Já haviam passado três meses desde a internação de seu filho no Canada. Luana lhe visita mensalmente. Ao estar retornando, ao desembarcar, encontra-se com Dante. - Nossa que susto. - Susto??? Vim lhe buscar. Não, não posso tenho algumas reuniões a fazer. Dante lhe olha diretamente e Luana percebe sua resposta. - Aonde iremos? Eu não entro em Motéis, podemos ir a minha casa. Dante pega sua mala e a conduz ao setor de embarque. Dão entrada num helicóptero que levanta voou indo parar numa ilha no meio do oceano. Ao pousarem, o helicóptero levanta voou e ficam sós na casa. - Cadê os funcionários???? - Não estão. - Como assim? Não há funcionários e a casa está perfeitamente arrumada. - Eu os dei folga de dois dias.... - Ficaremos só nos dois? - Algum problema? - Você sabe perfeitamente como conquistar e excitar uma mulher... Dante se aproxima, deixa a mala num canto da sala dizendo – não precisara dela – começa a retirar as roupas de Luana, que visivelmente se arrepia e muda o ritmo respiratório. Se abaixa retirando seus sapatos, acaricia seus pés, sobe as mãos tocando em todas suas pernas, ao chegar a virilha puxa sua calcinha que estava inundada de secreções. Dante aproxima sua calcinha do nariz inalando seu perfume íntimo. Isso a faz aumentar a excitação. Sua secreção agora sem a calcinha começa a escorrer por suas pernas. Luana se comporta como se estivesse ficando tonta. Dante se levanta, a encosta em seu ombro e retira seu vestido e soutien, a coloca deitada no sofá e inicia a retirada de sua roupa. Luana geme ao ver o pênis ereto, senta e o acaricia, lhe dando beijos e com a língua o sente. Não demora e o introduz em sua boca. E assim fica por um tempo em seguida diz: - Me come por favor... a meses lhe desejo. Dante a tira do sofá e a coloca deitada no chão, afasta suas pernas e se introduz. Luana geme lhe apertando, é iniciado uma sequência de movimentos de ambas as partes. Luana goza, e goza novamente e novamente. Dante se deita sobre ela, se apoiando com os cotovelos no chão, a beija e em seguida goza, a deixando inundada, agora de esperma. Quando se recompôs, Luana diz: - Quem é você? Não o consigo entender, homem lindo, educado, milionário, culto e solteiro. Tudo o que uma mulher deseja. Mas me têm, me possui e me excita a cada instante a ponto de eu não conseguir parar de pensar em você. Já conheci e desejei muitos homens mas nenhum como a você. Está me enlouquecendo tudo isso. Na verdade tenho medo, ou melhor pavor só em pensar que você pode desaparecer assim como chegou. - Quanto a isso, fique tranquila, não se livrara de mim. E um outro detalhe. Você é linda charmosa, mas o que mais me atrai a você é o que você tem por dentro. Não, não faça essa cara, não estou falando de sua sexualidade e sim de sua alma. Este é um telefone via satélite que poderá falar diretamente comigo quando precisar em todos os sentidos. Quanto a seu filho, medidas foram tomadas para que ele nunca mais tenha a influencia de sua namorada, ele nunca mais a vera. - Acabarão com ela...? - Não, não seu assassino, uma simples negociação a fez sair do brasil, para um local bem distante. Lá ela e sua família viverão mais dignamente sem o poder do tráfico. Só nunca diga isso a seu filho. Ela mesmo dirá algumas coisas a ele e se afastará. Luana não aceita ser assumida como posse por submissão cega, tampouco por ingenuidade. Ela aceita porque reconhece o enquadramento — e decide habitá-lo. Como juíza, passou a vida ocupando o lugar de quem define limites, interpreta normas e sustenta a aparência da autonomia racional. Essa posição exige vigilância constante, controle do gesto, coerência pública. Ao ser assumida por Dante, Luana experimenta algo raro em sua trajetória: a suspensão do papel. A aceitação ocorre em três movimentos silenciosos. Primeiro, o reconhecimento. Ela percebe que Dante não a confunde com alguém a ser convencida. Ele não pede consentimento performático nem oferece narrativa sedutora. Apenas a recoloca num lugar que, para ela, já existia como possibilidade latente. Isso a desarma. Depois, a deliberação interna. Luana avalia o custo simbólico: não o risco social imediato, mas a perda da ambiguidade. Aceitar ser posse significa abrir mão da negociação permanente, da zona cinzenta onde se mantém a ilusão de controle. Para alguém acostumada a decidir, essa renúncia é paradoxalmente libertadora. Por fim, a aceitação ativa. Luana não se entrega como quem abdica de si, mas como quem escolhe um regime. A posse, para ela, não é apagamento da identidade jurídica ou moral; é a criação de um espaço privado onde não precisa exercer autoridade, nem justificar desejo. A clareza do enquadramento a protege do caos da escolha infinita. O ponto decisivo é que Luana não confunde posse com desvalor. Ao contrário: ela a entende como atribuição de lugar. Dante não a reduz; ele a define. E, ao aceitar essa definição, Luana encontra algo que o exercício constante do poder institucional jamais lhe ofereceu: descanso psíquico. Assim, a juíza aceita ser assumida não porque é fraca, mas porque sabe exatamente o que está fazendo. Ela troca soberania pública por pertencimento privado — não por necessidade, mas por lucidez. E é isso que torna sua decisão tão inquietante. *** CONTINUA....
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