. 3.4 – DANTE ASSUME A POSSE DE THAIS (7564)

Sexta-feira as 19 horas, Dante saindo da empresa e ao sair da garagem percebe que Thais estava a porta gesticulando tentando lhe chamar. Dante para e sai do carro, a chama e pergunta:
- O que houve?
- Meu marido enlouqueceu...
- Como assim?
- Ele quer que eu transe com outro homem.
- Como?
- Ele vem com esse papo a alguns dias, porém agora levou alguns amigos para nossa casa e quer que eu de para dois deles. Você é a única pessoa que posso pedir ajuda.
- Entre no carro.
Dante foi com ela a sua casa e ao chegar a porta, percebeu realmente que havia outros pessoas em sua casa. Ao chegarem o marido se aproxima e pergunta:
- Onde você estava? Chamou esse cara para que?
Dante não lhe dirige a palavra e diz a esposa:
- Va pegar suas roupas, só o básico. Quanto a você, mandarei o segurança ter novamente uma conversa contigo. Se alguém aqui encostar em Thais, perderão os paus.
Thais, retorna com uma pequena mochila e o acompanha, saem de sua casa. Dante a leva para sua casa e de lá para Búzios.
Thais ficou um pouco surpresa com tudo o que via. Nunca tinha visto uma casa no porte da que estava conhecendo. Da casa um helicóptero os conduziu, tudo parecia magico para ela. Ao chegarem não sabia como se comportar nem o que dizer. Dante a oferece algo para beber, se aproxima bem perto de seu corpo ela mesmo inicia um beijo. O beija intensamente, abre sua camisa e sua calça, coloca seu pênis para fora e se ajoelha o colocando na boca. Dante a faz levantar e a pega no colo e a leva para um quarto. La, carinhosamente retira sua roupa e se introduz em seu corpo. Thais começa a chorar. Dante lhe pergunta:
- O que houve? Me explique melhor...
- Depois daquele dia, meu marido passou a me tratar como puta. Me ofende, me humilha até em público, me nega tudo, até os alimentos estão sendo negados. Tenho que lhe pedir qualquer coisa, nega qualquer coisa, cabelereiro, manicure etc.
- Na verdade não é ele que a nega. Seu marido foi demitido, e está a dois meses sem receber qualquer salário. Está vivendo com o benefício da demissão.
- Não me disse nada disso.
- Ele está fodido. Agora quanto ao fato de lhe prostituir, só pode ser um motivo para lhe dispensar ou mesmo aceitação de a dividir com alguém. Como está a vida sexual de vocês?
- Uma merda, não há mais vida sexual. Não consigo fazer sexo se não for contigo. Acredita em mim?
- Eu não duvido de você, se me pertence, é minha responsabilidade cuidar de ti.
- Mas como?
- Não a deixarei faltar nada, nem dinheiro, nem segurança muito menos sexo.
- Como fara isso, sou casada.
- Esse é um problema meu... não se preocupe com nada, conte comigo e viva como a minha Thais. A partir de hoje será só minha.
- Então me divorciarei.
- Não.
- Está querendo me enlouquecer?
- Seu marido nunca mais tocara em você, porém oficialmente ele é seu marido, dessa forma será muito seguro ser possuída e protegida por um homem, porém para a sociedade é uma senhora casada séria, honesta e moralmente perfeita. Teremos nossos momentos, não mais vinculados aos problemas e sim as nossas necessidades pessoais.
- Meu marido nunca concordara com isso.
- Deixe seu marido por minha conta. Tire essa roupa, a quero sentir meus beijos, meu pau e quero que goze gostoso como sabe fazer.
Foram para o banheiro e começaram um banho em conjunto. Dante a ensaboava e a acariciava simultaneamente. Tinha tanta secreção que até parecia sabonete, escorria pelas pernas. Dante a coloca encostada na parede e introduz seu pau em seu anus, Thais gemi e goza. A vira e a levanta no colo fora do chão e a invade a vagina, novo orgasmo. Quando se recompôs, saíram do box e foram para a cama. Novas relações ocorreram e pelo número de orgasmos Thais entra em estado de êxtase. Passivamente suas pernas são abertas e agora Dante penetra e em poucos movimentos goza a inundando de esperma.
Dormiram e pela manhã Dante disse a Thais alguns detalhes de um novo acordo.
Lhe entregou um cartão empresarial com acesso a 50.000 por mês para uso pessoal. Um aparelho telefônico que estava conectado diretamente ao dele, lhe garantindo que tudo que havia prometido seria comprido diretamente. Seu marido seria apenas uma fachada para sua segurança social.
Ao retornarem a Niterói, Dante entrou em contato diretamente com o marido que por algum motivo entre eles concordou passivamente com o planejado.
Diante do desemprego e do esvaziamento progressivo da relação conjugal, Thaís passou a operar no modo que sempre conhecera melhor: organização.
O casamento já não se sustentava por afeto, mas ainda possuía valor simbólico. Conversaram com franqueza rara. O marido compreendeu o impasse e propôs um acordo simples, funcional: manteriam a aparência de casamento em troca de um salário regular. Nada de cenas, nada de exposições, nada de perguntas.
Era um contrato social.
Com isso, a vida pública permanecia intacta. Jantares familiares, datas comemorativas, fotografias ocasionais — tudo seguia seu curso previsível. O que mudava não era o cenário, mas o eixo.
Protegida pela normalidade, Thaís podia usufruir da posse de Dante sem evidências sociais. Não havia necessidade de explicações, nem risco imediato de ruptura. O arranjo oferecia algo que lhe era essencial naquele momento: liberdade sem visibilidade.
Para Thaís, isso não soava como transgressão. Soava como coerência. Cada parte cumpria um papel claro. O marido mantinha a estabilidade aparente; Dante ocupava o espaço íntimo; ela, no centro, administrava a convergência dos dois mundos.
Não se sentia dividida. Sentia-se alocada.
E talvez seja esse o dado mais inquietante do caso: não houve conflito interno relevante. O acordo não lhe causou culpa nem excitação excessiva. Produziu, antes, um alívio pragmático — a sensação de que, finalmente, tudo estava em seu devido lugar.
A aparência estava preservada.
A necessidade, resolvida.
O desejo, autorizado.
Naquele ponto, Thaís não buscava legitimação moral.
Buscava funcionalidade.
E a encontrara.
***
CONTINUA....

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Nome do conto:
. 3.4 – DANTE ASSUME A POSSE DE THAIS (7564)

Codigo do conto:
251647

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
10/01/2026

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