. 4.2 O DONO - THAIS RAMOS (7564)

Era uma tarde de quarta-feira e Dante recebe um recado, o qual diz que o número 7564 gostaria de falar contigo. A mandou entrar.
Um pouco sem graça, Thais diz que eles precisavam de mais ajuda. Porém seu marido estava tão constrangido com o ocorrido que não teve coragem de ir até a empresa.
Dante levantou os olhos ao ouvir o número.
Não precisou consultar nada. Lembrava-se de Thais não pelo que dissera, mas pelo que suportara em silêncio.
— Pode entrar — disse apenas.
Thais entrou devagar. Estava diferente da primeira vez: mais contida, menos ansiosa, mas carregando um peso maior. Sentou-se sem que ele precisasse indicar o sofá.
— Nós… — começou, e corrigiu-se — eu preciso dizer “nós”, porque não é só meu. Precisamos de mais ajuda.
Dante não respondeu de imediato. Esperou. Ele sabia que, para pessoas como Thais, o mais difícil não era pedir — era não se desculpar por pedir.
— Meu marido não conseguiu vir — continuou ela. — Ele ficou muito constrangido. Não dorme direito desde aquele dia. Evita falar no assunto. Acha que falhou… comigo.
Dante inclinou levemente a cabeça.
— E você?
Ela hesitou.
— Eu… estou tentando manter tudo funcionando. A casa, o trabalho, ele. Mas sinto que algo ficou suspenso. Como se tivéssemos resolvido o problema externo, mas criado um interno.
Dante se levantou e caminhou até a janela, como fazia quando precisava organizar a resposta.
— Seu marido não está constrangido — disse. — Está envergonhado de ter sido visto.
— Para homens como ele, o erro não é falhar. É alguém perceber a falha e agir no lugar deles.
Thais respirou fundo, como se aquela frase finalmente desse nome ao que ela sentia.
— E o que fazemos agora?
Dante virou-se.
— Agora não se trata de dinheiro, nem de solução prática.
— Se eu intervier novamente sem que ele venha, eu o anulo de vez.
— Se eu me afastar completamente, deixo você sozinha sustentando algo que não é só seu.
Ela o olhou, atenta.
— Então?
— Então você volta para casa e diz algo simples — respondeu ele. —
Diz que a porta continua aberta.
Mas que quem precisa atravessá-la agora é ele.
Thais franziu o cenho.
— Ele não vai querer.
— Não precisa querer — disse Dante com calma. — Precisa entender que isso não é humilhação. É responsabilidade compartilhada.
Ele voltou a sentar-se.
— Quando ele estiver pronto, não virá pedir ajuda.
— Virá pedir reposição de dignidade.
— E isso só funciona quando parte dele.
Thais permaneceu em silêncio por alguns segundos. Não parecia frustrada. Parecia aliviada por, pela primeira vez, não carregar sozinha a condução.
— E se ele nunca vier? — perguntou.
Dante respondeu sem dureza:
— Então você terá aprendido algo essencial:
há problemas que se resolvem,
e há relações que se revelam.
Dante a manda sentar-se e diz:
- Já os estavam esperando a mais de uma semana. Pois bem sei o motivo disso. E sei que a vergonha de seu marido não é pelo fato de ter dado a bunda na sua frente. E sim pelo fato de ter entrado novamente numa enrascada.
- Enrascada??? Como assim?
- Conversaremos os três amanhã em sua casa as 20 horas. Não levarei ninguém para o seu marido, porém a quero de camisola, transparente e sem qualquer lingerie.
Thais dá uma espécie de sorrisinho, baixa sua cabeça e sai de sua sala.
No dia seguinte Dante chega pontualmente. Thais é quem abre a porta, estava com uma camisola vermelha, bem transparente, sem calcinha e soutien, descalça e de cabelos soutos. Literalmente muito sensual. Podia-se ver seus pelos pubianos mínimos, tão ruivos quanto ela, delicadamente depilada. Provavelmente a laser, pois não apresentava qualquer sinal de irritação em toda pubes. Seu marido sentado no sofá. Dante se aproxima e diz:
- O que você tem na cabeça? É burro ou suicida? Lhe disse para não entrar mais nesses negócios em câmbio negro.
- O que foi que ele fez agora?
- Não foi agora Thais, seu marido se envolveu com políticos que trabalham com hiper faturação. Envolvendo plano de saúde para funcionários públicos. E mais uma vez está à beira da cadeia, porém agora envolvendo políticos, ele será o único alvo. Em outras palavras será tido como autor e executor de um crime federal. Além de desvio de dinheiro público.
- Pode me ajudar????? Por favor.
- Sabe que tem um preço a pagar....
- Não, não mande ninguém me estuprar novamente. Por favor.
- Primeiro, você não foi estuprado, deu a bunda porque quiz. Conscientemente. Segundo, só quero sua esposa. Nisso Thais leva como um susto, insegura ao extremo, sem poder imaginar o que lhe aconteceria. Por um lado, tinha um verdadeiro pânico que qualquer possibilidade. Porém por outro só em imaginar que Dante a possuiria novamente lhe excitava e muito. Dante lhe pede um copo de água. A receber e bebê-lo diz para o marido:
- Mande sua esposa para o seu quarto, a mande tirar toda a roupa. Deitar-se e manter suas pernas entreaberta. E não feche a porta do quarto.
O marido repete integralmente o que ouviu lhe dando quase como uma ordem. Ficaram calados por alguns minutos, o tempo necessário para Thais se posicionar como ordenado. Dante diz ao marido:
- Você é um gigantesco fracasso como homem. Em vês de cuidar, proteger e garantir um futuro digno a sua esposa. Você promove problemas, miséria e vergonha. Na verdade, eu não me importo com você, porém Thais já me pertence e isso me faz ficar preocupado com ela. E está em sua cama, esperando um homem que não é o seu marido, mas o homem que ao entrar no quarto à vera nua na própria cama. Iniciara retirando sua própria roupa, em seguida lhe tocara todo o corpo lhe lambendo os mamilos e o clitóris. Lhe chupando e em seguida introduzindo seu pau na buceta, quando estiver cansado, a virara de bruços introduzindo seu membro em seu anus. Quando estiver satisfeito em comer seu cu, retirara o pau, e a fara lhe chupar até encher sua boca de esperma e engoli. Esse é o preço que Thais pagará para poder não sofrer o que não merece. E sim por ter um marido medíocre, que se acha o mais esperto de todos os homens.
Dante se vira em entra no quarto. Thais está realmente nua, com suas pernas entreabertas, semissentada e visivelmente ansiosa. Era possível ver sua vulva inundada de secreções. Dante passa de um lado para o outro, retira sua roupa, foi visível um suspiro de Thais quando seu pênis foi exposto. Dante sobe a cama e acaricia seu corpo não a deixando reagir. Thais apenas diz:
- Por favor sou muito pequena e fininha, tenha cuidado, você tem um pau muito grande e grosso.
Dante não a responde. A põem deitada e passeia por todo seu corpo. Thais se arrepia e inicia gemidos evidenciando prazer e não tortura. Após conhecer cada centímetro, inicia a tocar em suas mamas, seus mamilos enrijecem e os gemidos aumentam. Dante dá uma mordiscada em cada mamilo, o que a faz contorcesse com maior vigor. Desce e beija sua vulva como se fosse seus lábios. Thais já não se controla ao emitir seus ruídos. Quando Dante alcança seu clitóris em segundos Thais entra numa crise orgástica intensa. Dante mantem os estímulos segurando suas coxas, membros que se contraem a ponto de prender sua cabeça onde está. Retira sua cabeça e ajoelhado entre suas pernas a observa ainda sentindo o gozo. Quando se estabelece, relaxada com as pernas esticadas, Dante as levanta e lentamente se introduz em seu canal vaginal. Seu olhar não era de dor, mas sim de uma forma diferente de satisfação. Uma vez introduzido, Dante inicia seus movimentos, primeiro de forma lenta, porém aumentando progressivamente. Não houve nenhuma demora para um segundo orgasmo intenso. Orgasmo esse que parecia permanente. Thais se contraia, se movia, estremecia, gemia, gritava, falava palavras desconexas, o agarrava, o apertava. Tudo isso sem um padrão comportamental explicável. Dante vai reduzindo o ritmo e retira seu pênis. Thais quase como desfalecida na cama. Dante a vira de bruços e afastando suas pernas, percebe seu anus e sem dificuldade a penetra por este caminho. Thais não grita nem emite qualquer ruido demonstrando dor. Já iniciado os movimentos, com a mão direita alcança sua vulva e a acaricia mantendo o ritmo, quando introduz por trás seus púbis é pressionada em sua mão, nesse momento Thais se movimento esfregando seu clitóris. Assim novo orgasmo vem à tona. Dante se retira do seu anus e se levanta indo ao banheiro fazer uma higiene pessoal. Retorna-se a cama. Ficaram deitados por algum tempo. Thais se eleva e coloca o pênis em sua boca. Prazerosamente o lambe e o chupa numa harmonia perfeita. Agora Dante goza enchendo sua boca de esperma. Como Thais havia ouvido o que Dante falou ao seu marido, não teve dificuldade em deglutir tudo o que havia recebido.
Ficaram deitados e Thais diz:
- Você está me enlouquecendo... É com isso que quer punir meu marido?
- Não entendi.
- Seu prazer é em punir meu marido, me come não por mim e sim por meu marido?
- Seu marido não está no meu cardápio. O que me interessa é você. Eu já lhe disse isso.
- Eu não parava de pensar em você. Só conseguia ter algum prazer com meu marido pensando em você, no seu pau, em me possuir. Agora as coisas ficarão ainda pior.
- Não me afastarei de você...
- Mas só ficaremos juntos quando meu marido aprontar alguma merda?
- Não, a partir de agora não.
Dante se levanta. Veste sua roupa e diz:
- Amanhã seus problemas serão resolvidos. Avise o seu marido.
- Por que não diz você mesmo?
- Meu vínculo é exclusivamente com você, ponha isso em sua linda cabecinha.
Dante sai do quarto e sem dizer uma palavra se retira do apartamento.
Ao se banhar, Thais percebe a nova tatuagem em sua virilha esquerda. Não é grande, porém um biquini não as encobriria.
***
CONTINUA...

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Ficha do conto

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Nome do conto:
. 4.2 O DONO - THAIS RAMOS (7564)

Codigo do conto:
251528

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
09/01/2026

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