Amanda, que quando adulta adotou o nome de Zara, é a nossa personagem principal da história. Eu tinha entrado na adolescência no fim dos anos 1970, eu morava em Fortaleza; órfão de pai e mãe, eu vivia sobre os cuidados de uma madrinha que assumira minha criação desde a morte da minha mãe. Eu tinha quinze ou dezesseis anos quando fomos visitar uns parentes da minha madrinha que eu ainda não conhecia e foi aí que fui apresentado a Amanda como minha prima em primeiro grau já que ela era sobrinha da minha madrinha e eu era definitivamente alguém da família.
Eu fui imediatamente capturado pela beleza de Amanda. Ela só tinha dezesseis anos, e eu não sabia sobre os outros, mas para min ela já era, ou parecia, alguém muito adulta para os seus apenas dezesseis anos. Suas longas pernas eram fascinante a faziam parecer, além de ser realmente, muito mais alta que a maioria dos outros primo e primas. Eu a achei muito bonita assim que a vi. Eu sempre fui fascinado pela beleza feminina, e as mulheres da família da minha madrinha eram todas bonitas parta mim, inclusive a minha madrinha. Eu adorava a forma carinhosa com que minha madrinha costumava me abraçar com seus seios amplos amassando meu rosto enquanto ela me apertava contra eles. Quando isso acontecia eu torcia para que aquele abraço nunca acabasse e alguma coisa lá embaixo, em min, reagia de forma agradável e prazerosa. Tenho algumas coisas a contar sobre esse abraços da minha madrinha que evoluíram com o tempo para outras coisas, mas o foco agora e a minha prima Amanda.
A grande casa, naquele dia de visita, estava cheia de garotos e garotas, a maioria deles adolescentes. A família era muito grande, estavam reunidos para o aniversário de um de nossos avós e estarem todos juntos no mesmo espaço era algo acontecia com muita frequência. Claro, havia outras garotas tão bonitas quanto Amanda, mas ela era especial. Ela era mais segura e parecia saber disso. Mas só nela eu via algo estranho que eu só compreenderia mais tarde. Malicia. Um ar de dominadora e predadora. Tinha a seu favor o corpo muito mais adulto do que as outras garotas que atraia não apenas a mim, mas os outro garotos também. Amanda era branca de olhos e cabelos castanhos curtos. Eu a vi pela primeira vez usando um vestido floral comprido até o meio das coxas, que eram maravilhosas, magras, mas torneada e firmes. Sua bunda era redonda com uma cintura fina que dava a impressão de que ela tinha uma bunda ainda muito maior. O vestido tinha um decote discreto, mas ainda revelador da firmeza do par de seios duros que ele cobria. Dava para ver que ela não vestia um sutiã, e nem precisava deles. Eu sempre fui fascinado pelos seios grandes da minha madrinha, mas os seios médios de Amanda eram uma novidade muito agradável para mim.
Quando fomos apresentados, ela me olhou com aqueles olhos castanhos enormes. Um olhar profundo e escrutinador que quase me fez se perder neles. Seus olhos eram examinador e pareciam querer ver algo. Eu me senti meio intimidado com ela, mas sustentei seu olhar. As horas seguintes se seguiram comigo meio que afastado da multidão de garotos que disputavam por sua atenção, não que eu não quisesse sua atenção, mas eu era tímido demais para isso. Os outros tinha a vantagem de conhecê-la mais que eu e orbitam em torno dela ansiosos pelos abraços que as vezes ela os dava. Havia uma malicia naquela proximidade, eu não sabia ainda, mas ela os provocava para que eles quisessem estar perto dela o máximo que conseguisse. Mas sua atenção estava realmente em mim aquela altura, e quase sempre quando eu olhava, ela estava me olhando.
O mais estranho era os adultos que não pareciam se importar com toda aquela brincadeira maliciosa e de muita proximidade entre os garotos e garotas. Havia uma certa dinâmica maliciosa incentivada por eles, algo que não parecia planejado, mas desejado entre todos.
A certa altura ocorreu o seguinte diálogo com minha madrinha. Eu estava afastado na maior parte do tempo em um canto e quase não interagia com os demais. Minha madrinha se aproximou e perguntou:
“O que foi? Por que você não está brincando com seus primos?”
“Nada. Eu tô bem”, respondi
“Você não acha seus primos divertidos?”
“Não é isso, eu acho que ainda não conheço eles direito”
“Você não gostou da sua prima?”, ela perguntou e imediatamente eu soube que ela se referia a Amanda
.
“Não. Ela é muito bonita”, eu queria dizer mais, de como ela me atraia, enquanto eu a olhava brincado despudoradamente com os outros garotos e as vezes até com a meninas, mas foi tudo que eu consegui dizer.
“Sabia que ela pode ser muito agradável? Eu sei que você vai gostar de ser AGRADADO por ela” aquela palavra soou para min como um gatilho. Era uma palavra familiar que ela sempre falava quando eu estava sentado em sua perna e ela distraída e discretamente metia a mão por baixo do meu calção e tocava meu pequeno pau. “Vou te agradar um pouco” ela falava a mesma palavra antes de começar a limpar meu ainda pequeno pau enquanto me dava banho, isso me deixava muito feliz e meu pauzinho deixava de ser pequeno e estranhamente crescia entre seus dedos.
“Vem aqui, deixa a mamãe te agradar”, era o que ela falava antes de me abraçar e me apertar contra seus seios. Isso também fazia eu me sentir feliz e meu pau crescer dentro do calção. Usar essa palavra ao se referir a Amanda fez algo comigo e logo meu interesse por ela ficou de alguma maneira diferente.
“Eu quero que você faça uma coisa pela mamãe, você faz?”, ela perguntou.
“Sim. Eu faço”
“Muito bem. Se a Amanda tentar te AGRADAR de alguma maneira, eu quero que você deixe ela fazer certo?”
Eu não estava certo sobre o que ela falava, não sabia na verdade, mas o fato de vir acompanhado com aquela palavra, que podia me fazer feliz, me deixou muito interessado, então eu poderia fazer isso, eu concordei em deixar. Ela me deu um lindo sorriso e um doce e inocente beijo na testa.
Com isso me senti estimulado a me aproximar mais do resto dos garotos e entrar em seus jogos e brincadeiras
Amanda se comportava como uma líder, e era ela que inventava a maioria dos jogos e brincadeiras, quase todos envolviam alguma interação que deixava todos sempre muito próximos um dos outros. Ao fim de cada um deles ela distribuía abraços generosos a todos, até nas garotas que eram incentivadas abraçarem os outros garotos e garotas também.
Algumas horas depois eu já estava muito à vontade e interagindo plenamente com todos durante as brincadeiras. Amanda sempre dava um jeito de estar perto de mim, e eu era sempre o primeiro a ganhar um abraço seu. Isso foi quebrando o gelo entre nós e logo, sempre que eu pensava que ela podia me “agradar”, meu estado de felicidade era antecipado com meu pau ficando grande dentro do calção. Eu logo comecei a querer mais, e ela parecia ficar mais interessada em me abraçar. Acho que ela começou a notar meu estado de “felicidade”. Porra! Aquilo era tão agradavelmente inocente. Porque não tinha que continuar assim para sempre, eu me surpreendia pensando. Na minha mente inocente minha prima foi se tornando outra coisa. Um sentimento carregado de novas emoções amorosa era o que sua beleza e seu corpo despertavam em mim. Minha prima era como uma droga viciante que desarrumava minha casa interior e eu gostava muito disso
Um dado momento, Amanda disse que brincaríamos de casinha e que deveríamos formar famílias para isso. Ela foi a primeira a me escolher como marido e outra garota menor para ser nossa filha. Por um tempo fizemos tudo que víamos nossas familiares fazerem em suas rotinas. Cada um improvisou um lugar pela casa para ser sua casa de mentirinha inclusive um espaço para o papai e mamãe dormirem, tudo sempre orientado por Amanda, mas parecia que uma grande parte dos garotos e garotas estavam repetindo uma jogo que eles já conheciam.
Assim, quando chegou a nossa noite, e todos nos recolhemos para “dormir”, eu me vi sozinho debaixo de uma coberta com Amanda. Na nossa rotina de abraços de marido e mulher de mentirinha, cada vez que meu pau ficava duro, Amanda se esfregava em meu pau descaradamente e isso me deixava muito feliz. Mas, debaixo da coberta, ela se comportou diferente e disse que nossos pais faziam aquilo e muito mais quando iam dormir. Ela meteu a mão no meu calção e alcançou meu pau que já estava duro.
“Humm, acho que alguém gosta muito disso” ela disse enquanto tocava meu pau.
Eu estava acostumado a ser tocado assim pela minha madrinha quando ela me agradava, mas com Amanda foi muito melhor. Ela fazia diferente, explorava ele muito mais, e fazia o que eu mais tarde saberia que era punhetar um pau. Ela tocava agradável mente minhas bolas e usava o polegar para esfregar a cabeça. Essa foi a primeira vez que eu senti que estava molhado e foi muito, muito agradável sentir seu polegar esfregando a cabeça do meu pau melada daquele modo. Eu estava perdido em suas carícias quando senti os lábios quente de Amanda tocarem os meus. Ela os tocou levemente e depois perguntou se eu já tinha sido beijado na boca. Eu nunca, e disse isso a ela.
“Eu também não. Nunca beijei um garoto. Mas acho que quero beijar você, nunca senti vontade de fazer isso com meu outros primos, mas sua boca... é tão... tão bonita. É tão beijável que eu quero” eu não disse nada.
Seu lábios se aproximaram de novo dos meus. Dessa vez ela apertou mais, sua boca estava entre aberta e eu sentia seu hálito quente e doce entrar na minha, ela gemia enquanto me beijava. Eu me sentia muito bem eu só não sabia como beijar e apenas curti aquele momento. Sem tirar os lábios dos meus, ela tirou a mão de dentro do meu calção, pegou minha e a enfiou embaixo do vestido colocando-a em uma de suas coxas, ela estava tão quente que me lembrou os estados febris que eu tinha quando eu ficava doente. Depois, ela lentamente conduziu minha mão até entre suas pernas. Eu não podia ver, mas era agradável sentir entre suas pernas. Como era molhada e quente, e como suas carnes se moviam como se estivessem viva. Ela parou de me beijar, afastou o rosto e me olhou com aqueles grandes olhos castanhos cheios de luxuria. Sorriu maliciosamente e pegou apenas o dedo indicador da minha mão. Ela começou traçar um caminho detalhado em sua buceta, foi passando meu dedo em cada dobra e curvas de sua buceta molhada e quente. Eu pude sentir cada lábio inchado e pujante, um pequeno pedacinho de carne duro que parecia um carocinho de ervilha, ela estremeceu quando fez meu dedo passar sobre ele mais de uma vez, seguidas vezes enquanto ela estremecia e estalava pequenos gemidos em sua boca, as vezes fechando os olhos e abrindo enquanto sorria deliciosamente para mim. Quando pareceu estar mais relaxada ela fez mais uma coisa inesperada com meu dedo. Ela o mergulhou dentro de sua fenda molhada, ela fez o afundar e eu senti meu dedo sumir dentro dela. Então ela estremeceu de novo enquanto suspirava profundamente.
Enquanto sustentava seu olhar no meu ela retirou minha mão e segurando-a, ela colocou o dedo direto na minha boca. Meu dedo estava molhado e eu senti pela primeira vez o gosto doce e apaixonante de uma buceta.
"Meu gosto. Pra você sempre se lembrar dele", ela disse enquanto me fazia chupar seu dedo.
CONTINUA




