. 16. PACIENTE GABRIELA - SIMBOLO DE POSSE: 258-32
Data e local de nascimento: Monte Alto / SP - 25/07/99 Altura: 1,58 Quadril: 98 cm Cintura: 65 cm Busto: 90 cm Pés: 35 *** Gabriela tinha 29 anos. Era linda — e sabia disso. Mais do que saber, cultivava essa certeza com zelo quase ritualístico. Cuidava do corpo, da pele, da imagem. A vaidade não era insegurança: era identidade. Ser desejada nunca fora um acaso em sua vida. Era um dado. Um recurso. Uma linguagem que ela dominava com naturalidade. Foi assim que aceitou a proposta do look fotográfico sensual. Nada explícito, garantiram. Apenas estética. Luz, sombra, ângulos que valorizassem o que já existia. Um ensaio para “celebrar o corpo”, disseram. Para fortalecer a autoestima. Para registrar uma fase. Gabriela hesitou apenas o tempo suficiente para ouvir o próprio ego concordar. O estúdio era elegante, silencioso demais. O fotógrafo falava pouco, observava muito. Orientava posturas com frases neutras, técnicas, quase clínicas. Ainda assim, cada ajuste parecia deslocar algo sutil dentro dela — não no corpo, mas na percepção de si mesma. A câmera não pedia nudez. Pedia entrega. Aos poucos, Gabriela percebeu que não estava apenas sendo fotografada. Estava sendo reconhecida. Olhada de um modo diferente do habitual — não desejada de imediato, mas avaliada. Mensurada. Arquivada. Quando o ensaio terminou, recebeu elogios contidos, profissionais. Nenhum exagero. Nenhuma promessa. Saiu do estúdio satisfeita, convencida de que tinha controle total da situação. Só mais tarde compreenderia que o ensaio não fora sobre imagens. Fora sobre autorizações silenciosas. E que, às vezes, o primeiro passo não é dado por quem propõe — mas por quem aceita ser visto. Gabriela entra na sala e diz: - Não sei bem o que irei dizer... só preciso de um empréstimo. - Empréstimo??? Na verdade você precisa de uma ajuda. Eu bem sei o que está passando. - Como assim? - Sei que você fez um ensaio fotográfico sensual e alguém obteve suas fotos. Agora a chantageia por dinheiro a ameaçando divulgar todas as suas fotos nas redes sociais. - Não imagina como pode saber disso... mas minha fotografa afirma que foi da minha parte que as imagens vazaram. Estou casada a menos de um ano. Meu marido é um pastor evangélico. Se isso realmente vier a tona, meu casamento e minha moral estará numa lata de lixo. - Posso lhe ajudar sim. Porém tudo tem um preço. - Como assim? - Primeiro preciso ter a certeza de que esta determinada a resolver esse problema... - Claro que estou. - Você acha que sendo pago essa quantia de 250 mil reais, isso ira deletado? - Não? - Claro que não. Ao receber os 250 iram pedir 500, iram atormentar sua vida em todos os sentidos. Gabriela começou a chorar em prantos. Dante se aproxima e a acalma. - Irei resolver isso quando você se entregar ao mundo de ajudas. - O que quer dizer com isso. - Pertencera a mim para todas as ajudas que precisar. Perca seu medo pois em todos os aspectos estarei do seu lado. Porém quero que se entregue a mim sem questionamento. - Seja mais claro. - A quero como mulher em todos os aspectos. Mesmo sendo casada, tendo amante ou sendo lésbica. Em troca de sua entrega lhe darei o que precisar... segurança, dinheiro, cuidados etc. - Como resolvera isso??? - Isso não é da sua alçada. Só se preocupe em ter na sua linda cabeça que pertence a mim. - Você é sádico, torturador ou psicótico? - Nada disso. Se minha obrigação é cuidar de você, como posso lhe mau tratar... - Então como devo agir? - Não se preocupe apenas aceite o fato de que me pertence. Apenas isso. Gabriela saiu da sala um pouco confusa e insegura. Após sua saída Dante chama o chefe da Segurança e o designa a cumprir a missão de resolver o problema. No dia seguinte ele telefona dizendo que o autor de tudo isso é o filho mais velho da fotografa. Lhe foi quebrado as pernas e os braços e destruído dos computadores e telefones a ele ligado. Além de o alertar de que se não pedisse desculpas e informasse a Gabriele que seu problema havia sido resolvido, retornariam e quebrariam muito mais partes do seu corpo. Gabriela retorna e lhe pergunta: - Como posso fazer a minha parte, como ou o que tenho que fazer? Dante se aproxima, toca em seus cabelos, seu rosto, abre seu decote, enfia sua mão esquerda apertando seu mamilo, ela tenta segurar sua mão e o impedi, porem olhando em seus olhos, não o impede. Dante abaixa sua calça expondo se pênis em plena ereção, o que a assusta um pouco, levanta sua saia, retira sua calcinha, se senta, aproxima de si, abre suas pernas e a faz sentar em seu colo introduzindo todo o seu membro em sua vagina. Gabrielli fecha os olhos, entreabre os lábios, movimenta o quadril aprimorando sua penetração e goza. Em alguns minutos volta a abrir os olhos e começa a cavalgar, neste momento atua mais como retribuição do que em busca de novo orgasmo. Contudo novamente goza, e goza novamente, e goza. Fica desfalecida em seu colo. Porem sente a pulsação e ejaculação de Dante. - Nossa estou imunda... - Imunda? - Estou com minha calcinha e minha saia toda suja. Onde fica o banheiro. - Você não está suja, não somos porcos nem animais imundos. - Eu não quis dizer isso! - Mais disse. Va para sua casa e lá tente retirar suas reais imundices. - Me perdoe... - Tem muito o que aprender com nosso acordo. Lhe mostrarei que saberá o que é imundice e prazer. - Me perdoe... - Eu não tenho que lhe perdoar, você é que precisa se perdoar. Gabrielli sai da empresa muito triste, quando chega em casa percebe a tatuagem em sua virilha e se desespera. Tenta tirar lavando a virilha por mais de duas horas e não consegue. Fica uma semana sem deixar seu marido a ver nua, procurando uma história para justificar aquela imagem. Diz a ele que colou uma figura que veio numa revista e a tinta não consegue tirar da virilha. O marido diz: - Teve duas membro de sua igreja que aconteceu a mesma coisa. - Elas lhe mostraram a imagem? - Não, foi o marido delas que disseram isso em nossa reunião. ***
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