. 19. O DONO - MAYARA RICCI (896.25)

Na consulta, fiz a pergunta quase como quem retoma um fio esquecido:
— Fale-me um pouco daquela “sua” novinha. Você tem falado pouco sobre ela.
Dante sorriu de lado, um sorriso raro, menos controlado.
— A Mayara? — respondeu. — Ela me diverte.
Esperei. Ele sabia.
— Com ela — continuou — eu me comporto como um adolescente.
— Seja mais claro — pedi.
Dante recostou-se na cadeira, pensativo, como se escolhesse palavras que não costumava precisar.
— Falo diferente. Ajo diferente.
Fez uma breve pausa.
— Com ela, não desempenho um papel. Descubro.
Levantou o olhar.
— É como voltar a um tempo em que o prazer não precisava de estratégia, nem de cálculo.
Disse isso sem orgulho, sem defesa.
— Não há domínio ali. Há curiosidade.
— E isso é importante para você? — perguntei.
— É necessário — respondeu. — Porque me lembra que nem tudo precisa ser estrutura.
Fez um gesto vago com a mão.
— Algumas relações existem apenas para suspender quem acreditamos ser.
Anotei algo.
— E ela? — insisti. — O que ela representa para você?
Dante ficou em silêncio por um instante maior.
— Movimento — disse por fim. — Nada mais perigoso — nem mais honesto — do que isso.
A consulta seguiu, mas ficou claro que Mayara não ocupava o lugar de posse, nem de promessa.
Ela ocupava um espaço diferente:
o da experiência que não pretende durar —
apenas lembrar.
***
Mayara saindo da faculdade encontra Dante parado encostado em seu carro com uma das portas aberta. Mayara sem fazer qualquer pergunta entra em seu carro. Ele a leva a um apartamento e a manda tomar um banho com ele.
Ela: deixa eu vê..... colocou a mão na água e disse: agora sim você é foda. Eu olhei para o vibrador em sua bolsa e disse agora eu queria vê você tomando banho com isso. E apontei para o vibrador.
Ela: quer?
E tirou a camisa meu pau pulou e eu o apertei..... e ela tirou a saia preta e eu logo a abracei e disse: deixa que o resto eu tiro para você.
Ela estava com uma calcinha também preta de rendinha, sentei no vaso e a barriguinha dela no meu rosto, fui beijando até o seu umbigo e segurando naquela bundinha linda, não resistir e levantei uma de suas pernas e comecei a chupar aquela bucetinha, lisinha enfiava a língua ao máximo que eu conseguia que ela se contorcendo e gemesse, dizia: Assim Dante chupa bem gostoso vai, que delicia de língua, porra língua gostosa do caralho, chupa gostoso...
Fiquei assim um tempo logo me levantei, a botei ela de 4 e comecei a lamber aquele cuzinho, ela gozou e eu com a mão na sua bucetinha colhi aquele mel. A levei para o box e ali já a posicionei para mamar minha pica, quando botei para fora da calça ela disse: caralho Dante muito grande, será que cabe em mim? Eu disse: claro que cabe, você ira aguentar todinho nessa bucetinha maravilhosa vêm mamar aqui vem.
Ela sugava igual uma mulher faminta, então fui a levando em direção ao vibrador, quando ela sentiu começou a se ajustar rebolando no vibrador e mamando minha pica, lambia tentava mas, não conseguia engolir todo, a botei de costas para mim e fui fazendo ficar de 4 passei toda a extensão do meu pau na sua rachinha, ela gemia e pedia: hum Dante devagar para não me machucar? Vem Dante bem devagar, pincelei na entradinha e disse: agora rebola devagarinho que vai entrar todo na sua bucetinha.   Ela começou a mexer e entrou a cabeça e fui no ritmo dela, empurrando devagar e voltando, empurrava e voltava até que entrou tudo, e comecei no vaivém devagar aumentando a velocidade e as socadas, eu sentia meu pau batendo no seu útero e ela gemendo que chegava tremer até que gozou, e ficava com a bunda empinada subindo e descendo forçando sua bunda contra meu pau. Então comecei num ritmo frenético de socadas até que disse: irei encher sua bucetinha de leite, agora menina, e segurando firme sua cintura explodi numa gozada maravilhosa naquela bucetinha.
Ela levantou e vi minha porra escorrer por suas pernas, ela entrou embaixo do chuveiro ligou tomamos banho me beijando e fomos para a cozinha. Fiquei admirando por aquele corpinho lindo indo na geladeira pegar uma garrafa de refrigerante. Quando passou perto de mim a puxei, sentou de frente para mim no meu colo, meu pau já estava endurecendo novamente, ela olhou e disse: já esta de novo?
- Uma bucetinha gostosa dessa da fome.
Ela então disse:
- Então come, porque também quero.
Ela pegou no meu pau deu uma chupadinha e esfregou na buceta e foi se sentando devagar até entrar todo e começou a cavalgar. Naquela hora eu a tinha todinha ao mesmo tempo. Minha boca nos peitinhos, minha pica na bucetinha e uma das minhas mãos na sua bunda, a outra com o dedo molhava na buceta e enfiava naquele cuzinho, uma delicia, ela gemendo e pedindo: me fode gostoso Dante fode a sua Mayara, fode e ela cavalgava. Até gozar novamente me abraçar apertando meu pescoço e com as suas pernas apertava as minhas. Depois a coloquei de quatro e disse vou comer esse cuzinho lindo.
Ela: não Dante vai doer, é muito grande para mim.
Eu: Calma, não irei lhe machucar, irei colocar bem devagar e você vai gozar com ele todo dentro, só fica calma e relaxa.
Chupei aquele cuzinho deixei bem lubrificado, enfiei o dedo para ele acostumar alarguei um pouco e comecei a pincelar, e empurrar devagar, ela dizia: calma Dante vem devagar
Eu: Esta doendo ?
Ela: Vem bem devagarzinho esta gostoso, arde, mas esta bom, vem mais, vem assim, delicia de pica irei querer sempre ...
Eu: Pode deixar sem minha pica você não fica. Pronto tudo dentro. Sou seu dono.
Ela: Então soca devagar esta gostosinho assim.
Comecei a bombar e vou ser sincero, não aguentei muito tempo pois ela dizia: goza comigo Dante, enche meu cu de porra, Dante goza comigo, goza gostoso ai toooo.
E gozamos juntos, que delicia.
Depois na saída ela disse: Dante seu pau é muito gostoso, esquece de mim não.
Eu: Sempre que você tiver assim é só ligar para este numero, por este telefone que estou deixando contigo. E diga venha me comer todinha de novo. Beijos, fui embora.
No dia seguinte percebe a segunda tatuagem.
***
CONTINUA....

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Ficha do conto

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Nome do conto:
. 19. O DONO - MAYARA RICCI (896.25)

Codigo do conto:
251590

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
10/01/2026

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