Amanda tinha um pequeno sinal de carne na parte interna da coxa direita, e ele tinha uma forma e tamanhos peculiares. Com quase meia polegada de diâmetro, ele era redondinho e rosado e muito semelhante ao seu clitóris. Ela já tinha dezoito anos quando uma vez, um de seus primos que era seu amante na época, depois de fodê-la e enquanto ela estava adormecida, pegou o lápis delineador dela e desenhou uma xoxota em redor do sinal. Ele era muito habilidoso com desenhos e acabou fazendo um desenho muito bom que se assemelhava perfeitamente a uma buceta.
Quando ela acordou e viu o que ele fez, além de se divertir muto com a ideia de ter duas bucetas, achou o desenho legal. Com o tempo ela mesma conseguia fazer um desenho de uma xoxota em seu sinal sempre que queria brincar com alguém e voltou a fazer. Segura de que estava fazendo um desenho cada vez mais fiel e parecido com uma xoxota ela começou a preencher o desenho com hena apenas para que durasse mais.
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Bom, dito isso, antes de contar sobre o dia seguinte e de como minha madrinha quis saber tudo que tinha acontecido com minha prima Amanda, vou tentar contar um pouco mais da nossa história do ponto de vista dela e com base em tudo que fiquei sabendo anos depois do início da nossa aventura. Porque essas história não é apenas sobre Zara e suas duas xoxotas é também sobre incesto e amor em família
ALICE, A MADRINHA
Eu estava pronta para o próximo passo, eu tinha apenas dezesseis anos, mas há quatro anos comecei a ter a exata compreensão de como as coisa funcionavam na minha família.
Isso eram ao anos 1960, uma época e lugar onde não havia muito para se fazer além de estudar para as crianças e muito trabalho duro para os adultos, não havia muito como se divertir, o que do fazia do sexo, nessa família, a única coisa divertida de se fazer.
Eu estava crescendo em uma grande fazenda de propriedade dos meus pais na zona rural, bem afastada da cidade. A pequena área urbana mais perto ficava cerca de 5 Km, e só fui conhecer as pessoas de lá quando comecei a frequentar a única escola da cidade. Eu tinha duas irmãs mais novas e um irmão, mas eles ainda não iam a escola. As crianças da minha família eram alfabetizadas pelos pais antes de começarem ir à escola. Fora a escola, todo resto da nossa educação ficava por conta de nossos pais, inclusive a sexual. E acreditem, isso era muito libertador.
Vizinho de onde morávamos havia mais cinco fazendas, todas tinham uma casa tão grande quanto a nossa, toda terra tinham sido no passado apenas uma, há pelo menos três gerações passadas. Ela foi sendo dividida em novo lotes à medida que as pessoas casavam e precisavam ter seu próprio espaço, então todos eram da mesma família. Todas os casados eram irmãos, inclusive meus pais. A matriarca da nossa família, minha avó, ainda era viva e morava com a gente. Ela era a velha durona de 80 anos muito lúcida e nela ainda havia muito poder, “o poder da buceta”, como ela chamava. As mulheres em nossa família era quem mandava, sempre foi assim. Os homens, eles apenas faziam o que as mulheres mandavam, mas eram felizes. Duvido que um homem tivessem tanto sexo e tanta variedade o quanto podiam ter na nossa família e desde cedo, em algum outro lugar
Todos estavam juntos quando podiam e a vida comunitária era incentivada entre as crianças. Aliás, havia mais coisas sendo incentivadas do que a vida comum entre nós.. Estávamos sempre descobrindo e fazendo coisas juntos, meninos e meninas, correndo por toda aquela natureza, tomando banho nus juntos em açudes e rios.
Por causa disso e comportamento de nosso país, nossa natureza sexual despertava cedo. Descobríamos o que nos fazia diferente, olhávamos primeiro pra nossos pais e depois para as outras crianças, o desejo acendia muito cedo e gostávamos de descobrir coisas juntos
Os adultos da nossa família, dentro de casa, não costumavam se preocupar se estavam nus ou vestidos na nossa presença, então, estar nus para nós não era motivo de problemas. Mais eu, mais cedo que os meus irmãos, descobri o que elas faziam algo muito mais interessante quando estavam sozinhos.
Eu tinha por volta de catorze anos quando certa noite, acordei e fiquei preocupadas com barulhos estranhos que eu ouvia vindo do corredor da casa. Lembro que não era muito tarde da noite, todos já estavam dormindo e normalmente o que deveria ter era muito silêncio na casa. Eu não era uma garota que costumava ter medo de coisas estranhas, minha curiosidade sempre me instigar a descobrir os mistérios. Assim que sai no corredor para investigar, notei que o barulho vinha do quarto dos meus pais. Me aproximei da porta devagar e encostei o ouvido na madeira para ouvir melhor, a porta não estava trancada e se moveu rangendo baixo para dentro deixando um pequeno vão aberto.
Ao espiar para dentro do quarto, apesar de estar na penumbra, havia um pequena luz difusa na cama e isso foi o suficiente para ver meus pais lá. Foi a primeira que eu vi dois adultos fazendo sexo. Fiquei muito interessada e curiosa de como minha mãe parecia estar gostando do que o meu pai fazia com ela. Eu já tinha visto alguns dos meu primos de pau duro enquanto brincávamos ou nos banhávamos nus no açude, e os animais da fazenda, especialmente os cavalos que eu adorava ver. cobrindo suas Fêmeas com seus paus enormes. Mas era a primeira vez que eu via o pau de um adulto duro e fiquei maravilhada vendo ele entrar e sair do que julguei ser a buceta da minha mãe.
Eu nunca mais parei de espioná-los; sempre que acordava e escutava o barulho deles fodendo. Além disso, eu me tornei muito curiosa sobre meus primos, eu queria saber por que eles tinham paus tão diferentes dos adultos quando eles ficavam duros, sem entender que eles também teriam paus iguais quando crescessem. Eu já tinha visto os meninos mais velho de paus duros, mas eu ainda não entendia por que nós, as meninas, tínhamos esse efeito sobre eles quando estávamos nuas
De todas as minhas primas eu era a que mais ganhava a atenção dos meus primos, especialmente de três que já tinham a mesma idade que eu, eu tinha a atenção e até dos do meus tios adultos. Eu sempre fui mais precoce que as minhas primas. Eu nem tinha quinze anos e nem tinha menstruado ainda e já era a mais alta delas. Meu seios brotaram muito cedo e cresceram muito rápido. Aos dezesseis eu já era uma adolescente com um corpo de mulher que confundia quem não me conhecia e poderia pensar que eu era adulta. Minha buceta já tinha pelos bem antes do meninos e as outras meninas e isso os tornava bem curiosos sobre mim. E atraia meus tios atenção dos meus tios e tias. Eu logo descobri que ficar nus com ele, os provocava e deixava seus paus duros. Isso era evidente nos mais velhos, mas alguns mais novos também ficavam com seus pintinhos duros as vezes e eu adorava provocá-los até que eles crescessem
Eles costumavam competir entre si pela minha atenção e para estarem perto de mim, especialmente os garoto mais velhos e adoravam brincadeiras em que tinha que me tocar mesmo que fosse rapidamente. Mas eu precisei que minha mãe conversasse sobre isso comigo. Foi ela que chamou a atenção sobre como para eles, estar perto de mim era muito agradável. Foi ela que me ensinou que isso era poder, o poder da buceta que falava minha avó. Ela me explicou que eu poderia ter uma grande vantagem só por ter uma buceta e como eu poderia usar isso ao meu favor quando se tratasse dos homens, mas antes eu teria que aprender a como usá-lo. E ela me ensinou tudo sobre isso.
A primeira coisa que ela me ensinou foi como usá-la para meu próprio prazer, ele me ensinou a me masturbar, e eu adorei. Ver os meninos de pau duro me deixava estranhamente ansiosa e com a minha bucetinha quente molhada e que fazer isso podia aliviar minha ansiedade. E, segundo a minha mãe, isso era um dos poderes da buceta, nem precisávamos dos meninos para isso poderíamos fazer sozinhas. Claro, que eu abusava disso. E quanto mais eu me divertia deixando os meninos de pau duro mais eu me masturbava pensando neles. Também comecei a fazer isso depois de espionar meus pai fodendo no quarto deles.
Mas o que eu não sabia é que meus pais sabiam que eu os espionava de vez em quando. E uma vez ao voltar para meu quarto despois de espioná-los por um tempo. minha mãe entrou quase depois de mim. Eu estava mais ansiosa do que nunca, minha buceta estava molhada e quente, mas eu não sabia o que fazer com isso. Ela entrou calmamente e sentou-se ao meu lado na cama.
“Querida, acho que hora de você saber que eu e seu pai sabemos que você nos espiona quando estamos brincando”, ela começou a dizer sustentando olhar no meu. “Não tem problema, nós gostamos que você nos veja, e eu sei como você se sente depois de nos ver. Como você está exatamente agora. Eu e seu pai concordamos que hora de aliviar sua tensão e lhe ensinar a fazer isso sozinha.
Continuei calada enquanto ela levantava a coberta e me olhava. “É incrível como você é linda, e como seu corpo de criança rapidamente está se tornando o de uma mulher. Isso está agitando os garotos, especialmente os mais velhos, é o que os pais estão dizendo. Ele estão agitado por causa de você andando nua na frente dele, seu corpo está despertando o desejo deles muito antes do que esperávamos”
Ela tocou minha barriga com a ponta dos dedos, eu estava tão afetada que tremi em reação ao seu toque. Ela não recuou e colocou a mão nela. Sua mão era quente. Ela deslizou mais e acariciou a leve penugem no monte da minha xoxota. Me arrepiei como uma gata no cio e ela percebeu.
“Vou cuidar de você”, ela disse deslizando o indicador pela linha da minha buceta, roçou meu clitóris, tremi de novo, mas ela não parou, senti seu dedos na minha fenda molhada. Mais um dedo se juntou ao primeiro e ela tentou e conseguiu abrir meu grandes lábios, depois os pequenos. Ela testou meu buraco senti que algo resistia ao seu dedo. Ela recuou e se concentrou na em meu lábios. Não demorou para que uma sensação estranha tomasse conta de min assim que ela se concentrou no meu clitóris, eu tremi, perdi o controle e minha buceta inundou a minha cama. Foi intenso, me dominou e parecia que eu ia desfalecer, ela não parou até eu começar a relaxar. Meu clitóris estava sensível agora e ela finalmente recuou olhando nos meus olhos e disse:
“Você gozou, querida. Isso foi bom?
“Deus, mãe! O que foi isso... é... tão bom... eu... eu queria sentir isso pra sempre. Pensei que estava indo para algum lugar sem volta”
Ela riu. “Isso foi você gozando. É isso que queremos, e fazemos tudo que fazemos para chegar a esses momento.
“Isso foi fantástico”
“Você nunca tinha se tocado assim, Alice?”
“Eu tocava a minha xoxota, mas nunca senti nada assim. Eu me tocava e tudo que eu conseguia era ficar ainda mais ansiosa, como se faltasse algo e agora eu sei o que é”
Isso mesmo, faltava você gozar. A boa notícia é que você não precisa de ninguém para fazer isso, você tem que aprender a fazer isso pra você mesmo, e eu vou te ensinar como. Algumas vezes os homens te deixarão excitada e não te darão o que você precisa, então você precisa saber como cuidar de si mesma. Você tem que gostar de fazer isso para si mesmo. Acha que consegue?
“Se você me ensinar como, eu vou praticar muito até conseguir.”
“Eu sei que vai”, ela riu “Eu vou te ensinar, e mais, vou te ensinar como agradar outra mulher. Eu e minhas irmãs gostamos disso, e elas vão querer você. Pode apostar”
“Entendo, mamãe”
“Tem mais uma coisa”, ela disse. Sua avó também percebeu como você está se tornando uma mulher muito rápido, então ela sugeriu que apressássemos as coisas com você, e eu concordo.”
E o que isso quer dizer?
“Quer dizer que eu tenho que começar a preparara você mais cedo do que as outras meninas. Vou ter que ensinar tudo que você precisa saber mais isso exige algumas coisas práticas como o que nós acabamos de começar.”
“Quer dizer, como você me ensinou a gozar?
“Sim. Mas sabe, vai haver um momento em que você vai se deitar com seu pai, antes de todos os seus tios...”
“Vou brincar com eles todos, é isso?
“Se eles e você também quiser, ninguém aqui é obrigado a fazer nada. Acho que você empolga muito eles e você parece ficar animada a cada dia que passa, então duvido que isso não aconteça. E tenha em mente que nenhum deles vão te machucar ou fazer algo que você não queira. Tudo que você tem que fazer dizer é que não quer assim”
“E os meninos?
“Eles também, mas não antes do seu pai e de você aprender tudo que tem que aprender. Eu dizia que tenho que preparar você. Você está ficando uma mulher, mas tem uma bucetinha pequena e virgem, precisamos nos livrar do seu hímen e aumentar seu canal vaginal e a entrada da sua buceta mais alguns centímetros. Você já viu como o pau do seu pai é grande enquanto ele me comia e ele nem tem maior pau de todos, então todos tem que ter prazer em lhe comer e você também tem que ter prazer com isso para ser divertido. Tenho algo aqui que vai nos ajudar com isso.”
Ela me mostrou uma sacola de veludo que ela tinha trazido. Eu já tinha visto aquela mesma sacola no quarto dela, e já tinha visto ela as vezes na casa das minha outras tias quando ia por lá, mas não fazia ideia do que tinha dentro dela. Eu devia ter adivinhado por causa do seu formato alongado. Ela soltou os cordões que a mantinha fechada e começou a abaixar o tecido de veludo. Um objeto de madeira grosso e longo em forma de pênis saiu de dentro. O pênis era esculpido em madeira escurecida tipo um âmbar e era perfeitamente lisa. A forma era mesmo igualzinha a um pau verdade. Ela tirou todo de dentro da bolsa e colocou na minha frente. A cabeça era redonda e pontuda, devia ter uns trinta centímetro de comprimento e bem grosso terminando em uma base redonda.
“Esse carinha aqui está em nossa família há muito tempo”, ela disse apontando para o pau. “Ele é tão importante para todas nós que tem até um nome. Chama-se Daniel. Pertenceu primeiro a sua avó e o nome, segundo ela, vem de um cara que nosso pai trouxe uma vez a fazenda para um trabalho de uma semana. Ele era um negro enorme. Sua avó tinha curiosidade sobre homens negros e seu avô sabia disso, então ele o trouxe para sua avó. Segundo ela foi uma semana inteira brincando com o maior pau negro que ela já tinha visto na vida, e em homenagem a isso, e como lembrança pra ela, seu pai o esculpiu e a deu de presente. Já que era uma lembrança de uma cara chamado Daniel e que tinha feito maravilhas por ela, estava mais que correto chamá-lo pelo nome”.
Eu o olhei com atenção, a madeira escurecida que lembrava mesmo um negro, ele era liso, mas não parecia degastado ou velho, podia mesmo deslizar facilmente se estivesse bem lubrificado e eu fiquei pensado como seria enfiar aquilo na buceta. Era difícil imaginar que aquilo pudesse caber em min.
“Não se preocupe, ele pode ser velho, mas é limpo. Todas temos que mantê-lo limpo e higienizado depois de usá-lo. Ele circula por aí, um tempo em uma casa e depois em outra, e ficará por um tempo comigo. Pretendo usá-lo com você, mas será devagar, um pouco de cada vez até você ficar confortável para recebê-lo todo e você estará liberada para seu pai e os outros.
“Então quer dizer que todas as minhas tias já usaram ele e que se eu conseguir colocar tudo em min, vou poder brincar como todo mundo?”
“Sim, ele é o desvirginador de bucetas dessa família e todas nós ainda o adoramos. Você vai gostar também, com certeza. Agora deite-se, abra as pernas, eu vou chupar sua bucetinha e fazer você senti-lo um pouquinho. Você quer?”
Minha buceta estava muito molhada só de imaginar a mamãe e minha tias com aquela coisa enorme dentro delas, claro que queria começar a experimentar. Me deitei de costas como ela mandou e abri as pernas. Ela veio e começou a me chupar. Era a primeira vez que eu sentia uma língua na minha xoxota e aquilo era indescritível. Por alguns minutos a língua da minha mãe explorou cada milímetro da minha xoxota molhada. Ela fazia isso maravilhosamente e eu queria aprender a chupar xoxotas também.
“Muito bem. Você está muito molhadinha. Vou colocar o Daniel um pouquinho em você” e eu ri de vê-la chamando-o pelo nome. “Vou colocar só um pouco da cabeça, a ideia é começar a fazer antes você ficar mais larga um pouco de cada vez até você conseguir tudo, certo?”
“Tudo bem, mamãe.”
Ela pegou o Daniel e chupou a cabeça por um tempo, fez isso como se ele fosse um pau de verdade e seus olhos estavam cheio de luxuria enquanto chupava colocando a cabeça toda dentro da boca. Ela o colocou na entrada da minha buceta, girou um pouco e tentou encaixá-lo entre meu lábios, me movi um pouco surpreendida pelo movimento daquele invasor. Ela parou um pouco. “Está tudo bem? Posso continuar? Diga para parar se você não estiver confortável, se doer, certo?”
“Não. Não pare, tá tudo bem, acho que consigo”, respondi ansiosa por experimentar até onde ela enfiaria o Daniel.
“Ótimo, ela disse sorrindo de satisfação por eu querer mais. “Pegue nos peitos da mamãe, isso vai lhe distrair um pouquinho enquanto eu enfio ele em você”
Eu não queria me distrair daquilo, eu queria sentir e ver Daniel entrando em mim, mas os peitos da minha mãe eram bem-vindos a brincadeira, eu amava tocá-los.
Ela continuou a enfiá-lo suavemente me causando gemidos de prazer. Era delicioso sentir aquela cabeça enorme alargando a entrada da minha buceta. Senti-lo roçando devagar no meu clitóris era sublime. Senti o seios da minha mãe em minha mãos e olhei para baixo e vi a metade da cabeça de Daniel sumindo maravilhosamente entre meus lábios, eu estava em êxtase. Mamãe parou de enfiá-lo.
Ela olhou nos meus olhos. “Acho que até aqui está bom por agora. Você tá gostando de sentir ele em você, sua putinha doce? Como se sente?”
A palavra “putinha doce” soou como mágica em meus ouvidos. Era isso que eu era agora, uma putinha doce. Eu amei isso.
“Sim, mamãe eu tô... eu gosto disso... Oh Deus! Isso é tão bom” eu disse me agarrando aos seus seios enquanto ela mantinha a cabeça de Daniel se movendo e pressionando minha buceta, mas sem avançar. Eu estava muito perto de gozar de novo, e disse isso para ela.
“Goza bebê! Goza bem pra mamãe! Pensa que isso é só o começo, em breve o Daniel vai estar inteirinho em você. Goze bebê!”
“Eu gozei. Tremi descontroladamente enquanto mamãe tentava manter a cabeça do Daniel no lugar. Foi meu segundo gozo naquela noite e foi ainda melhor que o primeiro. Deus! Será que isso ainda podia ficar melhor? Pensei.
Eu comecei a relaxar e ela afastou Daniel da minha xoxota, eu esperava de verdade que ele tivesse me deixado um pouco mais larga agora.
“Muito bem, querida. Deite-se e durma. Não se limpe. Apenas vá dormir com tudo em seu corpo. E sonhe, sonhe com Daniel. Ele será seu amante agora. Ela beijou minha testa e se afastou para sair pela porta. Eu olhei para sua bunda maravilhosa balançando enquanto caminhava até a saída.
Naquela noite eu tive sonhos maravilhosos com Daniel fodendo minha buceta, enfiado todo em minha pela minha mãe. Era ele e depois não era mais era meu pai enfiando seu próprio pau na minha buceta. De manhã, acordei ainda mais com tesão. Minha buceta estava ainda mais molhada, era como se ele tivesse sido fodida a noite toda.
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Cada dia era algo novo que ela me ensinava além de brincarmos com o Daniel, e eu mal podia esperar a hora de voltar da escola e ver o que ela tinha planejado como lição do dia para mim. Cada tarde era uma surpresa.
Um dia eu tinha voltado do banho, estávamos almoçando as duas nuas na mesa da cozinha quando ela me perguntou:
“Você já cavalgou sua égua assim, completamente nua, Alice?
Nossa fazenda tinha muitos animais, incluindo alguns cavalos e éguas. Eu tinha minha própria égua, eu a chamava de Dora e eu a usava para passear pela fazenda e as vezes ir à escola. Eu gostava de cavalgá-la de saia ou de vestido, quando eu vestia saia eu montava direto com a calcinha roçando no lombo dela e achava muito bom, eu tinha sensações muito poderosa sentindo minha buceta esfregar, através da calcinha, mas nunca tinha pensado em montá-la nua em pelo.
“Não, nunca montei, mamãe.” Respondi
“Muito bem, hoje vamos fazer isso. Vamos cavalgar nua até o lago. Lá tenho mais uma surpresa pra você.
“Não vou dizer o que vai acontecer, mas posso dizer que seu pai vai nos encontrar lá...
“Então, nós vamos...” Eu disse animada, mas ela me interrompeu.
“... Não ainda não. Ele ainda não vai lhe comer. Você ainda não está preparada para isso. Mas eu quero que ele goze vendo a gente. Quero que você veja ela gozar e como é a porra que sai do pau dele.
Meia hora depois fomos ao estabulo preparar os animais. Ela preparou minha égua e um cavalo para ela. Ela não selou como de costume os dois, iriamos usar apenas os arreios. Ela montou o garanhão dela, percebi ela metendo a mão entre as pernas e ajeitando-se no lombo. Quando montei ela disse:
“Abra os lábios da sua bucetinha e tente encaixá-la bem na linha do dorso dela. Isso vai aumentar a sensação.
Eu fiz como ela mandou e garanti que minha buceta se encaixasse bem como ela disse.
“Controle Dora para que ela não trote. Faça com que ela ande devagar e suavemente.
Eu toquei-a para que ela começasse andar. Minha mãe fazia o mesmo ao meu lado. Menos de dez metros de caminhada e eu já comecei a perceber que aquilo podia realmente ser muito gostoso. Minha buceta era esfregada pelo lombo do animal enquanto ela andava suavemente e eu rapidamente comecei a perceber que isso me deixava molhada. Minha mãe cavalgava de olhos fechados, provavelmente sentindo as mesmas sensações que eu sentia.
“Então, Alice. Isso é bom?”, ela perguntou depois de mais ou menos uns 100 metros de caminhada.
“Nossa isso é muito bom, mamãe. Quer dizer, eu sentia algo parecido cavalgando de calcinha, mas com minha buceta nua, é muito melhor. Como não pensei nisso antes”
Ela riu. “Experiência filha. É o que nos separa. Mas não se preocupe, logo você saberá tanto quanto a mamãe. Isso foi uma da primeiras coisas que descobri para me dar prazer. Acha que podia gozar assim?”
“Acho que sim”
“Vamos deixá-los trotar agora, você não vai conseguir manter a buceta bem encaixada, mas garanto que fazê-la bater no lombo do seu animal pode ser ainda mais gostoso”, ela disse e começou a fazer o cavalo dela trotar na minha frente, eu fiz o mesmo e tentei acompanhá-la
Ela tinha razão, não dava para fazer minha buceta manter-se apenas roçando como antes, mas eu adorei ficar trotando com ela no lombo e isso ficou selvagem rapidamente.
Quando chegamos aa beira do lago desmontamos e soltamos os animais.
“Então, como se sente?
“Maravilhosa, isso foi muito bom, mas quase gozando só de sentir a brisa soprando ente minhas pernas”
Ela riu. “Eu também, querida. Eu também. Mas segura o fogo aí, vamos esperar seu pai. Queremos que ela veja isso e queremos que ele nos mostre algo, lembra?
Sim, lembro. Queremos ver ele gozar.”
“Mas agora, isso vai ser pra você. Quero que veja ele gozar e veja o pau dele de perto, quero que você o veja não apenas como ele me come a noite no quarto.”
“Acho que vou adorara ver isso.” Respondi
Aquele pedacinho da lagoa era nossa praia. Um lugar para onde sempre íamos, então podíamos ficar confortáveis lá.
Ficamos apenas tomando sol enquanto esperávamos por meu pai. Minha buceta estava em brasa e quase gozando o tempo todo, na verdade acho que desde que montei Dora nua em pelo até chegar no lago, eu tinha tido alguns micro orgasmos. Eu falei isso para minha mãe, ela disse que isso era de verdade, também acontecia com ela, se ela tivesse bem estimulada, isso podia acontecer o dia todo até que ela tivesse o pau do pai dentro dela. E aí era que entrava o Daniel. As vezes ela precisava dele se ele estivesse por perto antes seu pai ou se algum tio aparecesse para uma visita inesperada.
Não demorou para que o papai aparecesse. Ele já estava nu quando desceu do cavalo e apareceu. Eu adorei ver seu pau balançando livremente, Ele era enorme, mesmo mole como ainda estava, Era comprido e macio e sem pelo nenhum e adorei isso. Pareceu que eu estava perdida olhando para ele e minha mãe teve que bater de leve em minha mão para me fazer sair do meu transe.
“Ei, bebê. Está tudo bem?”, ela disse me fazendo voltar a realidade.
“Tá tudo bem, mãe. É só que eu não esperava que ele fosse tão vê-lo assim.
“Oi, querida, Papai está muito feliz em te ver aqui”, meu pai disse.
“Você ainda não viu nada querida”, minha mãe disse enquanto se aproximava dele para segurar seu pau com uma das mãos. Ela começou a acariciá-lo com a mão e ele começou a despertar do seu sono.
“Eu adoro o pau do seu pai, mas que que qualquer um dos meus irmãos, tenho certeza de que você vai adorar ele também”
Minha mãe continuou a masturbá-lo e logo ele ficou bem duro, praticamente ficou com o dobro do tamanho, a linda cabeça roxa começou a brilhar com o líquido viscoso que saia na fenda da cabeça e ele ficou mais grosso e pesado na mão da minha mãe.
“Venha aqui, querida, quero que você sinta ele, venha!”
Eu me aproximei dos dois fiquei ao lado dele. De certa forma eu mal consegui para de olhar para aquele lindo pau. Vi as mão da minha mãe trabalhando nele.
“Vai querida, toque no papai.”
Eu o peguei suavemente com a minha mão enquanto a mamãe tirava a dela.
“Pode segurá-lo, aperte-o e sinta como ele é gostoso. Não se preocupe, ele não vai quebrar”, disse mamãe.
Eu o apertei. Era quente, macio e pesado. Deslizei a mãos até cabeça esponjosa e melada. Senti minha boca seca por um momento antes que ela ficasse molhada depois de desejar enfiá-lo na minha boca e chupá-lo com já tinha visto minha mãe fazer.
Mamãe deixou que o curtisse por um tempo e eu adorei tocá-lo e senti-lo crescer ainda mais na minha mão.
“Então, você gosta? E lindo, não é?
“Sim, mamãe é lindo. Ele não vai parar de crescer?”
Ela riu “Acho que ele já cresceu tudo, meus parabéns, você fez isso. Ele está duro assim por causa de você. Porque você está nua aqui para ele e porque logo ele vai comer você assim como come a mamãe. Você vai ser a primeira dessa geração a trepar com seu pai e com seus tios e esperamos que você comece a se divertir com seus sobrinhos, pelo menos aquele que já tem sua idade.
Eu ouvia com atenção sem para de acariciar o pau do meu pai e quanto mais eu brincava com ele mais minha buceta ficava molhada. Senti a mão da mamãe na minha buceta.
“Você está bem molhadinha se afaste, sente-se, abra as penas e comece a mostrar a buceta para ele. Eu vou me juntar a você e nós vamos nos masturbar para ele gozar. Podemos gozar também para finalizar nossa aula de hoje, certo?”
Eu me afastei e me sentei na frente dos dois com as pernas abertas. Comecei a tocar minha boceta que mais do que nunca parecia vazar por seu buraco. Minha mãe se junto a mim e vez os mesmo.
Meu pau assumiu seu próprio pau olhando pra nós duas. Ele agarrava o pau com uma das mãos e começou a deslizar a mão para frente e parar. Eu adorava quando sua mão puxava para trás e a cabeça enorme ficava livre. Eu quase podia sentir o gosto dela na minha boca.
Ele parecia ter cada vez mais urgência, parecia querer chegar a algum lugar. “Viu como ele estra com tesão por ver nossas buceta molhada para ele” minha disse. “Tenho certeza de que ele poderia comer nós duas agora mesmo.
Meu pai gemeu. De prazer sem para de se masturbar e sem deixar de olhar para nós. Ele olha para meus peitos que agora pareciam ter ficado maiores depois que mamãe começou sua aulas comigo. Assim como minha buceta que também parecia maior e mais inchada enquanto eu me excitava. Minha mãe disse que era porque estávamos enchendo meu corpo com hormônios femininos dada vez mais.
“Você deve estar perto de gozar assim como eu” mamãe disse. “Vamos esperar que ele goze, vai acontecer logo. Depois gozamos.
Pouco tempo depois ele anunciou que ia gozar. Apressou sua mão e depois parou apertando o pau. A cabeça inchou ainda mais e estava mais roxa. Ele segurou por alguns segundos e...
“Ai vem seu show!” disse a mamãe
E ele explodiu. Um jato grosso de porra no ar quase nos atingiu. E mais um, ainda forte. Outro e outro, até ficar fraco e parar. Me dei conta que tinha gozado só de olhar meu pai gozando.
“Sua putinha, não conseguiu segurar não foi...”
“Desculpe, mamãe. Não consegui mesmo”, eu disse lamentado de verdade. Eu não queria decepcioná-la.
Está tudo bem, querida isso pode acontecer.
Papai se aproximou para nos beijar. Seu pau ainda parecia tão suro como antes só que agora ainda pingava porra dele.
Ele se afastou depois de nos beijar e começar a se vestir antes de partir
“Tenho que voltar para fazenda, ainda temos trabalho por lá. Mas obrigado você duas pela gostosa pausa. Nos vemos mais tarde, certo
“Sim, nos vemos sim mais tarde. E cuidado com isso aí. Não quero que meu tesouro quebre dentro da suas calças.” Minha mãe disse.
“Tudo bem, não se preocupe, cuidarei bem dele pra você” ele disse rindo enquanto seu cavalo se fastava.
“Mamãe, o pau dele ainda estava duro”, eu disse decepcionada achando que ainda podíamos fazer algo por ele.
“Não se preocupe, ele é assim mesmo, não amolece facilmente, o que é muito bom para o caso de queremos mais. Seu pai pode foder uma mulher por horas sem se cansar, mas mesmo ele tem um limite. Ela explicou.
“Meus tios são assim também?
“Mas nem de Longe! É isso que o torna tão especial. E suas tias concordam com isso. Só ele conseguia nos comer todas as cinco na mesma noite desde a adolescência. Seus tio nunca fizeram isso, embora tentassem”
“Quantas eles conseguiam comer de uma vez?
“Hum, que eu lembre, duas. E era apenas mais ou menos. Eles não conseguiam manter um ereção satisfatória para isso.
“Nossa isso deve ser demais!”
Muito bem, agora que você já cuidou do seu próprio prazer sozinha, acho que eu mereço que você chupe a buceta da sua mãe até ela gozar, certo?
“Claro mamãe! Faço isso com prazer. Eu estava ansiosa para que você pedisse.”
CONTINUA




