Suelen achava que já havia sentido de tudo um pouco com seus casos, sem saber que ainda havia algo a mais por acontecer — não no corpo, mas na consciência. O que se aproximava não prometia novidade nos gestos, e sim uma ruptura silenciosa: a descoberta de que o desejo podia desorganizá-la sem tocá-la, fazê-la esperar sem prometer, e colocá-la diante de si mesma com uma nitidez desconfortável. Foi quando percebeu que ainda não conhecia o limite entre o que sentia e o que precisava sentir para se reconhecer inteira. Certa noite, Dante entrou em sua casa sem anunciar excessos, com a naturalidade de quem já ocupava um lugar que não precisava ser negociado. O gesto dele não foi violento nem delicado — foi decisivo. E foi justamente isso que desmontou Suelen. Não houve tempo para fantasia ou preparo. O que a atravessou foi uma sensação brusca de deslocamento: o corpo respondeu antes que a mente organizasse qualquer defesa. Naquele instante, ela não se sentiu usada, mas exposta — como se alguém tivesse tocado um ponto interno que ela mantinha cuidadosamente escondido até de si mesma. O impacto não veio do contato físico, mas da forma como Dante a colocou diante da própria vulnerabilidade. Suelen percebeu, com uma clareza desconcertante, o quanto havia confundido experiência com controle ao longo da vida. Achava que já tinha visto de tudo porque sempre manteve distância emocional. Com ele, não havia essa margem segura. Depois, quando ficou sozinha, não foi o corpo que permaneceu em alerta — foi a mente. Uma inquietação nova se instalou: a sensação de ter sido vista sem filtros, de ter cedido não por impulso, mas por reconhecimento. Pela primeira vez, Suelen entendeu que ainda havia algo que nunca tinha experimentado: ser afetada de verdade. Ele segurou suas nádegas e lambendo seu rego com sua língua hábil; ela desconfiou do que estava por vir, mas, ao mesmo tempo, sentiu uma enorme e desmedida ansiedade que foi aos poucos se revelando com contornos enfáticos. Dante substituiu a língua pelo pênis pincelando a região pouco antes do golpe inicial. Suelen estava muito excitada sentindo um misto de dor e ansiedade que Dante cuidou de apaziguar fazendo carinhos em suas nádegas enquanto arremetia o pênis impiedosamente, laceando seu anus que ardia como uma queimadura de fora para dentro; procurou relaxar e mesmo não sendo sua primeira vez a sensação era tal e qual acontecera antes, e conforme a penetração chegava ao seu ponto crucial arregaçando seu anus e preenchendo seu reto, procurou resistir, e ainda mais quando após concluída sua curra Dante não perdeu tempo em dar início a socadas vigorosas impetuosamente vorazes que não tardaram em resultar na mitigação da dor pelo enorme prazer que lhe proporcionou vários orgasmos sem a necessidade de qualquer tipo de masturbação. Muito tempo e muitos orgasmos, depois Dante atingiu seu ápice esguichando seu leite dentro de Suelen. Pensou que seus dias de prazer com Dante haviam terminado e procurou se conformar com o inevitável, entretanto foi surpreendida por uma visita dele lhe pegando na cozinha, arrancando sua roupa e lhe fodendo em cima da mesa, lhe fazendo gozar tudo que estava represado há algum tempo. - Não se preocupe, você é minha! Sempre que for necessário virei te foder gostoso!”. Arrematou Dante antes de partir abandonando uma mulher satisfeita já sonhando com o retorno de seu dono! Suelen se assustou bastante com a nova tatuagem *** CONTINUA....
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