. 13. O DONO - MARINA BRUM (352-12A) E RUTE BRUM (352-12B)
Dante lhes faz uma ligação dizendo: - Amanhã a noite, sereis minhas mulheres pela primeira vez, mas para sempre! Ao longo do dia seguinte ficaram açodadas pela expectativa de trepar com Dante oficialmente pela primeira vez, de tal modo que não conseguiam se concentrarem em nada, pensando apenas na noite que viria; e quando ele chegou jantaram em silêncio apenas com troca de sorrisos e depois elas se levantaram para o banheiro onde se banharam juntos pela primeira vez; ao entrarem no quarto Marina se deitou sobre a cama de barriga para cima abrindo as pernas, pedindo para que Dante tomasse posição entre elas; fez o que ela pediu e sentiu sua mão segurando seu pênis examinando sua rigidez antes de puxá-lo na direção de sua gruta até sua glande roçar a entrada da vulva. - Vem, meu dono ..., enfia sua piroca dentro desta mulher - pediu Marina com tom rouco lhe puxando com jeito carinhoso. Seguindo seus instintos arremeteu com força enfiando na buceta de Marina o mais fundo que conseguiu, o que a fez soltar um gemido entrecortado ao se sentir preenchida pelo seu membro com os olhos entreabertos e uma expressão lasciva em seu rosto. - Hummm, que piroca grossa meu dono tem! - comentou ela com tom embargado - agora fode a sua léxica bem gostoso..., Ahhh! Isso! Assim! Ahhh! Me fode meu único hoem! Ahnnn! Atendendo ao pedido começou a gingar sua cintura e pélvis metendo e sacando a piroca com movimentos que começaram um pouco acelerados, mas que foram contidos pela mão de Marina sobre seu ventre controlando sua impetuosidade. A medida em que ele socava o pênis dentro da gruta quente e úmida de Marina ela reagia com gritinhos, gemidos e suspiros sempre a elogiar seu desempenho enquanto usufruía de um gozo atrás do outro. Rute toma uma iniciativa dizendo: - Faz o que meu dono quer fazer! Enche a buceta da sua mulher! Esguicha gostoso dentro de mim! Ahhh! Atendendo ao seu pedido como se fosse um comando, intensificou seu ataque pélvico até os músculos se retesarem involuntariamente seguido por espasmos e arrepios que culminaram no seu gozo farto, encharcando a gruta de Rute com uma carga de esperma quente e viscoso que ainda resultou em um gemido derradeiro dela ao experimentar um último gozo fazendo seu corpo estremecer. - Nosso dono nos fez mulher de verdade", sussurrou Rute em seu ouvido no intervalo entre os beijos. - Seus documentos estão prontos, a partir de hoje o prédio é de vocês, porém vocês duas tem um dono, não se esqueçam disto. Dante sai de seu apartamento e ficam se olhando procurando alguma coisa. Que foi encontrada, uma nova tatuagem em suas virilhas esquerda. Marina e Rute chegaram a Dante por caminhos diferentes, mas com um objetivo comum: verbas. Nada de romanização inicial. Nada de fascínio declarado. Apenas a convicção prática de que ele era alguém que resolvia o que instituições adiavam. Ambas sabiam negociar. Ambas acreditavam estar no controle. No início, o relacionamento — se é que assim poderia ser chamado — obedecia a uma lógica clara. Havia pedidos objetivos, termos implícitos, limites aparentemente bem definidos. Tudo parecia organizado como um contrato silencioso em que cada parte sabia o que estava oferecendo. Mas algo começou a escapar desse enquadramento. A satisfação que surgiu não era apenas material. Não vinha apenas da solução dos problemas financeiros. Era mais sutil — e mais perigosa. Um tipo de satisfação que não se localiza no corpo, mas na coerência interna que se instala quando alguém passa a agir sem pedir desculpas a si mesma. Marina foi a primeira a perceber. Sempre tivera uma postura social bem construída: discurso progressista, comportamento calculado, escolhas cuidadosamente alinhadas ao que se esperava dela. Ao se envolver com Dante, descobriu que sua segurança moral dependia mais da aprovação externa do que imaginava. — Eu achava que estava sendo transgressora — confessou certa vez a Rute. — Mas, na verdade, só estava obedecendo a outro código. Rute ouviu em silêncio. Para ela, o impacto foi diferente. Seu questionamento não era social, mas íntimo. Sempre lidara com o próprio desejo como algo funcional, organizado, quase técnico. Com Dante, percebeu que havia prazer em não explicar. Em não justificar escolhas. Em não traduzir tudo em linguagem aceitável. Isso a inquietou. Não porque se sentisse usada — mas porque se sentia confortável demais fora dos parâmetros que sempre defendera. As duas conversavam longamente. Não sobre Dante em si, mas sobre o que ele provocara nelas. O dinheiro fora resolvido cedo demais para continuar sendo o centro da questão. O que restava era mais difícil de nomear. — O problema — disse Marina — é que eu continuo sendo a mesma pessoa… Fez uma pausa. — Mas não consigo mais fingir que certas coisas não me dizem respeito. Rute concordou. O envolvimento com Dante não as levou à submissão cega, nem à libertação ingênua. Levou-as a um território mais desconfortável: o da responsabilidade pelas próprias escolhas, inclusive aquelas que contrariam discursos, expectativas e papéis sociais cuidadosamente cultivados. No fim, a pergunta que ambas passaram a se fazer não era sobre ele. Era sobre elas. Até que ponto suas posturas sociais eram convicções reais — e até que ponto eram apenas formas sofisticadas de evitar o desejo? *** CONTINUA.....
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