. 12. O DONO - ISA CASÉ (21511)

Isa estava saindo da Universidade e entra num Pub, sentou-se como se estivesse esperando alguém. Começa a ler um livro e surpreende-se como um susto ao perceber Dante em pé a sua frente.
- Posso sentar-me???
- É que estou esperando alguém...
- Mande seu namorado retornar outro dia, pois o seu hoje está ocupado.
- Mas...
- Venha comigo, estarei lá fora lhe esperando. Acredito que não leve mais de 2 minutos em dar uma desculpa para aquele coroa que chamou de namorado.
Dante se retira do Pub e Isa corre em fazer uma ligação. Em menos de um minuto está ela lá fora na frente do Dante. Que a levou ao Hotel em que estava hospedado.
Isa fitou seu rosto com uma expressão enigmática que o deixou ainda mais excitado, desejando ter feito aquele encontro soar muito estranho, pois não suspeitava que Dante viria a Londres; em vez de responder Isa sorriu tirando o vestido e a seguir a calcinha exibindo sua nudez diante de seus olhos indo se deitar. "Vem, meu dono..., tira a roupa e vem deitar-se comigo!", disse ela em tom convidativo abrindo os braços para lhe receber. Tirou a roupa evidenciando seu pênis enrijecido e se deitou ao seu lado que lhe enlaçou com pernas e braços.
- Depois de você, aquele dia, nunca mais tive sexo! - ela diz sussurrando em seu ouvido o que a deixou toda arrepiada.
Toda acabrunhada e incapaz de olhar em seu rosto dizendo que se masturba todos os dias, com um tom quase inaudível e por conta disso tomou seu membro em sua mão incitando uma masturbação carinhosa. "Não precisa ter vergonha, Isa, toda mulher precisa se aliviar de vez em quando..., nisso estou aqui para te ajudar.", tornou Dante a sussurrar enquanto o masturbava com esmero. Em dado momento ela tomou sua cabeça puxando-a na direção de suas mamas fartas num gesto de oferecimento despudorado.
- Se quiser, pode chupar minhas mamas? - disse ela em tom de pedido desesperado!
Dante não perdeu tempo com pensamentos que não levavam a nada e segurou os peitos fartos dela com suas mãos passando a dar sugadas vorazes e quase impaciente ouvindo os suspiros e gemidos dela que ao mesmo tempo se dedicava a lhe proporcionar uma masturbação muito eloquente; foi assim que a desfrutou em uma sensação alucinante sendo chupada enquanto lhe masturbava de um jeito que a fazia sentir especial de uma maneira inexplicável. E quando deu sinais que estava prestes a gozar, Isa pediu que lhe desse as costas colando-se a ele enquanto retomava a manipulação usufruindo da sensação de seu estremecimento com respiração alterada até atingir ápice gozando em espasmos que acabavam a jogando no assoalho de tacos envernizados.
- Ufa, meu dono que delicia - comentou murmurando em seu pescoço - E que gozada gostosa, meu dono! Adorei! ..., agora vamos descansar assim mesmo..., coladinhos um no outro.
Foram para a cama pelados se abraçando carinhosamente sentindo aquele delicioso odor da pele fresca e excitada.
- Meu dono já chupou minha bucetinha? - ela perguntou com o mesmo tom amável e carinhoso, sem perceber o impacto que sua pergunta causara.
- Me diga como gostaria...
- Agora, você vai lamber aqui de cima para baixo e depois de baixo para cima …, quando chegar aqui, no meu grelinho você pode dar uma chupadinha carinhosa …, entendeu?”
Explicou ela enquanto usava a ponta dos dedos para escancarar a greta e depois se pôs a esperar pela reação. Com atenção dobrada Dante começou a realizar as lambidas e chupadas como Isa lhe implorava. Passados uns poucos minutos ela soltou um gemido mais agudo enquanto de sua gruta vertia um líquido de sabor agridoce que escorreu pela sua vulva.
Com o passar do tempo aprimorou as lambidas e chupadas proporcionando que Isa obtivesse gozos que se sucediam um após o outro arrancando mais gritos estridentes e gemidos prolongados que funcionavam como uma espécie de estimulante que lhe entorpecia ao ponto de continuar com aquela experiência oral.
- Hoje Dante, me fez tão feliz que nem faz ideia!.
Isa entrou na sala com o corpo denunciando o que a mente ainda tentava organizar.
Não era como as outras.
Havia nela um descompasso evidente: os passos curtos demais para quem queria ir embora, lentos demais para quem desejava ficar. As mãos não paravam quietas. O olhar alternava entre o chão e o rosto de Dante, como se buscasse permissão — ou absolvição.
Dante percebeu imediatamente.
— Sente-se — disse, sem impor.
Isa obedeceu rápido demais.
O silêncio que se instalou não era vazio. Era carregado. Cada segundo parecia exigir uma definição que ela não conseguia formular.
— Você parece nervosa — observou ele.
Isa respirou fundo. Quando falou, a voz saiu instável.
— Eu não sei como devo me comportar aqui.
Dante inclinou levemente a cabeça.
— Isso costuma dizer muito.
Ela sorriu por um instante — um sorriso que não combinava com o resto do corpo.
— Eu pensei que viria segura… — confessou. — Mas agora não sei se é medo. Ou se é outra coisa.
Dante não respondeu.
— Eu tentei entender — continuou Isa. — Se é paixão. Se é dependência financeira. Se é submissão.
Fez uma pausa, quase constrangida.
— Ou se é tudo isso misturado.
O olhar dela se fixou nele, esperando algo. Um rótulo. Uma orientação. Um limite.
Dante permaneceu imóvel.
— A diferença — disse por fim — não está no que você sente.
Inclinou-se levemente para a frente.
— Está no que você faz com isso.
Isa engoliu em seco.
— Eu tenho medo — admitiu. — Mas não é medo de você. É medo de como eu fico quando estou aqui.
Essa frase mudou o ambiente.
— O medo protege — respondeu Dante. — A paixão confunde. A submissão organiza. A dependência prende.
Fez uma pausa calculada.
— Você ainda não decidiu qual delas precisa.
Isa abaixou o olhar. As mãos agora estavam imóveis.
— E se eu não souber escolher?
Dante levantou-se.
— Então você não está aqui para negociar — disse. — Está aqui para ser observada.
Ele caminhou até a janela, de costas para ela.
— E pessoas que não sabem por que ficam… — completou — costumam descobrir tarde demais.
Isa não se levantou.
Não pediu para ir embora.
Também não pediu para ficar.
Naquele instante, ficou claro que seu comportamento não era incoerente.
Era diagnóstico.
Porque quando medo, paixão, submissão e dependência coexistem,
a pergunta nunca é qual delas é verdadeira —
mas qual delas será alimentada.
Se despedem e ao chegar em sua casa encontra seu namorado que ao vê-la tomando banho pergunta pela tatuagem nova na virilha esquerda.
***
CONTINUA....

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Ficha do conto

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Nome do conto:
. 12. O DONO - ISA CASÉ (21511)

Codigo do conto:
251568

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
09/01/2026

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