Data e local de nascimento: 06/05/1997 / Castanheira - MT Altura: 1.70 Quadril: 90 Cintura: 67 Busto: 94 Pés: 37 Thais entra na sala e Dante a pede para aguardar um momento, Thais senda e fica cerca de 35 minutos sem nada ouvir ou falar. Dante olha para ela e pergunta: - Como espera que lhe ajude? - Preciso de um empréstimo... - Empréstimo, ou ajuda? - Para mim é a mesma coisa... - Não, posso lhe ajudar de muitas formas diferente. - Mesmo? - Desde que siga as regras. - Quais serão minhas regras? - Bem, a única regra é se entregar a mim. Se entregando totalmente demostrara confiança, submissão e prazer. - Já comecei a gostar do jogo. - Isso não é um jogo. - Não???? - Um jogo tem começo meio e fim. Submissão não. - Irei ter que apanhar, ser puta e outras coisas? - Claro que não, apenas prazer e conforto. - E apenas com você? - Você poderá viver como quiser, porém se eu falar que a quero, parara tudo e me atendera. Isso é submissão. Não importa a hora, o local, o dia, ou a noite. - E se eu não fizer... - Será deletada do meu sistema. Voltando ao inferno em que vive. - Eu aceito. No exato momento em que disse isso, Thais se levantou e deixou, acidentalmente, que a taça caísse, se curvando até o chão e exibindo seus mamilos para o Dante; Dante olhou para ela e o clima ficou tenso…, ele ficou excitado ao ver a Thais quase nua; inexplicavelmente, Thais também correspondeu, pressentindo algo quente e viscoso escorrer entre suas pernas! Deixando-se levar pelo instinto de fêmea, ela correu até Dante, ajoelhou-se na sua frente e de modo frenético desafivelou o cinto, abrindo a calça que, imediatamente, desceu até o chão; ela, então, olhou a protuberância rija que pulsava dentro da cueca, passando a apalpá-la com as duas mãos, incapaz de conter seu tesão. Dante correspondeu, acariciando os cabelos sedosos, enquanto ela puxava sua cueca, revelando a rola dura ao alcance de sua boca; Thais segurou o mastro pela base e começou a lamber a glande movimentos circulares, alternados com longitudinais que desciam da cabeça até as bolas que também eram chupadas e lambidas; Thais colocou-as, uma de cada vez, dentro de sua boca, fazendo Dante beirar o delírio, gemendo e grunhindo de excitação. Arrebatado pelo tesão que arrepiava sua pele, Dante tomou a Thais nos braços e levou-a até a mesa; empurrou abruptamente tudo que estava sobre ela, fazendo com que Thais se deitasse de barriga para cima; após livrar-se de suas roupas, Dante segurou suas pernas para o alto, separando-as de modo a escancarar sua vagina destituída de pelos, onde se percebia a lubrificação translúcida escorrer copiosamente. Transtornado com a beleza daquela cena, Dante não perdeu mais tempo, golpeando com pélvis e projetando seu membro para dentro, que ao receber o delicioso ataque daquele cacete grosso e duro, contorceu-se, gemendo de prazer. Dante, então, deu início a uma frenética sequência de movimentos de vai e vem cada vez mais profundos, saciando sua virilidade arredia; a cada novo golpe, cada vez mais profundo, Thais gemia, não demorando a experimentar uma saborosa sequência de orgasmos, de intensidade crescente e sensação profusa e eletrizante. Sua mente, traiçoeira como todas, trazia desejos, e isso a deixava ainda mais excitada; gozava a gritava como uma louca, sempre pedindo mais! “Me fode …, me fode, meu dono …, fode essa buceta que é sua!”, ela balbuciava com respiração arfante e descontinuada. Dante, ouvindo aquelas palavras sentia-se renovado, intensificando o ataque de sua rola contra sua buceta, sem demonstrar possibilidade de arrefecimento. Foderam por muito tempo, com Thais experimentando uma sequência de orgasmos que Dante jamais lhe concedera com tanta impetuosidade…, e, sem aviso, ele urrou, gozando dentro dela..., ejaculou como nunca, inundando-a com uma carga quase interminável de sêmen quente, grosso e viscoso …, e quando terminaram, Dante a puxou para si e a beijou apaixonadamente. Foram para o sofá com beijos, carícias e mamadas mútuas, com mais prazer e mais tesão. Naquela noite, Thais mal conseguiu dormir pensando no que em sua vida de agora em diante. Pela manhã percebeu a tatuagem em sua virilha direita. *** Thais sentou-se sem questionar. A postura era contida, quase rígida. Mãos sobre o colo, olhar alternando entre a porta e o chão. Trinta e cinco minutos se passaram sem que ninguém lhe dirigisse a palavra. E isso não foi um descuido. Dante observava de longe, por câmeras internas. Não para julgá-la, mas para medir algo que dinheiro não revela: como alguém reage quando não é reconhecido, quando não é validado, quando não é acolhido. Thais não reclamou. Não se levantou irritada. Não tentou chamar o secretário. Também não chorou. Esperou. Mas a espera não foi vazia — foi dolorosa. Ela saiu da empresa com a sensação exata que carregava há anos: a de ser invisível, descartável, sempre à margem das decisões que afetam sua própria vida. E ali estava o ponto. Thais não precisava, naquele momento, de dinheiro. Precisava confrontar a ferida que a fazia aceitar tão pouco, esperar tanto, e ainda se culpar por incomodar. Dante sabia que, se a chamasse naquela tarde, ela entraria disposta a aceitar qualquer condição — não por desespero financeiro, mas por carência de validação. E isso tornaria tudo errado desde o início. Ao deixá-la ir embora sem resposta, ele fez algo raro em seu mundo: adiou o poder. No dia seguinte, um envelope seria entregue a Thais. Sem assinatura. Sem proposta explícita. Apenas uma frase: “Quem espera em silêncio já aprendeu a suportar demais. Aqui, só entra quem aprende primeiro a ir embora.” Se Thais voltasse — não por medo, mas por escolha — então sim, ela estaria pronta para ser ajudada. Não como alguém que implora. Mas como alguém que começa, finalmente, a se colocar no centro da própria história. Na capa do envelope estava escrito a mão: “Sua faculdade, seu aluguel e sua mesada agora são de minha responsabilidade.” *** CONTINUA....
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