. 8.3 DANTE ASSUME BRUNA (6529)

Com tudo acabado seguimos com a vida, embora eu ainda pensasse em meu dono e em sua capacidade de me fazer uma fêmea satisfeita.
Ao longo daquele dia fiquei pensando no risco que fora a trepada fortuita e furtiva supondo que ela não se repetiria embora eu desejasse uma nova experiência e quando voltava para casa procurei atinar com a razão e não com a emoção. Infelizmente ou não, na noite seguinte tudo se repetiu como antes exceto pela intensidade do tesão que me fez cair na tentação me entregando sem resistência; para minha surpresa o Dante me pôs de bruços e usou as mãos para separar minhas nádegas lambendo o rego me fazendo afundar o rosto no travesseiro para abafar os gemidos; logo o Dante me puxou até que eu ficasse de quatro sobre a cama; obedeci sondando, os seguranças pois meu marido estava em Brasília.
Ele veio por trás enterrando a pistola na minha buceta e dando início a uma sequência de movimentos enfáticos enfiando e sacando o membro com ritmo e cadência propiciando que logo de saída eu usufruísse de um orgasmo de tal magnitude que mais uma vez sufoquei minha reação no travesseiro sentindo o corpo estremecer com ele golpeando com mais velocidade ofertando mais uma sucessão orgástica que me deixou doidinha! Alheia ao fato dos seguranças do Senado na casa tomando rola na buceta era atemorizante, mas também pra lá de excitante e tive que me valer de todo o esforço para não gritar de prazer quando ele ejaculou dentro de mim encharcando minha gruta com seu leite quente e espesso proporcionando um derradeiro e alucinante orgasmo.
Sem cerimônia ele sacou a pistola a meio mastro de dentro de mim e desapareceu assim como havia surgido me deixando exaurida, suada e ofegante; eu precisava de uma ducha mais que tudo, porém não tinha forças sequer para me mover sobre a cama permanecendo pelada de bruços ao som dos seguranças andando pela casa.
Cheguei tarde da noite após outro dia estafante no trabalho e não tive energia para mais nada senão tirar a roupa, vestir a camisola e mergulhar em um sono profundo do qual fui arrancada quando Dante me pôs de barriga para cima, abriu minhas pernas e mergulhou seu rosto entre elas ofertando um banho de língua que me levou ao delírio, vez por outra olhando para o lado a fim de conferir a porta fechada, controlando o desejo de gemer elogiando a destreza oral do meu parceiro.
E mais uma vez sem aviso ele me penetrou com aquela pistola cuja dureza era alarmante passando ao novo desempenho pélvico enfiando e sacando aquela suculência de dentro de mim nos conduzindo a mais um êxtase que resultou em orgasmos eclodindo em meu interior arrepiando minha pele e fazendo meu corpo estremecer; eu bem que tentava vigiar o segurança, mas meu dono exigia que eu prestasse atenção em seu desempenho que também se dedicava a lamber e chupar meus mamilos durinhos alternando com mordidinhas e chupões que me punham ainda mais agitada e excitada. Tudo terminou quando recebi mais uma carga de leite de Dante irrigando minha buceta sentindo a pistola afundada dentro de mim como se não quisesse mais sair.
“Na próxima, você ira chupar seu dono, sua gostosa!”, arrematou antes de ir embora, deixando para trás uma mulher exausta, porém muito satisfeita.
Ao longo do dia eu só pensava no que me esperava à noite com a possível visita habitual do meu dono; infelizmente a noite se estendeu mais do que o esperado tanto no trabalho como em casa com o segurança grudado na frente da televisão assistindo ao seu maldito futebol! Pus a camisola e me dei por vencida abandonando a ansiedade por uma nova visita noturna.
Acordei horas depois com ele de pé ao lado da cama esfregando sua piroca em meus lábios que foi imediatamente por mim abocanhada ofertando uma mamada suculenta com direito a lambida nas bolas e apertões na glande aprisionada entre meus lábios; me fartei saboreando o membro cuja rigidez mostrava-se como de hábito avassaladora pouco me importando em vigiar o segurança que eu sequer sabia se o segurança lá estava; enquanto eu mamava gostoso o Dante meteu a mão entre as minhas pernas dedilhando minha xereca com enorme destreza ofertando uma gozada caudalosa que me deixou alucinada desejando mais. E muitas gozadas depois, ele segurou minha cabeça passando a socar a piroca dentro de minha boca transformando-a em um novo orifício para seu deleite até culminar em uma ejaculação farta que quase me fez engasgar, incapaz de reter tanto leite, escapando a tempo de não sufocar mas tomando um banho de porra melando meu rosto e meus cabelos.
Não tive escolha senão me levantar e ir ao banheiro para lavar o rosto e dar um jeito nos cabelos antes de voltar para a cama; nos dias seguintes as visitas tornaram-se parte habitual das minhas noites carecendo delas para aliviar as atribulações do trabalho somadas ao desempenho sofrível de meu marido cujos rompantes além de grosseiros eram, cada vez mais limitados.
Dante aparecia como um ladrão, sem avisar e totalmente e em momentos inesperados.
***
CONTINUA....

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Nome do conto:
. 8.3 DANTE ASSUME BRUNA (6529)

Codigo do conto:
251665

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
10/01/2026

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