. 14. PACIENTE IZI - SIMPOLO DE POSSE 124-13

Nome: Izi Sirena (124-13)
Data e local de nascimento: 07/02/1996 - Recife / PE
Altura: 1,67
Quadril: 102 cm
Cintura: 64 cm
Busto: 84 cm
Pés: 37
***
Izi uma mulher de 32 anos, com uma beleza física imensurável. Uma elegância incomparável assim com um charme natural envolvente. Se aproxima e cumprimenta Dante que a lhe oferece o sofá. Senta-se e diz:
- Estou desesperada por uma ajuda.
- Sei dos seus problemas, seu pai infartou e o plano de saúde vem tentando dificultar o tratamento. Adiando condutais alegando não que ele não possui direito devido ao plano que possui. No plano caracteriza doença cardíaca vascular como pré-existente.
- Meu pai irá morrer se eu não conseguir alguma coisa para pagar seu tratamento.
- Eu irei lhe ajudar...
Dante se levanta, faz algumas ligações, chama seu secretário, e se aproxima novamente de Izi.
- Estou enviando uma unidade de emergência cardiológica para transferir seu pai do Hospital São Paulo para o Hospital Albert Einstein. Já o esperarão no CTI cardiológico. A levarão junto nesta transferência.
- E o que preciso fazer? Assinar algum documento, fazer alguma coisa?
- Sim, precisará fazer o seguinte: Daqui a 72 horas uma assessora lhe pegara e a levara a minha casa. Lá nos conheceremos e conversaremos melhor. Agora vá cuidar de seu pai. Depois cuidaremos de nossos negócios.
O Secretario a acompanhou a porta. Izi se voltou para Dante e lhe abraçando lhe disse:
- Acredito que teremos muito o que conversarmos.
Dante ficou lhe olhando, um pouco surpreso com sua conduta. Os dias se passarem e as 17 hs de sexta-feira, Izi estava chegando a uma casa em uma ilha, levada por um helicóptero. Izi chega com calça de dines, uma blusa simples e uma sandalha fechada. Entra na casa e encontra Dante sentado num sofá lendo um livro.
- Por favor facilite as coisas...
- Como?
- Se o que quer, é me possuir, já conseguiu, só ao levar meu pai ao melhor hospital do Brasil, fico contente e aceito o preço com facilidade.
- Você vive muito isso?
- Se desejada, possuída, comida etc.? A maioria dos homens quando se aproximam já estão pensando em me comer. Nem perguntam meu nome, mas já me fazem propostas imorais.
- Então me acho um imoral...
- Não, você foi diferente. Salvou meu pai antes de saber se eu lhe daria. Isso o colocou num patamar acima de todos os que já conheci.
- E se eu quiser lhe comer...???
- Eu lhe darei, como eu disse com você é diferente.
- Diferente...
- Sim na verdade desde que sai de sua sala já pensava em ir para a cama contigo. Não só por sua vontade, mas eu o desejava também.
Dante se levantou, se aproximou de Izi, colocou os seus cabelos por trás dos seus ombros. A segurou pela mão a levando a seu quarto. A virou de costa para si, e lentamente foi saltando sua blusa, afroixando suas calças. Se abaixou, retirou os seus sapatos, ficou admirando seus pés, se levantou, agora em sua frente, começou a retirar sua calça. A deixou de calcinha e retirou sua blusa. Izi tentou retirar seu soutien, ele conteve suas mãos e o foi retirando lentamente. Após o qual iniciou a retirar sua calcinha. Izi se encontrava em sua frente, com a calcinha em seus pés. Dante se abaixou elevando sua perna direita retirando sua calcinha. Apois a retirar da outra perna mantem seu olhar direcionado a sua vulva. Era notório a quantidade de secreção que emanava de Izi. Delicadamente afastou suas pernas e beijou sua vulva como se estivesse beijando sua boca. Izi segura sua cabeça e goza. Dante a pega no colo e a põem na cama. Em pé ao lada da cama começa a retirar suas roupas. Izi se espanta ao ver o membro de Dante. Volta para a cama se aproxima de Izi lhe abrindo as pernas com seu joelho e sem dificuldade pela quantidade de secreção que escorria de Izi a penetra. Izi entra em outra crise orgástica. Dante não interrompe os movimentos a ter orgasmos repetidos e em series. Ao perceber a exaustão de Izi, Dante concentra-se e goza em seu interior. Ambos permanecem deitados.
O helicóptero desapareceu no horizonte, e o silêncio voltou a ocupar a casa.
Dante permaneceu alguns segundos parado, olhando para o ponto onde Izi estivera até instantes antes. Não havia pressa em retornar à rotina. Aquele desfecho — rápido, eficiente, quase brusco — era necessário, mas não indiferente.
Ele sabia que, ao afastá-la naquele momento, fazia mais do que protegê-la da ansiedade: preservava algo raro.
Izi não precisava ser mantida próxima para ser controlada. Precisava ir, resolver o que a havia trazido até ali, e só então voltar — inteira.
A tatuagem que ela descobrira no dia seguinte não era uma marca de posse no sentido comum. Era um símbolo de vínculo silencioso, algo que só fazia sentido para quem compreendia o jogo além da superfície. Izi sorriu porque entendeu: não era um contrato, nem uma cobrança. Era um lembrete de que aquele encontro não fora circunstancial.
Para Dante, ela representava uma exceção perigosa.
Não porque pudesse desestabilizá-lo emocionalmente, mas porque não se encaixava em nenhuma das categorias que ele dominava com facilidade:
não era suplicante,
não era ambiciosa,
não era calculista.
Era movida por afeto real — e isso mudava tudo.
Ele voltou ao escritório, retomou compromissos, telefonemas, decisões duras. O mundo seguiu como sempre. Mas, em algum ponto do dia, ao assinar um documento qualquer, percebeu algo incomum:
Estava esperando.
Não por necessidade.
Não por controle.
Mas pela certeza de que, quando se reencontrassem, não seria para negociar um problema —
e sim para compreender o que aquele vínculo poderia se tornar.
***
Dante demorou a admitir, até para si mesmo, o que estava acontecendo.
Não era desejo — disso ele sempre tivera controle.
Não era apego — jamais confundira proximidade com dependência.
Não era culpa — essa emoção ele aprendera a neutralizar há muito tempo.
O que o desorganizava era outra coisa: comparação interna.
Izi e Amanda passaram a ocupar espaços diferentes, porém igualmente inéditos.
Amanda representava o reconhecimento consciente.
Ela o via como ele gostava de ser visto: articulado, dominante, estrategista, alguém que conduz o jogo sem precisar explicá-lo. Com Amanda havia escolha, linguagem, espelhamento intelectual e sedução mútua. Ela o admirava pelo que ele era — e Dante sabia exatamente quem era quando estava com ela.
Izi, ao contrário, o tocava onde ele não tinha nome para o sentimento.
Ela não o admirava pelo poder, nem pelo controle.
Admirava o efeito de suas ações, não o mecanismo.
Não tentou entendê-lo, nem decifrá-lo, nem disputá-lo.
Izi o aceitou.
E isso o desconcertou.
Com Amanda, Dante se sentia inteiro.
Com Izi, sentia-se exposto — não por fraqueza, mas por humanidade.
Era a primeira vez que duas mulheres não competiam entre si dentro dele, mas criavam uma tensão nova:
entre quem ele escolheu ser
e quem ele poderia ser sem precisar escolher.
Isso o deixou inquieto.
Dante percebeu que, se seguisse como sempre, Amanda continuaria sendo uma construção sólida, previsível, alinhada ao seu mundo.
Mas Izi era um risco silencioso: não exigia nada, não pedia lugar, não ameaçava — e justamente por isso podia desestabilizar tudo.
Ele entendeu então algo que jamais precisara enfrentar:
O verdadeiro perigo não era amar.
Era ser visto sem precisar reformar poder.
E pela primeira vez, Dante não sabia qual dos dois sentimentos desejava controlar —
ou preservar.
***
CONTINUA...

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Nome do conto:
. 14. PACIENTE IZI - SIMPOLO DE POSSE 124-13

Codigo do conto:
251439

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
08/01/2026

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