Data e local de nascimento: 20 de fevereiro de 1996, em Porto Alegre (RS). Altura: 1,65 m. Calçado: 36. Manequim: 36. *** Os dados eram precisos. Objetivos. Kalinka sempre acreditara que números organizavam o mundo — e, de certo modo, organizavam mesmo. Pelo menos aquilo que podia ser medido. Cresceu em Porto Alegre com a sensação de ser observada desde cedo. Não por excesso de atenção, mas pela facilidade com que passava despercebida quando queria — e se tornava notada quando decidia. Aprendeu cedo a controlar presença e ausência, como quem regula a intensidade da própria luz. Fisicamente, não chamava atenção por exagero. Chamava por equilíbrio. Nada destoava. Tudo parecia encaixar. Essa harmonia externa refletia-se em sua maneira de viver: escolhas racionais, poucas impulsividades, uma necessidade constante de manter tudo sob controle. Kalinka não gostava de improvisos. Confiava em planejamento. Acreditava em autonomia. Talvez por isso tenha demorado a perceber quando algo começou a escapar de suas mãos. O primeiro sinal não foi um acontecimento, mas uma sensação. Um desconforto discreto, recorrente, como se estivesse sendo classificada sem saber por quem — ou para quê. Nada concreto. Apenas a impressão persistente de que alguém sabia mais sobre ela do que ela mesma. Kalinka não era ingênua. Mas também não era paranoica. Anotava mentalmente detalhes. Silêncios prolongados. Perguntas que vinham cedo demais. Convites que pareciam coincidência. Sempre acreditou que, reunindo informações suficientes, tudo faria sentido. O que ela ainda não sabia era que, desta vez, o sentido não viria da soma dos dados. Viria daquilo que nunca lhe perguntaram se podia entregar. E quando Kalinka finalmente percebesse isso, entenderia que algumas histórias não começam quando algo acontece — começam quando alguém passa a ser observado. Kalinka uma mulher jovem, linda deu entrada a sala de Dante para aprovação de um empréstimo pessoal. - Preciso de um empréstimo para completar meus estudos... - Não. Você solicita ajuda para poder fazer uma viagem ao exterior. A questão acadêmica é apenas uma fachada para conseguir a viagem. - Então foi negado? - Não disse isso. - E eu preciso fazer alguma coisa a mais, para conseguir a aprovação? - Por acaso lhe pediram alguma coisa? - Não. - E por que acha que terá que fazer algo? - Já me disseram o que você irá pedir para liberar o dinheiro. - Quem lhe disse isso. - Deixa para lá. Estou disposta a fazer qualquer coisa por essa viagem. Kalinka lhe enlouqueceu quando ficou pelada se pondo de quatro sobre o sofá da sala balançando seu rabinho roliço com as pernas abertas exibindo sua bucetinha depilada. - “Vem transar com sua cliente, meu dono!”, ela dizia cheia de dengo gingando o traseiro. Dante tomava posição engatando seu pênis naquela grutinha quente e úmida golpeando com movimentos pélvicos rápidos e profundos fazendo a Kalinka gozar como louca, sempre gemendo e gritando sem parar. “Ahnnn! Isso! Isso! Chupa gostoso, sua louca …, Argh! Não para! Isso!”, dizia Dante enquanto segurava sua cabeça puxando e empurrando com movimentos vigorosos até quase fazê-la engasgar-se com a pica dentro de sua boca gulosa; Kalinka não recuava ante a condição mostrando exímia habilidade oral, inclusive bem acima do esperado; quando ela pediu arrego a pus de pé e começou e tirar sua roupa com movimentos quase embrutecidos, gestos que a deixaram ainda mais excitada. Atirou-a sobre o sofá e tomou posição entre as suas pernas enterrando o pênis de uma só vez; e foi com tanto entusiasmo que Kalinka soltou um grito rouco de tesão. Passou a golpear com enorme vigor sacando e enfiando a vara com rapidez e profundidade não demorando a fazer a Kalinka gozar a valer; e eram gozos veementes e com tanta abundância que chegava a escorrer pelas bordas da gruta levando Kalinka a um estado de êxtase tão voraz que ela chegava a revirar os olhos enquanto grunhia e gemia sem parar; foi uma foda tão alucinante que Dante se surpreendeu, já que a duração com Kalinka não atingia o mesmo tempo em que viveu com outras mulheres. E depois de fazer Kalinka quase se afogar na própria seiva anunciou a aproximação do seu clímax com ela implorando para receber sua carga dentro de si, o que o estimulou a acelerar os movimentos até atingir o ápice com o corpo tremelicando, os músculos se retesando e o membro pulsando insolente até jatear sêmen a inundar o canal vaginal de Kalinka que não resistiu a um grito histérico experimentando um derradeiro orgasmo fazendo seu corpo estremecer. Suando por todos os poros e respirando com alguma dificuldade, desabou ao lado de Kalinka cuja expressão exaurida acompanhada de um sorriso descontrolado celebravam todo o prazer que usufruíra no curso de vossa trepada. Enquanto descansavam, o silêncio os envolveu por completo. Pareciam dois sobreviventes de si mesmos, tentando recuperar alguma centelha que lhes devolvesse a consciência do mundo ao redor. Kalinka só percebeu sua tatuagem (contudo na região sacra) dois dias depois. *** CONTINUA...
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