. 11.3 – DANTE DA ALTA A MARINA BRUM (352-12A) E A RUTE BRUM (352-12B)

Quanto a essas duas mulheres, lindas e atraentes, Dante não se arrepende de as terem ajudado, contudo bem sabe que seu objetivo existia no momento, contudo bem sabia que ele não era o centro de interesse destas mulheres. Assim tinha consciência de que o que faziam era apenas pelo dinheiro.
Assim por ser incapaz de mudar o obvio, Dante tomou uma decisão bem consciente; resolveu as liberar do preço de submissão a ele, uma vez que isso não se trata de escravidão, . Na verdade não se sentiu preconceituoso, muito menos decepcionado..., foi a sua casa ele estava em sua casa quando olha uma delas Marina estava só de calcinha fio dental, morena bumbum empinado seios bem durinhos e bem safada viu que ele a tinha visto e continuou a provocar colocava a mão por dentro da calcinha e se masturbava procurando o deixando louco, passou alguns minutos ela se vestiu e veio ate ele com uma cara de safada e pediu desculpas pelo que fez, Dante pergunta pela Mayara e ela disse que tinha saído e iria demorar, entrou em seu quarto, e ela tirou toda a sua roupa e com a mão na bucetinha lhe disse:
- Aqui está dando choque, vem aqui e bota esse pau em min, vem que eu estou louca de tesão.
Dante tirou seu pau e ela caiu de boca chupava igual uma criança a um pirulito, ele estava quase gozando no seu rosto, a pegou pela cintura e meteu seu pau, ela gemia muito e falava:
- Mete esse pau gostoso em mim, mete e deixa seu leitinho na minha buceta.
Com essas palavras ela cortava seu tesão, mandou que ela viesse encima, e ela veio, rebolava tanto que os dois gozaram juntos, ela lhe deu um beijo na boca e lhe disse que fazia tempo que queria fazer aquilo, mais lhe pediu para ir embora porque Mayara já estava chegando, então Dante se levanta, e ao sair afirma que ficara apenas uma saudade pois está saindo para nunca mais retornar.
Marina e Rute não foram expulsas do clube de Dante.
Foram dispensadas.
A diferença é sutil, mas decisiva.
Marina percebeu primeiro. Não houve aviso formal, nem confronto. Apenas a interrupção de um fluxo que antes parecia natural: menos respostas, menos presença, menos necessidade. O que a desestabilizou não foi a perda do acesso, mas a perda da função.
Durante algum tempo, sentiu irritação. Não por saudade, mas por desorientação. Dante deixara de ser eixo, e isso a obrigava a reorganizar escolhas que antes pareciam justificadas por algo externo.
— Achei que sentiria falta — disse ela a Rute, dias depois. — Mas sinto mais… silêncio.
Rute ouviu com atenção.
Para ela, a saída foi diferente.
Rute entendeu imediatamente. Quando percebeu que já não pertencia, não tentou reverter. Não pediu explicações. Apenas reconheceu o momento exato em que o sistema deixara de precisar dela.
— Ele não nos tira — disse, com calma. — Ele simplesmente para de sustentar.
Rute sentiu algo próximo de alívio. Pertencer sempre fora pesado. Exigia vigilância, leitura constante de sinais, autocontenção. Estar fora devolvia algo esquecido: a possibilidade de errar sem consequência estrutural.
Marina demorou mais.
— Eu me acostumei a ser vista — confessou. — Não como mulher, mas como posição.
Rute assentiu.
— Isso passa — respondeu. — O que fica é o que você faz quando não está sendo observada.
As duas não romperam laços. Continuaram amigas. Continuaram lúcidas. Mas algo mudara definitivamente: Dante deixara de ser referência comum. E, com isso, a conversa entre elas perdeu um centro — e ganhou espaço.
Nenhuma das duas tentou voltar.
Porque ambas compreenderam algo fundamental:
pertencer ao clube nunca foi prêmio.
Foi função temporária.
E quando a função termina, insistir é apenas atrasar o inevitável.
Marina, com o tempo, transformou a ausência em reflexão.
Rute, em linguagem.
Ambas seguiram.
Não livres no sentido ingênuo da palavra —
mas desobrigadas.
E isso, para as duas, foi suficiente.
***
CONTINUA....

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Nome do conto:
. 11.3 – DANTE DA ALTA A MARINA BRUM (352-12A) E A RUTE BRUM (352-12B)

Codigo do conto:
251696

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
10/01/2026

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