá. Uma carta que não chega. Uma vaga que “foi preenchida”. Um silêncio elegante. É assim que a academia elimina pessoas difíceis sem criar mártires. Isa respira fundo pela primeira vez. — E você impediria isso… como? — Reorganizando sua imagem — diz Dante. — Não para o público, mas para quem realmente decide. Você não precisa de dinheiro. Precisa de testemunhas que falem por você quando você não estiver na sala. — Não tenho aliados — admite, quase num sussurro. — Exatamente por isso está aqui. Ela se inclina levemente para frente. — E sua condição? Dante se aproxima, mantendo uma distância calculada. — Durante doze meses, você aceitará algo que sempre recusou: interdependência. Ele enumera com os dedos: — Primeiro: três pessoas que você bloqueou academicamente serão integradas a projetos internacionais com seu apoio explícito. — Segundo: você assinará pareceres favoráveis a carreiras que não lhe devem nada. — Terceiro: quando assumir a nova posição, fará algo impensável para você — dividirá protagonismo. Isa solta um riso curto. — Quer que eu me torne irrelevante. — Não — corrige Dante. — Quero que você se torne necessária, não temida. Há uma diferença que você nunca aprendeu. O silêncio se instala. Isa olha para o chão por alguns segundos, algo raro. — E se eu recusar? — Nada acontecerá imediatamente — responde ele com tranquilidade. — E isso será o pior. Ela se levanta. — Você não quer me dominar… quer me redesenhar. Dante inclina levemente a cabeça, quase em concordância. — Pessoas como você não precisam ser quebradas. Precisam aprender que poder isolado é poder com prazo de validade. Isa estende a mão, com firmeza. — Aceito. Mas não por você. Por mim. Dante aperta sua mão. — É o único motivo que funciona a longo prazo. Quando ela sai da sala, não há vitória em seu rosto — apenas algo novo: a consciência de que, pela primeira vez, terá que construir sem esmagar. E isso, para Isa, é mais desafiador do que qualquer inimigo que já enfrentou. - Se pode me ajudar mesmo, aceitarei qualquer condição. Peça e lhe farei. - Não irei pedir, irei “sugerir”. - Não estou entendendo bem... - Primeiro: pare de falar, segundo tire a calcinha... - O que? - Se voltar a falar me ajuda estará extinta. Isa o ficou olhando e percebeu que Dante falava seriamente. - Onde fica o banheiro? Dante ficou calado a olhando seriamente estando encostado em sua mesa. Isa lentamente começou a soltar sua calça, olhou para a porta, a retirou e em seguida retirou sua calcinha. Iria de imediato recolocar a calça quando Dante disse: - Não a vista ainda. Foi a sua mesa e pegou um plug anal. Isa pelo terror que demonstrou, sabia perfeitamente o que era aquilo. Dante se aproxima, a manda curvar-se sobre o sofá e o lubrificando, introduz o plug. - Agora pode se vestir. - Mas... - Aqui está o endereço que você irá me encontrar as 21 hs. A quero com essa roupa que está, não tente retirar o plug, ira se machucar, e saberei que o retirou, pois ele emite um sinal. Se não aparecer no horário ou se o tiver retirado nosso negócio estará terminado. - Mas... - Não diga mais nada, quero que se retire pois tenho algumas coisas a fazer para esta neste endereço também. Isa veste sua calça, se vira e sai da sala andando como se estivesse com uma das pernas machucada. As vinte e uma horas Isa chega com quinze minutos de atraso. - Quebrou mais uma regra do acordo, chegando atrasada. Retire toda sua roupa. Isa começa a retirar, quando esta totalmente despida Dante se aproxima e a manda se curvar, retira o plug anal, porém pega seus braços e os prende atras, não com algemas, mas com um tecido rígido e justo. A leva ao banheiro e lhe diz: - Pode usar o sanitário, pois deve estar com vontade de evacuar. Isa usa o sanitário, Dante a levanta e faz sua higiene intima. A deixa em pé e abre o chuveiro. Isa estava calada, nada dizia nem demonstrava resistência, Dante começa a retirar sua própria roupa. Momento em que Isa demonstra uma forma de espanto, ao ver o pênis de Dante. Dentro do box Dante lhe dá banho carinhosamente. Em um momento, ele a vira para a parede e se aproximando, Isa sente suas mãos serem tocadas pelo seu pênis, o que a faz arrepiar. Dante falando bem baixinho em seu ouvido, começa a tocar em seu pescoço, em seus seios, os quais se endurecem de imediato e seu mamilo se torna volumoso. Vai descendo, passando pela região umbilical e chegando em sua vulva. Isa se arrepia toda, e mesmo sem a solicitação de Dante, Isa afasta suas pernas. É iniciado uma caricia em sua vulva, Isa fecha os olhos e apoia sua nuca no ombro de Dante que em seguida toca em seu clítoris. Isa entra numa crise orgástica hipotônica, se Dante não a segurasse teria caído bruscamente ao chão. Dante a retira do box e a leva no colo para a cama. A coloca deitada de lado, ao se recuperar Dante a coloca de joelhos com o seu rosto apoiado no travesseiro. Suas mãos ainda contidas. Introduz seu pênis de forma contínua porem lentamente. Isa demonstra um pouco de dor, porém em segundos passa a demonstrar prazer. O ritmo foi sendo aumentado e logo Isa entra em nova crise hipotônica, caindo e ficando deitada de bruços sem mover-se. Dante usa seu fluido vaginal e a penetra nos anus. Introduzia e retirava quase que totalmente em menus de dois minutos Dante goza deixando toda ejaculação em seu anus. Se levanta, retira a contenção dos braços de Isa, vai ao banheiro, toma novo banho e vai para a sala. Em cerca de 40 minutos Isa aparece na sala nua dizendo: - Não consegui ligar o chuveiro... - Banho você tomará em sua casa. - Mas estou imunda... - Vista-se e sente-se na mesa. Quero lhe dizer algumas coisas. Dante retira do seu bolço a calcinha que Isa havia retirado na empresa e lhe entrega. - Acho que assim escorrera menos... Isa calada se veste e senta-se a mesa. - Aqui estão as suas passagens para Londres. Aqui é o endereço o Flat que irá usar. Este cartão empresarial lhe dá direito a 50.000 reais, o equivalente a 6.000 euros, para seu uso pessoal por mês. Pegue o elevador e no subsolo há um carro com o motorista lhe esperando. A levara para casa. Agora você já sabe o que é sentir-se sujeita a vontade de outra pessoa. - Nos encontraremos novamente??? - Sim, nos veremos novamente. - Como ligo para você? - Não ligará, eu a encontro. Isa caminha para a porta lentamente, como se estivesse exausta, abre a porte e olhando para traz não consegue mais ver Dante. Ao chegar em casa, vai direto para o banheiro, toma um longo banho e ao estar se enxugando percebe a tatuagem na virilha direita.
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