Resolvi fazer uma surpresa pro pai chegando dois dias antes, mas quem levou o susto fui eu. Primeiro, o voo que era pra pousar meia-noite só aterrissou quase duas da manhã, então perdi a chance de pegar ele no trampo. Quando o táxi me deixou na casa de praia dele, pé na areia, já passava das três e eu tava morta de cansaço.
Subi os degraus da frente da casa isolada meio zumbi, quando ouvi vozes. Acordei na hora. Prestei atenção e soltei um suspiro chocado: era óbvio que duas pessoas tavam transando pra caralho.
Andei devagar, ouvindo uma mulher implorar:
“Mais forte, me fode mais forte com essa rola grossa, vai!”
Eu nunca tinha visto sexo ao vivo, tirando pornô na internet, e a curiosidade me pegou forte. Estranhamente, nem passou pela cabeça que podia ser meu pai o cara que ela tava pedindo pra meter mais forte.
Fui contornando a casa devagarzinho e ouvi uma voz masculina mandona:
“Implora, sua vadia.”
“Ah, por favor, soca essa buceta com essa rola de cavalo, vai,” a mulher obedeceu na hora, a voz cheia de fome por uma foda bem violenta.
Quando espiei pela quina, minha boca caiu aberta. Era meu pai, pelado, metendo forte numa ruivinha novinha de quatro. Fiquei olhando o corpo bronzeado dele, a bunda durinha, e entendi na hora por que eu pirava em homem mais velho... eu tinha complexo de pai pra caralho.
“E o cu, vadia? Quer no cu?” ele perguntou, as mãos grandes apertando firme a cintura dela.
Ela deu uma risadinha safada:
“A Bet disse que você ia querer meu cu e que ninguém faz levar no cu parecer tão gostoso quanto você.”
“Vou tomar isso como sim,” meu pai, que normalmente era o cara mais de boa do mundo, falou enquanto tirava a rola de dentro dela.
Eu queria desesperadamente ver a rola dele, mas de onde eu tava não dava. Por sorte, ele mandou:
“Prepara minha rola pro seu cu, vadia.”
Ele se virou um pouco e eu ganhei uma visão lateral perfeita: a rola dura, enorme, pulsando. Muito maior que qualquer uma que eu já tinha pego. A ruiva virou rápido, caiu de joelhos e engoliu a rola dele, como se fosse estrela pornô. Engolia até o talo, e eu fiquei impressionada com a habilidade dela. Minha mão entrou por baixo do short direto na buceta pegando fogo enquanto eu assistia, de repente bem acordada. Esfreguei devagar, quietinha, enquanto a cena continuava.
“Tá pronta pra levar rola no cu, minha putinha do cu?” meu pai perguntou, puxando ela pra cima e botando de quatro de novo.
“Ah, meu Deus, sim, mas nunca tive algo tão grande quanto essa rola no cu,” ela respondeu, voz obediente mas com um toque de medo.
“Ouço isso toda hora,” ele riu, se posicionando atrás dela.
Na hora eu pensei: toda hora? Não conseguia imaginar meu pai como pegador, muito menos pegando menina bem mais nova ou sendo dominador. Mas era exatamente isso que eu tava vendo na minha frente.
Meu corpo todo latejava de tesão enquanto via ele empurrar devagar, abrindo o cuzinho apertado da ruiva.
“Puta que pariuiii,” ela gritou quando a rola grossa começou a entrar, rasgando o cu dela.
“Só relaxa, sua puta, vai arder um pouco,” ele disse, antes de completar: “mas quando parar de arder, você ter a melhor foda da sua vida.”
A confiança na voz dele, a promessa de prazer, fez meu tesão subir correndo enquanto eu imaginava que era eu ali, sendo usada pro prazer dele.
“Tá boooom,” ela gemeu, o cu claramente sofrendo pra caralho.
“Os boatos são verdade?” ele perguntou, um minuto depois, começando a meter devagar pra dentro e pra fora.
“Caralhoo sim,” ela gemeu. “Embora eu não acreditasse no começo.”
“Mas agora acredita,” ele falou com aquele sorrisinho convencido, acelerando as estocadas, ficando mais bruto.
“Siiiiim, papai,” ela gritou, misturando prazer e dor numa voz rouca.
Ouvir ela chamar meu pai de “papai” me deu raiva; só eu podia chamar ele de papai. Minha mão na buceta, fechei os olhos e imaginei que era eu de quatro levando rola do papai.
“Já gozou alguma vez levando no cu?” ele perguntou, enquanto metia tudo, a rola inteira sumindo no cuzinho dela.
“Nãããooo,” ela berrou.
“Então vamos mudar isso. Putas de verdade como você gozam gostoso levando uma rola bem forte no cu,” ele falou como se fosse a coisa mais normal do mundo.
“Vou tentar,” ela choramingou, tentando se acostumar com a rola enorme destruindo o cu dela.
“Não tô pedindo opinião, vadia. Você vai gozar como a puta faminta que é,” ele mandou, voz firme e grossa, o que só me deixou mais louca de tesão. Ele agarrou o cabelo dela e puxou forte. Eu tava quase gozando, mas diminuí o ritmo pra não gozar logo e poder continuar assistindo meu pai foder essa vadia.
“Tá bom,” ela concordou, os gemidos ficando mais altos enquanto a dor parecia virar prazer.
“Esfrega esse grelinho, Carolina,” ele ordenou, continuando as estocadas fundas e fortes.
“É Caroline,” ela corrigiu baixinho, mas obedeceu na hora, a mão esquerda indo direto entre as pernas enquanto a direita se apoiava na palmeira.
“Tanto faz, vamos ficar com vadia mesmo,” ele deu de ombros, claramente sem interesse em nada além de foder.
Eu não via a cara dela, mas aquelas palavras cruas deviam ter doído. Mesmo assim, depois de uns segundos só com o barulho de pele batendo em pele, ela disse:
“Me chama do que quiser, papai, desde que continue me fodendo com essa rola enorme.”
Ele riu e continuou socando por trás. Os gemidos dela ficaram mais loucos, dava pra ver que ela tava quase gozando. Até que ele mandou:
“Goza, minha menininha, minha putinha”
Ouvir ele chamar ela de “menininha” me deu ciúme do caralho; esse carinho era só meu.
“Ah, meu Deus, tô quase,” ela gritou, esfregando o clitóris loucamente.
“Agora, vadia do papai,” ele exigiu, dando um tapa forte na bunda dela que ecoou alto.
Fechei os olhos, minha mão voltou a esfregar rápido enquanto ouvia as palavras dele e imaginava que era eu a vadia do papai.
“Siiiiim, mais forte, fode meu cu mais forte, ah, ah, ah, caralhoo,” ela gritou feito louca.
Quase ri da gritaria ridícula dela, mas continuei esfregando o clitóris rápido querendo gozar junto com ele.
Ele continuou metendo durante o gozo dela - o que sempre deixa meu orgasmo mais forte - até que grunhiu:
“Toma a primeira gozada no seu cuzinho de vadia.”
Parecei de segurar e comecei a bater no clitóris com força.
“Ah sim, enche meu cu de porra,” ela gemeu, igual a puta que era.
“Aaaaah,” ele grunhiu, jorrando porra no cu dela, e no mesmo segundo meu gozo explodiu. Mordi o lábio inferior pra não gritar e entregar que tava assistindo tudo.
Um instante depois, ele tirou a rola e mandou:
“Limpa, sua puta.”
Ela não pensou duas vezes: virou, caiu de joelhos e engoliu a rola que tinha acabado de sair do cu dela. Eu nunca tinha feito isso, mas faria na hora se mandassem.
Meu corpo ainda tremia do gozo enquanto via a vadia limpando a rola do meu pai. De repente com medo de ser pega, recuei devagar e voltei pra frente da casa.
Como esperado, a porta tava aberta; meu pai sempre dizia que, desde pequeno, nunca trancava a porta quando morava na praia e odiava que as pessoas não confiassem mais umas nas outras. Coloquei a mala lá dentro e tava prestes a dar uma olhada na casa quando ouvi a porta dos fundos abrindo. Corri pro sofá mais próximo e fingi que tava dormindo.
“Por que a porta tá aberta?” ouvi meu pai falando segundos depois. Abri um olho e vi que não tinha fechado direito.
Logo em seguida, vi a bunda pelada dele enquanto fechava a porta e parava ao ver a mala.
“Que porra é essa? ” ele murmurou pra si mesmo.
Com um olho quase aberto, vi ele se virar e me ver “dormindo” no sofá, a rola grande ainda meio dura a poucos metros de mim.
“Ah, caralho,” ele disse, cobrindo rápido e saindo do meu campo de visão.
Dei uma risadinha interna com a mudança rápida dele de macho alfa pra pai envergonhado em segundos.
Fiquei ali deitada, repassando na cabeça a cena bizarra e absurdamente tesuda que eu tinha acabado de ver. Tava quase pegando no sono quando senti um cutucão. Abri os olhos e sorri:
“Oi, papai.”