Mais uma vez Dante entra no apartamento de Suelen em silencio. Nos poucos momentos em que ergueu seu olhar desfrutou o espetáculo de Suelen dedilhando sua buceta lisa e perfeita usufruindo de orgasmos tão veementes que provocavam gritos e gemidos desvairados e nesses momentos ela lhe encarava exigindo que ele retomasse a fode-la; após se apetecer do pé direito aguardou até que ela lhe oferecesse o esquerdo no qual repeti o ritual com o mesmo carinho experimentando uma ereção tão pujante que chegava a doer; Suelen gozou várias vezes e ao final implorou que ele se despisse e mais uma vez se masturbasse para ela; cumpriu o seu desejo sem hesitar e olhando o seu rosto, começou a se masturbar observando a expressão de êxtase estampada em seu rosto. No calor das sensações se surpreendeu quando em retribuição ao seu gesto solitário ela tornou a levar a mão até sua vulva aplicando uma masturbação alucinante, que a fez mergulhar em uma nova onda de orgasmos, que faziam seu corpo estremecer causando-lhe um estímulo renovado para prosseguir no seu ato de demonstração que algum tempo depois culminou em uma gozada farta projetando jatos de esperma no ar que despencavam no tapete abaixo de seus pés. Diz Suelen: “Por hoje é só! Agora vista-se e vá embora!” falou quase que ordenando. Contudo naquela noite tudo mudou com Suelen na sala deitada sobre a mesa com as pernas abertas acariciando sua vulva e pedindo que ele a saboreasse; se ajustou entre suas pernas com sua língua vasculhando a região até encontrar o alvo que foi sem perda de tempo linguado como merecia, fazendo Suelen atingir o ápice, imersa em gozos sucessivos se contorcendo sem controle; entretanto naquele momento Dante não a atendeu quando ela solicita que ele pare com sua carícia oral prosseguindo com a mesma avidez inicial e vendo todo o poder da Suelen se rendendo totalmente a ele! E após muitas lambidas se deu por satisfeito saindo daquela posição e aguardando um eventual pedido que não veio. Suelen o fitou e depois implorou que ele tirasse sua roupa e se masturbasse, o que cumpriu com o mesmo prazer ficando aturdido quando ela veio lhe colando seu corpo ao seu, fazendo carícias em seus púbis chegando caricia em sua bolsa escrotal. E quando parecia que tudo chegara ao seu término eis que Suelen se pôs em decúbito ventral sobre a mesa abrindo a pernas e o chamando para tocar seu anus; Dante acariciou seu rabo, provocando-lhe uma sensação mesclada. Usou as mãos para separar suas nádegas roliças metendo o pênis no orifício, ao som dos gemidos desvairados de Suelen desfrutando de orgasmos sem que fosse necessária uma manipulação da gruta. - Você está cada dia melhor …, se aprimorando …, me deixando muito mais feliz! Suelen sorriu, lhe abraçou e se beijaram como dois eternos apaixonados que juntos realizam seus fetiches alheios ao resto do mundo. *** CONTINUA...
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